sábado, 14 de janeiro de 2012

Além de ser conectada, nova geração de TVs tem controle por voz e gestos

As TVs com imagem 3D, que foram promessa de sucesso no ano passado, acabaram sendo ultrapassadas no gosto dos consumidores pelos aparelhos ligados à internet 
Quem comprar uma televisão em 2012, encontrará nas prateleiras cada vez mais aparelhos com internet e imagem 3D. Essas tecnologias chegaram no Brasil a partir de 2010, mas ainda representam cerca de um quarto das vendas de TV. Em 2012, elas estarão em quase metade dos aparelhos vendidos no País, segundo estimativas de fabricantes consultados pelo ‘Estado’.
Mas as duas tecnologias tiveram crescimento expressivo em 2011 - 429% para a TV conectada e 1.165% para a 3D. Até novembro, as TVs de tela fina somaram 7,6 milhões de unidades. O número fechado de 2011 ainda não foi divulgado pela GfK. A expectativa das fabricantes é que fique em torno de 11 milhões de unidades (incluindo TVs de tubo), mais do que as 9,4 milhões de TVs vendidas em 2010.A TV com internet hoje faz mais sucesso que a 3D no Brasil. Em 2011, até novembro, foram vendidos 424 mil aparelhos com imagem 3D e quase 1,5 milhão com internet, segundo dados da consultoria GfK. Um dos motivos é que ela é mais barata. A média de preços da TV com internet foi de R$ 2.520, comparada a R$ 3.576 da 3D, segundo a Gfk.
No ano que vem, a projeção é de estabilidade, mas de maior migração para novas tecnologias. A a grande aposta da indústria deve ser a TV conectada. Nesta semana, os fabricantes exibiram suas novidades para o ano na feira Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas. Diferente dos dois anos anteriores, em que os lançamentos exaltavam as funcionalidades da TV 3D, o evento deste ano focou em inovações para aprimorar a TV conectada, como aparelhos que respondam a comandos de voz e movimentos e integrados com outros eletrônicos.
"A TV 3D não cresceu como o esperado pela falta de conteúdo", disse o gerente sênior da área de áudio e vídeo da Samsung, Rafael Cintra. Segundo ele, a tecnologia continuará a existir e virá junto com a TV conectada. "Antes, vendíamos uma TV 3D que vinha com internet. Agora, será o inverso", disse.
A LG é outra que apostará na integração da TV 3D com a Smart TV, nome que usa para divulgar a TV com internet. "O conteúdo em 3D virá mais forte com a Smart TV", disse a gerente da área na LG, Fernanda Summa. Essas televisões permitem que o usuário baixe aplicativos que trazem conteúdo 3D.
Movimento
Neste ano, uma das principais novidades que a LG trará ao mercado brasileiro é o Magic Remote, uma evolução do controle remoto de suas TVs conectadas. Ele vem com microfone, roda de seleção (como um mouse) e será sensível a movimentos, capaz de produzir um efeito parecido ao do videogame Wii. "Se você falar uma palavra, como, por exemplo, ‘Michael Jackson’, a TV te indica vídeos no YouTube ou aplicativos que tenham relação com a palavra", diz Fernanda.
Aparelhos integrados com outros eletrônicos, como tablets, notebooks e smartphones, também são tendência para 2012. "Já é possível baixar um aplicativo que transforma o seu iPhone no controle da TV", disse o gerente da linha Bravia da Sony Brasil, Luciano Bottura.
O que impulsionará a venda de TVs com internet no Brasil é a queda de preços. Hoje, uma TV conectada de 32 polegadas custa em média R$ 100 a menos do que outra TV sem a função, com a mesma tela, segundo a LG.
A Google TV, já disponível em TVs da LG e da Sony no exterior, não tem data para chegar ao Brasil, segundo os fabricantes.
Tela mais fina. Este ano também deve ser o primeiro em que a tela de LED vai superar a LCD no Brasil, segundo estimativas da Sony com base em dados da GfK. O mercado brasileiro vendeu em torno de 3,3 milhões de TVs com tela LED e 5 milhões com LCD em 2011, de acordo com a Sony. Neste ano, a expectativa é que as TVs de LED somem 5,6 milhões de unidades, 70% a mais, e as de LCD caiam para 4 milhões.
A TV de tubo fica cada vez mais ultrapassada. Fechou 2011 com cerca de 2,4 milhões de unidades vendidas no Brasil, segundo estimativas da Sony, e terá, no máximo, 1 milhão em 2012.
Estadão

