quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Embraer contrata Jackie Chan como garoto-propaganda

Imagem do ator Chan deve ser muito utilizada no mercado chinês
Há cerca de um mês, a Embraer contratou o ator Jackie Chan, nascido em Hong Kong, como seu garoto-propaganda mundial para divulgar seus aviões executivos Legacy.
"Ele também comprou um Legacy, que deve ser entregue em janeiro", disse Frederico Curado, presidente da empresa. Segundo o executivo, a imagem de Chan deve ser muito utilizada no mercado chinês.

Embraer começará a trabalhar em novos jatos em 2012

A Embraer começará a trabalhar com parceiros para a atualização de sua família de E-Jets a partir de 2012. A informação foi dada hoje pelo presidente da empresa, Frederico Curado. "Não vemos uma janela de oportunidade para ingressarmos agora no mercado de aviões maiores", disse o executivo. "Vamos continuar focando no mercado de aviões até 120 lugares." Dessa forma, a Embraer segue o caminho escolhido pela Airbus e a Boeing, que optaram por remotorizar seus aviões A320 e 737, respectivamente.
Curado afirmou ainda que os investimentos previstos para este ano, de cerca de US$ 450 milhões, estão cumpridos. "No próximo ano nossos investimentos serão um pouco maiores", afirmou. O executivo disse que o valor exato será divulgado no primeiro trimestre de 2012, junto com a estimativa de outros dados da empresa. O presidente da Embraer informou ainda que a empresa reforçará ao longo do próximo ano sua área de engenharia, com a contratação de 200 engenheiros.
Vendas
A Embraer vendeu mais do que entregou aeronaves do setor comercial em 2011, segundo o vice-presidente de aviação comercial da companhia, Paulo Cesar de Souza Silva. "O aumento da carteira de pedidos foi muito positivo". Segundo Silva, este ano foi melhor do que o projetado nesse setor para a empresa, apesar das dificuldades que passaram a ser sentidas devido à crise externa, com epicentro na Europa. Para 2012, o executivo avaliou que haverá um leve crescimento em relação a este ano no segmento de aviação comercial. A empresa, no entanto, não divulgou suas projeções.

Estadão

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Receita pode simplificar declaração do IR já em 2013

 A simplificação da apresentação do Imposto de Renda para Pessoa Física, prevista para 2014 (ano-calendário 2013), poderá ser implantada até em 2013 (ano-calendário 2012), informou o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.
Ele disse, no entanto, que o mais provável é que a previsão inicialmente estipulada pela Receita, de reformulação daqui a dois anos, seja a mais plausível. Essa novidade valerá apenas para as declarações simplificadas e para quem recebe pagamento de uma só fonte.
A intenção do governo é a de que, a partir de 2014, a Receita apresente para o contribuinte a declaração já pronta. Caberá ao cidadão apenas conferir e confirmar ou não as informações contidas no documento.
Há perspectiva de que, em breve, a mudança alcance também um universo mais amplo de contribuintes, como o que recebe de mais de uma fonte de renda ou o que faz a declaração completa. "Temos condições de sair do modelo simplificado a qualquer momento", disse o subsecretário de arrecadação e atendimento, Carlos Roberto Occaso.
O subsecretário explicou que a Receita ainda avalia se as correções a serem feitas pelo contribuinte que não concordar com as informações apresentadas pelo governo serão por meio do site da própria Receita ou se ele terá de apresentar sua declaração como já faz atualmente.
Occaso estimou que 70% das 25 milhões de declarações que chegam à Receita anualmente são de pessoas que optaram pela forma simplificada. Dentro deste total, a "grande maioria" tem apenas uma fonte pagadora, mas os técnicos não souberam dizer o porcentual preciso. "Esse dado refinado não temos ainda", comentou o subsecretário. A mudança poderá reduzir a quantidade de contribuintes que entram malha fina, mas, de acordo com ele, não é nesse universo de cidadão que ocorre a maior incidência dos casos. "É na completa", citou.
A Receita salientou que os prazos existentes hoje não serão modificados. Ou seja, o prazo final para a entrega (ou confirmação) continua a ser de 30 de abril e não há intenção de alterar o cronograma do pagamento da restituição do IR, pois há o comprometimento com o Tesouro Nacional.
Exame

