quinta-feira, 5 de abril de 2012

Reino Unido promete futuro bilionário para negócios de energia verde


Segundo especialista da Agência Britânica de Promoção do Comércio e Investimento (UKTI), mercado de baixo carbono deve movimentar 220 bilhões de dólares no país até 2020

São Paulo - Na luta contra o aquecimento global, o Reino Unido tem um senhor desafio pela frente, o de reduzir suas emissões de carbono em 80% até 2050. E para cumprir essa meta, o país vem apostando alto nas energias renováveis e se empenhando em desenvolver um ambiente estimulante e atrativo para o desenvolvimento de negócios verdes. Não por acaso, é um dos dez países do mundo que mais investe em inovação e tecnologia verde, segundo ranking do WWF e da consultoria Cleantech.
Em 2011, os investimentos em geração limpa no Reino Unido somaram quase 3,8 bilhões de dólares. Para os próximos dez anos, essa quantia de investimento deverá alcançar 220 bilhões de dólares, segundo afirmou Mark Priest, especialista da Agência Britânica de Promoção do Comércio e Investimento (UKTI), durante o I Fórum Britânico-Brasileiro de Energia Renovável, realizado em São Paulo.
Para atingir essa cifra - necessária para que o país cumpra a meta obrigatória de redução de emissão de gases de efeito estufa - o governo britânico vai ter que oferecer incentivos substanciais. Um exemplo recente disso são os já existentes 860 milhões de libras em incentivos para o sistema de "aquecimento renovável" de residências nos próximos quatro anos. Há mais pela frente.
"Já vemos grandes bancos, como o Morgan Stanley, lançando fundos de private equity para energia renovável, o que prova que investir em geração limpa é um bom negócio", diz Priest. Segundo o especialista, as oportunidades para negócios verdes no Reino Unido são mais expressivas em áreas como eólica, energia das ondas e das marés, rede de transmissão elétrica e bioenergia.
Dono de 40% do potencial eólico de toda a Europa, o país é hoje o maior produtor mundial de turbinas de geração em alto mar (offshore) e até 2020 pretende instalar mais 32 GW, quase duas vezes o potencial de Itaipu. Já os projetos em terra firme (onshore), somam 5.7 GW em operação e mais 18GW estão em planejamento e implementação para os próximos anos.
De acordo com Priest, o New and Renewable Energy Centre (Narec), um organismo dedicado à aceleração e desenvolvimento de tecnologias limpas de geração de energia no Reino Unido, deve investir 40 milhões de dólares até 2013 em startups no setor. Além dos bons ventos, o país desfruta ainda de 35% de todo potencial europeu para produção de energia elétrica a partir de ondas e marés.
Quando o assunto é bioenergia, as metas impressionam, principalmente porque  o país não tem tradição nessa seara. Para 2020, 17% de toda a área agrícola do Reino Unido deverá ser usada para cultivo de biomassa energética. "É uma mudança significativa no nosso processo agrário", diz Priest, ressaltando que o Brasil tem muito a ensinar ao Reino Unido no que diz respeito à bioenergia.
Outro desafio que deve gerar oportunidades promissoras é o de conectar todas essas fontes alternativas à rede elétrica nacional. "Boa parte dos recursos estão no norte do Reino Unido, mas a maioria da população se encontra ao sul", explica Priest.

Google apresenta projeto dos óculos do futuro


Chamado de Project Glass, o vídeo é uma simulação do Google de como prevê os óculos do futuro





São Paulo - O Google divulgou um vídeo onde apresenta sua visão dos óculos do futuro, utilizando tecnologias de realidade aumentada, geolocalização e acesso à internet.

Chamado de Project Glass, o vídeo é uma simulação do Google de como prevê os óculos do futuro. O usuário utiliza funções de geolocalização para traçar uma rota, programar eventos no calendário, receber notificações de mensagens e comandos de voz para controlar o fluxo de informações, tudo sendo exibido no visor dos óculos.
O projeto ainda está em fase experimental, mas realça as fantasias de ficção científica já retratada em diversos filmes, como Exterminador do Futuro. O conceito cria um efeito de realidade aumentada que sobrepõe aos acontecimentos em tempo real.
O Google também divulgou ideias de design para seus óculos do futuro, que ainda não tem um prazo para serem concebidos e comercializados, mas confirmam que a empresa pretende de fato desenvolver produtos ópticos.
Os óculos estão sendo desenvolvidos no Google X, um laboratório secreto próximo à sede do Google em Mountain View, na Califórnia. Sergey Brin, um dos fundadores da empresa, estaria comandando pessoalmente o projeto. Segundo o jornal The New York Times, os óculos terão o preço de um smartphone - algo entre 250 e 600 dólares nos Estados Unidos.
Assista (este vídeo não será exibido em iPad e alguns tablets Android):

