terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dando um rosto para um nome: a arte de motivar os funcionários

Em alguns ambientes de emprego a resposta é sim, afirma Adam Grant, professor de gerenciamento da Wharton. Grant dedicou boa parte de sua carreira profissional ao estudo da motivação de funcionários em cenários diferentes como call centers, farmácias de vendas por catálogo e equipes de salva-vidas de piscinas. Em todas essas situações, disse Grant, os funcionários que sabem que o trabalho deles exerce impacto significativo e positivo sobre outras pessoas são mais felizes do que aqueles que não sabem. E são bem mais produtivos também.
Essa conclusão pode parecer intuitiva, mas Grant registrou isso numa série de estudos. Num experimento, ele estudou o comportamento das telefonistas do Call Center de uma universidade pública cujo trabalho era pedir doações para a universidade. Esse pode ser um trabalho amargo. Elas ganham pouco e sofrem rejeições freqüentes de pessoas que não gostam de atender telefones durante o jantar. A rotatividade de pessoal é alta e o moral é muitas vezes baixo. Então o que podemos fazer para motivá-las a permanecerem no telefone e obter doações?
Uma resposta relativamente fácil é apresentá-las a alguém que receba a ajuda desses dólares.
No estudo de 2007, Grant e uma equipe de pesquisadores - Elizabeth Campbell, Grace Chen, David Lapedis e Keenan Cottone da Universidade de Michigan - organizaram um encontro entre as telefonistas do Call Center e os alunos bolsistas que eram beneficiados pelos donativos do programa de levantamento de fundos da universidade. Não foi uma reunião longa - foi só uma sessão de cinco minutos na qual as telefonistas puderam perguntar aos estudantes sobre seus estudos. Mas no decorrer do mês seguinte, aquela pequena reunião fez uma grande diferença. O Call Center foi capaz de monitorar tanto o tempo que elas passavam no telefone quanto a soma das doações arrecadada. Um mês depois, as telefonistas que conversaram com os bolsistas dobraram os minutos de tempo que passavam ao telefone e arrecadaram muito mais doações: uma média semanal de US$ 503,22, ante US$ 185,94.
"Mesmo o contato breve, mínimo, com os beneficiados pode servir para os funcionários se manterem motivados", escreveram os pesquisadores no estudo, intitulado "Impact and the Art of Motivation Maintenance: The Effects of Contact with Beneficiaries on Persistence Behavior" (O Impacto e a Arte da Manutenção da Motivação: Os Efeitos do Contato com os Beneficiados sobre o Comportamento Persistente), publicado no periódico Organizational Behavior and Human Decision Processes.
* Publicado originalmente em 17 de fevereiro de 2010.  Reproduzido com a permissão de Knowledge@Wharton.
 Salva-Vidas motivados
A motivação de trabalhadores é um tópico que interessava Grant bem antes dele ser um acadêmico profissional. Antes da escola de pós-graduação, ele trabalhou como diretor de publicidade para os guias de viagens Lets Go. "Nós produzíamos guias de viagens e tínhamos 200 pessoas trabalhando num escritório que ajudavam os viajantes a ver outros países de uma nova forma e a viajar com segurança", ele lembra. "Nenhum dos editores tinha contato com os leitores". Grant suspeitou que se os funcionários pudessem interagir regularmente com os leitores eles encontrariam mais satisfação pelo trabalho e provavelmente trabalhariam mais.
Na atividade de guias de viagens ele nunca teve a chance de colocar essa intuição em prática. Mas à medida que avançava na direção de sua pesquisa de doutorado na Universidade de Michigan, ele voltou para o tema, usando call centers, ginásios esportivos e salas de aula como os primeiros laboratórios.
Segundo Grant, só estar ciente do impacto que o trabalho exerce sobre outras pessoas pode ajudar na motivação. Num estudo subseqüente ao publicado em 2007, ele se concentrou nos salva-dias de um centro de recreação comunitário. Para alguns deles foram dadas estórias para ler sobre casos nos quais os salva-vidas haviam salvado vidas. Um segundo grupo recebeu relatos de salva-vidas que se beneficiaram com seu trabalho. O resultado: Aqueles que leram sobre sua capacidade de evitar fatalidades viram as horas trabalhadas dispararem mais de 40% enquanto aqueles que só tomaram conhecimento de que podem ganhar dinheiro como salva-dias continuaram trabalhando no mesmo ritmo. O resultado foi publicado no estudo "The Significance of Task Significance: Job Performance Effects, Relational Mechanics, and Boundary Conditions", no Journal of Applied Psychology.
Exame