Brasil quer discutir guerra cambial na reunião da OMC

Governo rejeita a proposta de países ricos, que insistem na determinação de um compromisso para impedir a elevação de tarifas e o congelamento dos impostos de aduanas
 Desafiando a resistência dos Estados Unidos e da China, o governo brasileiro vai levar a bandeira da "guerra do câmbio" à reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) que ocorre nesta semana em Genebra.
Nesta quarta-feira, os ministros de Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, desembarcam em Genebra. O governo será fortemente pressionado por países ricos, que insistem que um compromisso deve ser fechado para impedir governos a elevar tarifas de importação e promover um congelamento dos impostos de aduanas nos níveis atuais. O Brasil rejeita a proposta.
A reunião ministerial da OMC, tida em outros momentos com um dos principais acontecimentos políticos a cada dois anos, é um evento que não consegue atrair nem mesmo ministros. No evento, nada será decidido e a negociação da Rodada Doha sequer entrará na agenda. Na última contagem feita pela organização, pouco mais de 60 dos 152 países que fazem parte da entidade mandariam seus ministros para Genebra.
Com a Rodada Doha em um impasse há anos e sem perspectivas de um acordo, muitos governos dão sinais de estarem ignorando a OMC. Mas as principais potências - como Brasil, UE, China e Estados Unidos - travam uma batalha para definir justamente qual será o perfil da OMC diante da constatação do enterro da Rodada Doha.
O governo brasileiro chega comprometido a mostrar que não há mais como ignorar a questão do câmbio e como a variação da moeda afeta a competitividade de exportações. O Itamaraty chegou a propor que o texto final da reunião ministerial tratasse do assunto, mas foi bloqueado por Washington e Pequim, dois governos que, por motivos opostos, não querem nem ouvir falar do assunto na OMC.
O real valorizado prejudicou as exportações nacionais e permitiu que produtos estrangeiros entrassem no mercado nacional a preços mais baixos. Vários outros governos vivem a mesma situação por causa da desvalorização do dólar. O Brasil conseguiu convencer a entidade a aprovar um plano para debater o assunto dentro da entidade. O primeiro passo seria a realização de um seminário em 2012, sem valor legal e que também não compromete a OMC de tomar decisões. Agora, Brasília vai aproveitar a reunião ministerial da OMC para mandar seu recado.
Congelamento
Mas o Brasil não chega a Genebra apenas para pressionar. A partir de amanhã, será fortemente colocado em alta tensão pelos países ricos. Europeus, americanos, australianos e outros governos da OCDE estão costurando uma aliança para garantir que 50 países usem a reunião da OMC para declarar seu compromissos com o congelamento de todas as tarifas de importação.
O Brasil e outros países emergentes defendem o direito de elevar impostos até as taxas autorizadas sempre que sentirem que a medida é necessária. O combate ao protecionismo tem sido uma das bandeiras da OMC e do G-20 e, desde as primeiras cúpulas, declarações foram feitas de que governos não recorreriam a barreiras como forma de solucionar crises. O problema é que ninguém cumpriu o prometido.
Agora, os países ricos, que sofrem uma estagnação preocupante, querem tentar estabelecer alguma garantia de que continuarão a ter acesso aos mercados dos países emergentes, os únicos que seguem crescendo.
Para o Brasil, porém, aceitar a proposta seria abrir mão de instrumentos que hoje pode usar de forma legal e sem violar as leis da OMC. Os impostos de importação aplicados pelo Brasil atualmente são de cerca de 12%. Mas o País manteve seu direito na OMC de elevar tarifas até 35%. Esse espaço foi defendido por anos como margem de manobra do governo e, recentemente, foi usado e permitiu que a elevação de barreiras promovidas não ferissem as regras internacionais.
Nos últimos dois anos, mais de mil linhas tarifárias foram elevadas no Brasil, de um total de 9 mil que o País conta. Mas nada disso pode ser questionado pelos parceiros comerciais, já que o novo nível ficou ainda dentro dos 35% autorizados pela OMC. Pela declaração proposta pelos americanos, esse direito seria abolido.
Estadão