‘Facebook, contrate-me’

caixa_f8.jpg
Entre incontáveis currículos que o Facebook recebe, o de Bertrand Noirhomme não deve ter passado batido. Ele enviou uma torta dentro de uma caixa de metal decorada com imagens, suas experiências pessoais e um QR code que remete a seu site: fb-hire.me — em português, “Facebook, contrate-me”. (QR Code é um código de barras que pode ser escaneado por celulares.)
Nele, Noirhomme se apresenta em um vídeo e dá “F8 razões”, em tom de brincadeira, para que a empresa o contrate. Uma delas é a de ele já contribuir para o desenvolvimento do Facebook, dado o tempo que ele gasta na rede social, “incluindo fins de semana e feriados”. (“F8” é também o nome da conferência de desenvolvedores do Facebook.)
O rapaz ainda mostra que pode conquistar os funcionários do Facebook pela boca, no argumento de número 8: “Eu cozinhei para vocês uma torta. Imaginem só o que vocês poderão achar na mesa do escritório na Páscoa”.
Na razão número 3, ele diz que, depois de um mestrado e muitas viagens, ele mal pode esperar para administrar 800 milhões de contas ativas (número de usuários do Facebook).
O site mostra o making of do “currículo-torta” em fotos. Não se sabe se Mark Zuckerberg ou algum funcionário da maior rede social do mundo experimentou o quitute.
bolo_f8.jpg
Estadão

Vendas do Tesouro Direto crescem 58% em 2011

Títulos indexados ao IPCA foram os mais procurados e encerraram o ano com participação de 51% nas vendas
Tesouro Direto crescm 58%
As vendas de títulos públicos pela internet para pessoas físicas cresceram 58% em 2011 e chegaram a R$ 3,5 bilhões, de acordo com o Balanço Anual do Tesouro Direto, divulgado hoje. O número de investidores cadastrados no sistema cresceu 29% no ano passado, para 276.373 pessoas.
Em um ano marcado pela preocupação com a inflação, os títulos com maior procura foram os indexados ao IPCA (NTN-B e NTN-B Principal), com uma participação de 51% nas vendas. Em seguida, vieram os prefixados (LTN e NTN-F), com 36%.
Quase dois terços das vendas foi de papéis com prazo de vencimento entre um e cinco anos. Outros 30% tinham prazo acima de cinco anos. De acordo com o Tesouro Nacional, mais da metade das operações foi de até R$ 5 mil e quase 25% das aplicações ficou na faixa de R$ 10 mil até R$ 50 mil.
O estoque total de aplicações chegou a R$ 7,5 bilhões, aumento de 61%. Os títulos remunerados por índices de preços representam 52,3% do estoque, seguidos pelos prefixados (34,6%) e pelos papéis indexados à taxa Selic (13,1%).
Estadão


