quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Warren Buffett compra jornal de sua cidade natal

O megainvestidor bilionário Warren Buffett acrescentou mais uma empresa de mídia a seu portfólio de companhias. A aquisição da vez tem um quê de biográfica: sua empresa Berkshire Hathaway anunciou hoje ter chegado a um acordo para comprar a Omaha World-Herald, editora do jornal da cidade natal de Buffett. As informações são do Wall Street Journal. 
A Berkshire Hathaway, da qual Buffett é presidente e executivo-chefe, já é proprietária do Buffalo News e tem participação acionária no Washington Post. Por meio de nota divulgada hoje, Buffet disse que a empresa "gera lucros sólidos". 
O negócio ainda precisa ser aprovado pelos acionistas do jornal. Além da compra em dinheiro de US$ 150 milhões, a Berkshire adquiriu US$ 50 milhões da dívida do World-Herald, informou o jornal.
O plano é que os trâmites da aquisição sejam fechados até o final do ano. Além do Omaha World-Herald,  o acordo dá à Berkshire Hathaway outros seis jornais diários e vários jornais semanais em Nebraska e Iowa. 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Estudantes satirizam vídeo de globais sobre Belo Monte

- Em um vídeo que circula pela internet, atores da Rede Globo promovem um ataque à construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, em um movimento autointitulado Movimento Gota DÁgua. O discurso, já está demonstrado, é um conjunto de equívocos. Agora, estudantes de engenharia civil e de economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) resolveram dar uma aulinha aos globais – além de ironizar as tantas certezas dos atores.
Os estudantes, com apoio técnico do professor Sebastião de Amorim, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp, chamam, de forma bem-humorada, a iniciativa de Tempestade em Copo D’Água. Declaradamente, pretendem esclarecer incorreções e absurdos divulgados pelos atores acerca da construção da usina.
Entre elas, estão a localização correta da futura usina, a área de fato a ser alagada, a inviabilidade de abrir mão da hidrelétrica em favor de fontes de energia como a eólica (um delírio global) e assim por diante. Os estudantes fazem ainda ponderações discutíveis sobre o financiamento da obra, mas fica claro que possuem mais conhecimento sobre o assunto do que os globais – e também mais humor também. 
Confira no vídeo a seguir:
Exame

Lâmpada com LED promete durar até 36 anos

- A empresa sul-coreana Samsumg lançou uma nova linha de lâmpadas de LED capazes de durar até 36 anos. Se acesas ininterruptamente, elas durariam cerca de 4 anos e meio (40 000 horas), ou 40 vezes mais que as convencionais. Saiba mais
Segundo comunicado, a Samsung decidiu revolucionar a indústria de iluminação com lâmpadas que utilizam a mesma tecnologia que faz brilhar os monitores.
De acordo com a fabricante, as novas lâmpadas acendem instantaneamente, praticamente não emitem radiação infravermelha e ultravioleta e produzem um feixe de luz uniforme.
Tantas vantagens, contudo, têm seu preço. As lâmpadas estão disponíveis, por enquanto, apenas nos Estados Unidos e custam entre 20 e 60 dólares. Além disso, a potência dos modelos é fraca quando comparada com a de lâmpadas incandescentes: o modelo mais básico equivale a uma lâmpada comum de 20 watts e o mais avançado a uma de 75 watts.
Saiba mais - LED
LED (Light-Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz) é um dispositivo eletrônico que transforma eletricidade em luz usando o movimento de elétrons. Não é uma tecnologia nova. Foi criada na Rússia na década de 1920 e popularizada nos EUA na década de 1960. No início, era utilizada em pequenos dispositivos, como calculadoras e placas de circuito. Atualmente, ganhou proporções maiores e é usada em televisores e monitores de computador, lanternas e telas de celulares. A luz de LED consome menos energia que as lâmpadas incandescentes e fosforescentes. Além disso, por causa de suas propriedades físicas, elas não queimam: simplesmente ficam mais fracas com o tempo.

Real tem pior desempenho do mundo com desaceleração global II

Um representante do BC, que pediu para não ser identificado em obediência à política interna, se recusou a fazer comentários para esta reportagem.

‘Tempestade perfeita’
“É uma tempestade perfeita”, disse Diego Donadio, estrategista para América Latina do BNP Paribas Brasil SA, em São Paulo. “Os participantes do mercado estão esperando um ciclo de alívio maior. Isso tende a ter impacto no câmbio.”
O ex-diretor do BC, Paulo Vieira da Cunha, disse que a depreciação do real está em linha com outros ativos de alto rendimento e que a moeda vai se recuperar se o sentimento do mercado melhorar.
“Os fundamentos não mudaram”, disse Vieira da Cunha, que hoje é sócio do fundo de hedge Tandem Global Partners LLC, de Nova York.
A queda do real também foi exacerbada pela cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras em derivativos cambiais e investimentos estrangeiros em renda fixa, disse Rostagno, do WestLB.
Em outubro de 2010, o governo triplicou para 6 por cento o IOF sobre investimentos estrangeiros em renda fixa para conter a disparada do real. Em julho, foi aplicada alíquota de 1 por cento sobre derivativos cambiais depois de a taxa de câmbio ter chegado a R$ 1,529, o maior nível para o real em 12 anos.
“Isso, por si só, já favoreceria o enfraquecimento do real,” disse Rostagno. “O que diferencia o real são as medidas do governo, como a taxação de derivativos de câmbio, que continuam valendo. Isso acaba aprofundando a desvalorização do real”.
Exame

