sábado, 17 de dezembro de 2011

Blog da Forbes sugere fugir de bolha chinesa e investir no Brasil

Brasil Mercado de Habitação 'Til Booming 2017

Os investidores preocupados com um mercado imobiliário superaquecido chineses precisam apenas ligar para o Brasil. Este mercado imobiliário tem pernas. Eo recente cinco anos boom imobiliário tem uns bons cinco anos mais, antes os valores das casas parar de apreciar.
"A melhor maneira de participar do boom imobiliário como um investidor neste momento para investir em fundos imobiliários no Brasil", disse Marcus Vinicius de Oliveira, diretor-executivo do real estate Consul empresa de valorização patrimonial.
Esse tipo de comentário é bossa jazz suave para os ouvidos dos gestores de fundos como o Joel Wells, que co-gerencia a 356 milhões dólares Alpine Emerging Markets Real Estate Fund (AEMEX). O fundo tem uma série de construtoras brasileiras e desenvolvedores comerciais. Mas apesar das perspectivas positivas de longo prazo, geralmente para o mercado de habitação no Brasil, uma economia mais lenta e uma crise da dívida soberana na Europa tem que minar linha de história mais positiva sobre booms de mercados emergentes de habitação, inclusive no Brasil ensolarado. Poço fundo está abaixo o ano 28% até à data.
Os preços da habitação ter esfriado nos últimos meses, mas estão aumentando ano a ano. Taxas de juros estão caindo para um dígito, mais uma vez a inflação começa a facilidade por causa da desaceleração econômica global tendo seus efeitos sobre o Brasil. Isso não impediu que o fato de que a classe média do Brasil é agora a maioria da população para a primeira vez e eles têm dinheiro para queimar.
Há mais a crescer do Brasil imobiliário do que o programa habitacional de baixa renda do governo Minha Casa, Minha Vida, que leva grande parte do interesse do mercado em nomes como Gafisa (GFA) e Realty Cyrela (CYRE3).Principais empresas de private equity estão investindo em empresas de hospitalidade rumores de ter uma lista de investidores como Warren Buffettpersegui-los para uma participação possível. Operadores de shopping centers, como BR Malls (BRML3) estão levantando capital em ofertas secundárias, e os investidores estão o excesso de subscrições de novas questões.
Então, qual é o prazo 2017? Brasil está construindo para fora para o 2104 FIFA World Cup. Isso é o futebol para o futebol não-fãs, eo Brasil está construindo novos estádios, mas também hotéis e habitação. Em 2016, os Jogos Olímpicos de Verão de vir ao Rio de Janeiro. Oliveira em Patrimonial pensa demanda tanto de habitação e propriedades comerciais permanecerão relativamente elevadas até as coisas lento após essas partes são mais.
"Há uma margem psicológico que o Brasil goza de imóveis, no momento, devido às descobertas de petróleo na costa do Rio, a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o que torna o Brasil muito atraente para os investidores estrangeiros no momento. Mas depois de 2017 o Brasil vai ainda ter descobertas de petróleo, mas a Copa do Mundo e Olimpíadas será feito com e investimento estrangeiro no Brasil vai desacelerar como resultado ", disse Oliveira, acrescentando que as classes média e baixa teria gasto mais de 10 anos aquisição de propriedades e oferta pode superar a demanda em 2017.
Globalmente, este tem sido um ano terrível para os construtores de casa brasileira. Gafisa caiu mais de 63% ano a data de término 13 de dezembro.PDG Realty, que comercializa over-the-counter, em Nova York , caiu em 43%.
Investidores que pensam que esta tendência é obrigado a reverter, especialmente quando os riscos sistêmicos apresentados por os EUA ea Europa começam a diminuir, pode considerar equities Brasil imobiliaria, ou REITs global, vale a pena comprar. Mas até aquele momento, ações como Gafisa não são para investidores que procurem preservar o capital ou mesmo eek um bips poucos ganhos de capital. É um passeio selvagem. Até que a economia mundial parece mais equilibrado, e que depende de Bruxelas eWashington , por enquanto, os fundamentos do Brasil imobiliário parece que vai ser construído em palha quando eles provavelmente nunca foi tão bom.
Forbes

‘Em 2020, até 25% dos carros novos da Ford serão híbridos ou elétricos’, diz diretor

Segundo John Viera, preços dos modelos cairão significativamente com novas tecnologias
‘Com o petróleo subindo, o consumidor estará mais disposto a fazer a conta do custo-benefício’, diz Viera - Divulgação
‘Com o petróleo subindo, o consumidor estará mais disposto a fazer a conta do custo-benefício’, diz Viera
Carros híbridos ou 100% movidos a bateria parecem ainda estar longe do mercado de massa. Mas, na opinião de John Viera, diretor global de Sustentabilidade e Meio Ambiente da Ford, isso é apenas uma questão de tempo. Ele admite que esses modelos não vão liderar as vendas de veículos novos tão cedo, mas afirma que representarão uma parcela significativa. "Até 2020, entre 10% e 25% dos veículos novos vendidos pela Ford serão híbridos ou elétricos. Atualmente, esse porcentual é de 2%", afirmou, em entrevista à Agência Estado

Para isso, o executivo aposta que os preços vão cair bastante. E basicamente por dois motivos: o desenvolvimento de novas tecnologias e a alta do preço do petróleo, que deve continuar, segundo ele. Essa situação, na opinião de Viera, fará com que o consumidor faça as contas da relação custo-benefício antes de decidir se comprará um carro movido a diesel ou gasolina ou se vale a pena pagar um pouco mais por um veículo que usa energia elétrica.

