sábado, 21 de abril de 2012

A importância da Gestão de Mudanças na Implantação de Sistemas ERP

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A implantação de sistemas ERP e a conseqüente integração dos processos e funções têm impacto sobre toda a organização e reflexos diretos sobre as áreas de Tecnologia da Informação (TI), que tradicionalmente têm-se dedicado ao desenvolvimento de sistemas e a seu suporte. A implantação de produtos prontos (“pacotes”) reduz as necessidades de desenvolvimento e aumenta as de suporte. Ao mesmo tempo, tem ocorrido uma mudança de visão: as áreas de TI deixam de atuar como “mago” de tecnologia para transformar-se em viabilizadores de processos de negócio. A transição para esses novos papéis pode ser politicamente difícil e exige que o pessoal de TI tenha, além de certas habilidades técnicas, conhecimento de negócios.


A decisão de implantação de um sistema ERP só deve ser tomada após uma análise detalhada dos processos da empresa e das funcionalidades dos sistemas ERP. Além disso, é muito importante que as empresas considerem, desde o início da implantação, os impactos que a redefinição dos processos e a introdução do sistema terão na estrutura, cultura e na estratégia da organização


Na implantação, para se moldar o sistema, deve-se levar em conta as necessidades, desenho dos processos da empresa e as funcionalidades que o software oferece. Na maioria das vezes os processos da empresa têm que ser remodelados para que se chegue o mais perto possível dessas funcionalidades. 


Com isso a primeira medida a ser tomada será os módulos que serão instalados já que as características modular do ERP, permitem que cada empresa utilize apenas os módulos que julgarem necessários, podendo adicionar novos módulos no futuro, de acordo com a necessidade.

Mesmo com a customização, a solução pode não atender a alguns requisitos específicos das empresas. Nesses casos, as empresas precisam utilizar outros sistemas complementares ou abandonar seus requisitos específicos e adotar processos genéricos. 
As fases que compõem o Modelo da etapa de implantação proposto são:

Planejamento – essa é a fase em que são desenvolvidos os planos, definidos os procedimentos e mobilizados os recursos materiais e humanos para a execução do projeto.

Desenho da solução – nessa fase, desenvolve-se uma visão de alto nível dos processos de negocio, capaz de atingir os objetivos estabelecidos usando o sistema ERP como tecnologia de base.

Construção – compreende a configuração do sistema ERP para suportar os processos de negocio definidos na fase de Desenho da Solução.

Teste de implantação – abrange a execução dos testes finais do sistema, do treinamento dos usuários e da substituição dos sistemas em operação pelo sistema ERP.

 As atividades consideradas num Projeto de Implantação são as seguintes:

Gerência do Projeto: uma gestão eficiente é o fator mais forte para o sucesso de qualquer projeto. As responsabilidades são planejar e controlar todas as atividades da implantação.

Redesenho de Processos: é normalmente a que engloba a maioria das pessoas e que toma maior atenção no projeto. Porque é a mudança dos processos de negocio que traz o beneficio para a empresa.

Tecnol
ogia de Informação (TI): é a responsável por desenvolver e operar a infra-estrutura tecnológica (computação, rede, software, etc.) para suportar o sistema ERP nas etapas de implantação.

Gerenciamento de Mudanças: muitas empresas decidem não utilizar as atividades de gerenciamento de mudanças em um projeto de implantação de um sistema ERP. Pois o ritmo de mudança é muito acelerado e superam a capacidade natural de absorção dos indivíduos. Esse engano poderá ser fatal para a implantação do Projeto.

Treinamento: a utilização de um sistema de informação depende da capacidade dos usuários entendê-lo e explorá-lo. Os treinamentos são orientados para qualificar a os usu-ários, o treinamento normalmente envolve conhecimentos funcionais e técnicos do sistema.

O Processo de Gestão de Mudança para implantação é um processo complexo e bastante dispendioso, pois envolve normalmente toda a empresa. Ele auxilia no melhoramento em suas funções internas e garante a qualidade e menores incidências de problemas durante a implantação do ERP.

 Esta fase do projeto e a fase seguinte, de implantação do sistema são extremamente delicadas, pois envolvem mudanças de hábitos arraigados na organização e a adoção de uma nova cultura de informação, com o compartilhamento do conhecimento, processos e informações. A gestão dessas mudanças são fatores críticos de sucesso para a implantação bem sucedida dos sistemas ERP. 

