domingo, 12 de fevereiro de 2012

Caro e complexo

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Pela primeira vez, em 2011, os brasileiros pagaram em apenas um ano R$ 1,51 trilhão em impostos, em torno de 4,143 bilhões reais ao dia
O peso da carga tributária na vida do brasileiro registrou recorde histórico em 2011. Pela primeira vez, os brasileiros pagaram em apenas um ano 1,51 trilhão de reais em impostos, em torno de 4,143 bilhões de reais ao dia. A fortuna, depositada nos cofres da Receita Federal e das secretarias de Fazenda dos estados e dos municípios, foi revelada no último segundo de 2011 pelo placar do Impostômetro – relógio fixado na fachada da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), criado para medir e tornar pública a arrecadação tributária excessiva em nosso país. O valor marca também o quarto ano consecutivo em que a arrecadação de tributos no Brasil ultrapassa a casa de 1 trilhão de reais.

Apenas este ano, de 1° a 20 de janeiro, o Impostômetro atingiu a marca de 100 bilhões de reais. No período, a arrecadação tributária cresceu cerca de 10%, na comparação com o mesmo período de 2011, que atingiu o valor somente no dia 26.

O total arrecadado em 2011 (1,51 trilhão de reais) representa uma arrecadação nominal 17,1% superior ao total de R$ 1,29 trilhão arrecadado em 2010. Descontada a inflação, a cifra é 11% maior em relação à soma de impostos pagos no referido ano, enquanto a expansão da economia não chegou a 3%.

Para Fernando Steinbruch, advogado tributarista e diretor do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), se o Produto Interno Bruto (PIB) não cresceu tanto e a arrecadação sim, não há dúvida: houve aumento da carga tributária no ano passado. “Significa que o Estado brasileiro se apropriou ainda mais das riquezas produzidas no país”, explica. Segundo o IBPT, a carga tributária ficou em torno de 36%. Quer dizer que, de cada 100 reais produzidos, 36 reais foram arrecadados na forma de tributo.     
 
Levantamento do instituto indica que, dentre os 85 tributos existentes no Brasil – englobando impostos, contribuições, taxas e contribuições de melhoria –, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) possui a maior arrecadação, correspondendo a 20,09% do total. Na vice-liderança, está a contribuição previdenciária ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com 17,26% de participação. Em seguida, vêm o Imposto de Renda (16,82%) e a Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que responde por 10,59% da dinheirama arrecadada.

No conjunto das regiões, o Nordeste contribui com 8,77% da arrecadação, acima apenas da Região Norte, que responde por 3,12% do total. A maior fatia da arrecadação (64,19%) está concentrada no Sudeste. O Sul participa com 13,44% e o Centro-Oeste com 10,48%.

Dentre os estados nordestinos, o Ceará é o terceiro em arrecadação. O estado responde por 1,37% de cada trilhão recolhido no país com tributos. À frente dos cearenses, estão Bahia e Pernambuco, participando, respectivamente, com 2,69% e 2,02% da arrecadação total.

No contexto nacional, São Paulo é o estado que mais arrecada (38,19%), seguido de Rio de Janeiro (17,9%), Minas Gerais (6,74%), Distrito Federal (6,65%), Rio Grande do Sul (5,20%) e Paraná (4,98%). Os estados com menor arrecadação são Roraima (0,08%), Amapá (0,10%) e Acre (0,11%).
Para cada trilhão recolhido, o percentual referente aos impostos federais é de 69,47%. Os tributos estaduais correspondem a 25,72% da arrecadação. Os 4,81% restantes cabem aos tributos municipais.
 
Carga crescente

Levantamento do IBPT, referente à evolução do peso dos impostos no Brasil na última década, revela que a carga tributária brasileira aumentou mais de cinco pontos percentuais entre os anos de 2000 e 2010, passando de 30,03% do PIB (2000) para 35,13% no ano passado.

O problema é que, enquanto a carga tributária do Brasil é maior do que em países como Estados Unidos, Suíça e Canadá, onde os cidadãos têm acesso à educação, saúde e outros benefícios garantidos pelo estado, em nosso país os brasileiros continuam sujeitos à ineficiência dos serviços públicos, que não acompanharam o ritmo da escalada tributária brasileira.

Dados apurados entre os países-membro da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que, enquanto o peso dos impostos no bolso do cidadão brasileiro está em torno de 35%, no Japão, em 2008, a carga tributária representou 17,6%. No mesmo período, também foi menor no México (20,4%), Turquia (23,5%), Estados Unidos (26,9%), Irlanda (28,3%), Suíça (29,4%), Canadá (32,2%) e Espanha (33%).

O economista José Fernando Castelo Branco Ponte, presidente do Conselho Temático de Economia, Finanças e Tributação (Cofin) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), entende que a gradual elevação dos tributos no Brasil é a forma visualizada pelos governantes para a cobertura de seus gastos exacerbados. “Ou seja, para eles é muito mais cômodo aumentar alíquotas ou criar novos impostos do que reduzir os gastos públicos.”

A questão, porém, é que a elevação dos tributos não impacta apenas no aumento da arrecadação. Reflete no consumo interno e na capacidade de investimento das empresas, que perdem competitividade. “O excesso de tributação retira o poder de compra dos salários, ao mesmo tempo que aumenta o preço final das mercadorias e serviços, retraindo o consumo, inibindo investimentos e dificultando a geração de empregos”, resume Gilberto Luiz Amaral, coordenador de estudos do IBPT.