5 indicadores essenciais para o seu negócio

No meio de planilhas e cálculos, muitos empreendedores se perdem e ficam sem saber quais números são realmente mais importantes para o negócio. Os chamados indicadores podem dar um bom direcionamento sobre como está a gestão da pequena empresa.
Para Mauricio Galhardo, especialista em finanças e sócio da consultoria Praxis Education, todo empresário precisa de números sobre o seu empreendimento. “Se você não consegue medir, não sabe se o negócio está melhor ou pior”, define.
Com fluxo de caixa, demonstrativo de resultado e outras contas bem organizadas, veja quais números são imprescindíveis para avaliar a gestão da sua empresa.
1. Lucratividade
A famosa última linha do balanço é a base para calcular a lucratividade. Divida o lucro pelo faturamento para saber qual o percentual de lucratividade para a sua empresa. “Este é um número para calcular uma vez por mês”, diz Galhardo. Não adianta analisar só o lucro, já que ele está muito relacionado com a base do faturamento.
Existem percentuais de lucratividade que são considerados bons para cada tipo de negócio. Na indústria, tenha lucratividade perto de 5%. Quem é comerciante precisa ter 8%, ao menos. Os negócios de prestação de serviços têm a maior lucratividade, de 20% a 25%.
2. Vendas
Um indicador importante é o valor total de vendas ou faturamento. Este número mostra o quanto a empresa está vendendo, se o mercado anda aquecido ou não e ajuda a medir o desempenho da equipe de vendedores. “Uma boa opção é comparar o número de hoje com o do mesmo mês do ano anterior”, sugere Galhardo.
O valor de vendas é também um cálculo relativamente simples de ser feito. “É basicamente pegar os valores do fechamento do caixa. Grandes empresas acompanham hora a hora para saber se o volume de vendas está dentro do esperado”, explica.
3. Ticket médio
Outro número que pode ser tirado do resultado das vendas e serve como um bom indicador é o valor de ticket médio. “É só dividir o total do valor de vendas pelo número de vendas, o que dá uma média dos gastos por cliente”, define.
Aumentar o ticket médio é uma das formas mais eficientes e baratas de crescer no valor das vendas. “É mais fácil pegar o cliente que já está na loja e oferecer uma coisa a mais do que investir em publicidade para atrair novos consumidores”, diz o especialista.
Além disso, este indicador permite comparar a eficiência dos vendedores e avaliar quem vende mais em valores e não apenas em volume de produtos.
4. Custo de produto
Para as empresas de comércio, um número indispensável é o custo do produto em relação à venda. “Divida o valor dos custos pelo de vendas e o resultado será um percentual que pode ser controlado periodicamente”, explica.
Se o percentual for muito alto, pode significar que a empresa compra muito ou vende pouco. “No entanto, não trabalhe com um percentual muito baixo para não perder vendas por falta de estoque”, diz.
5. Despesas
Some as despesas de tempos em tempos, principalmente as fixas, ou seja, aquelas que não variam com o faturamento. Este indicador ajuda a avaliar em que tipo de coisa está sendo gasto mais dinheiro do que deveria.
A sugestão de Galhardo é que cada equipe observe seus gastos. Assim, o dono não precisa ficar com esta tarefa só para ele. “Todo mundo tem que estar envolvido com os gastos para entender porque é importante não desperdiçar”, explica.
Exame

