terça-feira, 10 de janeiro de 2012

7 promessas furadas de Ano Novo

 “Muito dinheiro no bolso / Saúde pra dar e vender” são versos de uma das músicas mais populares de Ano Novo e dão a dimensão de como o dinheiro faz parte dos sonhos das pessoas. Para muita gente, melhorar de vida chega a ser sinônimo de ganhar mais dinheiro. É a partir dessa constatação que muita gente faz promessas ou simpatias de Ano Novo que, de alguma forma, envolvem as finanças pessoais. EXAME.com apresenta abaixo algumas das resoluções mais comuns para o ano que acaba de nascer e explica por que tantas vezes os objetivos não são atingidos:
1 - Ficarei rico (apostando na Mega Sena)
Sem dúvida nenhuma, esse é um dos principais desejos das pessoas que pulam sete ondas na praia na virada de ano. O problema é que muita gente não para para pensar em um plano que vai permitir a acumulação de riqueza. “Não adianta alguém achar que vai se tornar milionário fazendo as mesmas coisas que já estão sendo feitas”, diz o educador financeiro Mauro Calil. “É preciso elaborar um plano que, no longo prazo, leve ao crescimento do patrimônio.” Quando a única ideia existente é jogar na Mega Sena, dificilmente a pessoa vai progredir. A matemática mostra que a chance de acertar as seis dezenas com apenas um jogo é de uma em 50 milhões.
O segundo jeito mais rápido de ganhar muito dinheiro honestamente é abrir o próprio negócio. É inegável que existem grandes oportunidades a serem aproveitadas em um país emergente como o Brasil. O risco de perder todo o dinheiro investido, no entanto, é proporcional ao potencial de retorno dos novos negócios. Antes de colocar o dinheiro, é interessante estudar a fundo o mercado potencial para os produtos ou serviços que serão oferecidos. Questionar as próprias convicções, levantar os riscos e não subestimar a possibilidade de tropeços também fazem parte de uma estratégia prudente. É impossível entender a complexidade de qualquer mercado sem estudá-lo durante ao menos seis meses.
2 - Vou ganhar mais (pressionando meu chefe a me dar um aumento)
Essa é outra forma de simplificar a solução para os problemas financeiros. Empresas que podem ser consideradas generosas raramente promovem mais de 15% ou 20% dos funcionários a cada ano. Muita gente realmente merecedora fica de fora dessa lista. Não seria estranho, portanto, se este ano terminar e excelentes funcionários não tiverem sido contemplados. O professor Mauro Calil explica que as formas de aumentar as chances de obter um reajuste salarial variam de acordo com o cargo da pessoa. Quem é funcionário público muitas vezes não tem como ganhar promoções sem prestar novos concursos públicos – o que geralmente implica em estudar.
Já na iniciativa privada também existe a possibilidade de fazer cursos e aprimorar o conhecimento. O leque de opções, entretanto, é um pouco mais amplo. Transferir-se de um grande centro para uma cidade do interior do país onde não há mão de obra capacitada é uma forma interessante de obter um reajuste – principalmente em um momento em que diversas regiões brasileiras crescem mais que São Paulo ou Rio de Janeiro. Já quem não pode arrastar a família ou simples mente não quer ir para outra cidade deve investir em networking e buscar oportunidades em outras empresas – nem que seja para arrancar um reajuste na própria companhia quando uma proposta melhor surgir.

3 - Vou me livrar das dívidas (sem mexer no meu padrão de vida)
Quem está endividado não tem tempo para elaborar um plano para abrir o próprio negócio ou esperar o chefe se convencer que um aumento seria merecido. O enforcado precisa com urgência juntar o dinheiro necessário para honrar as próprias dívidas e evitar ser incluído em cadastros de inadimplentes. A forma mais rápida de levantar recursos é reduzir as despesas – e não aumentar as receitas.