Para o presidente da FIEC, Roberto Proença de Macêdo, a pesada carga tributária no país é um entrave: “Todos conhecem o efeito danoso que o excesso de impostos causa ao país. O Custo Brasil é uma grande barreira para a celeridade de nosso crescimento. Espero que o governo e a presidente Dilma Rousseff, com o apoio do Congresso Nacional, tenham sensibilidade e busquem uma melhoria, encontrando um equilíbrio nessa questão que tanto nos importa”.

Tributação em cascata

Outro agravante observado por Fernando Steinbruch é que o sistema tributário brasileiro, além de caro, é um dos mais complexos do mundo.  De acordo com o estudo do IBPT, ao longo de 22 anos de vigência da Constituição Federal, entre 5 de outubro de 1988 e 5 de outubro de 2010, foram editadas mais de quatro milhões de normas que regem a vida do cidadão brasileiro. Do total, 249 000 foram regras tributárias.

Para Steinbruch, não faz sentido que um único tributo, como o ICMS, tenha 27 legislações diferentes. Também não é admissível a tributação em cascata. Não é justo que o princípio da não cumulatividade, na prática, não seja cumprido. Não atende à justiça fiscal um modelo que tributa fortemente o consumo. Igualmente não faz sentido uma carga tributária elevada, que retira a competitividade dos nossos produtos. “É inadmissível conviver com um sistema tão complexo e tão caro como o nosso”, diz o advogado.

O exemplo mais polêmico de tributação em cascata ou cumulativa no sistema tributário brasileiro ocorre com o ICMS. Criado com o objetivo de tributar tudo o que é produzido e comercializado em território nacional e também exportações e importações, esse imposto tem diferentes alíquotas fixadas pelos estados e está presente em todos os elos da cadeia produtiva. Portanto, seu recolhimento ocorre diversas vezes, incidindo sobre outros impostos, como a Cofins e o Programa de Integração Social (PIS). Na conta de luz, em vez de ser calculado a partir do valor relativo ao consumo, o ICMS usa como base de cálculo a soma consumo mais Cofins, aumentando a conta para o consumidor.
 
Imposto é rejeitado

 Apesar de 61% dos brasileiros reprovarem o sistema público de saúde e 95% acreditarem que o setor precisa de investimentos, praticamente toda a população (96%) é contrária à criação de impostos para melhorar a situação. As informações são da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: Saúde Pública, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 12 de janeiro.


Conforme 82% dos entrevistados, o governo deve acabar com a corrupção para obter mais recursos para a saúde. Outra solução, apontada por 53% das pessoas, é a redução de desperdícios. Somente 18% da população acreditam que seja necessário transferir recursos de outras áreas para o setor.

Segundo o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, outras pesquisas feitas pela instituição mostram que, na opinião dos brasileiros, os tributos em vigor são suficientes para garantir a oferta de serviços públicos básicos, como saúde e educação. “De tempos em tempos, sempre vem a proposta de criação de um imposto para financiar a saúde. Na visão dos brasileiros, se o governo acabar com a corrupção e com os desperdícios é possível alocar mais recursos para o setor.”

De acordo com o estudo, o principal problema do sistema público de saúde é a demora no atendimento, assinalada por 55% dos entrevistados. Em seguida, estão a falta de equipamentos e de unidades de saúde, apontada por 10% das pessoas, e a falta de médicos, indicada por 9% da população.

A pesquisa mostra que esses problemas estão ligados, pois a demora no atendimento em hospitais e postos de saúde se deve principalmente à falta de equipamentos e de médicos. “Para a população, no entanto, é o resultado final – a demora para ser atendido – que aparece como o principal problema”.

Para melhorar a situação, 57% dos entrevistados dizem que é preciso aumentar o número de médicos. Outros 54% afirmam que o governo deve equipar melhor os hospitais públicos e os postos de saúde. A terceira ação, assinalada por 30% dos brasileiros, é o aumento de salário para os médicos.
 
O que fazer com 1 trilhão de reais?
  • Construir mais de 45.000.000 casas populares de 40 metros quadrados... ou
  • Construir mais de 80.000.000 salas de aula equipadas... ou
  • Construir mais de 10.000.000 quilômetros de redes de esgoto... ou
  • Construir mais de 900 000 quilômetros asfaltados de estradas... ou
  • Pagar mais de 1.500.000.000 salários mínimos... ou
  • Fornecer mais de 8.000.000.000 bolsas família... ou
  • Comprar mais de 4.500.000.000 cestas básicas... ou
  • Comprar mais de 13.000.000 ambulâncias equipadas... ou
  • Construir mais de 20.000.000 postos policiais equipados... ou
  • Construir mais de 3.500.000 postos de saúde equipados... ou
  • Comprar mais de 40.000.000 carros populares... ou
  • Contratar mais de 70.000.000 policiais por ano... ou
  • Fornecer medicamentos para toda a população do Brasil por mais de 400 meses... ou
  • Contratar mais de 80.000.000 professores do ensino fundamental por ano... ou
  • Fornecer cestas básicas para toda a população brasileira por 21 meses... ou
  • Comprar mais de 500.000.000 TVs de plasma... ou
  • Adquirir mais de 1.000.000.000 geladeiras simples... ou
  • Pagar 150 meses da conta de luz de todos os brasileiros... ou
  • Plantar 200.000.000.000 de árvores
  • REVISTA FIEC