Comece pelo fim

Quer mudar algo? Aja como se já tivesse acontecido


Ilustração: Gabriel Goes
Um dos caminhos para atingir algum objetivo ou concretizar uma ideia é agir como se já tivesse chegado lá. Enganação? Não, você não está manipulando as pessoas ao fingir ser o que não é. Você está sendo aquilo que deseja ser.
Em seu livro Awake at the wheel (“Desperto ao volante”), Mitchell Lewis Ditkoff, presidente da consultoria Idea Champions e responsável pelo blog Heart of Innovation (“Coração da inovação”), chama isso de “começar tendo o fim em mente”, expressão emprestada do consultor em gestão Stephen Covey. É um estado mental oposto à dúvida. A pessoa que você quer ser é um projeto, diz Ditkoff.
O segredo é saber como realizá-lo. Ele sugere três caminhos: ignore as dúvidas, sinta que sua Grande Ideia já se concretizou e se expresse a partir desse ponto, com autenticidade, estilo e senso de humor.
Quanto ao processo mais amplo da origem das ideias, Ditkoff aconselha: se você está fascinado com uma ideia, não a descarte como trivial, pois a fascinação é uma forma de a natureza atrair sua atenção. Ouça seu subconsciente, tolere a ambiguidade dos resultados iniciais, estabeleça conexões com outras ideias e não se aferre muito à lógica, deixando espaço para acasos felizes surgirem.
Época Negócios


O chão que você pisa


 Marcos Camargo

Sua empresa usa computadores? Então você pode precisar dessa montanha de entulho

 Marcos Camargo
Paschoal (esq.) e Jubilut, sobre o piso que inventaram: mais leve e ecológico
Você já deve ter ouvido essa: hoje em dia, todo mundo tem de estar preparado para mudanças. O administrador de empresas Paulo Vinícius Jubilut percebeu isso no dia a dia. Em meados dos anos 90, Jubilut trabalhava na fabricante de condutores AMP. Então notou que as empresas estavam cheias de computadores e a toda hora precisavam mudá-los de lugar. Era reforma, ampliação de pessoal, redução de pessoal, mudança de sede... qualquer coisa, lá ia o pessoal da AMP instalar os cabos de luz, telefone e internet.
Foi aí que, em 1997, ele resolveu também mudar. Propôs sociedade ao engenheiro mecânico Paulo César Paschoal, seu colega na AMP, e fundou a Remaster, que fabrica pisos elevados para escritórios. Com seu produto, uma empresa pode mudar em minutos todo o emaranhado de fios escondidos sob os pés de seus funcionários.
Logo de cara, a Remaster enfrentou concorrentes de peso. Mas era essa a sua vantagem. Em vez dos 45 quilos do metro quadrado das placas de alumínio, até então usadas para cobrir a fiação, Paschoal (o segundo Paulo), um sujeito pacato criado em Bragança Paulista, inventou uma solução de 12 quilos. Trata-se de placas de polipropileno (PP) reciclado encaixadas sobre pés fixados na laje, de alturas variáveis. Os fios, em vez de presos em canos de PVC, são inseridos em um cabo flexível que pode ser desconectado facilmente.
No começo, Paschoal tentou mesclar resíduos plásticos vindos da indústria e das casas das pessoas. Não deu certo. As placas fediam. Era o cheiro das embalagens pós-consumo. A partir de 2005, ele decidiu comprar a matéria-prima de um único processador de resíduos plásticos. São 100 toneladas por mês de PP reciclado. Ráfia de sacos de rações, fibras de tapetes, cadeiras e peças de máquinas de lavar roupa transformam-se em pellets (pequenas pelotas) pretos. Na fábrica da Remaster, em Bragança Paulista, os pellets tomam a forma do produto final.
Essa consciência ambiental lhes valeu, no final de outubro, o prêmio na categoria “Inovação Sustentável” do GBC Brasil, conselho brasileiro de construção sustentável, braço do conselho global (WGBC). E tem ajudado no crescimento da empresa. No início, eles só vendiam para órgãos públicos que faziam reforma nos seus escritórios (como a Receita Federal). Em 2007, Jubilut percebeu que as construtoras iam atrás de certificação para prédios sustentáveis e passou a lhes apresentar seu produto para escritórios, banheiros, áreas externas e lajes.
Em alguns de seus projetos, as construtoras Queiroz Galvão, Cyrela, Odebrecht, Brookfield e Rossi têm recomendado o piso. “Não conheço outra empresa que faça um produto como o deles. Usar material reciclado é fantástico”, diz Miguel Portela, superintendente de projetos da Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário em São Paulo. O Edifício Serrador, alugado por Eike Batista no centro do Rio de Janeiro, também terá o piso. Jubilut fez campanha ainda com os arquitetos. Em 2009, levou 25 deles para Chicago para mostrar a nova invenção da empresa: o piso para jardins (com furos para deixar passar a água da chuva e armazená-la, permitindo a irrigação das plantas sem uso de bombas). Esse piso já nasce com um grande promotor – o paisagista Benedito Abbud, que teve a ideia original e ajudou a concebê-lo.
O faturamento da empresa ainda é modesto, em torno de R$ 50 milhões – 30% do mercado de pisos elevados. A meta é dobrá-lo até 2015. “Já recebi propostas para vender a empresa. Tenho muito apego a isso aqui, mas não descarto uma negociação. Ainda mais se mantivermos um percentual da companhia”, diz Jubilut.
Editora GloboEditora Globo
Época Negócios