O executivo também acredita que o modelo de produção de etanol no Brasil serve como referência para o mundo todo e pode ser exportado, já que é uma importante alternativa aos combustíveis fósseis. Viera, americano neto de um brasileiro nascido em Santos, esteve em São Paulo na semana passada para participar da primeira edição do Prêmio Ford de Sustentabilidade. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Os carros híbridos e elétricos ainda representam uma parcela muito pequena do mercado. Qual a perspectiva para o futuro?

Acreditamos que, nos próximos 20 anos, deixaremos gradativamente para trás os veículos movidos a diesel e gasolina por conta do preço do petróleo, que vai continuar subindo. Além disso, tem a questão ambiental, que a cada ano se torna mais severa. Até 2020, entre 10% e 25% dos veículos novos vendidos pela Ford serão híbridos ou elétricos. Atualmente, esse porcentual é de 2%. Os números do mercado em geral são muito próximos dos nossos.

Até lá, esses carros terão preços competitivos em relação aos movidos a gasolina, diesel ou etanol?

Hoje, em média, os veículos híbridos custam entre 10% e 15% mais que os tradicionais. Já os elétricos são bem mais caros, custam entre 75% e 100% mais. Os elétricos custam muito, sim, mas precisamos introduzi-los no mercado agora para, com o tempo, ir aperfeiçoando a sua tecnologia e, assim, reduzir seu custo.

Os preços devem recuar quanto até 2020?

A diferença entre os carros híbridos e os tradicionais deve ficar em menos de 10%. Com relação aos elétricos não sei dizer. Mas, com certeza, os preços também vão recuar. Além disso, essa diferença tende a diminuir porque os carros movidos a derivados de petróleo ficarão mais caros, já que as novas normas de emissões, cada vez mais exigentes, fazem com que sejam necessários investimentos tecnológicos custosos também nesses modelos.

Mas o consumidor estará disposto a pagar mais por esses carros?

Como o preço do petróleo continuará subindo, o consumidor estará mais disposto a fazer a conta do custo-benefício. Ele vai perceber que, em muitos casos, é vantajoso comprar um carro mais caro para ter um custo de consumo de combustível menor ao longo do tempo.

O senhor acredita que em dez anos teremos infraestrutura suficiente para abastecer esses veículos com energia elétrica?

Acho que sim. Essa questão é muito debatida hoje em países da Europa, nos Estados Unidos, na China e em vários outros lugares. Mas mesmo que entre 10% e 25% dos carros novos sejam elétricos, ainda serão poucos, comparados à frota total, que inclui todos os veículos em circulação. Por isso, não acredito que as empresas de energia elétrica terão dificuldade em fornecer energia suficiente para recarregá-los. Não acredito que isso será um problema.

O plano da Ford é concentrar a produção desses veículos nos Estados Unidos?


Com relação aos carros híbridos, acredito que eles podem ser produzidos em qualquer lugar do mundo, porque eles foram desenvolvidos com base em modelos já existentes e baseados em plataformas globais. Por isso, esses modelos híbridos podem ser produzidos na mesma linha de montagem que a versão a gasolina, o que permite muita flexibilidade de ajustar a produção conforme a demanda. Não há nenhum impedimento técnico dessa produção conjunta. Tudo dependerá da demanda. Se houver demanda por veículos híbridos no Brasil, por exemplo, eles poderão ser produzidos aqui também. Com relação aos carros elétricos, não tenho certeza se eles poderão ser produzidos em qualquer lugar. Em 2012, estaremos fabricando esses veículos nos Estados Unidos e na Europa. Em dez anos, com certeza, também estaremos produzindo-os na China, porque a China terá uma grande demanda por carros elétricos.

Qual o perfil do consumidor que hoje já compra esses carros?

Há dois tipos de consumidores: pessoas físicas e jurídicas. Os consumidores pessoa física se subdividem em dois grupos: os que tomam a decisão de compra por causa de questões de consciência ambiental e os que dirigem muito em grandes cidades e são mais beneficiados pela economia de combustível que eles proporcionam. O consumidor pessoa jurídica é basicamente aquele que usa muito o carro como ferramenta de trabalho. Isso ocorre porque os carros híbridos oferecem melhor desempenho nas grandes cidades do que nas estradas. O carro híbrido funciona movido a combustível, pode ser gasolina ou etanol, e também a bateria. Ele usa a bateria o máximo possível e quando ela descarrega, usa então o combustível. Só que a bateria é recarregada pelo próprio sistema quando o motorista freia. Ou seja, quanto mais o motorista breca, mais a bateria é recarregada.