Agências começam a vender pacotes espaciais

Viagens turísticas espaciais estarão mais acessíveis em 2012. A companhia Virgin Galactic é uma das agências que se propôs a começar o turismo espacial em 2012.
A companhia selecionou um grupo reduzido de agências no mundo para oferecer as viagens, como a Alpine Travel of Saragota e a Rubinsohn Travel. Ambas já tem uma lista de clientes com desejo de experimentar o turismo espacial.
No Brasil, há duas agências parceiras da Virgin Galactic que oferecem o roteiro, ambas em São Paulo. Porém, somente a GSP Travel confirma que já vendeu pacotes de turismo espacial.
Já há uma estrutura no Novo México, onde está em construção o Spaceport, um complexo futurista do arquiteto Norman Foster. É dele de onde devem sair as naves WhiteKnightTwo (WK 2) e as SpaceShipTwo (SS2), um planador semelhante aos ônibus espaciais aposentados pela Nasa em 2011.
A nave SpaceShipTwo tem o tamanho de um jato particular e capacidade para transportar seis passageiros e dois pilotos. Ela já realizou seu primeiro voo de teste tripulado sobre o deserto do Mojave, na Califórnia, em outubro de 2010.
A Virgin Galatic garante que há assentos reservados na nave para personalidades convidadas de diferentes países do mundo. O restante dos interessados pode comprar a passagem para o primeiro ano de voos por 200 mil dólares ou um bilhete para o segundo, com entrada de 20 mil dólares e pagamento do restante quando houver confirmação do voo. Família e grupos de amigos tem desconto de 10%.

O pacote inclui passagem e três dias de viagem com treinamento no aeroporto espacial em regime de pensão completa. Porém, a viagem da cidade de procedência do turista não é levada em consideração.
O voo não chega a sair da órbita terrestre. Porém, os turistas podem experimentar a sensação de falta de gravidade e observar a Terra de longe.
A nave SpaceShipTwo irá decolar acoplada a nave mãe. Então, subirá por 45 minutos até 15 km de altura onde ocorrerá a separação das naves. Após alguns segundos de queda livre, o motor entra em ignição e a nave é propulsada a 4 mil km/h, o que a faz atingir os 110 km de altura em apenas 90 segundos.
A partir disso, os motores serão desligados para que os viajantes possam desfrutar da falta de gravidade por alguns minutos e visualizar a Terra. Depois, já é chegada a hora de voltar e realizar a aterrissagem no Spaceport.
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Soldados controlarão as armas com o poder da mente

O futuro da guerra está nos cérebros humanos. Segundo avanços recentes no campo da neurociência, em breve será possível ver soldados com seus cérebros conectados a armas.
Novas técnicas estão prestes a serem adotadas pelos militares. O objetivo é melhorar o desempenho e a eficiência dos soldados e pilotos, por exemplo.
De acordo com a Royal Society, uma das mais respeitadas instituições científicas do Reino Unido, as pesquisas mais recentes sobre as ondas cerebrais mostram que isso é possível e que já existe uma tecnologia focada nisso. O estudo utiliza pequenas ondas elétricas administradas no cérebro do soldado.
Segundo o relatório da Royal Society, monitorar eletronicamente os sinais cerebrais e enviar estímulos pode fazer com que a eficiência aumente para localizar minas terrestres em um terreno, ajudar a identificar os civis entre os inimigos e disparar tiros, além de ser possível operar e disparar armas com o pensamento. Em alguns casos, essa técnica pode fazer com que a capacidade de soldados se multiplique rapidamente.
Se as coisas continuarem nessa linha, os militares também poderiam usar interfaces cérebro-máquina e controlar as armas remotamente. Acredita-se nisso porque o cérebro humano pode processar imagens de forma mais rápida do que computadores, com alvos específicos.
Porém, o estudo também alerta sobre as implicações éticas dessa inovação. Isso porque, da mesma forma como a técnica poderia ser usada para aprimorar tratamentos médicos, também pode ser usada na criação de drogas para melhorar o desempenho dos soldados.
Por isso, a Royal Society diz que os pesquisadores envolvidos nesse tipo de estudo neurocientífico devem estar cientes das implicações malignas da tecnologia. A sugestão é que as faculdades e institutos de formação eduquem seus cientistas sobre as consequências das descobertas a fim de evitar problemas futuros.
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`Cada povo usa a matemática de um jeito`, diz especialista

O jornalista e matemático inglês Alex Bellos defendeu a ideia de que cada população no mundo tem um jeito próprio de fazer contas matemáticas. Este método muda sob a influência da cultura local, diz Bellos.
O especialista viajou o mundo durante doze meses para observar como povos nos Estados Unidos, Índia, Alemanha, França, Japão e algumas regiões da América Latina usam os números para resolver problemas do dia a dia, como planejar as contas do mês ou montar uma planilha no trabalho.
O resultado da viagem contábil é o livro "Alex no país da matemática", que o jornalista apresentou ao público da Campus Party. "Meu objetivo não era escrever somente sobre o mundo abstrato, mas sobre o mundo real da matemática e seu uso diário", diz.
De acordo com Alex, não à toa o zero foi inventado na Índia. "Na cultura local, não ter nada é positivo. É um sinal de pureza. O símbolo redondo do zero, criado pelos indianos, significa na cultura deles coisas positivas como céu e infinito", afirma. Segundo Alex, a invenção indiana ajudou a forjar o mundo moderno, permitindo que a matemática se estruturasse de forma mais complexa. Alex diz que a cultura hindu e a filosofia de que viver bem é estar livre de posses influenciou fortemente a concepção da ideia de "zero", que se espalhou pelo mundo matemático.
O especialista afirmou ainda que o fato da matemática ser vista como um prazer e uma brincadeira para alguns povos os torna mais adeptos a avançar mais rápido em pesquisas na área de exatas. Este seria o caso, por exemplo, do Japão, onde as crianças e adultos brincam com o ábaco ou soroban, instrumento lúdico para realizar contas. "Para muitas pessoas, usar um ábaco é uma atividade de lazer tão divertida quando jogar bola ou fazer cooper", diz.
Alex disse ainda que povos distintos criam formas gráficas diferentes de registrar números. Na América Latina, por exemplo, seria comum marcar o número cinco como um quadrado com um traço transversal dentro. Já na Europa e Estados Unidos, o mais comum seria desenhar quatro palitos e, depois, passar um risco transversal sobre eles, indicando "cinco". O mesmo número, na Coréia do Sul, seria representado pelo mesmo ideograma de "correto", indicando o apreço desse povo por números inteiros.
O especialista acredita que suas descobertas podem ajudar no ensino da matemática pelo mundo. Alex defendeu a ideia de que a ciência exata deve ser apresentada como lúdica e divertida e não como algo cifrado, difícil e enfadonho.
As análises de Alex incluem ainda experiências com o uso da matemática por chimpanzés. O pesquisador afirma que os símios são plenamente capazes de compreender e utilizar números de um a nove, bem como decorar grandes sequencias numéricas. Os animais, no entanto, não conseguem compreender o significado de zero.
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6 ultrabooks à venda no Brasil