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Empresa mais produtiva? É só dar férias ilimitadas aos funcionários


Um empreendedor americano diz que ao dar aos funcionários o que eles querem e quando eles querem, o resultado é um padrão de qualidade alto e um clima bom dentro da empresa

Shutterstock
Uma semana de correria no trabalho, outra de férias na praia: e sem prazo para acabar...
As regras da moderna gestão confirmam que trabalhar apenas para bater ponto já era. Da mesma maneira, há quem acredite que a cultura da empresa deve mudar sua postura também em relação às férias dos funcionários. Em vez de 30 dias, por que não férias ilimitadas?
A proposta foi abraçada por Joe Reynolds, empreendedor americano que fundou a Red Frog, companhia de eventos que hoje vale US$ 45 milhões. Em artigo publicado na revista americana Inc, ele afirma que o segredo é fazer com que o funcionário tenha vontade de vir para o trabalho. Ao oferecer como recompensa férias ilimitadas, fica fácil encontrar gente disposta a adotar como padrão um trabalho de qualidade e ser mais produtivo no dia a dia.
Na Red Frog, os funcionários são encorajados a tirar férias. E, garante Reynolds, ninguém abusa. Nunca. Todo mundo garante que o trabalho está sendo (muito) bem feito e o próprio funcionário conversa com os colegas ou chega para o chefe com a solução para a cobertura do período em que estará fora do escritório.
E o que o chefe faz? Aceita tudo sem problemas.
Segundo Reynolds, os empreendedores e chefes mais pessimistas dizem que esse é o tipo de cultura de empresa que gera abusos e não funciona. A questão, diz o empreendedor, é que é preciso construir uma empresa em que o respeito mútuo e o trabalho em grupo são primordiais. O resultado de se adotar uma política mais aberta de férias é, diz Reynolds, a melhoria nos resultados pessoais, desenvolvimento de projetos e produtividade. Para quem quer tentar o esquema, eis as dicas:
Trate os funcionários como adultos
Afinal, eles são mesmo adultos, não é mesmo? Se achar que eles são incapazes de lidar com a responsabilidade que deriva do conceito de ferias ilimitadas, isso significa que eles também não sabem lidar com outras responsabilidade. Então, a solução é a seguinte: não contrate uma pessoa assim
Férias ilimitadas reduzem custos
Em vez de perder tempo somando quantos dias o funcionário já tirou de férias, quantos ainda tem à sua disposição, esse controle deixa de fazer sentido. Quem normalmente cuida dessa tarefa poderá se dedicar a outros trabalhos mais importantes e interessantes
Você mostra que reconhece o esforço dos funcionários
Pelo novo esquema, os seus funcionários poderão se ausentar de maneira inesperada. Alguns, inclusive, vão tirar mais dias do que outros. Ao dar a sua equipe o que eles querem e quando eles querem, você mostra deixa claro que reconhece seus esforços e, imediatamente, eles se sentem dispostos a agir de modo recíproco oferecendo um ótimo desempenho
É uma ótima ferramenta de recrutamento
Pense bem: além de cantar em prosa e verso as vantagens da empresa, você pode fechar a apresentação dizendo “e nós oferecemos férias ilimitadas”. Não é o melhor marketing do mundo? Com uma cartada dessas, fica mais fácil contratar um funcionário excepcional, que sentirá logo de início disposição para criar e produzir mais para a companhia. Combinar um bom clima empresarial com benefícios desse tipo é a definição de uma oferta matadora.
Para provar que não está só pregando da boca para fora, o empreendedor Joe Reynolds, que recentemente recebeu o prêmio Inovação do Ano em Chicago, diz que o exemplo tem que vir de cima. Durante uma semana, ele trabalhou mais de 100 horas. E, ao finalizar o projeto, simplesmente pegou o avião rumo ao Havaí. Bom, né?
 Época NEGÓCIOS