Quem não está atolado em dívidas tem a chance de se livrar delas simplesmente sendo mais organizado financeiramente. Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro “Livre-se das Dívidas”, o primeiro passo é anotar todos os gastos que são feitos durante um mês. Em seguida, é necessário analisá-los um a um e classificá-los por ordem de necessidade. “Ao analisar tudo que foi gasto, as pessoas costumam descobrir que mesmo entre as despesas de primeira necessidade, como alimentos, bens de consumo, energia, água e telefone, é possível cortar cerca de 20% dos custos apenas evitando o desperdício”, diz ele. “Esse percentual é ainda maior entre as despesas com supérfluos.”
Se com o dinheiro poupado após essa revisão financeira ainda não for possível acabar com as dívidas, pode ser necessário renegociá-las. O professor Mauro Calil recomenda que os débitos mais caros sejam identificados para que depois possam ser substituídos por empréstimos mais baratos. Um trabalhador com carteira assinada pode, por exemplo, tomar um empréstimo consignado para cobrir o rombo do cheque especial, economizando muito com juros. Se ainda assim não der para pagar tudo, Calil recomenda que as dívidas mais baratas deixem de ser pagas para evitar que as mais caras cresçam como uma bola de neve.
4 - Não usarei o cartão de crédito (só darei um pulinho rápido no shopping)
Consumidores vorazes geralmente podem ser identificados pela frequência com que usam o cartão de crédito. Por ser uma linha de crédito pré-aprovada que permite o pagamento de apenas 15% da fatura no mês seguinte, os plásticos se tornaram o meio mais comum de endividamento dos brasileiros. Como os cartões também possuem as maiores taxas do mercado (os juros podem ser maiores até mesmo que os cobrados por agiotas), as dívidas podem explodir quando os gastos são feitos de maneira descontrolada.
Muita gente que já usou o cartão irresponsavelmente no passado pode ter prometido simplesmente não tocar nele neste ano. A primeira dica para quem acabou de adotar uma atitude drástica como essa é não se expor ao consumo, indo a shopping centers e lojas com liquidações ou então navegando em sites de compras coletivas. Mas apenas isso pode não ser suficiente, alerta o consultor financeiro André Massaro, da MoneyFit. Em alguns casos, um consumidor descontrolado precisa procurar ajuda psicológica profissional. Para a maioria das pessoas, entretanto, basta força de vontade.
5 - Pouparei mais (sem recaídas)
Os consultores financeiros ouvidos por EXAME.com relatam que não são raros os casos de pessoas que possuem excelentes salários, como 50.000 ou 60.000 reais por mês, e que possuem menos do que isso poupado no banco. A explicação é que muita gente até consegue guardar dinheiro durante algum tempo, mas logo tem uma recaída e torra tudo para realizar um enorme desejo, como uma viagem exótica ou um carro de luxo.
O educador financeiro Reinaldo Domingos, presidente do instituo DSOP, ensina que a forma correta de poupar dinheiro é, em primeiro lugar, estabelecer sonhos de curto, médio e longo prazo. É preciso definir quanto custa cada sonho, quanto será poupado a cada mês para cada um deles e por quanto tempo. A poupança que for realizada para cada um desses objetivos é feita de forma simultânea. O dinheiro deve ser guardado assim que o salário cai na conta. Quem só guarda o que sobra após todas as despesas corre mais risco de não cumprir os três objetivos.