Na sua opinião, os governos devem conceder incentivos para estimular a venda de veículos híbridos ou elétricos?

Acho que incentivos governamentais podem ser positivos apenas para incentivar as vendas iniciais num determinado mercado, por um curto período de tempo. Temos de reconhecer que os governos têm recursos cada vez mais limitados.

A crise deve afetar as vendas desses veículos, já que nesses períodos os consumidores ficam mais sensíveis a preços?

Com certeza, porque, no final das contas, a maioria das pessoas busca a vantagem financeira e nem todos podem esperar anos para obter o retorno. Para essas pessoas, o fator preço é determinante. Mas repito: esse é um caminho sem volta. No futuro, esses carros ganharão muito mais espaço no mercado.

Quanto a Ford investe no desenvolvimento dessas tecnologias?

Não tenho um número absoluto para divulgar, mas posso dizer que cerca de 75% dos investimentos totais para desenvolvimento de produtos são destinados para a melhora da eficiência energética dos veículos, sejam híbridos, elétricos ou baseados em petróleo. Isso inclui a adoção de materiais mais leves, o que permite um consumo mais baixo de combustível.

Como vocês veem a questão do etanol brasileiro?

Diferentes fontes de energia, como o etanol, são globalmente importantes para nós. Acreditamos que, no futuro, além dos veículos tradicionais, estaremos dirigindo veículos elétricos, movidos a hidrogênio e biocombustíveis, como o etanol. O etanol desempenha um papel fundamental nesse cenário. E o Brasil detém o conhecimento mais avançado com relação ao uso do etanol como combustível. Acreditamos que o modelo brasileiro possa ser exportado e usado por outros países capazes de produzir etanol, não importa se com base em cana de açúcar ou não. O etanol feito com cana de açúcar é o mais limpo. Mas ele pode ser produzido com milho, como Estados Unidos, ou qualquer outro tipo de planta. Depende do avanço da ciência. No futuro, pode ser que cada país, de acordo com as plantas que tem disponíveis no seu território, possam produzir seu próprio etanol. 

Estamos longe disso?

Sim, ainda estamos. Devemos levar de dez a quinze anos antes de começarmos a produzir etanol economicamente viável de plantas que não sejam cana-de-açúcar e milho. É um longo caminho que temos de percorrer, mas é um caminho sem volta. Basta ver outros setores, como o da aviação, que também estão investindo em pesquisas para desenvolver biocombustíveis.
Estadão

