sábado, 7 de janeiro de 2012

7 grandes fracassos tecnológicos vergonhosos de 2011

Se é verdade que os fracassos trazem boas lições a ser aprendidas, 2011 foi um ano bastante pedagógico. Google, Microsoft, Sony, Nokia, HP e RIM são algumas das empresas que devem estar digerindo os erros que cometeram e prometendo fazer melhor em 2012. Confira, a seguir, sete dos mais importantes fracassos tecnológicos do ano.
1 - O Chromebook não decolou
Já que a computação em nuvem é uma das tecnologias do momento, o Google resolveu radicalizar. Em maio, a empresa anunciou seus chromebooks, laptops baseados no sistema operacional Chrome OS. Eles rodam aplicativos que, em vez de ficar no próprio computador, residem em servidores da internet, ou seja, na nuvem. Os primeiros chromebooks começaram a ser vendidos em junho pela Samsung (foto ao lado) e pela Acer, nos Estados Unidos e na Europa.
A ideia até seria atraente se o acesso à internet estivesse sempre disponível. Mas, como sabemos, não é o que acontece. Na maioria dos aviões, por exemplo, um chromebook é quase inútil. Além disso, os aplicativos online ainda estão longe de oferecer todos os recursos dos programas instalados nos PCs. E para completar, os modelos apresentados têm preços nada atraentes. Em novembro, o noticiário Digitimes, de Taiwan, divulgou a previsão de que o ano terminaria com menos de 30 mil unidades vendidas. É um número insignificante.
2 - HP TouchPad acabou liquidado
O TouchPad, com que a HP pretendia superar a Apple no mercado de tablets, chegou às lojas nos Estados Unidos em julho, encalhou nos estoques e foi descontinuado apenas um mês e meio depois. Foi um fracasso espetacular, mas não por falta de preparação. A HP vinha desenvolvendo seu tablet desde 2005, o mesmo ano em que a Apple começou a trabalhar no iPad e no iPhone. A primeira tentativa fracassada foi o Slate, lançado em 2010, que rodava o Windows 7.
Persistente, a HP tentou novamente com o TouchPad, que usava tecnologia da Palm. O novo produto seguiu o modelo da Apple, com soluções exclusivas e controle rígido do hardware e do software. Mas o tablet era caro e faltavam aplicativos para ele. Quase ninguém se interessou. Depois de anunciar seu fim, a HP acabou liquidando o estoque por 99 dólares a unidade, um quinto do preço original.
3 - O Windows Phone encalhou
O sistema operacional Windows Phone, da Microsoft, já conta com mais de 50 mil aplicativos e recebe elogios por ser prático, elegante e fácil de usar. Mesmo assim, o Gartner Group estima que, entre o terceiro trimestre de 2010 e o mesmo período de 2011, a participação do sistema da Microsoft no mercado caiu de 2,7% para ridículos 1,5%.
Os principais motivos para o encalhe podem ser resumidos pela expressão inglesa "too little, too late" - muito pouco e tarde demais. O Windows Phone chegou atrasado e não trouxe vantagens significativas em relação aos concorrentes. Além disso, a Microsoft, diferentemente do Google, tentou ditar regras aos fabricantes de celulares e operadoras, definindo coisas como o hardware mínimo para rodar o Windows Phone e a maneira de atualizar o software. Isso acabou custando, a ela, o apoio de alguns desses parceiros.
Empresas de pesquisa de mercado preveem que o Windows Phone deve ganhar espaço nos próximos anos, principalmente por causa da parceria da Microsoft com a Nokia, que só agora começa a dar frutos. Mas ninguém espera que vá ameaçar a Apple e a turma do Android num futuro visível.

4  - A Nokia afundou com o Symbian
No terceiro trimestre de 2010, o sistema operacional Symbian, da Nokia, liderava com folga o mercado de smartphones. Estava presente em 36% dos aparelhos vendidos no mundo, segundo o Gartner Group. Um ano depois, sua participação tinha caído para 17%, ainda em segundo lugar, mas com clara tendência a despencar para o fim da fila. A participação da Nokia no mercado caiu na mesma proporção. Foi a mais dramática queda registrada no ano.
Lançado em 1997 (com o nome de Epoc32), o Symbian contribuiu para que a Nokia se tornasse o maior fabricante mundial de smartphones. Mas o sistema envelheceu e se tornou incapaz de competir com Android e iOS. No início deste ano, a empresa finlandesa o jogou para escanteio e adotou o Windows Phone. A troca custou a ela a liderança do mercado, hoje ocupada pela Samsung. Mesmo que tenha sucesso com o Windows Phone, é improvável que a Nokia recupere a posição que tinha no passado. A manutenção do Symbian é, agora, feita pela Accenture. Mas os dias de glória do software ficaram para trás.
5 - A morte anunciada do Google Buzz
Em outubro, menos de dois anos depois de anunciar com estardalhaço o Google Buzz, o Google divulgou que iria encerrar o esse serviço de mensagens curtas. Ele ainda durou até novembro, quando sumiu definitivamente. O Buzz, que lembrava o Twitter e o painel de atualizações do Facebook, foi inaugurado em fevereiro de 2010. Funcionava integrado ao Gmail e a outros serviços do Google. Permitia compartilhar links, fotos, vídeos e mensagens pessoais. Foi a terceira tentativa do Google de criar uma rede social, depois do Orkut e do Friend Connect.
Quando apareceu, o Buzz foi criticado por criar automaticamente uma rede com os contatos que o usuário tinha no Gmail, algo que muita gente viu como violação de privacidade. O serviço nunca se livrou da má imagem inicial. Com o tempo, os usuários passaram a ignorá-lo. Foi o início do fim. Agora, a empresa investe numa quarta tentativa de se firmar no mundo das redes sociais com o Google+.
6 - O vexame da PlayStation Network
Em 19 de abril, a PlayStation Network, a rede que conecta os consoles de jogos da Sony, foi desativada depois de ser invadida. O ataque hacker comprometeu 130 servidores, 50 sistemas de software que rodavam nessas máquinas e 77 milhões de contas de usuários. Dados como nome, endereço e senha dos usuários caíram nas mãos dos criminosos. Numa etapa posterior, a empresa descobriu  que a rede Sony Online Entertainment também havia sido violada.
Só em 14 de maio, quase um mês depois de constatada a invasão, a Sony começou a reativar gradualmente suas redes. Em alguns países, a Sony ofereceu compensações aos usuários que tiveram suas informações roubadas. Nos Estados Unidos, ela chegou a contratar uma empresa especializada para ajudá-los a se proteger contra fraudes. Mas a Sony também se garantiu com um contrato de uso dos serviços que proíbe os usuários de processá-la em caso de invasão. Resta esperar que os engenheiros da Sony tenham reforçado a segurança da rede.
7 - O BlackBerry parou no tempo
Nos últimos três anos, o valor de mercado da Research in Motion (RIM), fabricante da linha BlackBerry, caiu de 83 bilhões de dólares para apenas 13,6 bilhões. A empresa que, durante anos, impulsionou o mercado entrou numa estagnação desanimadora. Sua participação ainda era de respeitáveis 11% no terceiro trimestre deste ano, segundo o Gartner Group. Mas vem caindo continuamente. Basta comparar um BlackBerry com o iPhone e com os smartphones que rodam Android para perceber o motivo. Se o BlackBerry parecia avançado em 2007, hoje ele parece pertencer ao passado. E a RIM não tem nenhum produto grandioso a caminho capaz de reverter esse quadro.
Um dos seus fracassos de 2011 é o tablet PlayBook. Caro para um tablet de 7 polegadas, o PlayBook ainda conta com poucos aplicativos. Além disso, tem limitações quase inacreditáveis, como não permitir o acesso direto aos serviços BlackBerry Mail e Messenger. Para usar esses recursos, é preciso ter também um smartphone BlackBerry, que age como intermediário. É difícil imaginar que algum usuário possa gostar dessa tortuosa solução.
INFONotícias