O ideal é que as pessoas poupem ao menos 10% da renda todos os meses. Quem quer parar de trabalhar logo deve elevar esse percentual. Em um mês, uma pessoa pode, por exemplo, poupar 1.000 reais para um sonho de curto prazo como uma viagem de férias, 2.000 reais para o sonho de médio prazo como a compra de um carro novo e 3.000 reais para atingir um objetivo de longo prazo como a compra de um imóvel. O dinheiro deve ser separado em contas ou investimentos diferentes de forma que a pessoa não se sinta tentada a sacrificar o futuro distante em nome da realização imediata do sonho de curto prazo.
6 - Vou ganhar muito dinheiro na bolsa (após um curso de um dia de análise técnica)
O bilionário Lírio Parisotto, maior investidor da Bovespa, costuma dizer que o uso da análise técnica no mercado acionário só serve para jovens perderem o dinheiro dos pais. Trata-se, obviamente, de um exagero, uma vez que grandes bancos e corretoras contratam grafistas para identificar bons pontos de entrada e saída da bolsa. Mas quase nenhum gestor profissional de fundos de ações acredita que somente isso já é suficiente para ficar milionário. O conhecimento da análise gráfica é complementar à avaliação dos fundamentos da economia brasileira e mundial, dos setores produtivos e das companhias listadas. Esse conjunto de conhecimentos é que dá a um investidor vantagem competitiva para negociar ações em bolsa.
Muita gente, entretanto, sai de um curso de análise técnica com duração de um dia achando que está preparado para nadar entre os tubarões. Ledo engano. A fuga de 27.000 investidores da Bovespa no último ano mostra que muita gente simplesmente não estava suficientemente preparada para investir em renda variável, perdeu dinheiro e desistiu. Para os especialistas ouvidos por EXAME.com, pode ser interessante comprar ações, principalmente quando os papéis estão com preços baixos. O dinheiro que será colocado na bolsa, entretanto, deve ser meticulosamente separado.
O recurso que serve como reserva de emergência ou que está sendo poupado com o objetivo de realizar sonhos de curto prazo deve ser aplicado apenas em investimentos de alta liquidez e baixo risco, como a caderneta de poupança, CDBs de bancos grandes e fundos DI. Os recursos de médio prazo devem ser colocados no Tesouro Direto, em CDBs de bancos médios e fundos de renda fixa ou multimercados – de preferência, aqueles geridos por administradores de recursos com excelente reputação. Já a poupança de longo prazo pode ser destinada a fundos de previdência complementar, Tesouro Direto ou bolsa. Não é prudente, portanto, aplicar mais de 30% ou 40% do patrimônio no mercado acionário.
7 - Vou garantir minha aposentadoria (quando der)
Quando questionado sobre a importância de poupar para a aposentadoria, qualquer brasileiro com um mínimo de bom senso dirá que essa é uma de suas preocupações. Muito pouca gente, no entanto, poupa com a visão de garantir o próprio futuro e da família após a idade produtiva. Para o consultor financeiro André Massaro, todo mundo acha a poupança para a aposentadoria importante, mas ninguém toma isso como algo urgente. É natural, já que pessoas com 30 ou 40 anos costumam ter problemas mais imediatos para resolver. O problema é que os juros compostos fazem com que a previdência funcione melhor com pequenos aportes desde cedo. Quem deixa para pensar nisso só no final da vida corre o sério risco de encarar momentos de stress e angústia. “É por isso que só 1% dos brasileiros consegue manter o padrão de vida após a aposentadoria”, diz Reinaldo Domingos. 
Exame

Manter um carro fica 7,86% mais caro em 2011

O custo de manutenção de um carro subiu acima da inflação em 2011, segundo a Inflação do Carro divulgada pela Agência AutoInforme nesta segunda-feira. O índice teve alta de 7,86%, acima da inflação medida pela FIPE, de 6,55%, e do IPCA, que ficou em 6,5%. Os vilões dessa alta foram os preços do etanol e dos estacionamentos.
A Inflação do Carro mede os preços de uma cesta de peças, serviços, impostos, combustíveis e seguros. O que mais pesou no custo dos carros em 2011 foi o etanol, que ficou 15,4% mais caro. Em seguida, veio o preço médio do estacionamento para duas horas, que cresceu 14,5%, acumulando a maior alta do índice nos últimos cinco anos: 116% desde 2006. A gasolina também teve uma alta importante, de 8,2%.
O combustível é o item da cesta que tem maior peso no bolso do motorista, tendo representado 32,52% do total dos gastos dos proprietários de veículos no ano passado. Ou seja, dos 991,61 que o brasileiro gastou, em média, com seu carro, 322,48 reais foram destinados ao combustível.
A cesta de Serviços – revisões, balanceamento de rodas, alinhamento de direção, limpezas, estacionamento, lavagem etc. – encareceu 9,44%, bem mais que a cesta de peças, que teve aumento de 4,25% em 2011. Os únicos itens da inflação do carro que viram deflação foram a limpeza do bico injetor, que caiu 1,71%, e a lavagem simples, que reduziu 3,27%. Jogo de velas, estacionamento mensal, seguro obrigatório e inspeção veicular foram outros itens que viram aumento de mais de 10% em 2011.
Exame