Para Mantega, esta é a pior crise desde 1929

Segundo o ministro da Fazenda, no entanto, Brasil está mais preparado que em 2008 para enfrentar turbulências e possui a segunda moeda mais negociada no mercado
O ministro da Fazenda durante a palestra para estudantes do curso intensivo de Jornalismo Econômico realizado pelo Grupo Estado - Ernesto Rodrigues/AE
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a ressaltar que há risco das economias avançadas passarem por recessão. Ele deu esta declaração durante palestra para um grupo de 30 estudantes do curso intensivo de Jornalismo Econômico realizado pelo Grupo Estado.
De acordo com o ministro, o quadro internacional tem se agravado e há vários indicadores que confirmam esta situação. "Temos lido na imprensa informações desta piora da economia internacional, com indicadores que alguns dias melhoram e outros dias pioram, mas esta é a pior crise desde 1929", disse Mantega, ponderando que a crise atual é um prosseguimento da crise de 2008. O ministro disse ainda que o maior problema para solucionar a crise na União Europeia o fato de a região ser formada por 27 países, que têm interesses diferentes. Desta forma, de acordo com ele, sempre quando se chega a uma solução a crise já está num patamar avançando.
Segundo Mantega, uma pergunta frequente é se o Brasil está preparado para enfrentar a crise. "O Brasil está até mais preparado que em 2008 para enfrentar a crise", disse o ministro. Ele acrescentou que o País tem hoje o sexto maior PIB do mundo, passou o Reino Unido e em breve vai superar a economia francesa. "É uma economia respeitável. Só perde em termos de taxa de crescimento para o PIB da China", disse Mantega.
O ministro disse que o real é hoje a segunda moeda mais negociada no mercado de derivativos, atrás apenas do dólar, mas acima do euro, do iene e da libra esterlina. "Isso não é algo recente, já é verdade há vários meses", disse. "Isso significa que há confiança na nossa moeda, que ganha respeitabilidade internacional", afirmou.
Mantega disse que o governo vai perseguir em 2012 uma taxa de crescimento de 4,5% a 5%, repetindo o mesmo cenário traçado hoje pela presidente, Dilma Rousseff. O ministro explicou, contudo, que a economia este ano deverá crescer um pouco abaixo da taxa projetada pela Fazenda, de 3,7%. "O importante é o dinamismo da economia, que vem mostrando que de 2003 a 2010 crescimento ano a ano do PIB. A média de expansão no período foi de 4% ao ano, compensando inclusive o ano de 2009 que apresentou crescimento baixo", lembrando que antes o PIB crescia a uma média de 2% ao ano.
Mantega disse ainda que o País vai continuar e estimular os investimentos. "É importante que o consumo seja atendido pela produção nacional", afirmou, ao comemorar o fato de que o Brasil é hoje um dos maiores mercados consumidores do mundo. "Passamos para algo em torno de 20% do PIB. Ainda deixa a desejar, é baixa. Gostaríamos que chegasse a 23% a 24% do PIB, e estamos caminhando nessa direção nos próximos anos".
É muito importante para o crescimento da economia em 2012 a manutenção de uma política fiscal sólida, afirmou o ministro. De forma simples, disse o ministro, significa que o governo deve economizar mais e gastar menos para evitar que a economia fique suscetível à crise externa. Ele lembrou que desde 1999, o Brasil vem conseguindo superávits primários ao redor de 3% e que esse patamar só não foi alcançado nos anos de 2009 e 2010. "Mesmo assim, conseguimos passar melhor do que outros países. E estamos caminhando para um déficit nominal zero", disse.
De acordo com o ministro, o melhor termômetro da boa situação fiscal do País é a relação dívida-PIB, que vem se reduzindo em termos relativos e que em 2011 fechará em torno de 38%. Ele também discorreu sobre a política monetária, destacando a queda da taxa básica de juro. No entanto, disse ele, o País ainda tem uma taxa de juro real "relativamente alta" e que o governo pretende perseguir uma redução desta taxa ao longo de 2012. Ainda de acordo com o ministro, a taxa de juro real até novembro estava em 4,14%. "A taxa de juro vem caindo porque a economia vem desacelerando e a inflação está sob controle", disse ele.
Liquidez
O ministro afirmou também que não falta liquidez no mercado. Prova disso foi o leilão, feito pelo Banco Central (BC), ontem. "Não há falta de crédito no Brasil. Por via das dúvidas, o BC resolveu fazer um leilão de dólares, fez uma consulta para saber se havia demanda", afirmou. "Concluímos que não há falta de dólares no mercado, está funcionando bem, o mercado spot, à vista e futuro. Prova disso foi que ninguém quis entrar no leilão".
De acordo com ele, circularam nos últimos dias informações de que havia escassez de crédito no mercado brasileiro. "O que havia era um encarecimento de crédito para comércio exterior devido à restrição de liquidez no mercado europeu", afirmou, ressaltando que os ACCs estão funcionando normalmente. "Houve encarecimento, mas não há falta de crédito. Talvez haja maior seletividade por parte das instituições financeiras.
Balança
Mantega disse ainda que projeta saldo da balança comercial do País neste ano positivo em US$ 28 bilhões. Segundo ele, o principal problema do País hoje é o déficit da balança comercial de manufaturados, uma das consequências diretas da crise financeira internacional.
Segundo ele, até outubro, as exportações de manufaturados somavam US$ 91 bilhões, enquanto as importações atingiam US$ 179 bilhões, o que gerou um saldo negativo de US$ 88 bilhões. "Esse é o principal problema que nós temos, uma consequência direta da crise internacional", afirmou.
Estadão

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Blue Label monta pop up store em São Paulo e Brasília

Johnnie Walker faz ação para uísque superpremium no shopping Iguatemi

Garrafa de Johnnie Walker Blue Label azul
A empresa também oferecerá um serviço de personalização de garrafas para quem adquirir um produto na loja
São Paulo - A Johnnie Walker divulga seu uísque superpremium Blue Label com duas pop up stores nos shoppings Iguatemi de Brasília e de São Paulo. As lojas da marca da Diageo contam com garrafas personalizadas e edições limitadas e raras da bebida. 
Entre os produtos raros estão o Johnnie Walker Blue Label King George V e o The John Walker, esta com design assinado pela Porsche, que também é responsável pela criação de outros produtos da marca, como o Johnnie Walker Blue Label Limited Edition Cube, que pode se transformar em um mini bar, e o Johnnie Walker Blue Label Chiller, cuja caixa se transforma em um balde para gelo.
A empresa também oferecerá um serviço de personalização de garrafas para quem adquirir um produto na loja.
Exame

12 previsões sobre tecnologia que não vão se relizar em 2012

Não faltam previsões furadas no mercado. Veja doze coisas que, apesar de ter sido divulgadas por muita gente, provavelmente não vão se realizar em 2012