Paris lança o Autolib, serviço de aluguel de carros elétricos

Paris - Pequenos, silenciosos e com 250 km de autonomia, os Bluecar começaram a circular esta segunda-feira em Paris, a primeira cidade do mundo a disponibilizar um serviço de aluguel de carros elétricos, o Autolib, que visa a revolucionar os hábitos de transporte dos parisienses.
O objetivo do projeto - nos moldes do Velib, o bem-sucedido programa municipal de aluguel de bicicletas de Paris - é conseguir fazer com que os parisienses abram mão de usar os próprios carros ao disponibilizar uma alternativa mais ecológica e acessível para se deslocar pela cidade.
O prefeito da capital francesa, Bertrand Delanoë, descreveu este sistema público de aluguel de carros elétricos como "uma revolução" que "melhorará a qualidade de vida" dos cidadãos na cidade.
O Autolib "é para pessoas que talvez já tenham um carro, mas o acham caro, para outros que têm dois carros e na verdade usam apenas um e para aquelas que não têm carro algum, mas precisam de um de vez em quando", explicou Sylvain Marty, encarregada do projeto Autolib em Paris.
No total, 300 automóveis elétricos prateados, fabricados pelo grupo Bolloré, e 250 pontos de estacionamento estarão disponíveis a partir de hoje, 180 deles dentro de Paris.
O projeto, que passou por uma fase de testes de dois meses, se estende a 44 locais da região de Île de France, à qual pertence Paris.
A cada mês se somarão novos veículos à frota existente com a finalidade de que em 2012 haja 3.000 carros disponíveis em 1.200 estações Autolib.
Embora já haja vários programas privados de aluguel compartilhado na França, o problema com eles é que os veículos destes sistemas usam gasolina ou, quando muito, são híbridos, e precisam ser devolvidos no ponto de partida.
Já o Autolib conta com carros 100% elétricos e não poluentes. Além disso, podem ser alugados em uma estação e devolvidos em outra qualquer, um princípio que contribuiu para o grande sucesso do Velib, lançado em 2007.
Os Bluecar têm câmbio automático e espaço para quatro pessoas. São equipados com bateria recarregável de metal de lítio e polímeros e um sistema de navegação de posicionamento global (GPS). A velocidade máxima é de 130 km/h.


Segundo estimativas da Prefeitura de Paris, cada Bluecar vai substituir cinco carros particulares. Calcula-se que 70 destes carros vão substituir cerca de 500 automóveis em termos de espaço disponível, consumo de gasolina e redução das emissões de dióxido de carbono.
"A meta principal da cidade é combater a contaminação ambiental e estes carros não emitem dióxido de carbono, nem fumaça de escapamento. Tampouco fazem barulho", destacou Marty.
Para alugar um Bluecar, os usuários devem se registrar em um dos pontos de aluguel e devolução. Os que quiserem fazê-lo deverão ter no mínimo 18 anos, apresentar identidade, cartão de crédito e carteira de motorista.
O custo da assinatura ao programa Autolib é de 10 euros por dia, 15 euros por semana ou 144 euros ao ano. A primeira meia hora custa 5 euros e a segunda, 4, em função da assinatura.
Mas nem todos os franceses estão entusiasmados com o Autolib. O grupo ambientalista Amigos da Terra é um dos críticos, pois avalia que estimulará o uso de carros no lugar do transporte coletivo.
"Vai reorientar as pessoas que preferem o transporte coletivo para o automóvel," alega a organização, destacando que o Autolib somará 3.000 carros adicionais a uma cidade "cujo espaço público já está saturado desde meio de transporte onipresente e sufocante que é o automóvel".
Falta ver se o Autolib repetirá o sucesso do Velib. Segundo Vincent Bolloré, diretor do grupo empresarial Bolloré, para que o programa Autolib seja rentável, 80.000 pessoas precisam se registrar, o que pode demorar até sete anos.
Durante o período piloto, iniciado em 2 de outubro, se inscreveram cerca de 2.000 pessoas.
Le Monde