Real tem pior desempenho do mundo com desaceleração global

A queda de 7% da moeda brasileira em novembro foi a maior entre 168 moedas analisadas no mês

Notas de real sobre cenário nacional
Nova York/São Paulo - O real é a moeda com o pior desempenho no mundo em novembro com a desaceleração da economia mundial reduzindo os investimentos externos para o Brasil e os cortes na taxa básica de juros afetando a atratividade dos ativos de renda fixa do País.
O real teve queda de 7 por cento frente ao dólar este mês, a maior entre as 168 moedas acompanhadas pela Bloomberg. O euro caiu 3,7 por cento.
O Banco Central, liderado por Alexandre Tombini, cortou o juro básico duas vezes desde agosto como parte dos esforços das nações em desenvolvimento para proteger suas economias do agravamento da crise europeia. O Brasil registrou US$ 1,2 bilhão em entrada líquida de dólares via investimentos e comércio no mês até 18 de novembro, comparado a uma média de US$ 6,8 bilhões nos 10 meses anteriores, de acordo com dados do BC.
“Novembro foi outro mês de escalada da aversão ao risco”, disse Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco WestLB SA, em entrevista por telefone de São Paulo. Quando há uma reversão do fluxo, isso acaba por ter um impacto no real, segundo ele.
Em 24 de novembro, o dólar passou de R$ 1,90 pela primeira vez em quase dois meses. Ontem, a moeda caiu para R$ 1,8454, limitando a queda do real este ano para 10 por cento.
A depreciação da moeda brasileira corrói o retorno dos ativos de renda fixa, mesmo com o rendimento médio dos títulos brasileiros tendo caído 53 pontos-base, para 10,31 por cento, de acordo com dados compilados pelo JPMorgan Chase & Co. Os títulos denominados em reais perderam 6,8 por cento em dólares em novembro, mais do que a queda média de 5,8 por cento das dívidas em moedas locais de mercados emergentes, segundo o JPMorgan.
Cenário de juros
Todas as moedas de mercados emergentes registraram perdas em relação ao dólar, com o agravamento da crise de dívida na Europa levando à diminuição dos investimentos em ativos de países em desenvolvimento. Mais de US$ 3,5 trilhões deixaram as bolsas globais este mês, à medida que os rendimentos da dívida pública de Itália e Espanha chegaram aos maiores níveis desde a adoção do euro.
O Comitê de Política Monetária do BC deve reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual para 11 por cento em sua reunião de hoje e para 9,5 por cento até maio, segundo os negócios com contratos futuros.
Exame