Veja o que esperar para a CES 2012


 
 Entre 10 e 13 de janeiro, Las Vegas recebe a feira de tecnologia Consumer Electronics Show (CES). Nela fabricantes e desenvolvedores apresentam seus conceitos e produtos que irão ditar as tendências tecnológicas para todo o ano.
Com sua primeira edição em junho de 1967, a CES mudou muito ao longo dos anos e se tornou uma espécie de "Fashion Week" para o mercado de tecnologia. Por ela já passaram as principais tendências tecnológicas, como os aparelhos de DVD, TVs HD, discos e players de Blu-ray e os primeiros aparelhos 3D. Além de apresentar o que será lançado ao longo do ano, os expositores fazem questão de demonstrar seus produtos conceito. Tudo o que pode se tornar tendência nos próximos 10 anos costuma dar as caras durante a CES.
Para a edição 2012 a INFO estará de olho nos principais lançamentos. Como de costume, fabricantes já dão informações sobre os principais produtos que serão apresentados.
LG, a Hipster
A LG tomou a dianteira e tratou de anunciar três grandes produtos que serão exibidos em detalhes durante a feira. O primeiro e mais inovador é a TV OLED de 55 polegadas, com somente 5 milímetros de espessura e uma gama de cores maior do que a das LCD convencionais. Outro produto já revelado é a linha de televisores de plasma sensíveis ao toque. A LG deve apresentar os modelos de 60 e 50 polegadas, que segundo a empresa chegam ao Brasil em Abril deste ano, por 5.999 e 2.699 reais respectivamente. Outra novidade será a linha de óculos 3D com tecnologia passiva. Mais leves e agora com cores, os óculos terão design para gostos diferenciados.
Apesar de ainda não apresentarem detalhes, outras fabricantes de televisores irão demonstrar todas as inovações possíveis. Uma batalha ainda não resolvida acontece no campo do 3D. De um lado há a LG com sua tecnologia passiva, que imita o cinema com óculos e ângulos de visão melhores, do outro há a tecnologia ativa, com promessas de melhora no efeito de profundidade e taxa de atualização.
O despertar do Windows 8
A edição deste ano é provavelmente a última da Microsoft. O anúncio mais esperado da empresa é uma versão mais sólida e com menos bugs do novo sistema operacional, o Windows 8. O principal rumor sobre a questão revela uma versão beta para usuários domésticos. Por conta da briga entre Microsoft e a organização da CES, os anúncios da empresa devem ser contidos e reservados para seus eventos próprios.
Os tablets e o sanduíche de sorvete

Os tablets se desenvolveram ao longo de 2011 e fecharam o ano na cabeça de praticamente todo consumidor voraz de tecnologia. Em 2012 essa tendência deve se manter. Durante a CES as empresas devem apresentar seus produtos com o novo Android 4, o Ice Cream Sandwich. O sistema é muito aguardado por conta das promessas do Google em relação às melhorias na interface, conversão de aplicativos de telas menores para as telonas dos tablets e novos recursos.
Menores, mais leves e potentes
Outra categoria que promete crescer durante a feira são os ultrabooks. Acer, Sony Vaio e Asus devem apresentar seus novos modelos com configurações de cair o queixo e carcaças magras e muito leves.
Na contramão da miniaturização estão os smartphones, que devem chegar com hardware ainda mais potente, telas de maior resolução e formatos de 4 ou mais polegadas para os modelos topo de linha.
A INFO fará uma cobertura completa da CES 2012 para que os boatos sejam confirmados ou desmentidos, e para que os leitores fiquem à par das principais novidades.
INFONotícias

iPad 3 pode custar menos de US$ 300

A Apple está considerando lançar mais modelos da terceira geração do iPad 3, e que devem contar com preços na casa dos U$300. De acordo com reportagem da CNET, os taiuaneses do Digitimes ouviram fontes ligadas a Apple e que confirmaram a intenção da empresa de ampliar a família do tablet.
Os modelos seriam equipados com processadores A6, a diferença, porém, estaria na resolução da tela do iPad 3. Uma versão mais avançada contaria com display 2048x1536 e seu preço estaria na mesma linha dos lançamentos anteriores da empresa, que começa em U$499 para os modelos mais básicos. Já a que seria a nova versão de entrada para a família do tablet teria o mesmo padrão de tela do iPad 2, 1024x768 e custaria bem menos que o modelo atual, cerca de $299.
As informações, entretanto, são vistas pela CNET com certo ceticismo. O repórter Josh Lowensohn lembra o quanto custa a fabricação do iPad 2, cerca de U$333, segundo números de uma das fornecedoras da Apple. E a tela de LCD é considerada a peça mais cara do tablet, valendo cerca U$127. Bom, se o boato de fato se confirmar é bem possível que as regras do jogo no disputado mercado de tablets também mudem, tanto quanto o preço do iPad, atual líder de vendas da categoria.
E vai afetar especialmente o Kindle Fire, da Amazon. O tablet foi lançado no ano passado por U$199, ou seja, menos da metade do valor atual atribuído pela Apple ao modelo de entrada do iPad. Tudo bem que o aparelho de Jeff Bezos não oferece exatamente as mesmas características do concorrente. Mas parece que o público não ligou para isso e ajudou o Fire a registrar um bom desempenho em 2011, tendo atingido a incrível marca de 1 milhão de unidades vendidas em apenas uma semana.
INFONotícias