Busca social do Google sob acusação

Grupo enviou carta à Comissão de Comércio dos EUA denunciando violação de privacidade de nova busca do Google

 O Google recentemente vinculou páginas e comentários da sua rede social, o Plus, aos resultados de buscas, personalizando-os. A mudança virou assunto e irritou muita gente preocupada com um possível abuso por parte do Google, sugerindo que com a medida a empresa estaria priorizando conteúdos vinculados ao Google+ e rebaixando resultados possivelmente mais relevantes para o usuário.
A reclamação enviada ao FT.
A empresa chama a nova funcionalidade de “Search Plus Your World” ou “Busque mais seu Mundo”.
O caso chegou na Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (Federal Trade Commission, em inglês; ou FTC) graças a uma denúncia protocolada pelo Centro de Informação de Privacidade Eletrônica (Epic, na sigla em inglês).C gerou resultados. A Comissão quer que o Google seja submetido a auditorias externas que avaliarão se as recentes mudanças geridas pelo Google ferem regras de privacidade.
“Embora os dados de um usuário do Google+ não seja exibido publicamente, as mudanças do Google tornam os dados pessoais dos usuários mais acessíveis”, disse a Epic pelo seu site.
Por ser dono do algoritmo de buscas mais usado no mundo (65.9%, segundo a comScore), qualquer alteração que afete a ordem (ou PageRank) dos seus resultados chama a atenção. Com a novo modelo de buscas, dados pessoais, como fotos e contatos podem aparecer nos resultados do Google.
A mudança, porém, não está disponível a todos os usuários — é preciso ter uma conta do Google e estar logado no Google+ para ver a camada social nos resultados. Quem não estiver logado também verá posts do Google+ relacionados à buscas, mas só as publicações gerais e públicas.
O que é importa? Danny Sullivan, do Search Engine Land, mostrou suas preocupações quanto a dois pontos: à legalidade da mudança, sugerindo que o Google poderia estar afetando a competitividade do mercado; e à reformulação do que são resultados relevantes.
“O trabalho do Google como um sistema de buscas é direcionar os usuários às informações mais relevantes da rede, não apenas às informações que interessam ao Google. Essas sugestões seriam melhores se incluíssem outros serviços, e esse é o padrão de buscas que o Google deveria mirar para voltar a ser o melhor”, escreveu.
Quando o Google anunciou o novo modelo de buscas, um de seus engenheiros, Amit Singhal, afirmou: “Há um mundo na internet, o das redes sociais, que gira em torno de um que não aparece nas buscas. Isso muda a partir de hoje: levamos seu mundo pessoal à página de resultados”.
O Twitter entra na lista de empresas infelizes com o “Search Plus”. O site avalia que as mudanças foram “ruins” e chama a atenção para o problema da prioridade.
“Como vimos repetidas vezes, as notícias urgentes surgem primeiro no Twitter. Como resultado, contas do Twitter e tweets são muitas vezes os resultados de busca mais relevantes”, afirmou a companhia em comunicado. ”Estamos preocupados com a possibilidade de que, como resultado das mudanças no Google, encontrar essas informações fique mais difícil para todos. Acreditamos que as mudanças são ruins para as pessoas, editores, organizações noticiosas e usuários do Twitter”, afirma o comunicado da empresa.
Para ler a carta enviado pela Epic à FTC, clique aqui.
Estadão