Inflação e juros altos explicam desaceleração, diz IBGE

A inflação alta, a elevação da taxa de juros até julho deste ano e a adoção de medidas, pelo governo, para frear a economia no final de 2010 são algumas explicações para que o Produto Interno Bruto (PIB) do país não tenha crescido no terceiro trimestre deste ano, avaliou a gerente de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis.
Entre as chamadas “medidas macroprudenciais” adotadas pelo governo federal no final de 2010 estão o aumento das exigências para a concessão de crédito, que impactaram, por exemplo, no financiamento para a compra de veículos. Isso fez com que as compras de automóveis fossem reduzidas nos primeiros meses do ano e os estoques das montadoras de veículos aumentassem.
Segundo Rebeca Palis, com o aumento dos estoques, as montadoras reduziram a produção de automóveis no terceiro trimestre deste ano e chegaram a dar férias coletivas. Essa queda foi um dos principais motivos que levaram à redução de 1,4% da produção na indústria de transformação e de 0,9% na indústria geral.
A elevação da taxa básica de juros (Selic) de 10,5%, no primeiro trimestre deste ano, para 12,2%, no terceiro trimestre, também contribuíram para a desaceleração da economia.
Apesar da queda na indústria de transformação, outros segmentos como a indústria extrativa mineral (com alta de 0,9%) e a construção civil (com alta de 0,2%) tiveram crescimento. A extrativa mineral foi influenciada pela produção de minério de ferro. Já a construção civil continuou seu bom desempenho, em virtude das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e das intervenções para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
 A queda na produção da indústria acabou afetando também o setor de serviços, que caiu 0,3%, com destaque para o comércio, que registrou redução de 1%. O que evitou que a economia brasileira registrasse queda no trimestre foi o crescimento de 3,2% da agropecuária, puxada pelo aumento da produtividade de safras como as do feijão, da laranja e da mandioca.
Segundo Rebeca Palis, a economia no terceiro trimestre apresentou uma mudança de comportamento, já que vinha de altas seguidas, como o crescimento de 0,7% no segundo trimestre e de 0,8% no primeiro trimestre deste ano.
“A gente teve uma desaceleração importante da taxa de crescimento, inclusive apresentando crescimento nulo, e houve até uma mudança da estrutura do que vinha acontecendo. Anteriormente, o crescimento da economia estava sendo puxado pelos serviços. Nesse terceiro trimestre, foi puxado pela agropecuária”, disse.
Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias caiu em 0,1% na comparação do terceiro com o segundo trimestre deste ano, em parte devido à desvalorização da renda familiar por conta da alta da inflação, cuja taxa anualizada, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegou a 7,31% em setembro.
Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, o consumo das famílias continuou crescendo, pelo 32º trimestre consecutivo, mas a uma taxa mais baixa que em períodos anteriores. Se no primeiro e segundo trimestres, os crescimentos foram de 6% e 5,6%, respectivamente, no terceiro trimestre, a alta foi de apenas 2,8%.
O consumo do governo também caiu (-0,7%), bem como a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (-0,2%). “O crescimento [da economia] vinha sendo muito puxado pelos investimentos, muito devido à importação de máquinas e equipamentos, que vinha crescendo bastante. Os investimentos tiveram um desempenho pior que o consumo das famílias, o que não vinha acontecendo”, disse.
O crescimento das exportações foi o único elemento do PIB, sob a ótica da demanda, a apresentar crescimento (1,8%), na comparação do terceiro com o segundo trimestre, resultado que superou, inclusive, as importações, que tiveram queda de 0,4%.
Exame

UE investiga Apple por violação de leis antitruste

Empresa e mais cinco editoras teriam adotado práticas anticompetitivas na venda de e-books
Negócios suspeitos
BRUXELAS - O regulador de competição da União Europeia afirmou nesta terça-feira, 6, que investigará cinco companhias editoriais sob suspeita de que elas, possivelmente com a ajuda da Apple, "se envolveram em práticas anticompetitivas afetando a venda de e-books na Área Econômica Europeia, violando regras antitruste da UE", segundo um comunicado por escrito. A Área Econômica Europeia inclui, além da UE, países como a Islândia e a Noruega.
As companhias envolvidas na investigação são a Hachette Livre, da Lagardere Publishing; a Harper Collins, da News Corp, a Simon & Schuster, da CBS Corp, a Penguin of Pearson e a Verlagsgruppe Georg von Holzbrinck.
"A comissão investigará especificamente se esses grupos editoriais e a Apple fizeram acordos ou práticas ilegais, que teriam o objetivo ou o efeito de restringir a competição na UE ou na Área Econômica Europeia", acrescentou o comunicado.
A duração da investigação formal aberta nesta terça-feira depende de como as companhias envolvidas responderão à investigação e da complexidade do caso. A Comissão Europeia investiga esse assunto em paralelo com o Office of Fair Trading do Reino Unido.
As companhias e os países envolvidos devem ser informados sobre a investigação. A News Corp é também proprietária da Dow Jones. As informações são da Dow Jones.
Le Monde