http://www.youtube.com/watch?v=lHozkVuf3mE
Exame

BRASIL MAIOR - Ampliado o número de empresas que terão a contribuição previdenciária básica (patronal) calculada sobre a receita bruta.


Tópicos principais:

1. A partir de 1°/08/2012 e até 31/12/2014, empresas de vários setores da economia passarão a calcular a contribuição previdenciária na forma da Lei n°. 12.546/2011;
2. A partir de 1°/08/2012, ocorrerá redução da alíquota para 1,5%incidente para cálculo da contribuição previdenciária das empresas que prestam serviço de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC);
3. Contribuirão com 1%, a partir de 1°/08/2012, as empresas que fabricam produtos classificados na TIPI, conforme códigos constantes no Anexo à Lei n°. 12.546/2011, inserido pela Medida Provisória n°. 563/2012;
4. Orientamos que sejam lidas, além do presente documento, as Circulares SECRAN nº 045/2011, 048/2011 e 074/2011.

Somando ao disposto na Lei nº 12.546/2011, a Medida Provisória n°. 563/2012, no que tange a incidência da contribuição previdenciária, dispõe que, 1a partir de 1º.08.2012 e até 31.12.2014, empresas de vários setores da economia terão a contribuição previdenciária de 20%, calculada sobre o total da folha de pagamento de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais, substituída pela aplicação das alíquotas de 1% ou 2%, conforme o caso, sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos.
Contribuirão no período supramencionado (a partir de 1º.08.2012), com a alíquota de 2%sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, as empresas que prestam os serviços de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), as empresas que prestam serviços de call center e as empresas do setor hoteleiro enquadradas na subclasse 5510-8/01 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0).
2No que se refere às empresas de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), em relação à situação atual, haverá uma redução da alíquota, que passará, a partir de 1º.08.2012, de 2,5% para 2%.
3Passarão a contribuir com a alíquota de 1%, nesse mesmo período, as empresas que fabricam os produtos classificados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI), aprovada pelo Decreto nº 7.660/2011, nos códigos constantes do Anexo à Lei nº 12.546/2011, inserido pela Medida Provisória nº 563/2012. Segue abaixo endereço eletrônico para acesso ao referido Anexo:http://www.secran.com.br/pdf/ANEXO_LEI_No_12546-2011.pdf
Para as empresas que se dedicam a outras atividades, além das citadas acima, o cálculo da contribuição obedecerá:
a)  ao tratamento dispensado nos parágrafos acima, quanto à parcela da receita bruta correspondente às atividades neles referidas;
b)  a forma de cálculo disposta no art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991*, reduzindo-se o valor da contribuição a recolher ao percentual resultante da razão entre a receita bruta de atividades não sujeitas ao tratamento especificado acima (serviços de TI e TIC, serviços de call center e das empresas do setor hoteleiro enquadradas na subclasse 5510-8/01 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0) e a receita bruta total.
*O referido artigo determina que:
Art. 22. A contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social, além do disposto no art. 23, é de:
I - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
II - para o financiamento do benefício previsto nos arts. 57 e 58 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, e daqueles concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrentedos riscos ambientais do trabalho, sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos: (Redação dada pela Lei nº 9.732, de 1998).
a) 1% (um por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve;
b) 2% (dois por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado médio;
c) 3% (três por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado grave.
III - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços; (Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999).
IV - quinze por cento sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. (Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999).
(grifamos)
Relativamente aos períodos em que a empresa não contribuir nas formas instituídas pelos Arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546/2011, as contribuições previstas no art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, incidirão sobre o décimo terceiro salário.
Com base nas consideráveis mudanças ocorridas no PLANO BRASIL MAIOR, desde a publicação da Medida Provisória nº 540/2011, com sua conversão na Lei 12.546/2011, e, pela publicação da Medida Provisória nº 563/2012,4orientamos que sejam lidas, além do presente documento, as Circulares SECRAN nº 045/2011, 048/2011 e 074/2011, todas divulgadas e publicadas no site da Secran, que podem ser acessadas pelos seguintes links: 
  1. Circular n° 045/2011 – http://www.secran.com.br/pdf/045-11_-_BRASIL_MAIOR_-_programa_de_fortalecimento_da_industria_nacional.pdf
  2. Circular n° 048/2011 – http://www.secran.com.br/pdf/048-11_-_BRASIL_MAIOR_-_Governo_retifica_MP_540.2011.pdf
  3. Circular n° 074-2011 – http://www.secran.com.br/pdf/074-11_-_BRASIL_MAIOR_-_Conversao_da_MP_540.2011_consolida_beneficios.pdf