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

2012 será ano de economia “paranormal”, adverte Bill Gross

 Bill Gross, gestor da maior empresa de investimento em títulos do mundo, a Pimco (Pacific Investment Management Company), divulgou hoje uma carta com suas previsões para a economia mundial em 2012. Em resumo: muitas dívidas, pouca confiança e um cenário muito pouco animador.
Gross categorizou o instável momento da economia como “paranormal” e alertou que o ano será de aversão a risco e poucos incentivos para a oferta de crédito.
"É como se a Terra tivesse agora duas luas em vez de uma e ambas estivessem crescendo em tamanho, como um tumor canceroso que pode ameaçar as marés e oceanos financeiros e a vida econômica como a conhecemos na última metade de século", disse Gross em uma carta carregada de metáforas aos investidores.
Segundo Gross, o termo “novo normal”, cunhado no passado por seu parceiro no comando da Pimco, Mohamed El-Erian, para definir uma economia com pouco crescimento e altas taxas de desemprego já não é suficiente para descrever a situação atual – apenas o “paranormal” descreve o cenário, que deve piorar ainda mais este ano, segundo ele.
“O que resta são rendimentos perto de zero e credores que não confiam em ninguém e em muito poucos países. Os mercados financeiros estão implodindo lentamente – desalavancando – porque há muito papel e muito pouca confiança", disse ele.
Diante deste cenário, o investidor prevê dois caminhos, ambos pouco animadores: desalavancagem ou aumento da inflação via Banco Central. Ele alertou ainda que os investidores devem reduzir suas expectativas, projetando retorno entre 2% e 5% para investimentos em ações, títulos e commodities neste ano.
Exame

Confiança no setor de serviços cai pelo quinto mês seguido

À espera de demanda menor nos próximos meses, os empresários do setor de serviços voltaram a mostrar sinais de humor negativo. É o que informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ao anunciar recuo de 0,7% para o Índice de Confiança de Serviços (ICS) em dezembro de 2011. Além ser a quinta queda consecutiva para o indicador, foi mais forte do que a de novembro (-0,6%) e a mais intensa desde agosto (-1,3%).
Em uma escala de até 200 pontos, o ICS desacelerou de 128,9 pontos para 128,0 pontos de novembro para dezembro do ano passado, o mais baixo nível desde outubro de 2009 (126,0 pontos). De julho a dezembro de 2011, o ICS acumulou perda de 3 5%, e se posicionou, no último mês do ano passado, em patamar 3 2% inferior ao de dezembro de 2010.
Assim como nos quatro meses anteriores, a queda do ICS em dezembro voltou a ser mais intensa que a magnitude da elevação do Índice da Situação Atual - S (ISA-S), um dos dois sub-indicadores do ICS e que repetiu alta de 1,4% entre novembro e dezembro. Isso, na prática, confirma quadro de desaceleração da atividade no setor.
Já o Índice de Expectativas - S (IE-S) caiu 2,5%, ao passar de 138,4 para 134,9 pontos, de novembro para dezembro, o menor desde junho de 2009 (130,2), e 0,5% inferior ao de dezembro de 2010. Isso porque a fatia de empresas consultadas que preveem aumento da demanda caiu de 44,5% para 40,9% de novembro a dezembro. No mesmo período, o porcentual das que esperam queda aumentou de 8,6% para 9,8%.
A pesquisa para o ICS ocorreu entre os dias 1 e 28 de dezembro. O total de 2.809 empresas consultadas era responsável por mais de 754 mil pessoas ocupadas no mercado de trabalho ao final de 2008, segundo informações apuradas pela FGV.
Exame

Inflação oficial registra maior taxa desde 2004

 A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 com uma taxa acumulada de 6,5%, o maior resultado desde 2004, quando o índice subiu 7,6%.
O indicador também superou o resultado de 2010, quando a taxa ficou em 5,91%, e atingiu o teto da meta estipulada pelo Banco Central (BC) para 2011, de 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para baixo ou para cima.
No resultado mensal, o IPCA subiu 0,5% em dezembro de 2011, após aumentar 0,52% em novembro. Em dezembro de 2010, a taxa havia ficado em 0,63%. O IPCA é o índice oficial utilizado pelo governo para definir o regime de metas de inflação no país.
Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Exame

Paris Hilton: Faturei US$ 1,3 bilhão em seis anos

 Paris Hilton faz muito mais do que torrar a fortuna da família em baladas. A patricinha é também uma mulher de negócios - muito lucrativos, como se pode concluir em uma entrevista concedida por ela à revista britânica FHM, que chega às bancas nesta semana. A herdeira americana revelou que, em seis anos, teve um faturamento de 1,3 bilhão de dólares (cerca de 2,4 bilhões de reais). Além de farras e escândalos de alcova, a patricinha de Beverly Hills, na Califórnia, se tornou uma máquina de fazer dinheiro.
"Desde 2005 a minha linha de perfumes rendeu mais de 1 bilhão de dólares", disse ela, e acrescentou uma lista de empreendimentos que levam seu nome ou sua chancela, como produtos licenciados a clubes noturnos. "Eu tenho 35 lojas e 17 linhas de produtos", contou sobre a lista de coisas que lhe rendem dinheiro, que vão de bolsas, sapatos, batons a objetos para cachorros.
O futuro para a aparentemente tresloucada loirinha significa mais dinheiro. "O próximo passo é a expansão do Paris Hilton Praia Clube", disse ela, contando que o primeiro empreendimento será inaugurado nas Filipinas. O clube que leva seu nome é um complexo de lazer que inclui hotel, restaurantes, boates e academias.
E, como quem tem dinheiro tem também o direito de gastar com o que quiser, Paris revelou à FHM que pretende lançar um disco de música eletrônica, focado no gênero house. Em resumo, uma equação simples: ganhar dinheiro com perfumes e gastá-lo espancando os ouvidos alheios. Além da capa, Paris estrela um ensaio sensual na revista, em que aparece de topless, com as longas madeixas loiras cobrindo os seios.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

EMPREGO OU GERENCIAR O PRÓPRIO NEGÓCIO?