 A última edição da CES (Consumer Electronics Show), maior feira de tecnologia do planeta, foi invadida por uma nova categoria de portáteis, conhecidos como ultrabooks.
Mais finos, mais leves e, algumas vezes, mais potentes que os notebooks convencionais, os ultrabooks se confirmaram como a maior aposta da indústria global de computadores para concorrer diretamente com o MacBook Air, da Apple.
Em solo brasileiro, o lançamento destes aparelhos ainda engatinha. Até o fim do ano, entretanto, marcas internacionais e nacionais prometem colocar no mercado a sua aposta de produto. A Positivo Informática, por exemplo, afirmou os planos de lançar o seu ultrabook ainda este semestre.
Mas, enquanto o país não é invadido pela categoria, reunimos alguns modelos que podem ser facilmente encontrados no varejo e opções que devem aparecer por aqui ainda em 2012. 
Asus_Zenbook
Asus Zenbook
A taiwanesa Asus conta com a linha Zenbook de ultrabooks, já à venda no Brasil. Um dos destaques é a incorporação de alto-falantes da dinamarquesa Bang & Olufsen, ideal para quem valoriza um bom sistema de áudio.
São dois modelos, o UX21E e o UX31E. O primeiro é equipado com processador Intel Core i5, tem tela de 11,6 polegadas, pesa 1,1 kg. Seu preço sugerido de R$3.999.
Já o segundo, que custa em média, R$5.999, tem processador mais potente, o Intel Core i7. O modelo tem tela de 13,3 polegadas e pesa exatos 1,3 kg. Outro recurso interessante da linha é o que salva, automaticamente, todos os arquivos em execução, assim que a bateria atinge menos 5%. 
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Acer S3
Quem precisa de um ultrabook para levar para cima e para baixo, pode encontrar no S3 um bom aliado. Em termos de tamanho, o S3 é ultrafino, com apenas 13 milímetros de espessura, e super leve, menos que 1,4 kg. A tela é de 13,3 polegadas.
O modelo chegou por aqui no ano passado e está dividido em três faixas de preço, de acordo com o processador. Para o ultrabook equipado com Intel Core i3, o preço sugerido é de R$2.799.
Já a versão intermediária, com Intel Core i5, custa em média, R$2.899 e R$3.599 para o aparelho com processador i7, ainda mais potente. 
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HP Folio 13
O ultrabook dos americanos da HP é produzido em alumínio e é outra opção interessante para quem pretende carrega-lo por aí. Um dos motivos é a autonomia da bateria que, segundo a própria HP, é de cerca de 9 horas. O outro ponto é o seu tamanho. O Folio 13 tem menos de 20 milímetros de espessura e pesa 1,5 kg.
O aparelho é equipado com processador Intel Core i5 e já está à venda nos Estados Unidos por US$899.00. Segundo a HP, deve desembarcar por aqui ainda no primeiro semestre deste ano, com teclado devidamente adaptado para o padrão ABNT2 (com ç) e preço mais competitivo. 
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Samsung Série 5
O Samsung Série 5 foi apresentado na última edição da CES (Consumer Electronics Show), que aconteceu em janeiro deste ano, em Las Vegas.
O ultrabook é equipado com processador Intel Core i5 e tem duas opções de tela, 13 e 14 polegadas. O menor pesa 1,39 kg e tem 17,6 milímetros de espessura.
De acordo com a Samsung, o Série 5 ULTRA chega ao Brasil ainda no primeiro semestre de 2012. O preço, porém, ainda não foi definido. 
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Ultrabook CCE
A brasileira CCE também não ficou de fora da onda dos portáteis ultrafinos. A empresa prevê lançar o modelo Ultrabook CCE em março de 2012. De acordo com a empresa, o aparelho irá custar R$2.200.
O pré-lançamento do ultrabook está sendo realizado na edição atual da Campus Party Brasil 2012, que acontece até o dia 12 de fevereiro, em São Paulo.
De acordo com a empresa, seu modelo é o primeiro produzido no Brasil e parece ter os requisitos para bater de frente com os concorrentes. O ultrabook tem menos que 20 milímetros de espessura e é equipado com o poderoso processador Intel Core i7. Ainda segundo aa CCE, a autonomia da bateria é de 5 horas. 
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LG Z330
A LG vai trazer para o mercado brasileiro ainda neste semestre um modelo de ultrabook lançado durante a CES 2012, o Z330. O aparelho é equipado com processador Intel Core i7, o que confirma a sua potência e o enquadra na categoria de ultrabook.
Seu design, metalizado e super fino, com apenas 14,7 milímetros de espessura, impressiona e agrada a vista. Um dos destaques é a eficiência do ultrabook. De acordo com a LG, a autonomia da bateria é de até 6 horas e pode ser iniciado em 10 segundos. Z330 virá com o teclado adaptado ao padrão ABNT 2 e ainda não tem preço definido em reais.
INFONoticias