Trecho do cartaz de divulgação do filme 2012
 A ABI Research divulgou uma lista de previsões inversas para 2012. São coisas que, apesar de ter sido previstas por muita gente, não vão acontecer no próximo ano na análise dos especialistas da empresa. Veja quais são as principais.
1 Filmes em 3D
Os filmes e outros programas em 3D não vão dominar a televisão em 2012. Há cada vez mais televisores capazes de exibir imagens em 3D e esse recurso é divulgado com insistência pelos fabricantes. Mas as pesquisas indicam que o consumidor não dá a menor importância a ele, diz Jason Blackwell, diretor da área de digital home da ABI. 
2 Xbox e PlayStation
Michael Inouye, analista sênior da ABI, prevê que a Microsoft não vai lançar uma nova geração do Xbox em 2012. E a Sony também não vai apresentar o PlayStation 4 nesse ano. A Microsoft e a Sony têm bastante espaço para melhorar seus respectivos sensores Kinect e PlayStation Move. É mais interessante, para as duas empresas, aperfeiçoar esses sensores do que lançar uma plataforma para jogos inteiramente nova. 
3 Nintendo Wii U
O Wii U, da Nintendo, não terá o mesmo encanto do Wii original. A Nintendo deve apresentar o novo console em junho. Com chips mais potentes, ele vai exibir gráficos melhores que os do Wii atual. Também terá um controle em forma de tablet, com tela sensível ao toque. Mas Michael Inouye observa que, até lá, a Sony já terá testado essa solução com seu videogame portátil PS Vita, que também terá tela sensível ao toque. E os gráficos do Wii U não serão, ao que parece, muito melhores que os do Xbox e do PlayStation 3.
4 Tablets e 3G
Apesar do veloz crescimento do mercado de tablets, eles ainda não serão a solução predominante para acesso à internet em 2012. Jeff Orr, diretor de dispositivos móveis da ABI, estima que metade dos tablets com 3G nunca foram usados com essa conexão ativa. “As pessoas compram o tablet com 3G como se fosse um seguro contra a falta de conexão Wi-Fi”, diz ele. Mas muitas dessas pessoas nunca chegam a contratar um serviço de 3G. Como os tablets não são plenamente funcionais sem acesso à internet, elas acabam deixando esses dispositivos em casa quando vão para o trabalho ou para a escola. Para Orr, essa situação só vai mudar daqui a dois ou três anos. Até lá, uma parcela maior dos tablets terá acesso permanente à internet, via 3G ou 4G LTE.
5 RIM e o BlackBerry Playbook
Diferentemente do que fez a HP, a RIM, fabricante do BlackBerry, não vai abandonar o mercado de tablets, apesar do fracasso do PlayBook. Para Dan Shey, diretor de serviços móveis da ABI, o tablet tende a complementar o negócio de smartphones da empresa. Por isso, ela vai mantê-lo mesmo que as vendas não sejam encorajadoras.
6 Internet via celular
Na visão da ABI, os celulares nunca serão a maneira principal de as pessoas se conectarem à internet. “A indústria de dispositivos móveis vive dizendo que, num ‘futuro próximo’, a maioria da população mundial terá sua primeira e única experiência na internet por meio dos celulares. Podemos assegurar que esse ‘futuro próximo’ não será em 2012. Na verdade, ele nunca vai acontecer”, diz Aapo Markkanen, analista sênior da ABI. Ele argumenta que dispositivos como tablets e notebooks tendem a ficar cada vez mais baratos. E eles são muito mais convenientes que os celulares para navegar na web e usar serviços da internet.
7 O LTE anda devagar
Esta é fácil de prever: a tecnologia 4G LTE não será predominante em 2012. Considerando o ritmo em que as redes celulares de quarta geração vem sendo instaladas, ainda deve demorar alguns anos até elas estarem amplamente disponíveis. No Brasil, há a intenção de colocar as primeiras redes em funcionamento até a Copa de 2014.
8 LTE x Wi-Fi
Em 2011, muitas operadoras de telecomunicações investiram na instalação de hotspots Wi-Fi. Isso aconteceu inclusive no Brasil. Aditya Kaul, diretor de redes móveis da ABI, prevê que esse movimento vai continuar. Mesmo nos países onde a telefonia celular de quarta geração está mais avançada, a expansão das redes LTE não vai reduzir o uso do Wi-Fi.
9 O celular inquebrável
Antes do aparecimento do iPhone, em 2007, os celulares tinham tela de plástico e resistiam razoavelmente bem às quedas. As telas de vidro tornaram os smartphones mais atraentes, mas também mais frágeis. O desenvolvimento de vidros reforçados  como o Gorilla Glass, da Corning, vai continuar. Mesmo assim, não haverá um smartphone a prova de quedas em 2012, diz Jake Saunders, vice-presidente de previsões da ABI.
10 O carro conectado
As tecnologias que permitem que um carro tenha acesso à internet, seja para entretenimento, navegação ou informação dos ocupantes, vão continuar avançando. Mas elas não vão provocar uma transformação radical na indústria automobilística em 2012. Dominique Bonte, diretor de telemática e navegação da ABI, diz que a mudança está acontecendo, especialmente por meio da integração entre carros e smartphones. Mas vai demorar um pouco mais para o impacto na indústria automobilística se tornar significativo.
11 Carros elétricos
Novos carros elétricos e híbridos serão lançados por todos os principais fabricantes em 2012. Mas eles não vão superar os carros a combustível nesse ano. David Alexander, analista principal de tecnologia automotiva da ABI, aponta dois motivos para isso. O primeiro é que os híbridos e elétricos vão continuar sendo mais caros. O segundo é que os carros a combustível também vão evoluir e se tornar mais econômicos. Recursos como o sistema que desliga o motor quando o carro para num semáforo devem se tornar cada vez mais comuns.
12 O GPS e a publicidade 
A publicidade baseada na localização não vai se tornar comum em 2012. Essa é uma afirmação que já estava na lista de coisas que não aconteceriam em 2011, divulgada pela ABI um ano atrás. Para Patrick Connolly, analista sênior de telemática e navegação, houve avanços neste ano, mas a situação não mudou muito. O mundo da publicidade está ocupado explorando as oportunidades multimídia nos dispositivos móveis. E ainda há a questão da privacidade, que deve atrasar a implantação de sistemas de anúncios com base na localização.
Exame

