sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

iPhone 4S chega ao Brasil no dia 16

As operadoras Claro, TIM e Oi vão começar a vender o iPhone 4S, da Apple, daqui a duas semanas

iPhone 4S, da Apple
Os brasileiros vão, finalmente, poder por as mãos no iPhone 4S. O novo smartphone da Apple deve chegar às lojas à zero hora do dia 16, uma sexta-feira. A notícia foi divulgada hoje pela Claro. A TIM deverá iniciar as vendas no mesmo dia. E a Oi também confirmou o início das vendas por meio de um comunicado à imprensa.
A TIM e a Claro já haviam criado uma página na web para cadastro de interessados em comprar osmartphone da Apple. O preço não foi divulgado, mas estima-se que o aparelho desbloqueado custe por volta de 2 mil reais, valor que pode cair com a contratação de um plano de serviços. Nos Estados Unidos, um iPhone 4S desbloqueado com 16 gigabytes de capacidade custa 649 dólares. Com um plano de operadora, o valor cai para 199 dólares.
O smartphone começou a ser vendido nos Estados Unidos e em mais cinco países em outubro, também numa sexta-feira. O aparelho teve 4 milhões de unidades vendidas só no fim de semana após o lançamento. O número é recorde de vendas entre os celulares e mais que o dobro do número de unidades do iPhone 4 vendidas no lançamento.
Em comparação com o iPhone 4, o modelo 4S traz dois aperfeiçoamentos principais. O primeiro é uma câmera de 8 megapixels capaz de filmar em resolução full HD. O segundo é o processador A5, o mesmo do iPad, que deve tornar mais veloz a execução de aplicativos. Uma terceira novidade, o assistente Siri, capaz de se comunicar com o usuário por meio de frases faladas, não estará disponível em português.
Exame

Pesquisa aponta 50 empresas mais influentes do mundo

As 50 empresas mais influentes
Três pesquisadores suíços - Stefania Vitali, James B. Glattfelder e Stefano Battiston – apresentaram recentemente o que seria, segundo eles, a “primeira investigação da arquitetura da rede internacional de propriedade”.
O estudo, intitulado “A rede de controle corporativo global“, detectou a existência de 43.060 companhias transnacionais localizadas em 116 países e analisou as ligações entre companhias, observando a participação de umas nas outras.
Uma das constatações foi a de que quase 40% do valor de todas as transnacionais no mundo estão submetidos ao controle de 147 empresas. As 50 principais estão no ranking abaixo, elaborado pelos pesquisadores.
Quase metade do ranking é composta por empresas americanas (24). Há, ainda, britânicas (8), francesas (5), japonesas (4), holandesas, alemãs, suíças (duas cada), uma canadense, uma chinesa e uma italiana. O Lehman Brothers, apesar de ter pedido proteção da lei de falência dos EUA em 2008, aparece em 34º do ranking.
EMPRESAPAÍS
1 BARCLAYS PLCReino Unido
2 CAPITAL GROUP COMPANIES INC.EUA
3 FMR CORPEUA
4 AXAFrança
5 STATE STREET CORPORATIONEUA
6 JPMORGAN CHASE & CO.EUA
7 LEGAL & GENERAL GROUP PLCReino Unido
8 VANGUARD GROUP, INC.EUA
9 UBS AGSuíça
10 MERRILL LYNCH & CO., INC.EUA
11 WELLINGTON MANAGEMENTEUA
12 DEUTSCHE BANK AGAlemanha
13 FRANKLIN RESOURCES, INC.EUA
14 CREDIT SUISSE GROUPSuíça
15 WALTON ENTERPRISES LLC.EUA
16 BANK OF NEW YORK MELLON CORP.EUA
17 NATIXISFrança
18 GOLDMAN SACHS GROUP, INC.EUA
19 T. ROWE PRICE GROUP, INC.EUA
20 LEGG MASON, INC.EUA
21 MORGAN STANLEYEUA
22 MITSUBISHI UFJ FINANCIAL GROUP, INC.Japão
23 NORTHERN TRUST CORPORATIONEUA
24 SOCIÉTÉ GÉNÉRALEFrança
25 BANK OF AMERICA CORPORATIONEUA
26 LLOYDS TSB GROUP PLCReino Unido
27 INVESCO PLCReino Unido
28 ALLIANZ SEAlemanha
29 TIAAEUA
30 OLD MUTUAL PUBLIC LIMITED COMPANYReino Unido
31 AVIVA PLCReino Unido
32 SCHRODERS PLCReino Unido
33 DODGE & COXEUA
34 LEHMAN BROTHERS HOLDINGS, INC.EUA
35 SUN LIFE FINANCIAL, INC.Canadá
36 STANDARD LIFE PLC GB 6601 SCC 35.2Reino Unido
37 CNCEFrança
38 NOMURA HOLDINGS, INC.Japão
39 THE DEPOSITORY TRUST COMPANYEUA
40 MASSACHUSETTS MUTUAL LIFE INSUR.EUA
41 ING GROEP N.V. NL 6603 SCC 36.96Holanda
42 BRANDES INVESTMENT PARTNERS, L.P.EUA
43 UNICREDITO ITALIANO SPAItália
44 DEPOSIT INSURANCE CORPORATION OF JAPANJapão
45 VERENIGING AEGONHolanda
46 BNP PARIBASFrança
47 AFFILIATED MANAGERS GROUP, INC.EUA
48 RESONA HOLDINGS, INC.Japão
49 CAPITAL GROUP INTERNATIONAL, INC.EUA
50 CHINA PETROCHEMICAL GROUP CO.China

.Concentração
A pesquisa foi citada pela economista Nancy Folbre no blogEconomix, do “New York Times”. Folbre comentou, além deste, vários outros estudos, recentes ou não, sobre concentração de poder econômico.
Um deles mostra como os grandes grupos financeiros se tornaram “grandes demais para falir”. Eles cresceram por meio de fusões e aquisições, sempre debaixo do nariz do governo.
Por exemplo, o que hoje é chamado de JPMorgan Chase é, na verdade, a união do que, em 1995, eram 11 bancos independentes – não apenas o JPMorgan e o Chase Manhattan, mas também o Washington Mutual, o First Chicago e vários outros.
big_bank_theory_chart_large.jpg
Esse estudo mostra que, em 1995, os ativos dos seis maiores grupos financeiros dos EUA equivaliam a 17% do PIB (produto interno bruto) do país. Em 2010, essa proporção atingiu 64% do PIB.
Outra pesquisa mostra o aumento do oligopólio – definido aqui como um setor em que quatro empresas ou menos dominam 50% do mercado ou mais. Em 1987, apenas 25% dos segmentos da indústria americana estavam nessas condições; hoje são 40%.
Estadão

Stanford vai oferecer novos cursos gratuitos e online

A primeira sala de aulas virtual da universidade americana foi um sucesso e reuniu 60 mil participantes


Stanford terá novos cursos online gratuitos
A Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, planeja oferecer oito cursos online sobre ciência da computação a partir de janeiro. Nas aulas, serão abordados temas como software como serviço (software as a service), criptografia, learning machine (uma vertente da inteligência artificial), interação homem-máquina e, entre outros, design e análises de algoritmos. 

Stanford, considerada o berço do Vale do Silício, região que reúne o maior número de empresas de tecnologia digital do planeta, já havia realizado em outubro um curso semelhante. À época, o tema escolhido foi a inteligência artificial. A iniciativa foi um tremendo sucesso. Conseguiu reunir quase 60 mil participantes. Um contingente que só pode ser reunido para uma aula em um ambiente virtual. 

Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) acreditam que o valor desses cursos online vai além do aspecto didático. Eles os consideram ferramentas indispensáveis para o treinamento de pessoas, aptas a lidar com os sistemas computacionais que dominarão o mercado nas próximas décadas. 

A universidade americana também pretende oferecer dois cursos sobre empreendedorismo em tecnologia. Os títulos soam imperdíveis. Eles ensinam como lançar uma startup de sucesso e como transformar uma grande ideia em uma grande companhia. Assuntos que, considerando a qualidade dos professores da instituição, têm tudo para bombar. 

ÉpocaNegócios

EUA e Europa podem 'reaprender' a inovar com a crise

Para o especialista canadense Min Basadur, a lição deve vir de emergentes como o Brasil e de empresas como a Apple e a 3M

Shutterstock
Que uma grande crise pode representar uma grande oportunidade, todo mundo sabe. Mas a ideia doconsultor canadense Min Basadur – criador do Processo Basadur de Criatividade Aplicada, Simplexity Thinking – é que a crise na Europa e EUA é, na verdade, uma chance de os países “reaprenderem” a inovar. 

“A última ocasião em que os EUA precisaram inovar em uma crise foi na II Guerra Mundial. Incrível como o país se uniu para desenvolver tanques, armas e navios quase de um dia para outro, porque eles eram necessários. A inovação que resultou daí sustentou o crescimento do país pelos 60 anos seguintes. Agora que o crescimento estancou, o que é necessário é um novo inimigo: a crise econômica”, disse Basadur em entrevista para a Época NEGÓCIOS

Na opinião do especialista, a inovação pode vir por meio da resolução de problemas como energia, mudanças climáticas, política de saúde pública, drogas, imigração e pobreza. O esforço para tanto, segundo Basadur, criaria milhões de empregos e a inovação suficiente para uma sociedade “feliz”. “Hoje, o americano está muito insatisfeito com a incapacidade do país de trabalhar como um time para resolver problemas tão importantes”, afirma. 

Nesse sentido, EUA e Europa deveriam, para o especialista (quem diria) tirar lição de emergentes como o próprio Brasil, a Índia e a China, países que saíram da posição de patinho feio ao formular estratégias nacionais e lidar com problemas similares de forma engenhosa. 

E para quem acha que santo de casa não pode fazer milagre, Basadur manda um recado: basta os Estados Unidos olharem para companhias norte-americanas como Apple e 3M. “A capacidade de inovação dessas empresas deve ser aplicada para o país e a sociedade como um todo.” 

O raciocínio do especialista tem base na ideia de que a inovação é um processo que pode ser adotado por empresas de todos os tamanhos até mesmo por países. No caso, estamos falando do Simplexity Thinking, que se resume a quatro estágios: a busca de problemas, definição, resolução e implementação das soluções. 

Até aí, realmente simples. Os problemas a serem atacados nesse processo, no entanto, costumam ser bem complexos na vida real: rentabilidade mais alta, incremento da produtividade, alto nível de satisfação dos clientes, alta qualidade, custos mais baixos, novos mercados, produtos ou serviços; maior eficiência, empregados mais motivados e conseguir a lealdade de clientes e funcionários. “É tão simples que muitas pessoas não entendem, porque esperam algo mais complicado quando se fala de uma cultura de inovação.” 

A novidade, segundo o especialista, é o resultado, uma cultura de empregados mais motivados por poderem usar sua criatividade. Em outras palavras, a motivação não precede o pensamento inovador. “Na prática, motivação é o resultado de pensamento inovador. É o resultado de incentivar e engajar os empregados no uso de sua criatividade no trabalho. E não o contrário.”
ÉpocaNegócios

Mercado prevê Ibovespa a 70 mil pontos no fim de 2012

Apesar da previsão positiva, analistas afirmam que o índice corre o risco de perder até 10.000 pontos nos próximos trimestres


Bovespa
O principal índice das ações brasileiras esta' pronto para se recuperar em 2012 após um ano de fraco desempenho, mas o desempenho do mercado depende do desenrolar da crise da dívida soberana na Europa, mostrou uma pesquisa da Reuters nesta quinta-feira.
Com o Banco Central reduzindo os juros para estimular a economia - o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic em 0,50 ponto percentual na quarta -, analistas dizem que as ações parecem baratas após caírem 18 por cento este ano.
No entanto, com a ameaça da crise da zona do euro à economia global, analistas afirmam que o Ibovespa corre o risco de perder até 10.000 pontos nos próximos trimestres. A mediana das previsões dos analistas consultados pela Reuters projeta o Ibovespaa 61.500 pontos na metade de 2012 e a 70.000 pontos no final do ano que vem. O número é 23 por cento maior do que o fechamento de quarta a 56.874 pontos.
As previsões para o final de 2012, colhidas de 22 analistas, estrategistas e gestores de fundos ao longo da semana passada, variaram entre 50.000 e 80.000 pontos. Em setembro, uma pesquisa da Reuters previu Ibovespa a 62.000 mil pontos no final de 2011. Após cair abaixo de 60 mil em julho, o Ibovespa não conseguiu mais sustentar esse nível.
"Se houver uma ruptura da zona do euro, você veria um colapso dos mercados", disse Kathryn Rooney Vera, estrategista da Bulltick Capital Markets. Para ela, os mercados não estão nem de perto precificando esse risco.
Exame

YouTube redesenha seu site para promover os canais de vídeo personalizado

YouTube, apesar de um dos sites mais populares da Web, sempre foi um pouco esmagadora, com sua avalanche de vídeos, mais de 48 horas dos quais são enviados a cada minuto.
Na quinta-feira, o YouTube introduziu um site reformulado para ajudar as pessoas a percorrer todos os vídeos e ver os que dão maior importância cada vez que visitar o site. O redesenho, a maior da história do YouTube, faz parte de um esforço mais amplo pelo Google, que detém o YouTube.Ele quer criar na internet uma alternativa ao cabo, com milhões de canais que pode ser visto em telas de qualquer tamanho, se os telefones ou computadores ou televisores.
"Agora o YouTube tem tanto conteúdo que é muito difícil saber por onde começar", disse Shishir Mehrotra, vice-presidente de desenvolvimento de produto do YouTube. "Estamos tentando casar-se com o melhor da TV com o melhor do online, assim que você começa a programação regular e volte sempre, mas a nova home page garante que você pode ter canais de você se preocupa e interagir com eles de maneiras que você não poderia fazer na TV. "
No novo site, espera YouTube, as pessoas vão ter o tempo para selecionar seus canais favoritos do YouTube - o que poderia ser um criador de vídeo individual, uma rede como a CBS, um performer como Coldplay ou um tópico como cozinhar. YouTube compara esta com a programação de um gravador de vídeo digital. Então, cada vez que visitar o YouTube, eles vão ver os canais e um feed dos vídeos mais recentes criados por esses produtores.
Usuários do YouTube têm sido capazes de subscrever vídeos criadores individuais, mas uma assinatura significou pouco mais que um shout-out que eles gostam de vídeos do criador. Agora, uma assinatura que significa que uma pessoa escolheu para assistir esse canal regularmente e verá o conteúdo muitas vezes por causa de um usuário top 10 canais sempre aparecem na página inicial.
Canais podem ser criados pelos criadores de vídeo profissionais, como HBO, produtores YouTube como Machinima , bloggers e criadores de vídeo amador e curadores que não enviar seus próprios vídeos, mas selecionar os seus favoritos do YouTube.
"Isso realmente muda o jogo entre os criadores de conteúdo", disse Noam Lovinsky, gerente de produto do YouTube. "Todo mundo vai ser competindo por uma vaga nas páginas de sua casa, por isso concentra-los na construção de canais que você vai voltar para o dia a dia."
A nova home page, em vez de mostrar fotos em miniatura de uma grande variedade de vídeos em grandes áreas como notícias, comédia e esportes, tem três colunas. À esquerda são os canais que o usuário tenha escolhido, no meio é um feed dos vídeos mais recentes dos criadores e à direita são recomendados vídeos com base nas preferências do usuário.
O olhar é diferente, também. O fundo é cinza ao invés de branco. O logotipo é mais moderno eo layout é menos confusa - tudo se encaixar com os esforços globais do Google de tornar seus produtos mais esteticamente agradável, amigável e semelhante a um outro, disse Margaret Stewart, diretora de experiência do usuário no YouTube.
É também mais um passo para a integração do YouTube com Google +.Agora, o mesmo log-in funciona no Gmail, + Google, YouTube e outros produtos do Google. As pessoas podem escolher vídeos postados por seus amigos no Google + como um canal e pode compartilhar vídeos, dando-lhes um e começar um hang-outs diretamente do YouTube.
YouTube também disse que seus formatos mais novo anúncio, que deixe as pessoas escolher se quer assistir anúncios , têm sido surpreendentemente popular com os anunciantes, e que os anúncios skippable agora respondem por mais da metade dos anúncios que mostram em vídeos no site.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tombini: de fraco a ‘vidente’ em um ano no comando do BC

 A imagem do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, aos olhos do mercado mudou tanto quanto os rumos da política monetária ao longo de 2011. Em seu primeiro ano no cargo Tombini passou de desconhecido a “vidente”, não sem antes passar pelo status de “louco”.
Ao assumir o posto deixado por Henrique Meirelles, Tombini trazia consigo um currículo de qualidades técnicas, mas não era muito conhecido do mercado. Ele iniciou seu mandato em um contexto de alta da inflação, no qual os analistas começavam a duvidar do cumprimento da meta em 2011.
Nas quatro primeiras reuniões do Copom no ano, o presidente do BC deixou claro seu compromisso com o combate à inflação, aumentando a Selic em 1,75 ponto percentual, de 10,75% em janeiro para 12,50% em julho.
Em agosto, no entanto, uma mudança de direção surpreendeu o mercado. O grupo liderado por Tombini decidiu reduzir a taxa básica em 0,5 ponto percentual, logo depois de a presidente Dilma Rousseff cobrar a redução de juros publicamente. A justificativa dada pelo Banco Central foi a preocupação com o cenário econômico internacional, que entrou em fase de brusca desaceleração, mas Tombini ficou com a imagem de fraco.
“Muita gente pensou que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fosse louco (ou, no mínimo, que ele estava seguindo ordens estritas da presidente Dilma Rousseff) quando ele deu início, em agosto, a um ciclo de afrouxamento monetário, aparentemente esquecido de que a inflação anual estava acima dos 6,5%, limite superior da meta”, diz um texto publicado no blog Beyond Brics, do jornal britânico Financial Times.
Meses – e três cortes nos juros – depois, o discurso sobre a atuação de Tombini já mostra diferenças. “Chame de previsão, ou simplesmente de boa sorte, mas a decisão do Brasil em começar a baixar os juros em agosto parece ter sido certa, afinal”, diz o FT.
A deterioração nos mercados globais vem justificando as decisões de Tombini. Em uma eventual reforma ministerial no começo do ano que vem, seu nome passa longe da lista de potenciais substituições. Segundo o jornal britânico, a fórmula de Tombini tem dado certo e “parece que nada vai pará-lo agora”. 
Exame