 Fundamentação Legal:
- As citadas no texto.

A Consultoria
Fortaleza-Ce, 05 de Abril de 2012.

Publicados novos procedimentos para a retificação da GPS.


Tópicos principais:

1. IN nº 1.265/12 altera as regras de retificação da GPS; e
2. As retificações relativas ao CNPJ, CEI ou NIT quando 2 contribuintes estão envolvidos, deverão ter a anuencia de ambos.

1A Instrução Normativa RFB nº 1.265/2012 estabeleceu os novos procedimentos relativos à retificação de erros cometidos no preenchimento da Guia da Previdência Social (GPS).

O pedido de retificação envolvendo matrícula no Cadastro Específico do INSS (CEI) deverá ser assinado pelo titular, pessoa física ou jurídica, responsável pela matrícula, observando-se que a retificação será efetuada na unidade de jurisdição fiscal:
a) da matriz da empresa requerente, na hipótese de CEI de responsabilidade de pessoa jurídica;
b) do contribuinte pessoa física, na hipótese de matrícula CEI sob sua responsabilidade.
²Entretanto, quando a retificação se referir à alteração de dados no campo "Identificador Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ)", "CEI" ou "Número de Identificação do Trabalhador (NIT)", envolvendo 2 contribuintes, o pedido de retificação deverá ser formulado:
a) pelo interessado na retificação, com anuência, no quadro 6 do formulário, do titular do identificador (CNPJ ou CEI) originalmente registrado na GPS; ou
b) pelo titular do identificador (CNPJ ou CEI) originalmente registrado na GPS, com anuência, no quadro 6 do formulário, do interessado na retificação.
De acordo com a referida Instrução Normativa, serão indeferidos pedidos de retificação que versem, entre outros, sobre:
a) desdobramento de GPS em 2 ou mais documentos;
b) conversão de GPS em Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) e vice-versa;
c) conversão de GPS em Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou em Depósitos Judiciais e Extrajudiciais à Ordem e à Disposição da Autoridade Judicial ou Administrativa Competente (DJE) e vice-versa;
d) alteração do valor total do documento;
e) alteração da data do pagamento;
f) alteração de GPS que vise a sua alocação simultânea para quitação de débito declarado em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações da Previdência Social (GFIP) e débito sob controle de processo;
g) alteração de campos de GPS referentes a competências incluídas em débito lançado de ofício, cujo pagamento tenha ocorrido em data anterior à constituição deste débito;
h) alteração de código de pagamento do Simples Federal ou Nacional para empresa em geral e vice-versa, para recolhimentos efetuados desde 04.01.2010.
Na hipótese da letra “b”, poderá ser solicitada a conversão de documentos por meio do formulário "Pedido de Conversão de Documentos de Arrecadação de Receitas Federais", de que trata o art. 16-A da Instrução Normativa SRF nº 672/2006 .

Fundamentação Legal:
-    Instrução Normativa RFB nº 1.265/2012

A Consultoria
Fortaleza-Ce, 05 de abril de 2012.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

CAMPUS ARBORIZADO: MICROCLIMA E PRESENÇA DE ANIMAIS SILVESTRES

A densa cobertura vegetal proporciona microclima diferenciado para o campus, estimulando atividades sociais em seu entorno e servindo como fonte de alimentos para animais silvestres criados soltos na Universidade.
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Cobertura vegetal espessa e variada nos 720 mil metros quadrados de área da Unifor.
Nossa Universidade de Fortaleza faz quarenta anos de atividade: Ensinando e Aprendendo.
Se você é aluno, professor, funcionário ou já esteve na Unifor, vai concordar que o campus universitário é superarborizado e que a vasta cobertura vegetal produz um microclima capaz de proporcionar uma sensação térmica mais amena para quem por ali trafega.