Intel vê oportunidade na escassez de Drives

A exibição de um ultrabook Asus no Intel Developer Forum em setembro passado, em San Francisco.
SAN FRANCISCO - A Intel não vai deixar uma boa crise ir para o lixo.
A empresa, maior fabricante mundial de semicondutores, anunciou na segunda-feira que sua receita neste trimestre cairia para US $ 13,7 bilhões, de US $ 14,7 bilhões, por causa inundações na Tailândia tinha cortou drasticamente a oferta mundial de unidades de disco. Sem os discos, os fabricantes farão menos computadores pessoais e servidores, o que significa menos semicondutores serão necessários.
Enquanto notícias claramente ruim para Intel no curto prazo, a escassez de ambos os componentes e terminou computadores pessoais poderia ser uma oportunidade para a Intel, enquanto ele tenta lutar contra o ataque de computadores tablet, particularmente Apple iPad .Ele vem tentando construir um negócio na categoria emergente de computadores ultrabook ou ultrathins, que não usam discos rígidos.
Embora o impacto das enchentes sobre a indústria do disco rígido é conhecido desde outubro, os fabricantes de PCs Intel ter dito ao longo das últimas duas semanas que precisariam menos fichas.
«Isso não muda nossa opinião, que a demanda de computadores pessoais e servidores é saudável e em crescimento," disse Stacy J. Smith, diretor da Intel financeiro. Constrangimentos causados ​​pela falta de drives continuará até o primeiro trimestre de 2012, disse Smith. Na semana passada, IHS iSuppli, uma empresa de pesquisa de tecnologia da indústria, disse que esperava que as vendas de PCs para expandir em 2012 por apenas 6,8 por cento, para baixo de sua previsão anterior de 9,5 por cento.
Ultrabooks, pioneira pela Apple com o seu MacBook Air, são laptops menos de 0,8 polegada de espessura, normalmente com bateria de longa vida. Eles são, em certo sentido, como comprimidos com um teclado conectado.
Ao contrário de um PC, eles geralmente têm drives de estado sólido que utilizam chips de memória flash, e não os discos rígidos mecânicos. Enquanto ultrabooks pesar e custo um pouco mais do que os comprimidos, a tela maior eo teclado familiares torná-los alternativas potencialmente atraente para comprimidos. Intel e outros estão investindo em pesquisa para tornar as telas de toque, agora de série em comprimidos, um recurso do ultrabooks também.
Solid-state drives ainda estão prontamente disponíveis a partir de Intel e outros. Normalmente, esses aparelhos custam de cinco a 10 vezes mais do que unidades de disco. Mas solid-state drives consomem menos energia e ocupam menos espaço, tornando-os desejáveis ​​em ambos os ultrabooks e comprimidos.
Com os fabricantes de disco rígido ferir ", vamos usar isso como uma oportunidade" para aumentar as vendas de drives de estado sólido, o Sr. Smith disse a analistas. Ele não anunciou quaisquer planos imediatos para aumentar o investimento ou de produção em unidades de estado sólido ou componentes para ultrabooks, no entanto.
Ainda assim, Intel e outras empresas são susceptíveis de beneficiar da escassez de unidades de disco. "Se a Intel é dado limões, ele vai fazer limonada. É uma chance de ter um ainda maior plataforma Intel "de armazenamento e processador, disse Rob Enderle, analista do setor em San Jose, na Califórnia" Você vai ver as pessoas empurrando estado sólido um pouco agora, Samsung, Intel e outros, ", disse.
Até agora, o ultrabook best-seller é Air, da Apple, que utiliza chips Intel, mas não um Intel unidade de estado sólido. Alternativas de Acer, Asus, Toshiba e Lenovo, todos os processadores Intel usando, têm aparecido recentemente, e Intel está contando com um grande empurrão para o mercado no próximo ano. Custos mais barato da Apple Air cerca de US $ 1.000, enquanto outras ultrabooks pode custar US $ 870 a US $ 1.200.
Em agosto, a Intel anunciou um fundo de US $ 300 milhões para ultrabooks, principalmente para financiar a pesquisa para a produção de baixo custo chassis e telas sensíveis ao toque. Na semana passada, a Intel patrocinou uma série de reuniões em Taiwan entre os fabricantes de componentes e os fabricantes de Taiwan que fazem computadores para empresas como a Hewlett-Packard e Dell. Por volta do final deste ano, a Intel deverá produzir um chip chamado Ivy Bridge especificamente para ultrabooks.
Os fabricantes têm se queixado sobre a alta dos preços Intel cargas para seus processadores, mas a Intel no improvável dar-se muito sobre os preços. Na segunda-feira, a Intel disse que, além de ferir as receitas, o défice do disco rígido diminuiria suas margens de lucro bruto para 64,5 por cento, passando de 65 por cento. No curto prazo, a Intel vai provavelmente querer recuperar isso.
Produção ainda como maior e mais pesquisas, provavelmente, menor o custo relativo de unidades de estado sólido, a forma como as pessoas usam computadores está mudando a necessidade de discos rígidos. Por um longo tempo, as pessoas queriam lotes de armazenamento para manter as coisas como música e fotos. Câmeras digitais e música digital aumentou a demanda.
Cada vez mais essas coisas são armazenados na nuvem - em centros de dados remotos - e chegou através da Internet através de máquinas que os consumidores querem ser leve, portátil e com bateria de longa vida. Discos rígidos externos também estão disponíveis, e se necessário, eles podem ser ligados a ultrabooks para mais memória.
"Muitas pessoas compram comprimidos, acham que não podem fazer tanto, e mude para um MacBook Air," o Sr. disse Enderle. Produtores mais ultrabook irá aumentar as alternativas para os comprimidos, disse ele, assim como a ausência de produtores de discos rígidos para laptops regular. "Isso ajuda se o produto de menor preço não está por perto", disse ele.
Este artigo foi revisado para refletir a seguinte correção:
Correção: 13 de dezembro de 2011
Uma versão anterior deste artigo incorretamente afirmou que a Air da Apple computador ultrabook não usa chips Intel. Ele usa chips Intel.
New York Times



iTunes chega ao Brasil

A loja de conteúdo digital da Apple chega ao País com artistas como Roberto Carlos, Chico Buarque e Ivete Sangalo no catálogo
Por enquanto, o preço cobrado ainda está em dólar (US$0,69) – em destaque o álbum da cantora Maria Rita
  O iTunes chegou finalmente no Brasil. Sem nenhum anúncio oficial ainda, nesta segunda-feira, 12, a loja de conteúdo digital da Apple já apresentava artistas e filmes nacionais, além já estar traduzida para o português.
Por enquanto, a lista de músicos nacionais agrupa Roberto Carlos (com destaque), Caetano Veloso, Chico Buarque, Ivete Sangalo, Paula Fernandes, Maria Rita, Sandy Leah, Lenine, Leonardo, Michel Teló, Belo e Marisa Monte. As faixas, aparentemente, serão comercializadas a princípio em dólares.

Além da parte musical, é possível ver filmes nacionais no catálogo da loja, como o “Tropa de Elite 2″. O que evidencia a adequação da empresa à classificação indicativa do Brasil. Além dos filmes, é possível ver pela primeira vez games aparecendo na Apple Store (veja na galeria abaixo). A loja de aplicativos não tinha permissão de vender apps de games até agora porque a classificação etária de entretenimento usada nos Estados Unidos não se adequava à classificação brasileira, determinada pelo Ministério da Justiça.
Nesta semana o ‘Link’ conversou com representantes da indústria fonográfica e membros de instituições vinculadas ao zelo de direitos autorais no País e obteve afirmações sobre a chegada não só da loja, mas de escritórios e executivos da empresa no Brasil e na América Latina.
Atualização e iTunes Match no Brasil. A Apple atualizou a versão do iTunes para o número 10.5.2anunciando uma correção no áudio, que vinha distorcido quando tocado ou importado algum CD e “uma série de melhoras para o iTunes Match”.
iTunes Match é um serviço pago que permite que o usuário suba músicas para o servidor da Apple e execute todos os seus arquivos a partir de qualquer aparelho Apple conectado ao iCloud, o serviço da marca baseado na nuvem. Nos Estados Unidos, cobra-se uma anualidade de US$ 24,99 para o estoque de 25 mil músicas.
O serviço estava até então disponível somente para os Estados Unidos. A MacMagazine, no entanto, informou que foi possível assinar o serviço usando uma conta brasileira. Imagens obtidas pelo site mostram não só a página do iTunes Match toda traduzida, como também a existência de um contrato também em português.
Diz o texto traduzido: “A iTunes Match armazena a sua biblioteca de músicas inteira no iCloud, incluindo músicas de CDs, e permite que você a desfrute em qualquer lugar, a qualquer hora, nos seus dispositivos iOS, computadores ou na Apple TV. Este é um outro recurso além daqueles gratuitos que você já tem com o iTunes no iCloud.”
A assinatura feita pelo MacMagazine foi aprovada. A proposta foi feita sob o valor em dólares (US$24,99) e foi cobrada pelo seu valor equivalente em Reais (R$45,31).
Estadão

Tablet mais barato do mundo no Brasil

A empresa que fabrica o Aakash na Índia por vir para o Brasil atraída pelos benefícios da isenção fiscal
A DataWind, fabricante do tablet apontado como o mais barato do mundo, pode vir para o Brasil a fim de produzir o aparelho fazendo uso dos benefícios das leis de isenção fiscal. A empresa tem fábricas na Índia onde produz, com subsídio do governo, o tablet UbiSlate ou “Aakash”, voltado especialmente para atender estudantes. O modelo mais simples é vendido por 2.500 rupias indianas (cerca de R$87) e o modelo UbiSlate 7, por 2.999 Rs (ou R$105).
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O modelo “Aakash” – “céu” em hindi – vem com Android 2.2, possui WiFi e bateria de 2.100 mAh; enquanto o “UbiSlate 7″, que deve chegar no mercado internacional em janeiro de 2012, vem com Android 2.3, WiFi, bateria de 3.200 mAh e pode também funcionar como celular.
“Os ricos têm acesso ao mundo digital, os pobres e comuns têm sido excluídos. O Aakash terminará com a divisão digital”, disse o ministro das Telecomunicações e da Educação, Kapil Sibal, à Reuters na época em o país recebia 100 mil unidades do aparelho destinados a estudantes.
O governo brasileiro já havia demonstrado interesse em um projeto educacional semelhante, fornecendo esse tipo de equipamento para as escolas públicas do País até 2012. Ao G1, o presidente da empresa, Suneet Singh Tuli, afirmou que o Brasil tem interesse em subsidiar a produção local de tablets mirando no público estudantil.
Além do Brasil, o executivo disse ao portal que outros países como Tailândia, Trinidad e Tobago, Turquia, Egito, Panamá e Sri Lanka
também estavam dialogando com a fabricante pelo produto e por projetos semelhantes.
A empresa aposta na receita oriunda também do sistema operacional (software) e não só do aparelho (hardware). A DataWind consegue o barateamento por causa de uma estrutura diferenciada dos seus tablets, que transfere o processamento para um mecanismo baseado na nuvem, ou seja, através de servidores. O presidente diz ainda que, por isso, o custo de produção chega a ser menor do que o das fábricas chinesas.
Estadão