12 tendências globais para 2012 e o papel do Brasil nesse contexto

Das características e demandas de consumo traçadas pelo trendwatching.com para o próximo ano, algumas já são vistas no país, enquanto outras estão longe de ser realidade

Pagamento por celular Mastercard
Sites de recompra coletiva, telas espalhadas por todos os cantos, produtos e serviços que ofereçam conveniência acima de tudo. Essas são algumas das 12tendências de consumo globais para 2012 traçadas pelo trendwatching.com que já são vistas no Brasil. Foi-se o tempo em que o mercado brasileiro ficava para trás quando comparado ao de economias mais maduras como Estados Unidos e Europa.
Mais que isso: hoje, os países emergentes começam a ditar as regras e movimentar a dinâmica dos negócios mundiais. A primeira tendência destacada – Red Carpet – é uma prova disso. Os consumidores chineses, principalmente, são cada vez mais paparicados pelas empresas de todo o mundo, que buscam oferecer serviços e regalias feitos sob medida.
É o caso da Harrods, em Londres, que conta com 70 funcionários falando mandarim e instalou 75 caixas específicos para o sistema China UnionPay. Ou da rede Hilton Hotels Worldwide, que criou um serviço que tinha como alvo os viajantes chineses, disponível em 30 hotéis Hilton espalhados pelo mundo, e que oferece assistência personalizada aos hóspedes.
O interesse não é à toa. Residentes da China fizeram mais de 30 milhões de viagens para países estrangeiros apenas no primeiro semestre de 2011, 20% a mais em relação a 2010, de acordo com o Ministério de Segurança Pública da China. Na cola desta tendência, é provável que os indianos e brasileiros também ganhem um papel cada vez maior na estratégia das companhias.
“Há lojas no exterior que já contratam brasileiros para atender os próprios brasileiros, assim como a Harrods fez com os chineses”, destaca Luciana Stein, criadora do Trendroom, braço brasileiro do trendwatching.com no Brasil.
Saúde monitorada e produtos em oferta
A segunda tendência apontada pelo trendwatching.com também é vista por aqui, ainda que de maneira tímida. Diy Health – ou “Saúde: Faça você mesmo” – mostra que é crescente o número de aplicativos e aparelhos que permitem aos consumidores monitar a saúde, com discrição e autonomia.
“Os dispositivos pessoais para controlar sua saúde e das pessoas com quem se importa já são uma realidade dentro do mercado brasileiro. A indústria nacional vem se preparando para lançar esses produtos”, diz Luciana.
O terceiro ponto indicado como tendência global também é praticado no Brasil. Dealer-Chic mostra que, para os consumidores, garantir a melhor oferta está se tornando uma fonte de orgulho e status.
“No último fim de semana (dias 10 e 11), alguns clientes ganharam um bônus para comprar uma máquina na loja da Nespresso, no Jardins (em São Paulo), com 50% de desconto. Marcas de Luxo normalmente não fazem ações com cupom. No momento em que a Nespresso deixa pessoas durante quatro horas esperando na frente da loja, nota-se que existe uma mudança de cultura”, acredita a especialista.
Ano do mobile payment
O mesmo, no entanto, não pode ser dito sobre a quarta tendência: Eco-Cycology. A expectativa é que, em 2012, as marcas sejam cada vez mais responsáveis por recolher seus produtos e descartá-los da maneira mais adequada. No Brasil, isso ainda está distante de ser uma realidade. Diferente do Cash-Less, que indica um futuro próximo sem dinheiro vivo, graças a empresas como PayPal e a serviços como o Google Wallet.
Por aqui, a moda também deve pegar. “O Banco do Brasil foi muito ágil em instaurar o mobile payment e surpreendeu porque normalmente é um banco muito conservador. Acho que 2012 será o ano de estouro do mobile payment”, conta Luciana.
Com a expansão da base da pirâmide, outra tendência global perfeitamente aplicável ao Brasil é a Bottom of the Urban Pyramid (BOUP). Os consumidores emergentes estão nos espaços urbanos e é neles que têm experiências com as marcas. As empresas precisam criar inovações exclusivas para estes consumidores, que também têm desejos materialistas e estéticos, mas não contam com os salários da classe média.
Foi o que fez a NCR, que desenvolveu o caixa eletrônico Pillar com tecnologias biométricas para que seja adequado ao uso de populações analfabetas e semi-analfabetas. No terceiro trimestre de 2011, a empresa começou a testar cinco protótipos nos Estados Unidos, com a intenção de lançar o equipamento em mercados em desenvolvimento.
Sem stress
A busca por produtos e serviços que não exijam esforço e tragam uma sensação de conveniência é exemplificada pela sétima tendência, Idle Sourcing. No mercado nacional, o conceito já é traduzido por serviços como o “Sem Parar”, que dá passe livre nos estacionamentos e pedágios mediante o pagamento de uma mensalidade.
“Se eu pudesse traduzir para o português seria ‘sem stress’. Todo produto ou serviço criado sem barreiras. Não falamos mais de qualidade, mas de conveniência. Qualidade se tornou muito básico”, ressalta Luciana.
A oitava tendência, entretanto, ainda não faz parte da realidade dos brasileiros. Batizada de Flawsome, aponta que os consumidores querem marcas mais humanas, que mostrem suas falhas e saibam lidar com elas. Casos como o da Domino’s dos Estados Unidos, que incentivou os clientes a se manifestarem livremente, falando mal da marca, ainda são raros por aqui.
“Normalmente, as marcas brasileiras não têm estômago para lidar com esse confronto. Os diretores de marketing não suportam críticas negativas e isso é uma das coisas que mais poderia ajudar o mercado de consumo brasileiro: se abrir para que as marcas se mostrem como pessoas, e com condições de administrar tudo isso. No momento em que isso fosse adotado, os consumidores responderiam”, aponta a executiva.
Cultura das telas e recompra
Já as tendências seguintes fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Screen Culture mostra um mundo onde os espaços urbanos estão tomados por telas e dão a oportunidade para que as marcas desenvolvam conteúdo relevante e específico para cada local. Por outro lado, o Recommerce projeta uma realidade em que as pessoas tendem a trocar produtos usados por descontos ou revender aquilo que já não querem mais.
Casos nacionais como o site Comprei e não vou!, que reúne anúncios de venda de ingressos de forma colaborativa, ou da HP, que oferece descontos em novos produtos na entrega de itens usados da marca, ilustram o Recommerce.
Entre as tendências de consumo para 2012, aparece ainda o Emerging Maturialism, indicando que as pessoas adotarão marcas que vão além dos limites convencionais, com produtos e serviços sinceros ou arriscados. “Hoje não encontramos exemplos no Brasil. A publicidade, por exemplo, passa a mão na cabeça dos consumidores, não confronta”, acredita Luciana.
A lista está completa com Point & Know, propondo que 2012 será um ano de recompensas instantâneas de informação visual, impulsionado por tecnologias como o QR code. Apesar de ter sido amplamente adotado pelas marcas brasileiras, o QR code ainda representa uma grande oportunidade para surpreender os consumidores, se usado de forma pertinente.
“Fico surpresa com a velocidade em que determinadas tendências tecnológicas são adotas, como os QR codes, que se disseminaram rapidamente no Brasil. Mas não acho que as pessoas façam uso deles. As marcas precisam criar ações relevantes, que atraim o interesse dos consumidores”, explica.
Exame