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

10 frases que os empreendedores não devem dizer



Quase todos os empreendedores adoram falar sobre as suas empresas. Contam para amigos, parentes, clientes ou conhecidos como a ideia do negócio surgiu, por que vale a pena apostar neste mercado, quais são seus desafios e por aí vai.
Em algumas situações, no entanto, ele precisa saber resumir o mais importante em poucos minutos, como em apresentações para investidores, o chamado pitch. Neste momento, além de clareza e credibilidade, o empreendedor deve convencer o seu interlocutor.
Aaparentar desorganização ou mentir são os piores erros possíveis nesta hora. “O principal ponto é falar a verdade do negócio. É muito fácil na hora das perguntas descobrir o que não é verdadeiro”, explica Juliano Seabra, diretor de educação e pesquisa da Endeavor, instituição que apoia empresas de alto crescimento. Veja outras frases que devem ser evitadas na hora de falar sobre o seu negócio, principalmente com possíveis investidores.
1. “Meu produto é tão inovador que não tem concorrentes”
Ao invés de pensar que seu produto é realmente uma inovação, o investidor vai achar que você não observou bem o mercado. “A concorrência sempre existe. Ou ele não fez a pesquisa bem feita ou ele tem uma visão muito restrita”, explica Cassio Spina, investidor-anjo e fundador da Anjos do Brasil.
2. “Só preciso de 1% de market share para ter sucesso”
Para os especialistas, uma empresa com tão pouca participação de mercado tende a ficar invisível e perder o sentido. “O empreendedor não pode ser ingênuo nas projeções. É muito comum que falem do negócio de uma perspectiva ingênua porque não olharam o mercado e partem de crenças que não param de pé”, diz Seabra. “Provavelmente, ele não entendeu qual é o seu mercado”, reforça Spina.
3. “Meu negócio não tem risco”
Não existem negócios sem risco. “Ainda mais entre startups que têm riscos inúmeros. Essa frase compromete muito a visão do empreender”, diz Spina. Fique atento a quais são os riscos e saiba explicá-los sem medo.
4. “Trabalho com projeções conservadoras”
Os empreendedores muito apaixonados pelo negócio tendem a ficar cegos. Por isso, ouvir a opinião das pessoas é importante para colocar os pés no chão e não se iludir. “Não coloque qualquer dado na sua apresentação. Hoje, está todo mundo conectado e é fácil checar na hora”, ressalta Seabra. Além disso, dizer que projeções são conservadoras pode parecer uma armadilha. “Ele mesmo acha isso ou está querendo convencer a audiência”, questiona Spina.
5. “Eu fiz, eu produzo, eu consigo...”
Eu, eu, eu, eu. Um dos fatores mais valorizados nas empresas pequenas é a capacidade do dono em liderar uma equipe. Se ele assume sozinho todos os méritos, fica parecendo que não está disposto a dividir. “É preciso mostrar que consegue trazer outras pessoas para o barco”, diz Seabra. Para o fundador da Anjos do Brasil, muito mais do que fazer, o empresário deve saber delegar e compartilhar méritos.
6. “Você está dizendo uma bobagem”
Um dos maiores erros que um empreendedor pode cometer é discutir com o interlocutor e não aceitar críticas e sugestões. “Acho que tem que defender o ponto de vista e argumentar. Mas, ouvir o mercado é essencial”, explica Spina. Para o diretor da Endeavor, assumir uma atitude de imbatível não ajuda em nada. “Muitos acabam não sendo nada abertos à crítica e isso é muito ruim. Quando a pessoa vem com uma postura muito arrogante, causa uma péssima impressão”, comenta. A dica é sempre agradecer, ouvir as sugestões e não enxergar as críticas ao negócio como um ataque pessoal. “Nenhum negócio é perfeito e a crítica em muitos casos é o que ajuda a construir uma empresa melhor”, conclui Seabra.
7. “O outro investidor me ofereceu mais”
Com esta frase, o empresário abre um leilão de investimentos. Segundo Spina, esta é uma prática comum e que prejudica os empreendedores. “Parece que ele só está olhando para o dinheiro, mas investidor e empreendedor precisam de valores comuns e sintonia”, diz. O risco é o investidor perder o interesse em você.
8. “Minha ideia é genial”
Mais do que um projeto no papel, os interessados na sua empresa querem conhecer de perto a viabilidade da ideia. Por isso, ficar inflando o valor do projeto e insistindo que não existe nada melhor ou parecido no universo pode ser prejudicial. “A execução é mais importante. Ideia monte de gente tem, mas o empreendedor é essencial e ele tem que provar que é capaz de fazer aquilo”, ensina Spina.
9. “Ainda não defini minha área de atuação”
Com tanta imprecisão, os empreendedores que usam frases deste tipo não passam credibilidade ao público.“Tem que saber responder qual é o problema que o negócio dele resolve”, explica Seabra. Mais do que saber a resposta, é preciso saber como contá-la. “A grande dificuldade é que muitas vezes eles vão longe e fica muito complexo de entender. O ponto central é deixar muito claro que ele sabe que tem um problema, uma oportunidade clara e que é a melhor pessoa possível para atender”, ensina.
10. “Minha empresa vale tanto quanto o Facebook”
Virou moda nos últimos anos exagerar no valuation ou valor da empresa. Ao invés de atrair dezenas de investidores, valores muitos altos podem espantar os interessados e mostrar falta de preparo do empreendedor. “É um fator de desestímulo para o investidor que acha que o potencial de retorno não vai ser tão bom quanto o de outras empresas”, ressalta Spina.
Exame

Celular não existirá mais daqui cinco anos

Durante a Campus Party muitos temas estão sendo discutidos, um que realmente chamou a atenção dos participantes diz respeito ao desaparecimento do telefone celular nos próximos anos. De acordo com o professor de Tecnologia Educaiconal na Universidade de Newcastle, no Reino Unido, o especialista indiano, Sugata Mitra, o aparelho celular como é apresentado hoje não existirá mais daqui cinco anos.