O fator psicológico deste processo nas PESSOAS. Este é um dos pontos mais importantes a ser considerado, pois o fator psicológico é o que você deve dar muita atenção. Não adianta você ter o melhor software do mundo se as pessoas não querem que a implantação aconteça. Lembre-se, os processos, atividades, controles, são feitos por pessoas. O processo de implantação em alguns casos pode ser muito frustrante. Geralmente quando ocorre uma implantação, os usuários já estão acostumados com suas rotinas e muito resistentes às mudanças. É preciso que o líder tenha a habilidade de criar um ambiente motivador, onde as pessoas possam estar interessadas em ver e proporcionar os resultados.

Autores - (ZANCUL; ROZENFELD, 1999);  (COLANGENO FILHO, 2001) ; (PERSONA MARIO, 2008)  E  (AMARAL DELANO, 2012).

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Trabalhista - Seguro-desemprego - Exigência de curso referente à qualificação profissional

O recebimento de assistência financeira pelo trabalhador segurado que solicitar o benefício do Programa de Seguro-Desemprego a partir da terceira vez, dentro de um período de 10 anos, poderá ser condicionado à comprovação de matrícula e frequência em curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional, habilitado pelo Ministério da Educação com carga horária mínima de 160 horas.

O mencionado curso será ofertado por meio da Bolsa-Formação Trabalhador concedida no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), instituído pela Lei nº 12.513/2011, ou de vagas gratuitas na rede de educação profissional e tecnológica.

O benefício do seguro-desemprego do trabalhador sujeito a esta condicionalidade poderá ser cancelado nas seguintes situações:

a) recusa pelo trabalhador da pré-matrícula no curso ofertado de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional;

b) não realização pelo trabalhador da matrícula efetiva na instituição de ensino, no prazo estabelecido; e

c) evasão do curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional em que o trabalhador estiver matriculado.

Fundamentação Legal: Decreto nº 7.721/2012 - DOU 1 de 17.04.2012
A Consultoria.