A riqueza de uma nação é medida por sua capacidade de produzir, em quantidade suficiente, bens e serviços necessários ao bem estar da população.  Por este motivo, acredito que o melhor recurso de que dispomos para solucionar os graves problemas sócio econômicos pelos quais o Brasil atravessa é a liberação da criatividade (reavaliar currículo nas escolas), dos empreendedores, através da livre iniciativa, para produzir bens e serviços.
O economista Joseph A. Schumpeter descreveu a contribuição dos empreendedores, na formação da riqueza de um país, como o processo de “destruição criativa”. Este processo que, de acordo com Schumpeter, é “o impulso fundamental que aciona e mantém em marcha o motor capitalista”, produzindo constantemente novos produtos, novos métodos de produção e novos mercados; revoluciona sempre a estrutura econômica, destrói sem cessar a antiga e, continuamente cria outras.
Foi o processo de destruição criativa que tornou obsoleta a caneta-tinteiro em favor da esferográfica, a válvula eletrônica em favor do transistor, hoje chip, a régua de cálculo em favor da calculadora eletrônica, a locomotiva a vapor evoluiu para elétrica.
Em todos estes casos e em muitos outros, foi a criatividade dos empreendedores que substituiu um produto ou serviço mais caro e menos eficiente por outro mais barato, que executa melhor sua função.
As vantagens para todos são evidentes. Constantemente somos beneficiados por bens e serviços melhores e mais acessíveis.
Com o processo de destruição criativa estamos desenvolvendo a capacidade do País em produzir, em quantidade suficiente e a preços cada vez mais acessíveis, os bens e serviços necessários ao bem-estar de nossa população.
Ser empresário no Brasil é sempre desafiador, correr riscos não mensuráveis, e mais que isso ser empreendedor. O significado disso tudo é a capacidade e necessidade de realizar coisas novas, pôr em prática idéias próprias, buscar tecnologia para soluções no dia-a-dia do próprio negócio.
Pessoas com vontade de realizar, cuja imagem social não está em conflito com as atividades necessárias para iniciar um negócio próprio, com disposição de assumir riscos, e cujo capital social é favorável a empreender, há dois tipos de condições que se tornam críticas: a primeira é como se vêem preparadas para o empreendimento e a segunda é o número de outros interesses e obrigações que elas vêem inibindo sua decisão; a ênfase de que o importante é como as pessoas se vêem, já que não há nenhuma forma de medir a sua preparação ou o nível de outros interesses e obrigações.
A avaliação mais objetiva do nosso preparo para empreender um negócio próprio é a percepção que temos de nós mesmos, que se reflete em autoconfiança.
Por analogia, é raro alguém ousar fazer uma travessia a nado, se não se considerar razoavelmente preparado para realizá-la, tendo, por isto mesmo, a autoconfiança necessária. O mesmo acontece com o potencial empreendedor. Ele se sente preparado para iniciar um negócio próprio, em função do domínio que possui sobre as tarefas que deverá desenvolver nesse negócio.
        O que aprendemos na escola, universidade, no trabalho e através da observação do mundo a nossa volta é acumulado ao longo de nossa vida. A maioria aprende mais rapidamente na juventude, quando tudo é novidade, diminuindo esse ritmo à medida que os anos avançam. Portanto, o preparo de um indivíduo para iniciar um negócio próprio cresce com o seu domínio sobre as tarefas necessárias para o seu  desenvolvimento, com o aumento de sua capacidade gerencial e com o crescimento de sua visão empreendedora refletida no seu domínio sobre a complexidade do negócio.
No entanto, o sucesso e a satisfação no emprego e na vida particular são fatores que mais inibem as pessoas a tomar a decisão de se tornar empresário. Elas não têm nenhuma motivação de assumir a incerteza e o risco de um negócio próprio, se tudo vai bem.
Além disso, com sucesso no emprego surgem as obrigações normais da classe média; como aquisição da casa própria, gastos com automóveis, empregados, filho na escola, clubes, rodas sociais que acabam envolvendo as pessoas a ponte de, sem garantia do salário, se sentirem inseguras. Para elas é aterrorizante a idéia de ter de abrir mão de algumas dessas conquistas, em razão de um possível revés num negócio próprio.
Do exposto, conclui-se que todo potencial para empreender está sujeito a duas condições: a primeira é sua percepção sobre seu preparo, que aumenta a autoconfiança em iniciar um negócio próprio; e a segunda é sua visão de outros interesses e obrigações que minam essa autoconfiança. Como, geralmente, estas duas condições estão deslocadas no tempo, a maioria dos potenciais empreendedores tem um período de livre escolha. É o período em que se sentem preparados antes de estarem demais comprometidos com outros interesses e obrigações.
PROF. Ms. DELANO GURGEL DO AMARAL
Sócio-Administrador DELAM-Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda.

BMW defende no Planalto mudança na política de IPI


Presidente da montadora no país afirma que a empresa tem planos de construir uma fábrica no Brasil, mas aguarda uma definição sobre a tributação

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presidente da BMW no Brasil, Henning Dornbusch, esteve hoje (29/12) com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para pedir uma mudança na política do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) deautomóveis importados para empresas que tenhamplanos de se instalar no Brasil. Dornbusch afirmou que a empresa tem planos de construir uma fábrica e já procura locais, mas a decisão ainda não foi tomada porque a empresa aguarda uma "definição de uma política com relação às empresas que estão entrando com novos investimentos no país".
O presidente da empresa não recebeu uma resposta de Gleisi além de que o governo está estudando o tema. "O governo está analisando. Não somos a única empresa que leva a mesma preocupação para o governo. O governo está ciente disso e está trabalhando para uma solução. Temos que aguardar", disse o executivo.
Dornbusch afirmou que a decisão de montar uma fábrica no Brasil ainda não está 100% confirmada por conta da alta no IPI. "Primeiro queremos definir com relação ao governo qual será a política para novos investimentos. Após definido isso, a BMW irá se pronunciar sobre onde serão, qual estado onde serão alocados os novos recursos", disse. "A questão básica é: os novos investimentos que entram no Brasil têm prazo de maturação para gerar receitas. Durante esse período, como você lida com esse fluxo operacional? Esse é o grande entrave hoje que as empresas têm no Brasil quando vêm se instalar", avaliou.
Há cerca de duas semanas, no entanto, o presidente-executivo da BMW mundial, Norbert Reithofer, disse em entrevista à agências internacionais que a intenção da empresa é aumentar sua presença nos mercados emergentes e a decisão de montar uma fábrica no Brasil estaria, sim, tomada.
Época NEGÓCIOS

Por que você nunca pode parar de aperfeiçoar seu negócio


Os empresários mais bem-sucedidos, assim como os melhores atletas, sabem: é preciso trabalhar duro e aprender mais rápido que o cara ao lado