Em 2011, 20% das empresas contrataram aposentados

O descompasso entre aquecimento da economia e oferta de profissionais com qualificação suficiente no Brasil fortaleceu um fenômeno curioso em 2011: o retorno de profissionais aposentados para o mercado de trabalho.
De acordo com levantamento da Hays Consulting Group, no ano passado, 20% das companhias atendidas pela consultoria contrataram profissionais que já haviam pausado (oficialmente) suas carreiras. O maior volume de contratações de pessoas que já estavam curtindo a aposentadoria aconteceu para preencher cargos técnicos. Segundo o levantamento, 72% das companhias recrutam aposentados para esse tipo de oportunidade. Para cargos na diretoria, o índice é de 33% das empresas. O setor de serviços é o que mais se aproveitou desta estratégia. De acordo com a pesquisa, 25% das companhias do setor contrataram aposentados, seguido pela área de bens de consumo (10%), telecomunicações (8%) e setor farmacêutico (7%). De acordo com a pesquisa, metade dessas contratações foram motivadas pela falta de profissionais em idade ativa com experiência e qualificação suficiente para tocar determinados projetos.
Tipo de cargoPorcentagem das empresas
Técnico72%
Diretoria33%
Gerência28%
Conselho17%
Presidência6%
Exame

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mini One, R$ 70 mil, é novo degrau de acesso ao 'mundinho descolado'

Mini One tem pacote de itens simplificado e motor com menos de 100 cv
Mini One tem pacote de itens simplificado e motor com menos de 100 cv
A representação brasileira da BMW e da estilosa Mini apresentou a parte da imprensa nacional, nesta quarta-feira (13), o Mini One, versão que assume o posto de "carro de entrada" para quem quer fazer parte do mundinho colorido, esperto e divertido da marca. O carro já está sendo comercializado por R$ 69.950 e entrega a que veio logo no bordão, que prega que este é "seu primeiro Mini".
Por este preço, que é R$ 10.800 mais em conta que o valor pedido pela versão Salt (R$ 80.750), o Mini One entrega menos conteúdo e potência que o restante da linha, claro, mas mantém um padrão condizente com o nicho de carros de imagem. Estão incluídos no pacote rodas aro 15 com pneus 175/65, faróis de neblina, ar condicionado analógico, bancos dianteiros com ajuste de altura, rádio/CD Player com entrada AUX-IN e LEDs de iluminação da cabine com 11 diferentes tons. A garantia de fábrica segue sendo de dois anos, com o mesmo plano de revisões.

EM BLOCO

  • Divulgação
    Na foto acima, temos o polivalente motor 1.6 que equipa a gama Mini. Aliado ao turbo, ele gera 186 cavalos no Mini Cooper S ou 213 cv no esportivíssimo JCW. Aspirado, entrega 122 cv na versão Cooper. No One, seu ímpeto foi reduzido para 99 cv, mas a esperteza segue presente.
O preço mais baixo levou a simplificações em relação a outras configurações do Mini: o farol não conta com luzes de xênon, a tampa do porta-malas e dos retrovisores externos é pintada de preto fosco, a grade frontal em filetes horizontais tem acabamento preto brilhante (piano black) e o couro reveste apenas o volante e uma faixa central das portas, deixando os bancos apenas com revestimento de tecido. A paleta de cores também ficou reduzida, mas não é por isso que você está liberado para estragar tudo encomendando um na cor prata, insossa demais na opinião de UOL Carros.
A segurança, porém, ainda é de gente grande e o Mini One coloca freios com ABS de 8ª geração e auxílio para aclives e declives, seis airbags e controles de tração e de estabilidade na retaguarda do condutor e de outros três ocupantes -- os dois que viajam no banco traseiro penam para entrar no carro, tendo que empurrar os bancos dianteiros e dar show de contorcionismo, mas depois contam com bom espaço para pernas e cabeça, algo até surpreendente.
MAIS URBANO, NÃO MENOS DIVERTIDO
O motor da versão One segue sendo o bloco a gasolina de 1,6 litro, aspirado, mas sua calibração reduz a potência máxima para 99 cv (98 hp), com torque de 15,6 kgfm. O ponto alto deste conjunto mecânico está na coordenação feita pelo câmbio manual de seis marchas que faz com que o hatchzinho (o diminutivo aqui fica por conta dos 3,72 metros de comprimento) se mantenha ágil como poucos no trânsito pesado e ainda deslanche à frente em trechos de pista livre.
Um curtíssimo test drive promovido pelo Grupo Caltabiano, que possui a maior concessionária da marca Mini no Brasil, precedeu a apresentação do modelo, impedindo qualquer avaliação apresentável. A fábrica, porém, afirma que o Mini One tem vocação extremamente urbana (mais que seus antecessores), sendo praticamente "um carro para o dia-a-dia". Em conversa informal, os instrutores do evento citaram um consumo médio de 9,6 km/l nas vias paulistanas.
Claro, não adianta espernear e dizer que o carro é muito caro pelo tamanho que oferece, que pelo preço seria possível comprar um sedã médio ou médio-grande, com muito mais conforto. Sim, isso seria possível tanto aqui no Brasil, quanto no Reino Unido, onde ele custa 13.400 libras (cerca de R$ 34 mil). Mas o Mini One é feito para um público que troca o prático e lógico pelo descolado. Ou você teria de coragem de sair por aí vestido de camiseta estampada com a foto do seu "sedã de tiozão" preferido? Então, é isso.
UOLNotícias