6 tendências em negócios sustentáveis que não dá para ignorar


São Paulo - Gerar valor para os acionistas e a sociedade, no longo prazo, reduzindo ao mínimo o impacto sobre o meio ambiente, é o fio condutor dos negócios sustentáveis. Mas não basta sair por aí dizendo que sua empresa está comprometida com esses valores. É necessário transparência e estratégia para colocar a sustentabilidade no centro da gestão.
No intuito de mapear as principais iniciativas empresariais na revolução verde - e também seus desafios - a Ernst & Young, em parceria com o grupo GreenBiz, entrevistou 272 executivos de empresas com faturamento acima de um bilhão de dólares em 24 setores. A análise das respostas indicou seis tendências que estão pautando os negócios sustentáveis e a agenda dos líderes. Confira quais são elas.
1 - Ser verde gera vantagem competitiva
Um número crescente de grandes e médias empresas está empenhado em mudar a forma de fazer negócios. Prova disso é o aumento expressivo de publicações de Relatórios de Sustentabilidade, um dos instrumentos mais importantes para uma empresa prestar contas com a sociedade e o mercado a respeito de suas práticas socioambientais. Levantamento do site britânico CorporateRegister.com mostra que, em 1992, apenas 26 relatórios de sustentabilidade foram lançados contra 5.593 em 2010 - um crescimento superior a 20 mil por cento em menos de 20 anos.
Além de crescer em número, os relatórios também estão chamando a atenção de investidores e acionistas. Segundo o estudo do GreenBiz, 66% das empresas pesquisadas disseram ter sentido maior interesse do mercado nessas publicações. As questões que mais despertam curiosidade dizem respeito aos programas de eficiência energética e de redução de emissões.
2 - Diretores financeiros estão "vestindo a camisa"
Segundo a Ernst & Young, os diretores financeiros estão se envolvendo mais nos processos de avaliação, gestão e elaboração dos relatórios de sustentabilidade. Um em cada seis (13%) entrevistados disse que o CFO (sigla em inglês de Chief Financial Officer) está "muito envolvido" com as atividades socioambientais da companhia, enquanto 52% afirmaram que esse profissional participa "um pouco". Os entrevistados citaram a redução de custos operacionais (74%) e os riscos de gestão (61%) como dois dos três motores da agenda verde corporativa. O terceiro agente de transformação é o interesse e engajamento dos acionistas.
Outra tendência emergente nos negócios que vai envolver ainda mais os CFOs na sustentabilidade é a integração dos relatórios empresariais, que junta as informações financeiras da companhia com dados socioambientais e de governança corporativa. O formato chamado GRI (Global Reporting Initiative) é capitaneado por um grupo com sede na Europa, o Comitê Internacional para Relatórios Integrados, ou IIRC na sigla em inglês. General Motors, Accenture, Santander e Natura são algumas das empresas que seguem as diretrizes da GRI.
3 - Funcionários ajudam a reforçar a eco torcida
Contrariando o senso comum de que as iniciativas sustentáveis de uma empresa são sempre motivadas por pressões de investidores, ONGs e consumidores, o estudo da Ernst & Young aponta os funcionários como figura-chave. Eles foram citados como o segundo grupo que mais influencia as decisões "verdes" dentro das companhias, atrás apenas dos clientes e à frente dos acionistas, políticos e ONGs. A pesquisa também mostra que as empresas que distribuem seus relatórios de sustentabilidade entre os funcionários acreditam que eles geralmente compartilham as informações e projetos com seus familiares, amigos e possíveis fornecedores, ajudando assim a divulgar as iniciativas.
No Brasil, um estudo específico voltado para a cadeia de suprimentos, realizado pelo Instituto Brasileiro de Supply Chain (Inbrasc), mostrou que 45% da demanda dos esforços em sustentabilidade nas empresas provém dos líderes, seguido da pressão dos clientes (29%) e das cobranças do governo (12%). A maioria dos entrevistados disse ainda que entre os motivos que direcionam os esforços verdes aparece, em primeiro lugar, a possibilidade de criar uma imagem positiva junto ao cliente, depois a chance de aumentar o valor da marca (67%) e, em terceiro, a oportunidade de reduzir custos (10%).
4 - Mudanças climáticas são dor de cabeça e oportunidade
As questões climáticas entraram para a lista de preocupações estratégicas de muitas empresas. Três quartos dos entrevistados disseram estabelecer metas de redução de emissões de gases efeito estufa, sendo que mais da metade admitiram reportá-las publicamente. Medir a pegada de carbono já conta como diferencial para uma empresa acessar mercados mais exigentes. Há cobrança também por parte da cadeia de abastecimento e de outros parceiros comerciais.
O uso de água no processo produtivo é outra preocupação crescente das empresas, tendo em vista que todos os negócios, de uma forma ou de outra, dependem desse recurso finito. Segundo o estudo, 80% dos entrevistados acreditam que a gestão da água afetará os negócios nos próximos cinco anos. A boa notícia é que a maior parte dos líderes enxerga nesse processo mais oportunidades do que riscos.
5 - É bom ficar de olho na dívida ecológica
Pense só: em 2030, a classe média mundial deverá ser formada por 4,9 bilhões de pessoas, ávidas por consumir produtos e serviços. A demanda por bens, só desse grupo, poderá passar dos atuais 21 trilhões para 56 trilhões de dólares. O efeito direto sobre o meio ambiente será um só: o aumento da pressão sobre os recursos naturais. No universo corporativo, escassez de recursos naturais é sinônimo de riscos para o negócio. Segundo o levantamento da Ernst & Young, 76% dos entrevistados disseram temer que suas empresas sejam afetadas pela escassez de recursos naturais nos próximos cinco anos. Para não serem pegos desprevenidos, os empresários precisam se antecipar aos cenários mais difíceis e investir em soluções e processos que aperfeiçoem a produção de forma a reduzir a demanda e dependência desses recursos.
6 - E, claro, não descuidar do visual
Não tem escapatória: cada vez mais, as companhias terão que enfrentar uma enxurrada de questionamentos sobre a sustentabilidade que pregam. Segundo dados do Greenbiz, todos os anos as empresas recebem pelo menos 300 questionários "verdes" de clientes, grupos de investidores, ONGs, mídia, entre outas organizações. Alguns desses questionários resultam em rankings e classificações ou ainda abrem as portas para as empresas se inserirem em índices de ações de prestígio, como o Dow Jones Sustainability Index. Por isso, para os que já conquistaram reconhecimento, é sempre bom preservar a reputação "verde". E para os que ainda ignoram essas tendências, o melhor é apressar o passo para não se queimar no futuro.    