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Não basta praticar. É preciso praticar sempre e bem
A rotina nas empresas mostra que o ditado que prega “a prática leva à perfeição” não é verdadeiro. Para valer é preciso adicionar uma palavra: “Prática perfeita leva à perfeição”. Quem cunhou esta frase foi o treinador de futebol americano Vince Lombardi. Há também uma citação atribuída ao violinista Jascha Heifetz: “Se eu não praticar um dia, percebo. Dois dias, os críticos percebem. Três dias, o público percebe”.
Quando se trata da sobrevivência de uma empresa, as citações acima são verdades absolutas. Atletismo e artes não são metáforas perfeitas para um negócio, mas não são ruins. Em todos os três, o talento só vai te levar até certo momento. Daquele ponto em diante, é uma questão de determinação e habilidade.
A revista americana Inc. listou uma série de dicas para que você, sua empresa e os funcionários atinjam todo esse potencial por meio do treinamento constante.
Comprometer-se com a excelência. É preciso querer ser o melhor. Ser bom não é suficiente. Pessoas que querem entrar na disputa entre os melhores abraçam a prática. Eles não lamentam uma concorrência acirrada. Elas procuram isso.
Trabalho duro. Tem que estar disposto a se esforçar e fazer sacrifícios necessários. Os maiores atletas são os mais trabalhadores.
Construir a verdadeira autoestima. E isso não é sinônimo de arrogância. É uma combinação de habilidades físicas e mentais, aprendidas durante a prática dos conceitos certos. A confiança em si mesmo permite que você realize o melhor de suas habilidades porque sabe o que funciona e o que não funciona.
Concentração. Se tiver total concentração, você terá o controle de si mesmo. Grandes atletas mantêm seu equilíbrio e concentração, estejam eles à beira da vitória ou encarando a derrota. O mesmo vale para o mundo dos negócios. É uma questão de se concentrar para atingir a melhor execução.
Estar fisicamente muito bem. A fadiga automatiza suas habilidades e seu julgamento, deixando-o cego para buscar soluções criativas. É o atleta mais bem condicionado, e não o mais talentoso, que geralmente ganha quando as coisas ficam difíceis.
Lidar bem com a pressão. Para ser um campeão, você tem que aprender a lidar com o estresse e a pressão. Mas se você estiver preparado mentalmente e fisicamente, você não precisa se preocupar.
O mundo dos negócios está cheio de histórias de empresários que pensavam que tinham atingido o topo e poderiam levar suas empresas sem ter de se preocupar em melhorar seus produtos ou serviços. É incrível como esses empreendedores descobriram rápido que seus mercados podem migrar para outras companhias ou, pior, desaparecer. 

Época NEGÓCIOS 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Dez problemas que espantam talentos das grandes empresas


Burocracia, falta de um projeto, chefes medíocres e falta de visão e de acompanhamento estão entre elas

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Seja uma empresa de alta tecnologia ou um conglomerado mais estabelecido, as grandes empresas têm dificuldade em manter os seus melhores e mais brilhantes executivos na casa. Arevista Forbes fez uma lista das dez principais razões pelas quais as companhias não conseguem reter talentos. Quer descobrir se é o seu caso? Confira abaixo as dicas. 

1. A burocracia da grande empresa. Esta é provavelmente a razão número 1 citada por empregados desencantados. No entanto, esse normalmente é um motivo que mascara o verdadeiro motivo. Ninguém gosta de regras que não fazem sentido. Mas, quando os talentos reclamam, é geralmente um sinal de que eles se sentem como se não tivessem participação nas regras. Eles simplesmente receberam a ordem de acompanhar e seguir o programa. 

2. Não encontrar um projeto que acenda a paixão de um talento. As grandes empresas têm muitas divisões. Portanto, elas geralmente não têm pessoas perguntando a seus funcionários de destaque se eles estão desfrutando de seus projetos atuais ou se querem trabalhar em algo novo, no qual estejam realmente interessados e que poderia ajudar a empresa. As pessoas de Recursos Humanos costumam estar muito ocupadas com outras coisas para chegar a este ponto. Os melhores talentos não são movidos por dinheiro e poder, mas pela oportunidade de fazer parte de algo grande, que possa talvez mudar o mundo, e pelas quais estejam realmente apaixonados. 

3. Péssimos relatórios anuais de desempenho. Você ficaria espantado com a forma como muitas empresas não fazem um trabalho eficaz na avaliação de desempenho anual dos funcionários. Ou, quando têm essa ferramenta, fazem de maneira apressada, por meio de um formulário preenchido rapidamente e enviado para o RH. A impressão que fica para o empregado é que o chefe – e, portanto, a empresa – não está realmente interessado no seu futuro a longo prazo. E se você é talentoso o suficiente, por que ficar? 

4. Falta discutir o desenvolvimento de carreira. Aqui está um segredo para a maioria dos chefes: a maioria dos funcionários não sabe o que estará fazendo em 5 anos. Cerca de menos de 5% das pessoas poderiam responder a essa pergunta. No entanto, todo mundo quer ter uma discussão com você sobre o futuro. A maioria dos chefes nunca pergunta até onde eles querem chegar na carreira. Uma boa prática é separar um tempo para discutir anualmente com os empregados – fora das reuniões de revisão de desempenho – o planejamento de sucessão ou de desenvolvimento de carreira. Se um talento sabe que você acha que há um caminho para ele daqui para frente, eles estarão mais propensos a ficar por perto. 

5. As empresas que tentam construir uma incubadora em torno de seu talento, dando-lhes novos projetos emocionantes para trabalharem, devem ser aplaudidas. mas além disso, as empresas devem se preocupar manter esses projetos até que sejam concluídos. Os melhores talentos odeiam ser “empurrados com a barriga”. Se você se comprometer com um projeto liderado por eles, você tem de dar a chance de eles entregarem o que realmente prometeram. 

6. Não prestar acompanhamento ou dizer-lhes como fazer seus trabalhos. Embora não seja possível “ir levando” os grandes talentos, é um erro tratá-los como “intocáveis”, quando estiverem conduzindo um projeto. Não quer dizer que seja necessário interferir no projeto de alguém ou dizer-lhe o quê fazer. No entanto, os melhores talentos requerem acompanhamento e não se importam de serem responsabilizados pelos seus projetos. Portanto, mantenha pontos de contato regulares com seus funcionários de destaque nesse processo. Eles vão apreciar suas ideias, observações e sugestões – desde que eles não virem uma pregação. 

7. Grandes talentos gostam de outros grandes talentos. Como são os funcionários que convivem com seus maiores talentos? Muitas organizações mantêm algumas pessoas na folha de pagamento que, racionalmente, não deveriam estar lá. Você ouvirá uma ladainha de justificativas explicando por que elas estão lá, se questionar. “É muito difícil encontrar um substituto...” “Agora não é o momento...” Se você quer manter suas melhores pessoas, certifique-se que elas estão cercadas por outras grandes pessoas. 

8. A falta de visão. Isto pode parecer óbvio, mas você considera o futuro de sua organização emocionante? Que estratégia está executando? Qual é a visão que você quer que esta pessoa talentosa cumpra? Será que eles têm uma palavra a dizer, ou algo a acrescentar nesta visão? Se a resposta for não, há trabalho a fazer – e rápido. 

9. Não ter a menta aberta. As melhores pessoas querem compartilhar suas ideias e serem ouvidas. No entanto, muitas empresas têm uma visão de que elas estão tentando jogar contra e, muitas vezes, encaram opiniões opostas à sua estratégia como um aborrecimento ou um sinal de que o funcionário não está jogando no mesmo time. Se seus melhores talentos estão deixando a empresa e estão em desacordo com a estratégia, resta à empresa um monte de pessoas dizendo “sim” ou as mesmas coisas uns aos outros. É preciso ser capaz de ouvir pontos de vista diferentes, sempre incorporando as melhores partes dessas sugestões. 