O que pensa a analista mais pessimista (realista?) da bolsa sobre 2012

Lika Takahashi avalia que o mundo mudou e os investidores precisam repensar a análise do que é caro ou barato

Operadores da NYSE no dia 5 de agosto de 2011
 Não adianta mais olhar ao passado para avaliar se o atual nível da bolsa comparado com o lucro das empresas está alto ou baixo. Isso acontece porque os mercados financeiros estão em um novo ciclo, onde os investidores estão mais cautelosos e não querem mais operar alavancados. Essa é a visão da estrategista da Fator Corretora, Lika Takahashi, considerada uma das analistas mais pessimistas, ou realistas, do mercado.
“Investidores tendem a olhar para os múltiplos de avaliação e se sentirem confortáveis. Mas, cautela: estatísticas com base nos múltiplos históricos ou atuais não são boas referências para prever onde as ações podem chegar, pois o crescimento das margens e dos lucros é um fenômeno cíclico”, ressalta. E isso pode não se repetir em 2012. Ela explica que o super ciclo de alavancagem acabou este ano e, assim, o modelo anterior não serve mais.
Cautela
“Isso significa que no novo ciclo que começa, onde crescimento será escasso, não mais abundante, haverá contração de múltiplos”, diz Lika. Para ela, o mercado de títulos tem se provado como melhores indicadores para uma comparação com o passado. “As divergências entre os mercados de créditos/bonds e ações tem sido característica desta crise”, explica. Nas últimas semanas, não foram raros os dias com valorização das ações e forte alta nos juros dos países europeus, como Itália e Espanha.
Para baixo
Em um relatório anual no qual expõe as suas projeções para o Ibovespa no ano seguinte, desta vez em 60 mil pontos, Lika explica que o ambiente para as bolsas tem sido caracterizado por múltiplos “mais do que justos”. Ou seja, poucos estão dispostos agora a incorporar as estimativas no preço e a pagar várias vezes o lucro esperado para as empresas. “Este ambiente reforça a tese de que as bolsas podem cair novamente em 2012”, diz.
Exame

