sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Os cinco passos para identificar seus pontos fortes

Conheça os seus cinco pontos fortes e descubra por que você deveria ser promovido (ou não)

Shutterstock
Por que uma empresa deveria te contratar ou promover? Se você ainda não sabe responder muito bem a essa questão, talvez seja a hora de pensar melhor sobre a sua carreira.
Para definir o rumo profissional de maneira estratégica é preciso  identificar os seus pontos fortes e descobrir o que te diferencia de outros profissionais, de acordo com Bill Barnett, especialista em estratégia de negócios, em um artigo publicado na "Harvard Business Review". Segundo ele, as pessoas precisam descobrir quais atividades fazem bem - um conhecimento que poderia evitar muitas frustrações. O especialista elenca os cinco passos para ajudar você a descobrir os seus pontos fortes.
Liste os seus pontos fortes. Comece pelo conhecimento e as habilidades adquiridas através da experiência corporativa e acadêmica. Algumas coisas podem ser óbvias, mas são fundamentais. Olhe para trás, no início de sua carreira e nos anos escolares e se pergunte: o que aproveitei mais? Em quais pontos fui melhor? Talvez o seu trabalho atual possa dar algumas pistas.
Pergunte aos colegas. Questione seus atuais e antigos colegas de trabalho e peça um feedback honesto (evite puxa-sacos; não será difícil saber quais são as melhores pessoas para obter essa resposta). Eles talvez possam mencionar pontos fortes que você não identificou. Faça perguntas que os levem a identificar novos pontos fortes. Exemplos: Em que eu sou melhor? Quais pontos eu poderia desenvolver? E as minhas fraquezas? Quais trabalhos devo evitar e em quais eu deveria concentrar meus esforços?
Revisite feedbacks antigos. Releia suas antigas avaliações de desempenho ou relembre os comentários de seus chefes. Se você passou por várias empresas, mas notou que nas avaliações um certo comentário como "você precisa estar mais aberto a sugestões" aparece com frequência, bem...
“Contrate” você mesmo. Pense em como seria contratar você mesmo para o seu atual trabalho. Faça essa reflexão como se você não estivesse nesse emprego. Pergunte-se por que você deveria ser contratado.
Reveja sua lista de pontos fortes. Reflita sobre o que você aprendeu. Coloque em categorias e faça um ranking. Seja específico. Pontos fortes genéricos são fáceis de formular. E por isso são raramente úteis. Pontos fortes mais específicos farão com que você perceba melhor quando estiver diante de uma oportunidade. O que você pensa sobre os seus pontos fortes e como eles podem te ajudar a pensar na sua carreira?
ÉpocaNegócios

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Maior fundo imobiliário brasileiro fica mais rentável

 O Brazilian Capital Real Estate Fund (BRCR11B), maior fundo imobiliário brasileiro com quotas negociadas em bolsa, vai elevar em 25% a distribuição mensal de aluguéis aos seus investidores. Da última vez em que isso aconteceu, em 29 de julho, as quotas do fundo tiveram uma valorização de cerca de 20% na BM&FBovespa no mês seguinte.
O BC Fund chegou à bolsa em dezembro de 2010 com uma política de crescimento acelerado e baixa distribuição de dividendos. Ao invés de repartir todos os aluguéis recebidos dos inquilinos com os quotistas, o fundo guardava parte do dinheiro para fazer caixa e comprar outros imóveis.
Há um ano, cada quota do BC Fund valia 100 reais e garantia ao investidor um retorno de 0,50 real ao mês. Em julho, a distribuição de aluguéis subiu para 0,67 real. O fundo, entretanto, continuou a ser visto com certo ceticismo pelos investidores porque mantinha em caixa boa parte dos aluguéis.
Com a nova elevação, que ainda deve ser ratificada em assembleia de quotistas em 20 de dezembro, a distribuição subirá para 0,83 real por quota e garantirá ao investidor um retorno em linha com o resto da indústria.
Inicialmente, o fundo prometia chegar a esse nível de distribuição apenas em 2014. A antecipação aconteceu devido ao sucesso em reduzir a vacância dos imóveis do portfólio e aos reajustes obtidos após a renegociação de diversos contratos de locação. “A receita bruta de locação dos fundos cresceu 30% nos 11 primeiros meses deste ano”, diz Adriano Mantesso, responsável pelo BC Fund. “Nossas receitas mensais com aluguel já alcançam 14,3 milhões de reais.”
O BC Fund possui 13 imóveis locados para dezenas de inquilinos e tem um patrimônio imobiliário avaliado em cerca de 2 bilhões de reais pela consultoria imobiliária Colliers. Entre os principais imóveis do portfólio estão o Eldorado Business Tower (ao lado do shopping Eldorado, em São Paulo), a Torre Almirante (no centro do Rio de Janeiro) e o Brazilian Financial Center (na avenida Paulista) – clique aqui e saiba mais sobre o fundo.
Mesmo com a distribuição de dividendos maiores, o fundo promete manter a gestão ativa e a compra de novos ativos para engordar seu patrimônio imobiliário. O caixa atual alcança 70 milhões de reais. Mesmo a partir de janeiro de 2012, quando aumentará a distribuição dos aluguéis, o fundo espera conseguir reter a cada mês parte dos recursos para futuras aquisições.
A legislação brasileira garante às pessoas físicas que investem em fundos imobiliários a isenção de Imposto de Renda sobre os aluguéis distribuídos. Já os proprietários de um imóvel podem ter de pagar até 27,5% dos aluguéis à Receita Federal a título de Imposto de Renda.
Os investidores interessados devem notar que os fundos imobiliários têm um componente de renda fixa e outro de renda variável. Essas aplicações distribuem aluguéis mensais, que geralmente conseguem garantir aos investidores um retorno fixo próximo a 10% ou 11% ao ano.
O componente de renda variável é a possível valorização do patrimônio. Nos últimos anos, o Brasil passou por um impressionante boom imobiliário que multiplicou o valor das propriedades por percentuais bem superiores aos da inflação. Esse movimento foi bastante favorável a quem investe em fundos imobiliários. O retorno médio dos fundos foi o maior entre todas as aplicações financeiras brasileiras desde 2005 (clique aqui e veja).
Exame