10. Quem é o chefe? Se algumas pessoas que se reportavam ao mesmo patrão saíram recentemente, provavelmente esta não é uma coincidência. Consultores com frequência recebem o pedido de “consertar” alguém que é um grande vendedor, um engenheiro, ou dirigente que está levando a equipe à loucura. Infelizmente, o coaching executivo costuma funcionar em apenas um terço desses casos. A melhor saída, então, é tentar encontrar outra posição para eles na organização – ou, ao menos, não superestimar o talento que você deseja manter. 

A retenção de talentos nunca é uma via de mão única. Os melhores têm que assumir alguma responsabilidade quanto à organização. No entanto, com a escassez de talentos – o que só vai aumentar nos próximos cinco anos – organizações inteligentes são aquelas que saem na frente nesses dez tópicos. 
ÉpocaNegócios

Sete passos para se tornar mais produtivo

Dicas práticas para aumentar seu potencial e explorar grandes projetos. O importante é se planejar

 Shutterstock
Começar o ano com resoluções para equilibrar a vida pessoal e profissional é fácil. Difícil é manter o pique durante o ano. Para garantir que 2012 pode (e deve) ser mesmo o ano para se chegar mais longe, o especialista Jeff Haden ofereceu sete dicas de como aumentar a produtividade pessoal a cada dia aos leitores da revista americana Inc.com.

1. Estou ocupado, hoje só amanhã Não há nada pior do que tentar se concentrar em uma tarefa e ser interrompido a cada cinco minutos. Interrupções acabam com a concentração e “matam” a produtividade. Portanto, avise aos colegas de trabalho que você está planejando um dia para cuidar de um certo projeto. Se você mantém contato com clientes, faça o mesmo – sempre com o cuidado de nomear alguém para cuidar de assuntos em caso de emergência. Libere sua agenda totalmente e diga que vai responder aos e-mails e ligações no dia seguinte. Além de se dedicar completamente ao projeto, existe o benefício de que ao tornar essa informação pública, você se sentirá obrigado a fazer isso em um dia.
2. Ter um objetivo é tudo
Não planeje o seu dia para cuidar de um projeto baseado em métricas do tipo “vou trabalhar enquanto der” ou “não vou parar até me sentir bem produtivo”. Antes de se lançar ao projeto, calcule quanto tempo será necessário para finalizar a tarefa e aí, sim, faça sua programação. Se concluir que vai precisar de três dias, programe-se de acordo para equilibrar as outras tarefas, sempre lembrando-se de avisar sua equipe. Ao saber que vai trabalhar muitas horas, sua mente vai assimilar a informação e, com isso, o tempo passará rápido.
3. Trocando as horas
Ao sair da rotina e mudar seu horário de trabalho, a sua perspectiva de tempo também vai se alterar. Começar às cinco horas ou às seis da tarde para varar a noite representa uma mudança que pode ser muito benéfica para abordar um projeto com uma nova perspectiva.
4. Eu mereço? Não, só depois
Aquilo que seus pais faziam quando você era criança, oferecendo prêmios somente depois de ver uma tarefa concluída pode ser uma boa maneira de começar o projeto. Digamos que você gosta de ouvir música enquanto trabalha. Experimente tirar a música ou ouvi-la por apenas duas horas. Assim, quando o seu entusiasmo estiver precisando de uma injeção de ânimo, você poderá ouvir música novamente e se sentir reenergizado. Quaisquer coisas que você use para animar seu dia, seja tomar um café mais demorado, deixe para (bem) depois. Assim, quando chegar a hora, você se sentirá realmente premiado.
5. Bateria se carrega antes de acabar a carga
O princípio é o mesmo usado por atletas. Esperar para beber água até que a sede seja insuportável não é produtivo. O mesmo se aplica ao trabalho. Então, faça uma boquinha um pouco antes do horário habitual ou de sentir muita fome. Quanto às grandes refeições, é bom se planejar. Em vez de tirar uma hora para o almoço, prepare a comida com antecedência para que você possa parar e comer quando chegar a hora. Experimente também se alongar ou caminhar um pouco, após horas sentado na cadeira diante do computador. Com isso, o seu corpo não vai acusar o desconforto e não ficará tão dolorido, o que poderá diminuir sua motivação.
6. Quem faz paradinha é jogador de futebol
Em vez de fazer intervalos, pense que eles também devem ser produtivos. O importante é manter o pique, o fluxo de trabalho. Nada de parar para assistir à TV ou navegar pela internet. Alguns minutos de inatividade são suficientes para quebrar o ciclo de trabalho produtivo. Os intervalos devem ser usados com atividades ligadas ao projeto. Por exemplo: anote o que você ainda tem que de fazer, quem precisa ser informado, etc. E volte a trabalhar.
7. Só acaba quando termina
Parar de trabalhar porque você está cansado ou entediado pode ser negativo. Lembre-se que você é capaz de fazer muito mais do que imagina. Se a única coisa entre você e o trabalho pronto é falta de motivação, você precisa passar por essa barreira. Em um dia normal, é comum pensar “pronto, só consigo chegar até aqui”. Com o tempo, isso se transforma em hábito, o que pode acabar com suas chances de explorar mais seu potencial. Ir além é algo que todo mundo pode desenvolver. Vai doer? Sim, um pouco, mas ultrapassar limites vai te ajudar a se tornar mais produtivo a cada dia. 
ÉpocaNegócios

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Na busca por profissionais de TI, vale até fazer luau

Como as empresas estão enfrentando o apagão de mão de obra na cada vez mais essencial área de tecnologia da informação
A Viva Experiências se firmou na internet, há dois anos, vendendo vales-presente pouco convencionais, de reservas em restaurantes a salto de paraquedas. Mas, ao contrário do que o nome sugere, o início de sua história não foi uma experiência tão boa.