“A arborização do campus é constante”, garante o prefeito da Universidade, Daniel Galisa. “95% das plantas a gente desenvolve aqui, poucas são as mudas compradas”, acrescenta fazendo referência ao horto da Universidade. Nele, são produzidas em torno de 50 mudas por dia. “A gente está sempre plantando. As mudas são produzidas com sementes ou de galhos de árvores retirados de plantas dos campus”, afirma José Correia de Araújo, uma das 30 pessoas encarregadas pela área de jardinagem da Unifor.

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Ema solta pelo campus. A Universidade é
certificada pelo Ibama para servir
de habitat a animais silvestres.
Mais do que quantidade, a arborização se destaca pela qualidade. Espalhadas nos mais de 720 mil metros quadrados de área do campus estão diversas espécies de árvores. Só no entorno da Reitoria, existem mais de 94 pertencentes a 42 famílias, de acordo com a professora do curso de Arquitetura e Urbanismo Fernanda Rocha, que coordenou um projeto piloto de inventário das espécies vegetais da Unifor. “A existência do microclima no campus é uma consequência da arborização. Quando a área do sombreamento fica mais densa, há redução de incidência solar e de temperatura. O clima fica mais agradável. As plantas também servem de abrigo para algumas espécies animais como pássaros e insetos. Elas ajudam na drenagem, facilitando a permeabilidade do solo. E ainda proporcionam espaços de encontros sociais”, explica Fernanda.

Para o professor Euler Sobreira Muniz, as 58 fontes de água existentes no campus também ajudam na composição do microclima. “Há uns 10 anos, uma alemã fez a doação de uma fonte para a Unifor. Eu pensei: ‘Uma fonte no campus? Isso não vai dar certo’. Graças a Deus eu estava errado. As fontes melhoram a sensação térmica e aumentam a umidade relativa do ar, e ainda é fonte de água para os animais”, afirma o arquiteto e urbanista se referindo aos vários animais silvestres criados soltos pelo campus.

As fontes, juntamente com a diversidade de árvores frutíferas, servem de base alimentar para os bichos. A Unifor é certificada desde 2009 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para servir de habitat a animais silvestres como emas, jabutis, saguis, camaleões, pica-paus e galos-de-campina.

“Existe ainda o lado pedagógico: árvores, fontes, animais silvestres são elementos que despertam a consciência do nosso aluno sobre um espaço urbano sustentável”, acrescenta Euler.

PROF. Ms. Delano Gurgel do Amaral


terça-feira, 3 de abril de 2012

FEI sediará encontro sobre semicondutores e nanotecnologia

São Paulo - O Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana) sediará pela primeira vez o Seminatec 2012, um evento anual com enfoque nas tendências de dispositivos semicondutores e nanotecnologia.
Os participantes poderão acompanhar a apresentação de artigos técnicos de mestrandos, doutorandos e pesquisadores das áreas de engenharia elétrica e física, semicondutores, dispositivos e circuitos eletrônicos, optoeletrônica, fabricação de micro e nanoestruturas e circuitos integrados.
Esta é a sétima edição do workshop, que reunirá cinco palestrantes de instituições de ensino internacionais. Segundo os organizadores, o evento favorecerá a interação entre a indústria, a academia e o governo com o objetivo de encontrar novas oportunidades nas áreas de educação, pesquisa e tecnologia.
As inscrições são feitas pelo site do Seminatec. O evento será realizado nos dias 12 e 13 de abril deste ano na FEI em São Bernardo do Campo (SP).
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5 teorias para o fim do mundo


Resfriamento da Terra

Essa teoria é pouco conhecida, mas amplamente estudada no meio científico. Dr. Michio Kaku, conhecido como o físico do impossível e professor da Universidade de Nova York, por exemplo, acredita que o universo está se expandido em um ritmo muito mais rápido do que os cientistas imaginavam. 

Para ele, “a energia escura puxa o nosso universo”. Isso acontece porque, pela teoria do Big Bang, a explosão que originou o universo e possibilitou o nascimento da vida no planeta Terra nunca cessou, apenas diminuiu de velocidade. 