Land Rover vai expandir fábrica do Evoque na Inglaterra

Land Rover vai expandir fábrica do Evoque na Inglaterra
Crossover deve impor novo ritmo de produção – e vendas – à marca britânica
Em meio às incertezas provocadas pela crise financeira que toma conta da Europa, o sucesso comercial do Range Rover Evoque está estabelecendo uma nova fase na expansão das operações da Land Rover no continente. Conhecido por lá pelo carinhoso apelido de “Baby Ranger Rover”, o Evoque deve capitanear o crescimento da marca inglesa daqui em diante. 

A fábrica de Halewood, em Liverpool, irá receber investimentos de 100 milhões de libras, cerca de R$ 288 milhões, e terá sua capacidade de produção ampliada, das atuais 100 mil unidades anuais para mais de 150 mil veículos a cada ano. O quadro de funcionários, com 3 mil trabalhadores, deve ganhar o reforço de mais 1.500 empregados. 

Com o êxito comercial do Evoque, a Jaguar Land Rover já estima lucro recorde de 1,5 bilhão de libras, ou R$ 4,3 bilhões, para 2012. Até então, o índice mais alto já alcançado pela marca do grupo indiano Tata Motors havia sido batido em 2010, com 1,1 bilhão de libras – R$ 3,1 bilhões –, em grande parte graças à demanda crescente oriunda de mercados emergentes.

A Jaguar Land Rover também constrói uma nova fábrica de motores em Wolverhampton, com investimentos totais de 355 milhões de libras (R$ 1,02 bilhão), e quer retomar os tempos de pompa de sua unidade em Solihull, que esteve perto do fechamento recentemente. Esta unidade produz o Range Rover, Range Rover Sport, Defender e Discovery, mas deve incrementar ainda mais o portfólio de produtos nos próximos anos.

 

Veja mais: Land Rover cumpre promessa e traz Evoque por iniciais R$ 164.900
Veja também: Teste: Range Rover Evoque é o novo senhor do castelo