Na inauguração, em outubro de 2009, seu proprietário, André Susskind, montou um quiosque num shopping na zona sul de São Paulo para divulgar o site. Até aí, tudo certo. Internautas de fato tentaram comprar. Mas o serviço de tecnologia da informação (TI) contratado para criar o site falhou: o primeiro pedido levou mais de um mês para ser finalizado. Resultado: o faturamento no período ficou mais de 50% abaixo do previsto.
O caso não é único. No mundo, uma infinidade de negócios - especialmente em e-commerce - depende de TI e está ameaçada pela falta de gente qualificada. O problema tende a se aprofundar no Brasil, caso a previsão da Faculdade Getúlio Vargas (FGV) se concretize: em quatro anos, haverá déficit de um milhão de profissionais.
Fernando de Souza Meirelles, fundador do Centro de Tecnologia Aplicada da FGV, explica que não necessariamente cargos deixarão de ser ocupados. Nesse "apagão de mão de obra capacitada", como define, há dois vieses: o de profissionais despreparados e, aí sim, o das vagas abertas sem ninguém para assumir.
A corrida para preenchê-las no Peixe Urbano criou uma situação inusitada para o diretor de tecnologia da empresa, Alexander Ferraz Tabor. Há dois anos, quando estava de olho em possíveis talentos num evento em São Paulo, viu um desconhecido à sua frente tentando acessar, sem sucesso, o site de vendas coletivas. "Entrei no sistema pelo meu computador na mesma hora para tentar deixá-lo mais veloz", conta. O episódio reforçou o que ele já sabia: os acessos cresciam mais do que o suportado e era preciso ampliar o quadro de seis programadores da época.
Churrasco
Dificuldades para achar gente gabaritada o bastante são dribladas à exaustão. Dois recrutadores do Peixe Urbano trabalham estritamente para aumentar o time atual de TI de 60 funcionários, dos quais 50 são programadores. Até luau e churrasco com universitários são feitos. Outra tática é oferecer recompensa de R$ 1,5 mil por indicações de profissionais que passem ao menos seis meses na empresa. O próximo passo é captar no exterior brasileiros que queiram voltar à terra natal.
Os mais estabelecidos no mercado também encontram nos jovens solução paliativa. Por meio de um programa de aceleração de carreira, a Microsoft treina universitários com a ideia de retê-los. "Das vagas criadas hoje, perto de 40% são ocupadas por pessoal sem os conhecimentos técnicos necessários", diz Alexandre Ullman, gerente de recursos humanos da multinacional no Brasil.
Nenhuma solução foi mais radical que a encontrada pela We do Logos, startup que conecta designers a empresas. No início, o próprio fundador, Gustavo Mota, cuidava sozinho do site. Quando o tráfego cresceu, o empresário teve de contratar um especialista, que também não deu conta do recado. Mota, então, terceirizou o serviço de TI para a Digital Craft. Não foi suficiente. Hoje, as duas empresas são sócias. "Tecnologia é a alma do negócio. Ficava mais em conta."
Esse déficit, em parte, reflete um gargalo histórico nas escolas e nas universidades. Além da baixa qualidade do ensino básico público, investir na área de Exatas nunca foi prioridade das grandes faculdades. Por exigirem laboratórios, esses cursos são mais caros e, fora isso, as ciências humanas tendem a ter mais apelo. Afinal, trabalhar o dia inteiro e, à noite na escola, conseguir se concentrar em matérias como cálculo exige bem mais que disposição.
Outro ponto sensível é o fato de o ensino técnico ser preterido pelos estudantes em favor da universidade. Para Marco Stefanini, presidente da consultoria de TI Stefanini, essa opção pode ser equivocada: "Às vezes, uma pessoa com formação técnica pode ser mais bem remunerada". Segundo ele, a presidente Dilma já reconheceu a importância do assunto. Há dois meses, sancionou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, iniciativa que pretende gerar 8 milhões de vagas em cursos técnicos de vários setores até 2014.
A ausência de base técnica é justamente um dos principais obstáculos para o crescimento do setor de TI, diz a analista Virginia Duarte, do Observatório Softex. "Se nada mudar, setores brasileiros de serviços e softwares de TI devem perder receita de até R$ 115 bilhões até 2020." Na internet, velocidade é ouro.
Estadão

Uma nova migração no mercado financeiro

Em 2011, mais de 200 mil profissionais foram demitidos em Wall Street, principal centro financeiro do mundo. Muitos deles estão vindo para o Brasil para trabalhar em bancos ou montar um negócio do zero
 - Gilberto Tadday/AE

Era uma manhã de setembro com temperatura amena em Nova York quando milhares de pessoas tomaram o Zuccotti Park, gritando palavras de ordem e levando cartazes com frases contra o capitalismo.
"Definitivamente, Wall Street está perdendo o sex appeal", pensou Thomas Grimm, diretor de um fundo de investimentos americano. Com uma carreira de onze anos no mercado financeiro mais importante do mundo, Grimm não é do tipo que reprova os manifestantes do "Occupy Wall Street" (Ocupe Wall Street). Mas, no momento, o que esse americano está fazendo é exatamente o contrário: ele e a esposa, a advogada brasileira Denise Hirao, estão fechando o apartamento em Manhattan e arrumando as malas para deixar Wall Street para trás. O destino? Brasil.
Profissionais de grandes centros financeiros, como a City de Londres e Wall Street, estão vindo para o País para trabalhar nos bancos e companhias do mercado nacional ou para montar suas próprias empresas. Não há estatísticas de quantos são. Mas não é difícil encontrá-los.
"Importamos dois", conta Daniela Bretthauer, analista-chefe da Raymond James. Outras instituições, tanto estrangeiras quanto brasileiras, estão aproveitando essa migração de profissionais que fogem da crise nos Estados Unidos e Europa.
Não é para menos. A maior parte das grandes companhias do mercado financeiro americano e britânico anunciou demissões em massa. A mais recente foi na semana passada: o Morgan Stanley está cortando 1,6 mil vagas no mundo, 580 só na sua base, em Nova York. HSBC e Bank of America já haviam informado baixa de 30 mil empregados, cada. Contas preliminares mostram que, só em 2011, mais de 200 mil profissionais de Wall Street foram demitidos.
"Mesmo que você não seja demitido agora, não dá para continuar lá sabendo que pode ser incluído nos próximos cortes", diz João Valli, ex-analista de empresas de bens de consumo do Merrill Lynch, em Londres. Natural de Brasília, Valli decidiu deixar a City e voltou para montar uma butique de investimentos na capital federal(leia abaixo).
Expansão
O mercado financeiro brasileiro ainda está a anos luz do que é Wall Street. Mas é isso que está atraindo esses profissionais: o espaço para crescimento.
"Ao contrário dos Estados Unidos e da Europa, nosso mercado de capitais está em expansão", diz Alberto Kiraly, vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Um dos indicadores desse crescimento são as captações de investimento de empresas brasileiras por meio de títulos de renda fixa. "Elas dependem só do desempenho do mercado doméstico, por isso refletem o que acontece aqui, sem contaminação da crise externa", explica Kiraly. Até novembro, a oferta desses títulos somava R$ 77,7 bilhões - R$ 2,3 bilhões a mais que no mesmo período de 2010.
"O mercado de renda variável, que inclui a emissão de ações, também deve crescer", diz Kiraly. Em 2011, os investimentos nessa área se intimidaram com a crise na Europa. Por isso, esperam na gaveta 67 ofertas públicas que valem juntas R$ 28 bilhões, todas em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Ao primeiro sinal de estabilidade, os investidores devem voltar e as ofertas serão concretizadas", diz Kiraly.
Outro indicador do desenvolvimento do mercado é o investimento direto estrangeiro. Em 2011, ele deve passar a marca de US$ 65 bilhões, o que ajuda financiar o déficit em conta corrente de US$ 53 bilhões.
Milionários
Mas há uma estatística em especial que faz brilhar os olhos de muitos estrangeiros e brasileiros expatriados: 19 pessoas se tornam milionárias a cada dia no Brasil, desde 2007, segundo estudo apresentado em Miami, na conferência Private Banking Latin America 2011, há um mês. "Ninguém quer ficar de fora de um mercado assim", diz o executivo da Anbima.
Nesse ambiente, bancos e empresas precisam ter profissionais altamente especializados nas áreas financeiras e de negócios. "Várias companhias têm me pedido para buscar profissionais de Wall Street, tanto estrangeiros como brasileiros", diz Angélica Wiegand, da empresa de headhunters CTPartners Brasil.
"Não temos nenhum índice, mas vimos notando pessoas em grandes bancos internacionais pedindo transferência para o Brasil", diz Rodrigo Soares, da empresa Hays, especializada em recrutamento internacional.
A chegada desses migrantes tem sido bem recebida pelo mercado nacional. "São profissionais muito gabaritados, o que é muitas vezes difícil encontrar por aqui", diz Angélica.
Mas nem sempre tudo está a favor dos que voltam. "Contratamos gente de fora porque os salários de profissionais brasileiros inflacionaram muito nos últimos anos", diz Daniela, da Raymond James. "Então, fica mais barato trazer pessoal de fora", diz ela.
Estadão