Por isso, o universo nunca deixou de se expandir. É provável que em algum momento a Terra fique tão longe do Sol a ponto de não receber luz suficiente para que a vida na Terra se sustente. “Ao contrário do que se pensa, vamos morrer em gelo, não em fogo”, conta Dr. Kaku.

Explosão Solar

A Terra depende do Sol para que exista vida por aqui. Porém, por se tratar de uma estrela, alguns cientistas acreditam que ela cresce constantemente. A partir disso, haverá um momento em que a radiação do Sol será extrema e evaporará toda a água do planeta.

Além disso, como tudo que nasce morre, o Sol também vai chegar ao fim. Astrônomos acreditam que este fenômeno levará 7 bilhões de anos para acontecer. Enquanto isso não ocorre, o Sol poderá inchar e derreter muitas coisas. A estrela poderá até mesmo engolir a Terra.

Aliás, esse é o medo que muitos enfrentam com as explosões solares, que constantemente chegam à Terra em forma de tempestades solares. A atual temporada de tempestades é a mais intensa desde setembro de 2005. Somente em janeiro de 2012 foram detectadas outras duas erupções em um período de quatro dias. O auge desse período deverá ocorrer no segundo semestre de 2013 porque o Sol tem ciclos de atividade de cerca de 11 anos, com períodos mais intensos, segundo informações da Nasa.

Asteroides

Em setembro de 2011, a Nasa anunciou que conseguiu catalogar cerca de 90% dos maiores asteroides cuja órbita pode passar pela Terra. Esse mapeamento feito pelos cientistas sugere que há cerca de mil asteroides próximos a Terra com o tamanho de uma montanha ou maior. 

Segundo os cientistas, mapear as órbitas desses asteroides potencialmente perigosos é uma tarefa crucial para a sobrevivência de nossa espécie no planeta. Em Pernambuco, existe o Projeto Impacton, que pretende instalar um observatório astronômico para detectar e monitorar asteroides que representem alguma ameaça para a vida na Terra.

Para alguns pesquisadores, o grande problema é que esses asteroides são estudados apenas até terem sua órbita calculada, quando é afastada a hipótese de uma colisão com o planeta. Porém, alguns desses corpos celestes menores podem mudar de órbita e entrar na rota de colisão com a Terra.

Vírus

O extermínio da humanidade por um vírus letal que se espalha por vias orais parece cena de filme. Porém, a engenharia genética dispõe de ferramentas próprias para produzir um vírus letal, no caso de a própria natureza não se encarregar disso antes.

Cientistas holandeses e americanos criaram uma mutação no vírus influenza A H5N1, responsável por causar a gripe aviária. Esta é uma possibilidade real e pode acontecer. Com isso, o vírus de tornou ainda mais perigoso. Em 2002, cientistas da Universidade de Nova York também recriaram o vírus da poliomielite, da mesma forma como recriaram o vírus da gripe espanhola, que matou quase 50 milhões de pessoas em 1918.

A diferença é que nesses últimos casos, os estudos foram usados para ajudar os cientistas a entender melhor essas doenças. De qualquer forma, são exemplos sobre como é possível criar doenças altamente poderosas e que podem colocar a humanidade em risco. Trata-se de um risco semelhante ao de uma guerra nuclear, até mesmo porque além destas hipóteses, há também questões políticas.

Guerra nuclear

Assim como tudo é finito, os recursos naturais tão explorados na Terra - como a água e o petróleo - vão acabar. Conforme esse dia se aproxima, os países traçam novos acordos políticos, ao mesmo tempo em que criam inimizades, da mesma maneira como acontece antes de qualquer guerra começar.

As armas nucleares produzidas atualmente têm uma potência pelo menos cinco vezes maior do que a de Hiroshima, a primeira cidade do mundo arrasada por uma bomba atômica. Ela foi lançada pelos EUA durante a segunda guerra mundial e o resultado do desastre foi um balanço de mais de 250 mil pessoas atingidas, entre feridos e mortos.

Estimativas garantem que há 20 mil ogivas nucleares espalhadas pelo mundo. A maioria é controlada pelos Estados Unidos e Rússia. Apesar de as agências de espionagem americanas acreditarem que os iranianos pararam com seus esforços em construir uma bomba nuclear em 2003, caso o país anuncie a produção, existe a chance de começar uma corrida nuclear no Oriente Médio. Portanto, o início de uma guerra nuclear que ponha a vida na Terra em risco é mais fácil do que parece.
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