Declaração de IR de PJ será eliminada a partir de 2014

A decisão da mudança pela Receita foi feita porque há hoje uma sobreposição de informações. O subsecretário deixou claro que não se trata de reduzir impostos, mas apenas o envio duplicado de dados

Agência Estado
Para simplificar o envio de dados e reduzir custo das empresas, a Receita Federal decidiu extinguir oito declarações para Pessoa Jurídica. O fim da obrigação do envio da Declaração de Informações Econômico-Fiscais de Pessoa Jurídica (DIPJ)será a partir da entrega das declarações de 2014 (ano calendário 2013) para as empresas de grande porte que utilizam o sistema de lucro real, como os setores automotivo e da indústria química.
No ano seguinte, a intenção do governo, de acordo com o subsecretário de fiscalização da Receita Federal, Caio Marcos Candido, é incluir também na simplificação as empresas que fazem suas declarações por meio de lucro presumido. "Se for possível e se conseguirmos, vamos antecipar também para essas empresas (já no mesmo ano, em 2014)", informou o subsecretário.
A decisão da mudança pela Receita foi feita porque há hoje uma sobreposição de informações. O subsecretário deixou claro que não se trata de reduzir impostos, mas apenas o envio duplicado de dados. "O conjunto de informações continuará o mesmo. Ou já os temos os dados ou eles não são mais necessários para controlar a arrecadação", continuou. A intenção, conforme Candido, é melhorar o ambiente de negócios e do custo Brasil.
Ao extinguir a DIPJ, a Receita passará a receber todas as informações a partir do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Hoje, alguns dados fornecidos pelas companhias já chegam ao governo por meio desse instrumento, como notas fiscais eletrônicas trocadas no atacado, contabilidade digital das pessoas jurídicas e escrituração fiscal digital do IPI, entre outras.
Como o Sped não possui hoje todas as informações necessárias, outras informações serão solicitadas aos contribuintes e passarão a constar nesse sistema. "Migraremos da DIPJ para dentro do ambiente Sped. Não podemos abrir mão de informação sem a garantia de que a obteremos por outro meio", disse Candido. "Queremos simplificar para as empresas, colocar tudo em um só canal", acrescentou. De acordo com ele, caberá à Receita a agregação anual das informações passadas pelas companhias.
A mudança implicará, de acordo com o subsecretário, em impactos na fiscalização. "As informações serão mais ágeis e isso facilita o controle de fiscalização. Não abriremos mão de informação à toa. Só vamos trocar a fonte de informação."
Além da extinção da DIPJ, a Receita anunciará também o fim da obrigação da entrega de Declarações de Informações Fiscais (DIF) para alguns setores específicos. O primeiro será para o segmento de bebidas, que deverá sair esta semana por meio de Instrução Normativa.
Outro documento que também será extinto, conforme adiantou o subsecretário, será o do Imposto Territorial Rural (DITR) relativo aos imóveis imunes ou isentos. Entram neste âmbito os terrenos voltados para a agricultura familiar, por exemplo. "Estamos fechando os demais setores e as informações serão anunciadas ao tempo delas."
Declaração de PIS e Cofins será simplificada
O subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Caio Marcos Candido, informou que será simplificada a declaração do PIS e da Cofins. Segundo ele, estão avançados dentro da Receita os estudos para mudar a legislação. "Vamos simplificar a forma de apuração para, no final, ficar com a mesma carga tributária", disse. Candido disse que os estudos ainda serão discutidos em outras áreas do governo. Só depois será enviada uma nova proposta de lei ao Congresso Nacional.
Ele acredita que o envio deve ocorrer em 2012. "É uma legislação muito complexa. Varia de setor para setor. Por isso, estamos elaborando uma legislação que simplifique o pagamento do PIS e da Cofins", disse em entrevista coletiva. Ele explicou que a atual declaração é complexa para as empresas trabalharem e dificulta a fiscalização do governo. O subsecretário disse que a mudança reduzirá o custo das empresas e melhorará a forma de apresentação dos dados à Receita Federal.
ÉpocaNegócios

Brasil tem o pior resultado de PIB entre os Brics

Desempenho do Brasil, de 2,1% no terceiro trimestre de 2011, ante o mesmo período de 2010, foi pior do que o da África do Sul, que registrou crescimento de 3,1%

 Reprodução
O Brasil teve o pior resultado entre os Brics, incluindo a África do Sul, para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre de 2011, ante o mesmo período de 2010, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Enquanto a economia brasileira registrou expansão de 2,1% no período, a China teve alta de 9,1%, a Índia teve aumento de 6,9%, a Rússia se expandiu 4,8%, e a África do Sul registrou crescimento de 3,1%.
Na comparação com o trimestre anterior, o comportamento do PIB do Brasil, que teve expansão nula no período (0,0%), ficou atrás de Japão (1,5%), Noruega (1,4%), México (1,3%), Coreia do Sul (0,7%), Chile (0,6%), Alemanha (0,5%), Estados Unidos (0,5%), Reino Unido (0,5%), França (0,4%) e União Europeia (0,2%).
Também tiveram expansão nula (0,0%) a Espanha e a Bélgica. Já a Holanda apresentou retração de 0,3% no PIB no período. Nem todos os países divulgam a variação do PIB neste tipo de comparação, em relação ao trimestre imediatamente anterior, o que explica a ausência de outros Brics na lista.
A economia brasileira ficou estagnada no terceiro trimestre de 2011 na comparação com o período anterior, sobretudo pela queda da atividade na indústria e em serviços.
ÉpocaNegócios

E-Commerce Vendas estão em alta, graças a descontos e frete grátis

Online, pelo menos, os consumidores estão gastando dinheiro. Lotes do mesmo.
As pessoas gastaram 18,7 bilhões dólares em sites de comércio eletrônico até o momento nesta temporada de compras natalinas, 15 por cento mais que no ano passado durante o dia correspondente, de acordo com a comScore. Eles gastaram 6000 milhões dolares a semana que terminou 02 de dezembro, incluindo Black Friday e Cyber-segunda-feira , e passou mais de US $ 1 bilhão em três dias separados naquela semana, depois de quebrar a marca de um bilhão de dólares, pela primeira vez na Cyber ​​Monday do ano passado.
Mas os varejistas estão pagando para o aumento nos gastos, oferecendo descontos e frete grátis.
Eles têm oferecido frete grátis, o que os clientes da Web têm se acostumado a , em níveis recorde, disse a comScore. Quase dois terços das compras durante a semana do feriado de compras pesados ​​antes e após o feriado incluído frete grátis, cerca de 10 pontos percentuais a mais que no ano passado.
E muitos varejistas estendeu seus negócios para além Cyber ​​Monday.Target.com chamou sua semana de vendas Semana Cyber, e Amazon.comcomeçaram uma semana de negócios no domingo.
RetailMeNot.com , que recolhe cupons para sites de comércio eletrônico, disse que as visitas ao local nos finais de semana de Ação de Graças aumentaram 50 por cento sobre o ano passado, e que as compras por pessoas que buscavam cupons de RetailMeNot aumentou 70 por cento sobre o ano passado. Os descontos médios foram cerca de 20 por cento.
Analistas alertam que as fortes vendas podem não significa que o consumidor vai gastar livremente este ano. Em vez disso, eles poderiam estar salvando as suas compras para os dias quando recebem descontos.Enquanto isso, as margens dos varejistas lucro vai sofrer se eles continuam a desconto profundamente.
"Como os negócios a partir desta semana expirar, será importante para ver o grau em que os consumidores de retorno aos varejistas mesmo para continuar a sua compras de Natal, contribuindo assim para melhorar as margens dos varejistas de lucro, ou se nós experimentamos uma retração nos gastos do consumidor, que tem ocorrido em anos anteriores ", disse Gian M. Fulgoni, presidente da comScore.
Embora as pessoas estão gastando mais dinheiro off-line, as vendas em tijolos e argamassa varejistas não estão crescendo tão rapidamente. As vendas foram de cerca de 3 por cento durante a semana de Ação de Graças.
Parte da razão é que os consumidores estão percebendo rapidamente que os preços são geralmente mais baixos online, mesmo incluindo impostos e frete, disse Mike Fridgen, executivo-chefe da Decide.com , uma comparação de preços e site de rastreamento e app.
Preços dos itens eletrônicos populares podem ser on-line 44 por cento mais baixos e bater no interior da loja os preços 94 por cento do tempo para muitos gadgets, de acordo com Decide.com. Os preços para dispositivos GPS, por exemplo, são geralmente 24 por cento inferior online, embora alguns produtos, como consoles de videogames e câmeras digitais da Canon, são menos caros nas lojas.