domingo, 1 de janeiro de 2012

SOLUÇÕES ESTRATÉGICAS PARA AMPLIAR ESPAÇO NO MERCADO

As organizações, hoje, enfrentam ambientes complexos e variáveis, que são definidos por seus clientes, proprietários e pela comunidade na qual operam. Clientes definem o que a empresa deve fazer para eles continuarem comprando seus produtos. Proprietários definem os objetivos primários da empresa que, freqüentemente, refletem considerações de riqueza, mas podem refletir metas socialmente relacionadas. A comunidade define as leis e convenções sociais que a empresa deve reconhecer para interagir com seus stakeholders, que são os clientes, os funcionários, os fornecedores, os proprietários e a própria comunidade.

O ambiente de negócio mudou. São poucos os executivos que ignoram a rapidez com que as pressões competitivas se intensificaram nos últimos anos.

As estratégias para conquistar participação de mercados, têm se tornadas complexas e numerosas. Grandes corporações têm encontrado dificuldades para implementá-las, mesmo contando com as contribuições de seus ativos intangíveis.

Em praticamente todos os setores industriais, os mercados tornam-se globais, com concorrentes em escala mundial oferecendo bens e serviços de alta qualidade com baixos custos. No setor serviços – todo produto gera um serviço; que gera um benefício; que gera uma solução e é isso que o cliente deseja – clientes são cada vez mais exigentes em termos da velocidade na entrega e na exatidão, levaram as empresas, muitas vezes, a tentar desmantelar antigos processos burocráticos.

Indústrias de serviços que anteriormente operavam com determinadas regulamentações e repassavam todos os custos para os clientes, hoje enfrentam um ambiente diferente. Melhorar a eficiência dos processos e reestruturar-se tornaram o objetivo para todas a organizações.

Há, portanto muitas preocupações por parte de executivos quanto à implementação de estratégias como medidas de desempenho gerencial; principalmente agora na era do conhecimento para criar uma cadeia de valor para o cliente. Implementar novos conceitos no comportamento dos custos, suas causas (direcionadores de custos), centro de custos,  sistemas de alocação de custos, custeio baseado em atividades e decisões sobre preços mix dos produtos e serviços.

Tem-se observado no mundo empresarial enorme dificuldades em mensuração de desempenho, no gerenciamento das informações no tocante a processos referente a custos, precificação, finanças e clientes, só para citar alguns. Soluções existem e não são fáceis de implementá-las. Associar o Balanced Scorecard (BSC) que é "sistema de gestão e avaliação que visa o desempenho de uma célula de negócio sob quatro perspectivas, a financeira, a do cliente, a do processo empresarial interno e a aprendizagem e crescimento", com o Custeio Baseado em Atividade (ABC) que "proporciona uma visão econômica mais precisa dos processos, produtos, serviços, clientes, revela lucros e perdas que foram encobertos pelos sistemas tradicionais de contabilidade e custos das empresas"; essa associação, BSC com ABC como soluções de gestão – medidas de desempenho - que muitas organizações estão buscando implementar para crescer e permanecer competitivas no mercado global.

No entanto, empresas que implementam um novo sistema de medidas de desempenho, na maioria das vezes, não associam as medidas às suas estratégias. E assim sendo, não conseguem  identificar os processos críticos para que a estratégia fosse bem sucedida. Sendo assim, amplia-se o alcance do BSC, vinculando suas medidas à estratégia organizacional.

A elaboração do BSC parte do pressuposto que haja uma estratégia e objetivos financeiros bem definidos, pois estes servirão de foco principal para os objetivos e medidas de todas as perspectivas do BSC. E ainda, o BSC é um sistema de gestão baseado em indicadores que impulsionam o desempenho, proporcionando a organização uma visão do negócio atual e futura, de forma abrangente. Traduz, também, a missão e a estratégia em objetivos e medidas organizadas nas quatro perspectivas citadas acima.

O que se tem observado no Brasil, é um crescente interesse das empresas pelas técnicas de custeio baseado em atividades (ABC), particularmente aquelas do setor industrial, notadamente em resposta aos movimentos de globalização e quebras de dispositivos protecionistas e de reserva de mercado, que foram recentemente introduzidos no cenário político-econômico.

Uma vez que a técnica de ABC apóia-se nas atividades e processos como verdadeiros elementos organizacionais de transformação, a criação de valor e geração de custos, torna-se útil um exame e análise a respeito das técnicas disponíveis para lidar com esses conceitos. Portanto, torna-se bastante natural, a compreensão de que para poder utilizar a técnica de ABC com a máxima eficiência, é necessário antes de tudo empreender esforços para diagnosticar, mapear, medir e gerenciar os processos de negócio que se pretende melhorar através da gestão de custos por atividades.

Em poucas palavras, pode-se afirmar que o ABC é uma espécie de instrumento revelador, a ferramenta que é empregada para apontar os custos e suas verdadeiras causas, ou seja, relacionando-os com as atividades e processos utilizados na execução de determinadas operações de negócio. 

Tenho realizado pesquisas e trabalhos de observação nas empresas, com a intenção de diagnosticar e recuperar empresas, fundamentando essa associação BSC com ABC como Soluções Estratégicas para as dificuldades das empresas aqui mencionadas.

por Delano Amaral
Sócio DELAM-Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda.