quinta-feira, 5 de julho de 2012

O que é Branding de um Candidato?


marketing politico 
'BRAND' é uma coleção de imagens e ideias que representam um produtor econômico; para ser mais específico, refere aos atributos descritivos verbais e símbolos concretos, como o nome, logo, slogan e identidade visual que representam a essência de uma pessoa pública ou empresa, produto ou serviço. Branding pode ser definido como o ato de administrar a imagem/marca (BRAND) de uma pessoa ou empresa.
Ele também pode ser considerado como o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao público. A construção de uma marca forte para uma candidatura,  política, seja proporcional ou majoritária, é consequência de um relacionamento satisfatório com o público-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a ter credibilidade. Branding é como é chamado o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca e ou uma imagem.
Sua execução não é tomada apenas por ações de marketing que posicionam a marca e divulgam a marca para o público, mas também por ações, definidas, transmitindo, para todos os eleitores, a imagem pretendida.
Durante uma campanha, o candidato tem fazer com que o eleitor o reconheça, associando-o valores tão distintos, como honestidade e integridade. Esse é o grande desafio do profissional envolvido na criação daquela imagem, que vai ser a alma de toda uma campanha.
Reforçar essa imagem junto ao público não é uma tarefa fácil, pois requer uma verdadeira concentração de esforços.
O Branding tem justamente o propósito de fazer com que as pessoas façam uma associação positiva de um determinado candidato, persuadindo sua escolha e reforçando o valor e a satisfação que esse eleitor terá ao votar nele. Essa visão define os conceitos e a personalidade da marca ou de uma imagem, adicionada a valores e fideliza o eleitor, que se identifica e interage com o candidato.
Branding significa “trabalhar a personalidade e fixação de uma marca ou imagem”.
Segundo uma pesquisa realizada pela Yankelovich & Partners, se você tem uma imagem forte, os eleitores:
• preferem votar em você 

• recomendam você a outras pessoas 
• se predispõem a aceitar você como um forte candidato

• acreditam em você em tempos de crise 
• estão inclinados a investir em você durante uma campanha

Por meio dessa estratégia, é possível saber qual é a visão do eleitor perante uma  imagem  e saber como iremos atuar para superar suas expectativas.


PROF. Ms. DELANO GURGEL DO AMARAL

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Físicos encontram provável 'partícula de Deus'

A confirmação da nova partícula é resultado das pesquisas que têm sido realizadas no maior acelerador de partículas do mundo, o LHC (Grande Colisor de Hádrons)
Após anos de espera, imprevistos, problemas técnicos e muito suor, os físicos do LHC (Grande Colisor de Hádrons), maior acelerador de partículas do mundo, anunciaram a descoberta de uma nova partícula. E eles acreditam que seja o famoso bóson de Higgs.
Caso isso seja confirmado, será o coroamento da teoria científica mais bem-sucedida de todos os tempos --o chamado Modelo Padrão, que explica como se comportam todos os componentes e forças existentes na natureza, salvo a gravidade (explicada pela relatividade geral).
Contudo, cabe atenção para a formulação cuidadosa das afirmações dos pesquisadores.
Em seu último relatório, no fim do ano passado, eles já sugeriam ter encontrado algo, mas não descartavam um alarme falso.
Agora, eles já cravam categoricamente a existência da nova partícula. Só não admitem com todas as letras que se trata da almejada "partícula de Deus".
"Apesar de os eventos [de colisões de partículas no acelerador] sugerirem que estejamos diante do bóson de Higgs, a confirmação de que se trata realmente da partícula predita requer mais medidas comparativas", afirma Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e membro da Colaboração CMS, um dos dois experimentos do LHC que servem de base para o anúncio.
Ossos do ofício, num esforço que envolve análise de dados de milhões de colisões de partículas para que, estatisticamente, seja possível chegar a alguma conclusão definitiva.
De toda forma, o novo achado dá toda pinta de que se trata mesmo do almejado bóson.


O anúncio da descoberta foi feito num evento realizado às 4h (de Brasília) desta quarta-feira, transmitido ao vivo pela internet da sede do Cern (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear), em Genebra, Suíça, para a abertura da 36ª Conferência Internacional em Física de Altas Energias, em Melbourne, Austrália.
Dirigindo-se aos cientistas reunidos no auditório, o diretor-geral do Cern, Rolf-Dieter Heuer, fez uma pergunta: "Como leigo, eu diria que eu acho que conseguimos. Vocês concordam?". Uma ovação respondeu que sim.
Editoria de Arte/Folhapress
Entre os convidados no auditório estava ninguém menos que o escocês Peter Higgs, 83 anos, físico que propôs (simultaneamente a outros) na década de 1960 um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa e, com isso, emprestou seu nome ao famoso bóson.
Claramente emocionado, com os olhos marejados, Higgs disse aos colegas: "É incrível que isso tenha acontecido durante a minha vida".
Higgs reconheceu o mérito do LHC, um acelerador de partículas de 27 quilômetros, construído de forma circular e subterrânea na região da fronteira franco-suíça.
Em nota, o cientista acrescentou: "Nunca esperei que isso fosse acontecer na minha vida, e devo pedir à minha família para colocar champanhe na geladeira."
SEM ERRO
Os cientistas descartam a essa altura que alguma flutuação estatística seja responsável pelo achado.
A probabilidade de não ser uma nova partícula, e sim algum engano, é de menos de 1 em 1,7 milhão. Cometer um erro desses é tão improvável quanto ganhar na loteria.
Ainda mais porque o resultado é confirmado pela combinação de dois experimentos do LHC Atlas e CMS e está alinhado com os dados obtidos pelo Fermilab, nos Estados Unidos, com seu antigo acelerador Tevatron, hoje desativado.
CONCORRÊNCIA
Na segunda-feira, os americanos chegaram a divulgar suas últimas análises dos velhos dados, que mostravam a indicação de uma partícula com as características do bóson de Higgs e uma energia entre 115 e 135 giga-elétronvolts (GeV), com 90% de confiança.
Entretanto, ainda estava longe do grau de exigência da comunidade para tratar o resultado como uma descoberta.
Fabrice Coffrini/France Presse
O físico escocês Peter Higgs, que propôs um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa
O físico escocês Peter Higgs, que propôs um mecanismo de como as partículas adquirem sua massa
Somente agora, com os resultados do LHC é possível cravar a existência da nova partícula, com energia de 125 GeV.
FIM OU RECOMEÇO?
A descoberta do Higgs há anos é apresentada como a principal motivação para a construção do LHC. Agora que a partícula provavelmente foi encontrada, pode ficar para o público uma sensação de vazio. Mas o sentimento não é compartilhado pelos físicos.
"Em primeiro lugar, há um equívoco em associar o LHC só ao bóson de Higgs", afirma Ronald Shellard, físico de partículas do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) e vice-presidente da SBF (Sociedade Brasileira de Física).
"Todos concordamos que o bóson de Higgs não vale US$ 10 bilhões. Essa máquina, o LHC, foi concebida para explorar o Universo além do Modelo Padrão. A descoberta do Higgs coroa o maior feito intelectual da história da humanidade até agora, uma teoria que explica uma infinidade de fenômenos naturais", disse. "Mas, para o LHC, ela é apenas o começo."