Celular não existirá mais daqui cinco anos
Durante a Campus Party muitos temas estão sendo discutidos, um que realmente chamou a atenção dos participantes  diz respeito ao desaparecimento do telefone celular  nos próximos anos. De acordo com o professor de Tecnologia Educaiconal na Universidade de Newcastle, no Reino Unido, o especialista indiano, Sugata Mitra, o aparelho celular como é apresentado hoje não existirá mais daquicinco anos.
Com essa declaração um tanto quanto polêmica, Sugata Mitra alertou as operadoras, solicitando para que revejam seus modelos. "O celular terá o mesmo destino de outros dispositivos como a vitrola, como o MP3 e outros que com a evolução deixaram de ter importância. O computador virou celular. a TV está virando celular.E o celular vai ser substituído também. Me levem a sério", disse Mitra.
Insistindo na ideia que os celulares não existirão mais nos próximos anos, Mitra foi mais além: "O cérebro humano, com ou uso de chips implantados, terá condições de embarcar toda a tecnologia hoje existente no celular".
iGNotícias

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

3 coisas que todo CEO deveria fazer em 2012

 Melhoria de margens, controle de custos, concorrência, reuniões com acionistas e matriz. São tantas as responsabilidades de um CEO que, quanto mais os negócios evoluem, mais é sábia a decisão de delegar as tarefas para pessoas de confiança e bons profissionais para poder gerenciar tudo com mais eficiência. Entretanto, para o site Inc.com, há três principais tarefas que o CEO não deve deixar de fazer para garantir sucesso ao seu trabalho e de sua equipe em 2012.
1. Transmita a cultura da empresa
Aquele ditado conhecido "você pode escolher seus amigos, mas você não pode escolher sua família" também pode ser aplicado à empresa. Basta trocar amigos por funcionários e saber escolher muito, mas muito bem quem estará ao seu lado. Uma boa equipe pode levantar ou fazer uma cratera em sua empresa - por isso se deve ter tanto critério ao contratar.
Mas há um aspecto importante a se levar em conta nessa hora que algumas empresas deixam de lado. Em vez de apenas procurar referências anteriores e cursos que comprovem a habilidade técnica do funcionário, avalie também a cultura dos lugares por onde ele passou. E, também, a sua capacidade de resiliência a novas maneiras de trabalhar.
Tenha uma coisa em mente: os princípios de cultura de uma empresa têm de ser disseminados ao mesmo tempo em que os negócios crescem. O desafio é grande tanto para as companhias novas e em forte crescimento quanto para aquelas com 20 ou mais de atuação, cuja identidade corre o risco de se perder se não for bem compartilhada por todos. Independente da situação entenda que nenhuma outra pessoa passará o recado obre a cultura tão bem quanto você.
Tente, então, participar de processos de integração e falar sobre o que espera a cada pessoa ou grupo que você contratar pessoalmente, pelo menos uma vez. Tomará tempo, mas valerá a pena porque ficará claro que você é parte integrante do processo de contratação, bem como é um espelho do que espera como postura profissional do novo contratado na empresa.
 2. Inspire
Há pessoas que conseguem deixar de ver pela janela um arco-íris que desponta no horizonte para não perder o foco do que está fazendo naquele minuto. De tão concentrada no que está diante de seu nariz perde por completo o que há de interessante acontecendo ao seu redor.
É uma pena, porque a inspiração chega em momentos de temor, inusitados, inesperados. E é uma das funções de um bom CEO não deixar que sua equipe perca esses momentos para comemorar cada um deles, quando possível.
De acordo com o Inc.com, o ideal seria reunir todos e apresentar os momentos-chaves de inspiração que levou a empresa a conceber tais produtos ou conseguir passar por uma turbulência. É uma forma de reconhecer como até mesmo os aspectos do nosso trabalho diário contêm momentos de receio e admiração que podem ser aproveitados para um trabalho em equipe e na ideia de algum produto inovador.
3. Acredite
Qualquer negócio começa com a crença de que um produto ou serviço tem o potencial para ser transformador. Mas esses mesmos produtos e serviços tem uma maior chance de fracasso do que sucesso. É por isso que é tão importante para um CEO fazer com que sua equipe acredite no que está fazendo, seja em cada etapa de desenvolvimento de uma nova solução, seja na visão mais ampla do caminho pelo qual a empresa está seguindo.
Trabalhar em uma empresa, muitas vezes, exige abdicar de um tempo a mais com a família ou coisas que você poderia estar fazendo em momentos de folga. Esse “ônus” com horas extras pode ser compensado se os profissionais souberem que seus esforços são destinados ao desenvolvimento de um projeto maior, um benefício tanto para a empresa como para a sociedade. Essa “consciência” é transmitida por meio da maneira como você gerencia sua equipe que, por sua vez, transmitirá aos subordinados e assim por diante. 
Exame

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Governo faz leilão para privatizar três aeroportos nesta segunda