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Carros elétricos economizam R$ 2100 por ano

São Paulo - Um grupo de cientistas americanos descobriu que motoristas de veículos elétricos podem economizar até 2.100 reais por ano em combustível em comparação com um carro novo movido à gasolina.
Os pesquisadores, liderados por Don Anair, são da Union of Concernet Scientists. Eles analisaram questões relacionadas às fontes energéticas. Os modelos de carros elétricos usados foram o Chevrolet Volt e o Nissan Leaf.
A base de combustível fóssil usada foi a gasolina com preço de 3,50 dólares por galão. A partir disso, eles fizeram uma comparação com os custos de eletricidade e concluíram que a economia variava entre 750 e 1.200 dólares. Além da economia financeira, os carros elétricos reduzem as emissões de gases de efeito estufa.
Porém, os pesquisadores esclarecem que os custos totais da propriedade não foram comparados. Eles não determinaram o tempo necessário para o retorno do investimento. Além disso, os pesquisadores alertam que a eficiência pode variar de acordo com a região analisada.
Nos EUA, os carros elétricos ou híbridos são um pouco mais populares do que no Brasil. Porém, ainda existe uma diferença de valor. O Focus Elétrico, por exemplo, pode custar até 5.500 dólares a mais do que a versão tradicional.

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Avião movido a energia solar decola na Suíça

São Paulo - O avião Solar Impulse, movido a energia solar, decolou nesta terça-feira (17), na Suíça. Bertrand Piccard, presidente do projeto, foi o piloto responsável pelo voo de teste, que aconteceu no aeroporto de Payerne.
O Solar Impulse foi construído com 12 mil células solares e tem 64,3 metros de asas. Ele é uma espécie de protótipo do avião que será usado para uma volta ao mundo em 2014, segundo expectativas do projeto.
Até agora, o Solar Impulse já conseguiu três recordes mundiais. Em 2010, o avião viajou movido a luz solar durante um dia. Também bateu recordes de altitude e de durabilidade em um voo que durou 26 horas, 10 minutos e 19 segundos.
A meta dos pilotos é voar mais de 2.500 quilômetros sem precisar abastecer o tanque da aeronave durante uma viagem de dois dias. Porém, estes são apenas ensaios para a volta ao mundo de 2014.
Ao todo, os pesquisadores já investiram sete anos de trabalho na construção do avião. Ele tem a envergadura de asa de um Airbus 340, a potência de uma lambreta e o peso de um carro família.
Em média, as quatro hélices do Solar Impulse têm oito cavalos de potência. Cada uma delas também tem baterias de lítio polimerizadas acopladas. A nave tem uma estrutura leve e resistente, feita de fibras de carbono de compostos presentes no favo de mel e células solares em uma de suas asas para aproveitar a luz do Sol.

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Tênis transforma movimento dos pés em energia


São Paulo - Com design futurista, o tênis "InStep Nanopower" é capaz de aproveitar a energia mecânica do movimento dos pés e gerar uma corrente elétrica para abastecer pequenos aparelhos eletrônicos.
Toda a magia acontece graças à presença de nanopartículas de metal líquido contido no interior de pequenas bolsas no solado do tênis. A energia gerada é então armazenada em uma bateria conectada a um cabo USB.
Segundo o site oficial do produto, que foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, testes recentes indicam que cada passada pode gerar até 20 watts. Uma caminhada intensa ou corrida poderia então gerar energia suficiente para estender a duração da bateria de um celular ou iPod.

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Notícias»Segurança 2,3 mil brasileiros são vítimas de vírus para Mac OS

São Paulo – Após a divulgação da maior rede zumbi (botnet) em computadores com sistema Mac OS, analistas da Kaspersky Lab divulgaram que menos de 1% dessas máquinas se encontram no Brasil.
Mais de 600 mil máquinas em todo o mundo foram infectadas pelo malware Flashback, que se propaga por meio de um aplicativo malicioso em Java que simula ser uma atualização do plugin Adobe Flash Player.
Somente nos Estados Unidos foram identificados 301 mil botnets ativos, outros 95 mil foram encontrados no Canadá, 27 mil no Reino Unido e 41,6 mil na Austrália.
Na América Latina, segundo a Kaspersky, foram registrados mais de 13 mil computadores infectados. O país latino com maior quantidade de infecções é o México, com quase 6 mil Macs comprometidos.
No Brasil esse malware atingiu mais de 2,3 mil máquinas, em dados coletados até o último dia 09 de abril. De acordo com a Kaspersky, o país está em segundo lugar na região, com 18% das vítimas na América Latina.
“Baseados nos endereços IPs dos computadores Macs infectados na América Latina, pudemos confirmar que entre as vítimas estão alguns bancos, empresas e veículos de comunicação entre outras companhias”, afirma Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe de análise e investigação da Kaspersky Lab na América Latina.
A empresa recomenda que os usuários de máquinas Mac OS instalem as atualizações do softwaredisponibilizadas pela Apple. Além disso, a Kaspersky também fornece um link onde é possível testar se o computador está infectado. Caso encontre o malware, a empresa também liberou um utilitário gratuito (Flashfake Removal Tool) para que o usuário possa remover o vírus.

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