Folha



Mantega e banqueiro divergem publicamente sobre lucro e crédito bancários


O ministro Guido Mantega (Fazenda) e o presidente do Banco Itaú, Roberto Setúbal, divergiram publicamente nesta quarta-feira (4) sobre os "spreads" bancários, que é a diferença entre o custo de captação dos recursos pelos bancos e a taxa cobrada do consumidor. Nesta diferença, estão os custos do setor, os impostos e também o lucro dos bancos.
Em evento na Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), Setúbal defendeu o setor de críticas recorrentes de que os lucros são elevados.
"O lucro do banco é grande porque os bancos são grandes. E, devo lembrar, os bancos são grandes em qualquer lugar do mundo. Canadá, Austrália, Turquia, França, Inglaterra, qualquer país no mundo com o mínimo de desenvolvimento econômico tem, entre as maiores empresas, os bancos", disse.
Setúbal disse ainda que a crença de que os juros bancários são elevados por causa do lucro dos bancos não é verdadeira.
"A ideia de que vai reduzir o 'spread' porque vai reduzir o lucro dos bancos não funciona bem, porque a margem de redução é relativamente pequena. A necessidade de capital é grande, o custo do capital é elevado e se não tivermos condição de remunerar esse capital não teremos recursos para emprestar", disse.
Sobre os "spreds" dos bancos, Mantega rebateu os argumentos de Setúbal.
"O 'spread' no Brasil é muito alto, doutor Roberto. Embora existam algumas razões, nós temos talvez o maior 'spread' do mundo. Não há razão para isso. Nós temos que ajustar isso. Vocês têm de ganhar mais no volume e menos na taxa, essa é a filosofia que eu procuro implementar nos bancos públicos. Dá para fazer mais", afirmou Mantega.
Segundo Setúbal, os "spreads" contemplam custos dos bancos, impostos e inadimplência. E elegeu o calote como o fator primordial para essa diferença. Em suas palavras, se a inadimplência baixasse o "spread" poderia ter uma redução "significativa".
A inadimplência é também uma das explicações para a redução do volume de empréstimos desde o final do ano passado. O governo quer que o crédito volte a crescer para reaquecer o consumo e os investimentos e dar dinamismo à economia.
Para Setúbal, o crédito crescerá, neste ano, mais do que o PIB (Produto Interno Bruto), mas não repetirá o mesmo desempenho de anos anteriores, quando registrou expansão de até 30%.
"O crédito vai continuar se expandindo, mas talvez não na mesma intensidade, especialmente no crédito para o consumo", disse Setúbal.
Sentado próximo ao empresário, o ministro Guido Mantega rebateu o argumento.
"A expansão do crédito nos anos de 2007, 2008 e 2010 foram padrões inusuais, mas de uma economia que não tinha crédito nenhum. Vamos falar claro aqui. Em 2002 e 2003, o sistema financeiro tinha um crédito de 22% do PIB, que não era nada", disse Mantega, que defendeu o aumento dos empréstimos.
"Nem tanto o mar nem tanto a terra. Não dá para ter aquele volume [de empréstimos do passado] mas também não dá para pisar no freio. É verdade que subiu um pouco a inadimplência mas se manter o pé no freio, aí que aumenta a inadimplência mesmo", disse Mantega.

Folha

IPI - Prorrogados prazos para a redução de alíquotas de produtos da linha branca, móveis e da indústria automotiva


Por meio da publicação do Dec. nº 7.770/12, foi alterado o § 7º do art.  do Decreto nº 7.567/2011, o qual reduz as alíquotas do IPI para os produtos da indústria automotiva, prorrogando o prazo, para 31.12.2012, para que as empresas habilitadas possam utilizar o percentual de conteúdo regional da empresa contratada, incluindo os veículos produzidos sob encomenda.
Tambem foram alteradas disposições da Tabela de Incidência do IPI (TIPI), para efeito de criação do Ex 01 do código 3916.20.00 (forros de policloreto de vinil - PVC - utilizados na construção civil) e prorrogação de prazos da redução de alíquotas para produtos da linha branca, móveis e outras utilidades domésticas, bem como para a utilização do percentual de conteúdo regional por empresas habilitadas em relação aos veículos produzidos sob encomenda.
Seguem abaixo maiores detalhes acerca destas alterações:
NC (39-4) Fica reduzida a zero, até 30 de setembro de 2012, a alíquota relativa ao produto classificado no Ex 01 do código 3920.62.99.
NC (48-2) Fica reduzida a dez por cento, até 30 de setembro de 2012, a alíquota relativa ao produto classificado no código 4814.20.00 - Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes, constituídos por papel revestido ou recoberto, no lado da face, por uma camada de plástico granida, gofrada, colorida, impressa com desenhos ou decorada de qualquer outra forma
NC (73-3) Ficam reduzidas a zero, até 31 de agosto de 2012, as alíquotas relativas aos produtos classificados nos códigos a seguir especificados, observados os índices de eficiência energética especificados:
DescriçãoTIPÍNDICE DE EFICIÊNCIA 
Fogões de cozinha a combustíveis gasosos7321.11.00
Ex 01
A
Fogões de cozinha a combustíveis líquidos7321.12.00
Ex 01
A
Fogões de cozinha a combustíveis sólidos7321.19.00
Ex 01
A

NC (84-5) Ficam fixadas nos percentuais indicados, até 31 de agosto de 2012, as alíquotas relativas aos produtos classificados nos códigos a seguir especificados, observados os índices de eficiência energética, exceto sobre os classificados em destaques "Ex" eventualmente existentes nos referidos códigos:
DescriçãoTIPI ÍNDICE DE EFICIÊNCIAALÍQUOTA (%) 
Combinações de refrigeradores e congeladores (freezers), munidos de portas exteriores separadas8418.10.00 A5
Refrigeradores do tipo doméstico8418.2 A5
Congeladores (freezers) horizontais tipo arca de capacidade não superior a 400 litros8418.30.00
Ex 01 
A5
Congeladores (freezers) verticais tipo armário de capacidade não superior a 400 litros8418.40.00
Ex 01 
A5
Máquinas de lavar roupa inteiramente automáticas de uso doméstico8450.11.00
Ex 01 
A10
Máquinas de lavar roupa com secador centrífugo incorporado de uso doméstico8450.12.00
Ex 01 
A10
Outras máquinas de lavar roupa de uso doméstico (exemplo: semi-automáticas)8450.19.00
Ex 01 
A0
máquinas de lavar roupa com capacidade, expressa em peso de roupa seca, superior a 10 kg.
(exceto de tuneis continuos)
8450.20.90 A10

NC (94-1) Ficam reduzidas a zero, até 30 de setembro de 2012, as alíquotas relativas aos produtos classificados nos códigos 9401.30(Assentos giratórios de altura ajustável), 9401.40(Assentos, exceto de jardim, transformáveis em camas), 9401.5(Assentos de rotim, vime, bambu ou matérias semelhantes), 9401.6(Outros assentos, com armação de madeira), 9401.7(Outros assentos, com armação de metal), 9401.80.00(Outros assentos), 9401.90(partes de assentos) e 94.03(Outros móveis e suas partes).

NC (94-2) Ficam reduzidas a cinco por cento, até 30 de setembro de 2012, as alíquotas relativas aos produtos classificados nos códigos 9405.10.9 (lustres e congeneres) e 9405.40 (Outros aparelhos elétricos de iluminação)
A Consultoria.

As escolas de negócios que (realmente) fazem diferença na carreira


Business Insider lista quais as escolas com melhor reputação e potencial para ampliar a rede de contatos

Stanford Graduate School of Business (GSB) (Universidade de Stanford)
São Paulo - Como tudo na vida, o bom (quase sempre) é uma questão de ponto de vista. No caso dos rankings das melhores escolas de negócios, o cenário não é diferente. Algumas priorizam a qualidade acadêmica de cada instituição; outras, as instalações, os salários e assim por diante.
Em ranking divulgado esta semana, o Business Insider escolheu a reputação da escola no mercado e o potencial de networking que os cursos de MBA oferecem como fundamentais para classificar as melhores escolas de negócios em 2012 nos Estados Unidos e fora das fronteiras americanas.
O resultado é que na primeira posição está a escola de negócios da Universidade de Stanford.  Numa escala de 0 a 5, Stanford marcou 4,45 pontos. A escola que figura no topo da lista da US News e no segundo lugar na Forbes, subiu uma posição com relação ao ranking do ano passado da Business Insider.
Os formados em 2012 no MBA de Stanford, segundo o ranking do Financial Times, têm o cenário mais promissor em termos salariais entre as escolas de negócios.
Segundo o levantamento, quem terminou este ano o programa pode ter um incremento salarial de 129% com relação ao que ganhavam antes do MBA. Isso rende uma remuneração anual média de 192.179 dólares.
Custo médio do primeiro ano (com moradia, alimentação e outros): 90.531 dólares
 Northwestern University: Kellogg School of Management
Numa escala de 0 a 5, a Kellogg marcou 3,83 pontos no ranking da Business Insider.
Com um incremento salarial de 96% com relação a remuneração anterior o MBA, quem terminou o MBA integral em 2012 em Kellogg tem a promessa de receber um salário anual médio de 145.834 dólares. Pelo menos, segundo o ranking do Financial Times.
Custo estimado do primeiro ano (com moradia, alimentação e outros): 81.229 dólares
 INSEAD
Com bases na França e no Cingapura, o curso do INSEAD marcou 3,62 pontos em uma escala de 5 pontos na avaliação do Business Insider.
Segundo o ranking do Financial Times, o programa promete para os alunos que se formaram em 2012 um incremento salarial de 97% com relação ao que recebiam antes do MBA. No último ranking da US News de programas de MBA fora dos Estados Unidos, a escola conquistou a primeira posição.
Custo do MBA integral: 58 mil euros (sem gastos com custo de vida)
 Harvard Business School
Numa escala de 0 a 5, a Harvard Business School marcou 4,40 no ranking da Business Insider.
Quem terminou o programa de MBA integral em 2012, pode sair de HBS com um salário anual médio de 178.249 dólares, segundo ranking do Financial Times. Este valor rende um salário cerca de 122% maior do que os recém-formados recebiam antes de entrar no MBA de Harvard.
Custo do curso com taxa de moradia, serviços de saúde e outros: 87.200 dólares
 Wharton School
Numa escala de 0 a 5, a Wharton marcou 4,24 no ranking da Business Insider.
Os alunos que acabam de se formar na instituição podem ter um incremento salarial de 120% com relação ao que ganhavam antes do MBA. Em valores médios, a remuneração ao sair do MBA de Wharton deve ser de 172.353 dólares, segundo o Financial Times.
Custo médio do primeiro ano (com moradia, alimentação e outros): 93 mil dólares
 Massachusetts Institute of Technology (MIT) - Sloan School of Business
Numa escala de 0 a 5, o MIT marcou 4,10 no ranking da Business Insider. É a segunda escola mais presente nos sonhos dos brasileiros que querem fazer MBA no exterior.
De acordo com pesquisa do Financial Times, quem se formou este ano na instituição pode ter um aumento salarial de 120% quando comparado ao que recebiam antes de entrar no curso.
Custo médio do primeiro ano (com moradia, alimentação e outros): 87.932 dólares
 London Business School
Numa escala de 0 a 5, a London Business School marcou 4,07 no ranking da Business Insider.
Quem terminou o MBA integral da London Business School este ano tem um futuro promissor pela frente. Segundo o Financial Times, os recém-formados podem ter um incremento salarial de 134% com relação ao que ganhavam antes do MBA. Isso rende cerca de 152.981 dólares de salário anual.
Custo do curso (sem despesas com custo de vida):57.500 libras
 Booth School of Business (Universidade de Chicago)
Numa escala de 0 a 5, a Booth marcou 3,98 pontos no ranking da Business Insider.
A perspectiva para quem terminou o MBA na Universidade de Chicago este ano é ter um salário anual inicial médio de 152.585 dólares - valor 109% maior do que os recém-formados recebiam antes de entrar no programa, segundo o Financial Times.
Custo estimado do primeiro ano (com moradia, alimentação e outros): 88.683 dólares

 Columbia Business School (Universidade de Columbia)
Numa escala de 0 a 5, a Columbia marcou 3,98 pontos no ranking da Business Insider.
Os formados em 2012 da Columbia Business School podem esperar um aumento de salário da ordem de 131% com relação ao que ganhavam antes do MBA. Em média, eles devem se formar com uma perspectiva de salário de 166.497 dólares, segundo o FT.
Custo estimado do primeiro ano (com moradia, alimentação e outros): 90.610 dólares
Dartmouth College (Tuck Business School)
Numa escala de 0 a 5, a Tuck marcou 3,69 pontos no ranking da Business Insider. A avaliação faz sentido.
Segundo ranking do Financial Times, quem acabou de se formar na Tuck tem uma perspectiva de incremento salarial da ordem de 111% com relação ao que ganhava antes do MBA. Isso garante, em média, um salário anual de 151.182 dólares.
No último ranking da The Economist, a escola conquistou a primeira posição.
Custo do MBA integral (mais gastos com moradia e outras despesas no primeiro ano): 85.950 dólares

Exame








segunda-feira, 2 de julho de 2012

Celulares ajudam a capturar criminosos nos EUA


São Paulo - Nos Estados Unidos, redes de vigilância usam celulares para localizar motoristas infratores, capturar criminosos e identificar ataques com armas químicas.
Quando foram lançados, em meados da década de 1980, os telefones celulares transformaram a maneira como as pessoas se comunicam. Anos depois, eles mudaram o comportamento. Hoje, enviam mensagens multimídia, acessam a internet, são ao mesmo tempo câmera digital e editor de imagens, viraram um ótimo videogame e ajudam a encontrar o melhor caminho para chegar a lugares. Num futuro não muito distante, os smartphones vão passar por mais uma grande mudança: vão identificar de buracos nas ruas a criminosos.
Com a ajuda de ferramentas como GPS, acelerômetro e giroscópio, os celulares e outros gadgets sem fio estarão ligados a redes de vigilância criadas para capturar bandidos ou detectar ameaças à segurança pública. No futuro, eles serão capazes de encontrar aparelhos eletrônicos roubados, armazenar placas de veículos, farejar drogas e até evitar um ataque com armas químicas.
Essas redes não vão eliminar a necessidade de uma força policial, mas darão ao governo olhos e ouvidos em milhares de lugares ao mesmo tempo. "O termo Big Brother é muito usado quando são discutidas tecnologias de vigilância", afirma Howard Rheingold, autor do livro Smart Mobs, que descreve o poder da comunicação móvel para transformar a sociedade. "Mas nem o escritor George Orwell previu um futuro em que todas as pessoas fazem parte do Big Brother."
Redes de vigilância que usam aparelhos móveis começam a pipocar nos Estados Unidos. Um dos sistemas que já desperta o interesse do governo americano aposta em sensores de posicionamento com GPS para identificar motoristas de transportadoras que usam um pequeno aparelho que envia um sinal de interferência para enganar o sistema de localização das empresas.
As consequências podem ser desastrosas: vários serviços críticos, como as torres de controle de aeroportos, usam equipamentos de GPS. Depois de uma série de incidentes por causa da interferência do sinal, as autoridades estão dispostas a encontrar e prender os responsáveis.
Uma das principais armas para combater os motoristas infratores é o smartphone. Durante a conferência do Instituto de Navegação, em Portland, nos Estados Unidos, o engenheiro Phil Ward propôs a criação do J911, um sistema que usa o GPS em celulares para encontrar quem comete esse tipo de delito. Vários telefones são capazes de identificar quando sinais de GPS estão sendo afogados por ruídos eletrônicos.
Ward, que trabalha para a Navward GPS Consulting, quer adicionar um software que garanta que os smartphones enviem automaticamente dados para uma central de controle toda vez que isso for detectado. A central usa esses relatórios para determinar a localização de quem faz a interferência e avisa a polícia. Ward acredita que, com uma densidade de mil smartphones por quilômetro quadrado, levaria cerca de dez segundos para descobrir a localização de um aparelho de interferência em um raio de 40 metros.
Não são apenas os telefones que podem transformar as pessoas em policiais cidadãos. Mario Gerla, cientista da computação da Universidade da Califórnia, quer usar os gadgets instalados em nossos carros para rastrear veículos suspeitos. Para isso, ele vai usar os serviços de navegação e conectividade sem fio, câmeras de vídeo usadas para estacionar e sistemas que evitam colisões, cada vez mais presentes nos veículos novos. Aí é só adicionar um mecanismo que reconhece placas, como os utilizados nas viaturas de polícia, e você tem o MobEyes.
Na prática, o sistema coloca um policial dentro de cada automóvel. Ele tira fotos da placa de cada carro que cruza seu caminho e coloca na imagem o horário e a localização onde isso aconteceu. Após um período predeterminado, há a troca da lista de placas armazenadas entre os veículos participantes do sistema em um raio de 100 metros. Em simulações em uma área de 2,4 quilômetros quadrados, Gerla descobriu que 300 veículos com MobEyes foram capazes de registrar todas as placas da região em poucos minutos.
Cheiro de morte - As aplicações das redes cidadãs são inúmeras. Em Boston, nos Estados Unidos, motoristas terão à disposição um app chamado Street Bump. Ele usa o acelerômetro e o GPS do telefone para gravar a localização de um buraco toda vez que o carro passar por um e enviar os dados para a prefeitura, que aciona o serviço de reparo. Essas redes também podem ajudar a salvar vidas.
O Cell-All é um sistema de vigilância ambiental que usa celulares para detectar no ar um produto químico nocivo à saúde. Isso serve para alertar sobre um acidente industrial ou, em casos mais drásticos, para um ataque com armas químicas. Desenvolvido pela agência de pesquisas em segurança interna dos Estados Unidos, o sistema foi criado para substituir os serviços de emergência como uma maneira mais rápida e confiável de pedir ajuda. Segundo a agência, o Cell-All salvaria vidas ao alertar rapidamente médicos e equipes de resgate a respeito de materiais perigosos. Com a vantagem de que o salvamento chegaria ao local já sabendo qual é o tipo de ameaça.
"Detectores químicos já são utilizados em algumas cidades dos Estados Unidos, mas uma rede móvel seria mais efetiva e precisa", afirma Stephen Dennis, gerente do projeto. Os primeiros testes do Cell-All aconteceram em setembro de 2011, em um cenário criado para parecer um quarto de hotel dentro do centro de treinamento dos bombeiros da cidade de Los Angeles. Monóxido de carbono foi liberado dentro do ambiente e um iPhone modificado soou um alarme, alertando os serviços de emergência. Em outros testes, o telefone identificou a presença de cloro ou amônia no ar.
Com o passar do tempo, os sensores serão capazes de detectar até 400 produtos químicos, como ácido cianídrico, tolueno e gás mostarda. Para isso, os celulares serão equipados com um chip do tamanho de um selo, desenvolvido pelo centro de pesquisas da Nasa. Eles ainda custam caro, mas os pesquisadores esperam que a produção em série reduza o custo de cada processador para menos de 5 dólares por unidade.
Celular 2

Se por um lado os smartphones ajudam a salvar vidas e a mandar bandidos para trás das grades, por outro, eles podem acabar com algo muito importante: a privacidade. Se cair em mãos erradas, esses serviços entregam dados pessoais, como lugar em que você mora e trabalha, que locais costuma visitar e onde seus amigos moram. "Só porque os dados estão sendo coletados para algo que vemos como benéfico não significa que sejam usados sempre para o bem", disse Christine Peterson, presidente do Instituto Foresight,  de Palo Alto, na Califórnia.
As autoridades do governo sabem do desafio que terão de enfrentar para convencer as pessoas de que programas como o Cell-All não vão invadir sua privacidade. "O usuário precisa decidir fazer parte da rede", disse John Verrico, porta-voz do departamento de segurança dos Estados Unidos. "Não é o seu telefone que queremos rastrear, mas o que originou os alertas." Apesar da polêmica, o centro de pesquisa da Nasa espera desenvolver o Cell-All em parceria com a Qualcomm e mantém conversas também com a Apple, Samsung, LG e Nokia para discutir o design de aparelhos. Os primeiros smartphones com detectores químicos devem chegar ao mercado em 2013.
Na disputa entre segurança e privacidade é possível ter uma solução que satisfaça os dois lados. "Queremos que pessoas comuns contribuam para o bem da sociedade, mas sem expor seu comportamento e sua localização no processo," afirma David Kotz, do Instituto de Segurança, Tecnologia e Sociedade do Dartmouth College. Ele e sua equipe desenvolveram o AnonySense, um sistema que entrega uma gama completa de medidas de segurança para proteger o anonimato de qualquer um em uma rede sem fio.
Funciona assim: um celular normalmente transmite um pacote de dados que inclui o seu único endereço MAC, definido durante a fabricação, e o seu endereço IP. O AnonySense usa rotação de endereços para disfarçar esses padrões. Um sistema de chaves de criptografia públicas e privadas também é usado para codificar e assinar os dados. Isso significa que os destinatários podem verificar se a fonte dos dados é confiável. Por fim, o AnonySense adiciona proteção extra ao modificar o tempo do envio dos relatórios de transmissão para evitar que referências cruzadas possam ajudar a identificar os usuários. Se der certo, o resultado pode ser uma vigilância de cidadãos feita por cidadãos e para cidadãos. E uma cidade mais segura para todos.

INFONotícias

Aeronáutica põe em operação avião de patrulha marítima



São Paulo - O avançado avião de patrulha do mar e inteligência, o P-3AM, comprado pela Aeronáutica em 2005, modernizado e recebido a partir de agosto de 2011, já está em operação regular.
A Força Aérea comprou 12 aeronaves e revitalizou 9. Outras três serão usadas como banco de peças. Os sistemas eletrônicos são da diretoria militar da Airbus, em Getafe (Espanha). O programa completo vai custar US$ 500 milhões.
Até agosto, um dos três P-3AM entregues até agora vai cumprir um esquema de voos de treinamento a partir das bases de Florianópolis (SC), Belém (PA), Canoas (RS) e Salvador (BA), sede do Esquadrão Orungan, ao qual a aeronave é ligada.
Os grandes turboélices foram construídos pela Lockheed, entre 1964 e 65. Com novos motores e sistemas, os modelos são versões do Electra, de 90 passageiros, empregado na ponte aérea Rio-São Paulo de 1975 a 1992. Cada unidade mede 35,61 metros, leva 16 tripulantes e permanece no ar por 16 horas. O alcance é enorme, na faixa dos 4.5 mil quilômetros - do litoral brasileiro até a costa da África.
Ontem, o Comando da Aeronáutica mostrou de forma protegida o arranjo interno. Os consoles, todavia, são típicos do Fits, sistema digital de alta velocidade, capaz de integrar grandes volumes de informações, táticas e de inteligência. Com ele o P-3AM pode, com qualquer tempo, localizar e atacar submarinos ou identificar objetos de 60 cm na superfície. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.