Aeroporto de Guarulhos é um dos mais importantes do País
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) promove nesta segunda-feira o leilão de privatização dos aeroportos internacionais de Guarulhos (SP), Viracopos (Campinas-SP) e Juscelino Kubitschek (Brasília). A licitação está marcada para começar às 10h, na sede da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os vencedores do leilão serão os grupos que apresentarem as maiores propostas de preço para a outorga, que prevê a ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos. Os valores mínimos foram fixados pelo governo em R$ 3,4 bilhões para Guarulhos; R$ 1,5 bilhão para Viracopos; e R$ 582 milhões para Brasília. Os três aeroportos respondem, conjuntamente, pela movimentação de 30% dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves do sistema brasileiro.
O leilão dos três aeroportos será simultâneo e cada proponente pode apresentar proposta para todos, mas somente poderá ser o vencedor de um. Segundo o edital, grupos estrangeiros poderão participar dos leilões, desde que associados a empresas brasileiras. Onze consórcios formados por empresas da Alemanha, Argentina, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, México, Reino Unido, Cingapura, Suíça e África do Sul disputarão o leilão. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) terá participação até 49% no capital dos consórcios.
Com a privatização, devem ser investidos R$ 4,6 bilhões em Guarulhos; R$ 8,7 bilhões em Viracopos e R$ 2,8 bilhões em Brasília. Os concessionários também deverão recolher anualmente uma contribuição de 2% sobre a receita bruta da concessionária do aeroporto de Brasília, 5%, no caso de Viracopos e 10%, no de Guarulhos. A arrecadação será direcionada ao Fundo Nacional de Aviação Civil, administrado pela Secretaria de Aviação Civil. Os recursos serão destinados a projetos de desenvolvimento e fomento da aviação civil, beneficiando os demais aeroportos do sistema aeroportuário nacional.
Os prazos das concessões são diferenciados por aeroporto: 30 anos para Viracopos, 25 para Brasília e 20 para Guarulhos. Os contratos poderão ser prorrogados uma única vez, por cinco anos. A concessionária de cada aeroporto deverá concluir as obras para a Copa do Mundo de 2014. A multa por descumprimento é R$ 150 milhões, mais R$ 1,5 milhão por dia de atraso.
A partir da assinatura do contrato de concessão, haverá um período de transição de seis meses, prorrogável por mais seis, no qual a concessionária administrará o aeroporto em conjunto com a Infraero. Após esse período, o novo controlador assume as operações do aeroporto. A gestão do espaço aéreo nos aeroportos concedidos não sofrerá mudanças e continuará sob o controle do Poder Público.
Os terminais concedidos serão fiscalizados pela Anac, que também será gestora dos contratos de concessão. Na última sexta-feira, a agência divulgou que nenhuma das propostas apresentadas para o leilão foi desclassificada da disputa. O número de propostas e o nome dos grupos proponentes serão divulgados apenas durante o leilão, à medida que os envelopes forem abertos. Mas a composição dos consórcios só será tornada pública ao final do processo para evitar a troca de informações entre os concorrentes durante o leilão.
iGNotícias

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Facebook está usando você


Na semana passada, o Facebook apresentou documentos com o governo que lhe permitirá vender ações ao público. Estima-se a valer pelo menos US $ 75 bilhões. Mas ao contrário de outras big-ticket corporações, ele não tem um inventário de widgets ou gadgets, carros ou telefones. Inventário Facebook consiste de dados pessoais - o seu eo meu.