sábado, 7 de janeiro de 2012

GESTÃO DE COMPRAS E NEGOCIAÇÃO COM FORNECEDORES -UNIFOR




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Objetivos
Geral
Apresentar aos participantes novos conceitos e adequações aos processos de Compras no mercado.
Específicos
Apresentar e discutir conceitos, métodos relacionados às atividades compras e suprimentos para profissionais interessados nesse campo da administração de negócios.
Transmitir, com base na experiência profissional do docente e dos próprios participantes, uma visão prática aplicada das técnicas e processos envolvidos.
Benchmarking entre os participantes.
Público Alvo
Todos os profissionais envolvidos com os processos de Compras e Suprimentos Logísticos; (Diretores, Gerentes, Supervisores, Coordenadores, Analistas, etc.), atuantes nas etapas da Cadeia de Suprimentos (compras, produção, vendas, marketing, financeiro, transportes, distribuição, administrativo), bem como aqueles profissionais que buscam iniciar atividades dentro da área.
Calendário
Período de inscrições: Até 28 de janeiro de 2012 ou enquanto houver vagas.
Período do curso: de 31 de janeiro a 15 de fevereiro de 2012.
INSCRIÇÕES: Clique AQUI e siga as instruções indicadas;
Confirmação de inscrição: Clique 
AQUI
Horário
18h às 22h (3ª a 5ª)     Carga Horária 32h
Conteúdo Programático
DEFINIÇÃO DO PROCESSO COMPRAS
A FUNÇÃO COMPRAS E OBJETIVOS 
O CICLO DE COMPRAS
FORMAS DE COMPRAR
ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE MATERIAIS
COMPRAS E DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDORES
NEGOCIAÇÃO COM FORNECEDORES (PREÇO E PRAZO)
SELEÇÃO DOS FORNECEDORES
PROGRAMAÇÃO DAS COMPRAS EDI (Eletronic Data Interchange)
PLANEJAMENTO DE COMPRAS DENTRO DO ORÇAMENTO
FATORES CONDICIONANTES DA ATIVIDADE DE COMPRAR
NÍVEL DE INFORMATIZAÇÃO: Nenhum, Automatizado, B2B
PODER DOS FORNECEDORES: Fonte Única, Múltipla ou Simples
PODER DE NEGOCIAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO COMPRADORA
SETOR DE ATUAÇÃO: Regulamentação Forte (ANFISA) ou Não
COMÉRCIO ELETRÔNICO (E-Commerce; E-Procurement) 
DECISÃO DE FAZER OU COMPRAR
MANUAL DO COMPRADOR
ESTUDO DE CASO E EXEMPLOS PRÁTICOS
Corpo Docente
Delano Chaves Gurgel do Amaral
Administrador-Sócio da DELAM SERVIÇOS DE TREINAMENTO E CONSULTORIA EM EDUCAÇÃO LTDA. Coordenador do MBA Gerenciamento de Projeto para Colaboradores da Grendene no Instituto Executivo de Formação. Consultor Logístico Gestão de Contratos Orçamentários (Quarteirização) – Proconsult. Ex-Diretor de Negócios e Empreendedorismo da Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial-NUTEC. Autor do Projeto dos Cursos Extensão de Logística pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR. Ex-Professor Curso Pós-Graduação em Gerenciamento de Marketing-UECE. Ex-Consultor da Ernst &Young. Gerente de Shopping. Doutorando em Gestão pela Universidade Lusíada Portugal. Professor Pós-Graduação Instituto Educare Curso Engenharia da Produção para Colaboradores da Grendene e Votorantim. Mais de vinte anos de experiência treinamentos in company. Consultor Organizacional e tem vários artigos publicados.
Vagas
30 Vagas     Forma de Pagamento  R$ 220,00 (duzentos e vinte reais).
À VISTA, pode ser pago em qualquer agência bancária, casa lotérica ou farmácia.
PARCELADO, em até 6 vezes, nos cartões VISA ou MASTERCARD; imprima o boleto e apresente-o na Tesouraria da UNIFOR, para efetuar o parcelamento.
Certificado
Será conferido Certificado de Participação ao aluno que obtiver frequência igual ou superior a 85% da carga horária.
Informações
Universidade de Fortaleza 
Vice-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Divisão de Pós-Graduação Lato Sensu e Educação Continuada
Av. Washington Soares, 1321 
Bairro Edson Queiroz 
CEP – 60.811-905 
Fortaleza – Ceará 

Por que a Tok&Stok precisa se repaginar (com ou sem dono novo)

 Por trás dos vários ambientes decorativos espalhados pelas 35 lojas da rede Tok&Stok em São Paulo, se encontra uma estratégia de negócios que precisa de uma nova demão de tinta, segundo os especialistas.
Repaginar a rede fica ainda mais complicado, no momento em que a Tok&Stok volta a ser alvo de rumores de que está à venda. A informação é do jornal Valor Econômico. O negócio, porém, enfrentaria um desalinhado cenário societário entre os donos e fundadores da rede, Regis e Ghislaine Dubrule. Os dois estariam discordando sobre a hora certa de se desfazer do negócio da família.
Os empresários teriam contratado o BTG Pactual para assessorar a venda da empresa, por estimados 900 milhões de reais. Essa não seria a primeira vez (nem a segunda) que os donos colocam a empresa à venda e sondam potenciais interessados.
Arrumando a casa
Seja sob um novo dono, seja com os Dubrule, o fato é que a Tok&Stok já tem uma lista de tarefas estratégicas a partir deste ano, de acordo com o especialista em varejo Eugênio Foganholo, da consultoria Mixxer Desenvolvimento Empresarial.
A primeira delas é saber para quem a empresa quer vender. “A marca Tok&Stok é forte, tem bons produtos e sabe que atende, em especial, solteiros e jovens casais. Falta saber de quais classes sociais eles são”, afirma Foganholo. Com isso definido, a empresa pode oferecer seus produtos a preços alinhados aos que seu público alvo quer e pode pagar.
Outro desafio é o de vender produtos de maior valor agregado, como móveis. Isso porque, neste segmento, a empresa perde consumidores para centros comerciais que oferecem maior opção de lojas e fabricantes. “Dificilmente quem visita a loja da Tok&Stok uma vez compra um produto mais caro lá sem procurar outras opções no mercado”, diz o especialista.
Concorrentes
Por último, a Toks&Stok precisa reforçar a marca para concorrer com quem está entrando no setor de decoração e com as antigas conhecidas dos consumidores: as lojas de material de construção. Essas redes decidiram apostar nas vendas de produtos de decoração para os mesmos clientes que estavam lá procurando itens para reformar ou construir. “Desde então, tem aumentado suas receitas com as vendas desses itens e se dedicado a ampliar os negócios no ramo”, diz o consultor.
O ano passado, a Tok&Stok faturou cerca de 800 milhões de reais em um negócio considerado tão lucrativo quanto complexo pelo mercado. “Exige muitos fornecedores, lojas grandes e um amplo mix de produtos. Mas é promissor o suficiente para atrair qualquer investidor”, diz ele.
Exame

Conheça 5 profissões promissoras para 2012

A área de TI no Brasil está aquecida e as empresas deste ramo procuram profissionais qualificados para preencher as vagas abertas.
O Brasil é o 8º maior mercado de TI do mundo e deve crescer 7,5% em relação a 2010, de acordo com a IDC, consultoria especializada em TI. "Um mês atrás a empresa onde trabalho possuía 60 vagas e procuramos alucinadamente por profissionais com a qualificação exigida", diz Hamilton Berteli, CTO da Avanade Brasil,  empreendimento conjunto da Accenture e da Microsoft.
Segundo Berteli, a grande oferta de vagas em diversas áreas reflete como o mercado de TI está aquecido. O diretor, com base em pesquisas internas, tendências da tecnologia e estudos de consultorias, acredita que profissionais especializados em determinadas áreas irão se destacar em 2012.
Veja abaixo:
1 - Programador de aplicações móveis - A criação de apps para dispositivos móveis será destaque nos próximos meses, especialmente para os profissionais com conhecimento em linguagem multiplataforma, segundo Berteli. "Haverá grande procura pela tecnologia HTML 5 porque esta plataforma roda em mais de um sistema operacional, seja iOS, Android ou Windows Phone", diz.
2 - Engenheiro especializado em tecnologias colaborativas - De acordo com o CTO, a implementação de plataformas sociais dentro das empresas é uma forte tendência. "Esta cultura começa a penetrar nas companhias, que estão acostumadas a manter a comunicação apenas por e-mail. Para esta área, o profissional deverá ter conhecimentos em organizações de portais, especializações em Web 2.0 e até biblioteconomia por causa do modelo de busca", diz.
3 - Inteligência empresarial (BI) - Os profissionais desta área serão requisitados para coletar e organizar qualquer operação que envolva a corporação, inclusive estudos com base em divulgações dos usuários nas redes sociais. "A disparidade gigante de sistemas e dados não estruturados exige a demanda do profissional especializado em Big Data e, principalmente, saber integrar estes dados dentro da visão de inteligência de negócios", diz Berteli.
4 - Analistas de governança corporativa - Até o ano passado, o forte era a arquitetura orientada a serviços (SOA). Hoje, a atenção está voltada para a segurança dos dados e serviços que estão na nuvem, segundo o diretor. "Os analistas deverão orientar e assegurar a área de negócios, por exemplo, o controle das informações que não estão em casa", diz.
5 - Gerente de TI e gerente de projetos - Dificilmente estes cargos saem de moda, principalmente por causa das novidades, mas é necessário reciclar o conhecimento, diz Berteli. "A faculdade proporciona parte do conhecimento da área, mas é importante contar com uma boa infra-estrutura no local de trabalho, pois o profissional também aprende na prática", afirma. Além disso, é recomendável realizar treinamentos, participar de simpósios, trocar informações com outros profissionais e obter certificações para provar que domina o assunto, diz o diretor.
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