10 notícias para lidar com os mercados nesta sexta-feira

unidade da vale
Vale considera inconstitucional criação de nova taxa

 Aqui está o que você precisa saber:
1 - Kroton compra Unopar por R$1,3 bi. Aquisiçãovai expandir o ramo de ensino à distância da empresa no Brasil. Informação foi adiantada em EXAME.com no blog Faria Lima. A empresa pretende captar até R$ 600 milhões com a venda de até 240 milhões de novas ações por R$ 2,50 cada, de acordo com comunicado enviado hoje à Comissão de Valores Mobiliários.
2 - Vale considera inconstitucional criação de nova taxa. A Assembleia Legislativa do Pará, onde está a principal mina de minério de ferro da Vale, Carajás, aprovou uma nova taxa sobre todos os minérios produzidos no Estado.
3 - Dívida pública da Espanha sobe a 66% do PIB.A dívida pública espanhola representava no terceiro trimestre deste ano 66% de seu PIB, em alta de 7,3 pontos percentuais em relação aos 58,7% do mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Banco da Espanha.
4 - França terá recessão no último trimestre de 2011. A atividade econômica será fragilmente retomada no segundo trimestre, mas o crescimento acumulado no primeiro semestre será de zero por cento no fim de junho de 2012.
5 - Fitch rebaixa ratings de seis grandes bancos globais. Goldman Sachs, Deutsche Bank, Crédit Suisse, Barclays, BNP Paribas, Bank of America e Citigroup tiveram suas notas cortadas.
6 - Produção nacional de aço bruto cresce 6,5% no acumulado do ano. A produção brasileira de aço bruto cresceu 3,7% em novembro em relação ao mesmo mês de 2010, somando 2,7 milhões de toneladas. Anunciou ontem o Instituto Aço Brasil (IABr). No acumulado do ano, a produção nacional de aço aumentou 6,5% (32,5 milhões de toneladas).
7 - HRT cobra da ANP novos leilões de áreas. A petroleira brasileira HRT já está analisando áreas de exploração de petróleo no País, de olho em uma possível retomada das rodadas de leilões pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2012, afirmou ontem o presidente da companhia, Marcio Rocha Mello.
8 - Receita líquida da Randon cai para R$322 mi em novembro. No acumulado do ano, a receita líquida consolidada da empresa somou R$ 3,798 bilhões.
9 - Ação contra Chevron revela risco de se investir no país. O processo de 20 bilhões de reais do Ministério Público Federal contra a petroleira norte-americana Chevron e a operadora de plataformas Transocean pode piorar o clima já pouco favorável para investimentos no setor de recursos naturais no Brasil.
10 - Zona do euro tem superávit comercial em outubro. A agência de estatísticas Eurostat informou que o superávit dos 17 países do euro foi de 1,1 bilhão de euros no mês.
Bônus - Inflação pelo IPC-S acelera a 0,72% na segunda quadrissemana do mês. O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou a alta a 0,72 por cento na segunda quadrissemana de dezembro, após acréscimo de 0,63 por cento na primeira leitura deste mês, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. Foi a maior taxa desde a primeira semana de setembro, quando o índice subiu 0,74 por cento.
Bônus 2 - Investir em dividendos ainda vale a pena? Empresas com boa distribuição de lucros devem continuar a se destacar na bolsa a não ser que haja uma representativa melhora na economia mundial.
Bônus 3 - O que pensa a analista mais pessimista (realista?) da bolsa sobre 2012.Lika Takahashi avalia que o mundo mudou e os investidores precisam repensar a análise do que é caro ou barato.
Exame

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Dudalina planeja expansão e internacionalização para 2012

 Dudalina inaugura na próxima sexta-feira, dia 16, a 30ª loja da marca em território nacional, no bairro de Moema, zona sul de São Paulo.
A unidade fará parte do projeto Dudalina Double, que oferece todas as linhas de camisas femininas e masculinas. Com o crescimento de 55% em 2011, a companhia catarinense conseguiu superar a expectativa do começo do ano de abrir 20 lojas.
Durante o ano, a empresa investiu cerca de R$ 10 milhões para estabelecer sua entrada no varejo, com ações de Marketing e até a produção de uma linha infantil.
Com capacidade de fabricação de 3,5 milhões de peças por ano e 1.710 colaboradores, a Dudalina prevê encerrar o ano com um faturamento de R$ 270 milhões, superando o resultado de R$ 170 milhões em 2010.
O aumento expressivo deve-se ao fato da marca ter entrado no mercado de moda feminina em 2010. A companhia pretende também ampliar o segmento para as mulheres em 30% no próximo ano e abrir mais 40 unidades, terminando 2012 com 70 pontos de venda.
A internacionalização também está nos planos de expansão da Dudalina, presente no varejo dos Estados Unidos e da Europa.
Para isto, a marca enviou executivos a Miami com o objetivo de analisar o mercado externo e abrir uma loja própria lá fora. A companhia possui ainda um projeto ambicioso de atingir em 2016 um faturamento de R$ 1 bilhão.
Exame