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Facebook ganha dinheiro com a venda de espaço publicitário para empresas que querem chegar até nós.Anunciantes escolher palavras-chave ou detalhes - como o status de relacionamento, localização, atividades, livros favoritos e emprego - e, em seguida, executa os anúncios do Facebook para o subconjunto alvo de seus 845 milhões de usuários. Se você indicar que você gosta de cupcakes, viver em um determinado bairro e ter convidado amigos, esperar um anúncio de uma padaria próxima a aparecer em sua página. A magnitude de informação online Facebook tem disponível sobre cada um de nós para marketing direcionado é impressionante. Na Europa, as leis dão às pessoas o direito de saber o que as empresas de dados têm sobre eles, mas que não é o caso nos Estados Unidos.
Facebook ganhou US $ 3,2 bilhões em receitas de publicidade no ano passado, 85 por cento de sua receita total. No entanto, o inventário do Facebook de dados e sua receita da publicidade são batatas pequenas em comparação com alguns outros. Google arrecadou mais de 10 vezes mais, com estimados US $ 36,5 bilhões em receitas de publicidade em 2011, analisando o que as pessoas enviadas através do Gmail e que eles procuraram na Web, e depois usar esses dados para vender anúncios.Centenas de outras empresas também têm apostado em pedidos de dados de pessoas on-line, depositando os cookies de software chamadas ou outros mecanismos de rastreamento nos computadores das pessoas e em seus navegadores. Se você mencionou a ansiedade em um e-mail, fiz uma pesquisa no Google por "stress" ou começaram a usar um diário online médica, que permite monitorar o seu humor, esperar os anúncios de medicamentos e serviços para tratar a sua ansiedade.
Os anúncios que aparecem em sua tela pode parecer útil, ou na pior das hipóteses, um incômodo. Mas eles são muito mais do que isso. Os bits e bytes sobre a sua vida pode ser facilmente usada contra você. Se você pode obter um emprego, de crédito ou de seguro pode ser baseada em seu doppelgänger digital - e você pode nunca saber por que você foi recusado.
Em linha de material extraído foi usado contra o povo lutando pela custódia da criança ou se defender em casos criminais. LexisNexis tem um produto chamado Accurint para aplicação da lei, que dá informações de agentes do governo sobre o que as pessoas fazem nas redes sociais. O Internal Revenue Service pesquisas Facebook e MySpace para prova de rendimentos dos sonegadores e paradeiro, e os Estados Unidos Citizenship and Immigration Services foi conhecida a examinar fotos e mensagens para confirmar as relações familiares ou de ervas daninhas para fora casamentos fictícios. Os empregadores, por vezes, decidir se contrata pessoas com base em seus perfis online, com um estudo indicando que 70 por cento dos recrutadores e profissionais de recursos humanos nos Estados Unidos rejeitaram candidatos com base em dados encontrados online. Uma empresa chamada Spokeo reúne dados on-line para os empregadores, ao público e qualquer um que quer. A empresa até mesmo postos de anúncios pedindo "Os recrutadores de RH - Clique Aqui Agora!" E perguntando às mulheres para enviar e-mail de seus namorados dos endereços para uma análise das suas fotos on-line e atividades para aprender "Está fazendo batota em você?"
Estereótipos está vivo e bem em agregação de dados. Seu pedido de crédito pode ser recusado não com base em suas próprias finanças ou histórico de crédito, mas com base em dados agregados - o que outras pessoas cujos gostos e desgostos são semelhantes às suas ter feito. Se os jogadores de guitarra ou casais divorciados são mais propensos a renegar suas contas de cartão de crédito, então o fato de que você olhou para anúncios de guitarra ou enviado um e-mail a um advogado de divórcio pode causar um agregador de dados para classificá-lo como menos crédito -digno. Quando um homem de Atlanta voltou de sua lua de mel, ele descobriu que seu limite de crédito havia sido reduzido para 3.800 dólares a partir de 10.800 dólares. O interruptor não foi baseada em qualquer coisa que ele tinha feito, mas em dados agregados. A carta da empresa lhe disse: "Outros clientes que usaram o cartão em estabelecimentos onde compraram recentemente têm uma história reembolso pobre com American Express."
Mesmo que as leis permitem que as pessoas para contestar as informações falsas em relatórios de crédito, não há leis que exigem que os agregadores de dados para revelar o que sabem sobre você. Se eu tenho buscado "diabetes" para um amigo ou "drogas de estupro" para um mistério que eu estou escrevendo, agregadores assumir essas pesquisas refletem a minha própria saúde e as tendências. Como não há leis que regulam os tipos de dados, esses agregadores pode coletar, eles fazem suas próprias regras.
Em 2007 e 2008, a empresa de publicidade online NebuAd contratado com seis provedores de Internet para instalar o hardware em suas redes que os usuários monitorados de atividades na Internet e transmitidos os dados para servidores NebuAd para a análise e utilização em marketing. Para uma média de seis meses, NebuAd copiados todos os e-mail de buscas na Web, ou de compra que cerca de 400.000 pessoas enviadas pela Internet.Outras empresas, como Healthline Networks Inc., têm in-house limites em que a informação privada que irá recolher. Healthline não usa as informações sobre as pesquisas das pessoas relacionadas com o HIV, impotência ou distúrbios alimentares para direcionar anúncios para as pessoas, mas vai usar informações sobre o transtorno bipolar, bexiga hiperativa e ansiedade, que pode ser tão estigmatizante como os tópicos em sua lista de privacidade protegida .
Na década de 1970, um professor de estudos da comunicação na Universidade Northwestern, chamado John McKnight popularizou o termo "redlining" para descrever a falência de bancos, seguradoras e outras instituições para oferecer os seus serviços para os bairros da cidade interna. O termo veio da prática de funcionários do banco que desenhou uma linha vermelha no mapa para indicar onde eles não iriam investir. Mas o uso do termo se expandiu para cobrir uma ampla gama de práticas de discriminação racial, como não oferecendo empréstimos à habitação para Africano-americanos, mesmo aqueles que eram ricos ou classe média.
Agora o mapa usado em redlining não é um mapa geográfico, mas o mapa de suas viagens em toda a web. O Weblining termo descreve a prática de negar às pessoas oportunidades com base em seus egos digitais. Você pode ser recusado o seguro de saúde com base em uma pesquisa no Google que você fez sobre uma condição médica. Você pode ser mostrado um cartão de crédito com um limite de crédito mais baixo, não por causa de seu histórico de crédito, mas devido à sua raça, sexo ou CEP ou os tipos de sites que você visitou.
A agregação dos dados tem implicações sociais. Quando os jovens dos bairros pobres são bombardeados com propagandas de escolas de comércio, eles vão ser mais prováveis ​​do que outros da sua idade a renunciar a faculdade? E quando as mulheres são mostradas artigos sobre celebridades em vez de tendências do mercado de ações, eles serão menos propensos a desenvolver savvy financeira? Anunciantes estão tirando redlines novos, limitando as pessoas para a sociedade espera que os papéis a desempenhar.
Conflito agregadores de práticas com que as pessoas dizem que eles querem. A 2008 Consumer Reports sondagem de 2.000 pessoas revelou que 93 por cento as empresas de Internet pensamento deve sempre pedir permissão antes de usar as informações pessoais, e 72 por cento queria o direito de optar por sair de acompanhamento online. Um estudo realizado pela Princeton Survey Research Associates em 2009, utilizando uma amostra aleatória de 1.000 pessoas acharam que 69 por cento pensam que os Estados Unidos deveriam adotar uma lei que dá às pessoas o direito de aprender tudo o que um site sabe sobre eles. Precisamos de uma lei do-não-track, semelhante ao não-chamar um. Agora não é só sobre se o meu jantar vai ser interrompido por um operador de telemarketing. É sobre se os meus sonhos vão ser frustrada por uma coleção de bits e bytes sobre o qual não tenho controle e para que as empresas são atualmente inexplicável.
New York Times