terça-feira, 29 de novembro de 2011

American Airlines Arquivos de pai para falência



A American Airlines balcão de La Guardia Airport em Queens, Nova York.
The American Airlines contador no Aeroporto La Guardia, em Queens, New York.
Corporação AMR , empresa matriz da American Airlines, informou na terça-feira que pediu proteção contra falência em um esforço para reduzir custos trabalhistas e derramou um fardo pesado endividamento.
AMR foi a última das empresas maiores legados companhia aérea nos Estados Unidos para o arquivo para o Capítulo 11. Analistas disseram que a sua relutância em fazê-lo antes tinha deixado menos ágeis do que muitos de seus concorrentes.
A empresa diz que pretende operar normalmente durante todo o processo de falência, como as companhias aéreas anteriores têm feito, e não espera que a reestruturação afetam a programação americana de vôo ou programas de passageiro frequente.
"Nosso conselho decidiu que era necessário dar esse passo agora para restaurar a lucratividade da empresa, flexibilidade operacional e solidez financeira", Thomas W. Horton, que foi nomeado presidente da empresa e executivo-chefe na terça-feira, disse em um comunicado. Sr. Horton, ex-presidente da empresa, está conseguindo Gerald Arpey, que está se aposentando.
Uma das principais metas da AMR em falência será para reduzir os custos trabalhistas.
A empresa estava em negociações contratuais com seus sindicatos até as negociações paralisadas no início deste mês, quando o sindicato dos pilotos se recusaram a enviar uma proposta aos seus membros para a votação. Porque as regras da bancarrota federais permitem às empresas rejeitar contratos, AMR pode dar uma postura mais dura negociação com os sindicatos.
"Alcançar a estrutura de custos competitiva que precisamos continua a ser um imperativo fundamental nesse processo", disse Horton disse, "e como uma parte disso, pretendemos iniciar novas negociações com todos os nossos sindicatos para reduzir nossos custos trabalhistas para níveis concorrenciais. "
Vez maior companhia aérea do país, AMR começou a perder terreno nos últimos anos como transportadoras de baixo custo como a Southwest Airlines cresceu em proeminência. Grandes companhias aéreas responderam por tarifas de corte.
Como a intensificação da concorrência, AMR aumentou drasticamente seu endividamento, acabou comprometendo quase todos os seus bens e deixando-a altamente endividados. Ele também procurou reduzir despesas, gestão de cortar 4,1 bilhões dólares até o final de 2004.
Mas seus principais concorrentes, incluindo a Delta Air Lines e da Corporação da UAL United Airlines , pediu concordata, derramando milhares de milhões de dólares em custos e renegociar contratos de trabalho.
Ambas as fusões também procurou ganhar escala. Delta emparelhados comNorthwest , United e juntou-se a Continental, permitindo que as companhias aéreas para retornar à lucratividade.
"Desde a sua reestruturação no Capítulo 11, os principais concorrentes da AMR rede todos têm custos inferiores AMR," Isabella D. Goren, diretor financeiro da companhia, escreveu em uma ação judicial.
Como parte de um esforço para cortar custos a longo prazo, American no início deste ano anunciou uma ordem de 38.000 milhões dólares para 460 novas aeronaves de corredor único aviões da Airbus e Boeing , parte de uma grande revisão da sua frota de mais de 600 aviões que - com uma safra média de 15 anos - continua a ser um dos mais antigos e menos consumo de combustível entre os seis principais operadoras dos Estados Unidos.
American espera, eventualmente, fazer a barba 15-35 por cento de sua conta combustível com a introdução do novos aviões - Airbus A320 e Boeing 737 - que vai substituir mais velhos McDonnell Douglas MD-80 e Boeing 757 e 767. Andrea Huguely, uma porta-voz americano, disse em um e-mail, "é nossa intenção" para receber a entrega dos novos aviões, como actualmente previsto.
O impacto da falência era susceptível de ser mais imediato para algumas empresas de leasing do jato, no entanto. Em uma carta endereçada a locadores, tesoureiro da American, K. Beverly Goulet, disse que a transportadora não tinha condições de manter todas as suas aeronaves arrendadas em suas taxas atuais e disse que tinha "nenhuma escolha", mas para começar a cancelar contratos com um número indeterminado de aviões, particularmente à luz das novas encomendas anunciadas em julho. Americana arrendamentos cerca de 29 por cento de sua frota, de acordo com dados compilados pela Ascend, uma consultoria de aviação com sede em Londres.
Saúde financeira da AMR está se desgastando por anos. A empresa publicou perdas anuais três anos em uma fileira, incluindo um prejuízo de US $ 471 milhões ano passado. Ele gravou uma perda 982 milhões dólares durante os primeiros nove meses deste ano.
Dada imagem frágil da companhia financeira, a especulação sobre um pedido de falência AMR tinha começado a aumentar este ano, assustando os investidores.Preço das ações da empresa caiu 79 por cento em 2011.
A partir de 30 de setembro, AMR registrou US $ 24,7 bilhões em ativos e 29,6 bilhões dólares em dívida, de acordo com um arquivamento com o tribunal de falências federal em Manhattan. A empresa acrescentou que tinha cerca de US $ 4,1 bilhões em caixa e investimentos de curto prazo que poderia ser usado para pagar fornecedores e fornecedores.
A maior empresa de credores quirografários incluem a confiança e Wilmington dos Fabricantes e Comerciantes Trust Company, que representam várias classes de títulos.
AMR está sendo assessorada pelo banco de investimento Rothschild e os escritórios de advocacia Weil, Gotshal & Manges; Paul Hastings; Debevoise & Plimpton, e do Grupo de Lei do noivo.


Apple lançará novos modelos do MacBook Air

Três novas versões devem chegar às lojas no primeiro trimestre de 2012

Mac App Store no MacBook Air 2011 de 11 polegadas
A linha Mac, que inclui MacBook e MacBook Air, representa 74% das vendas de computadores da Apple
A Apple deve lançar novas versões do MacBook Air no primeiro trimestre de 2012. Os modelos de 11 e 13 polegadas ganharão novas configurações e um modelo de 15 polegadas, ainda inédito, deve estrear no mercado. Antes do lançamento dos novoscomputadores, contudo, a empresa deve a anunciar uma redução nos preços dos dispositivos, atualmente encontrados na Apple Store a partir de 1.000 dólares.
O setor de portáteis ultrafinos está em plena ebulição. De olho na boa aceitação do MacBook Air, outras fabricantes anunciaram modelos equivalentes, com preços similares. A atualização da linha da Apple, portanto, não ocorre à toa. De olho no crescimento da categoria de ultrabooks, a empresa se prepara para anunciar modelos mais potentes e baratos aos consumidores.
A linha Mac, que inclui MacBook e MacBook Air, representa 74% das vendas de computadores da Apple, segundo o último relatório financeiro da companhia. Pouco mais de 4,8 milhões de notebooks e ultrabooks foram comercializados neste ano pela empresa.
Exame