Pilotos vão poder conferir, via e-mail, rotas e planos de voo

 A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está aprimorando a ferramenta que permite a vigilância dos planos de voo. De acordo com a agência, o Brasil é o único país do mundo com fiscalização prévia das rotas da aviação comercial. O sistema Decolagem Certa permite que os pilotos possam checar, periodicamente, o histórico de voos.
Além disso, os pilotos receberão, a partir deste mês, um e-mail com informações específicas da rota, como o trecho cadastrado e a aeronave usada. A mesma comunicação será enviada ao operador aeroportuário.
Com essas medidas, a Anac acredita que haverá mais segurança nas operações aéreas e evitará que pilotos usem de maneira fraudulenta o registro de outro aviador, como ocorreu no acidente com um helicóptero na Praia de Itapororoca, em Porto Seguro (BA), em junho.
Segundo a Anac, ao receber o e-mail automático, o piloto poderá confirmar as próprias rotas. Se algum trajeto registrado com o código do piloto não foi efetivamente percorrido por ele, a agência deve ser informada. Se o piloto não informar a divergência, sofrerá sanções administrativas e, se cabíveis, criminais.
Em 2012, será implantado um sistema que só dará acesso ao cadastro e à autorização do voo mediante senha individual e intransferível do piloto responsável. Se a senha for usada por terceiros para fazer o cadastro do voo, o piloto também será punido.
Exame

Aumenta o número de pedidos de falência em novembro

 Em novembro, o número de pedidos de falência em todo o país voltou a crescer. Segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado hoje, os pedidos de falência passaram de 131 em outubro para 164 em novembro. Em novembro do ano passado, o indicador registrou 148 pedidos de falência.
Dos 164 pedidos feitos em novembro, 101 foram de micro e pequenas empresas, 43 de médias empresas e 20 de grandes corporações. Para os economistas da Serasa Experian, o aperto monetário e a greve dos Correios, em setembro (que durou quase um mês), foram os principais fatores que levaram a esse aumento da quantidade de pédidos de falência.
Com relação às falências efetivamente decretadas, novembro registrou o menor volume de ocorrências desde 2005, quando entrou em vigor a atual Lei de Falências. De acordo com o indicador, 35 micro e pequenas empresas e três empresas médias faliram. De janeiro a novembro deste ano, 1.617 pedidos de falência foram requeridos e 603 falências foram decretadas.
Exame

Físicos do CERN terminam ano em busca da partícula divina

Genebra - Os cientistas do Centro Europeu para Pesquisas Nucleares (CERN) terminaram as últimas semanas do ano analisando com entusiasmo uma enorme quantidade de dados obtidos pelo Grande Colisor de Hádrons, e com isso esperam encontrar a partícula divina que até hoje nunca foi vista.
Os pesquisadores acreditam que em breve terão os primeiros resultados das investigações. A análise dos dados anda bem. Estamos verificando as fontes que poderiam ocasionar erros sistêmicos, explicou à Agência Efe Javier Cuevas, professor de Física Atômica da Universidade de Oviedo e pesquisador do CERN encarregado de descobrir a partícula Bóson de Higgs.
O entendimento deste elemento explicaria as interações entre as partículas e as forças que atuam entre elas, o que possibilitaria entender a origem da massa. Só há um pequeno problema: nenhum cientista até hoje viu esta partícula, cuja existência foi descoberta por Peter Higgs em 1964.
Para tentar observá-la e chegar o mais próximo da matéria, o CERN construiu o Grande Colisor de Hádrons, mais conhecido por sua sigla, LHC, um equipamento de 27 quilômetros de circunferência dotado de quatro gigantescos detectores de dados enterrados entre 50 e 150 metros, em um túnel construído nos anos 80 para o acelerador anterior.
Entre os aparatos de análise de dados, o CMS e o ATLAS têm a missão de descobrir qualquer partícula nova, ou seja, buscam essencialmente o Bosón de Higgs.
Ambos os detectores trabalham entre eles para observar primeiro a partícula, e se um deles fizer isso, o outro serve para comparar o resultado. O sucesso do LHC tornaria possível determinar, por exemplo, do que é composta a matéria escura, que os físicos calculam que representa 20% do Universo.
A matéria que podemos ver, como estrelas, galáxias e outros planetas, não representa 4,5% da matéria, explica Javier Cuevas. Uma maior compreensão desses mistérios possibilitaria aos cientistas entender do que são feitos os buracos negros.
Acredita-se que a partícula divina ainda não foi encontrada pois a energia necessária para torná-la visível não foi produzida, segundo María Chamizo, responsável pela coleta de dados do CMS. Em 2011, energia parecida foi atingida no LHC, ao se acelerarem feixes de prótons em sentidos opostos a 99,9% da velocidade da luz.
Os choques entre eles geraram uma enorme quantidade de outras partículas, nas quais os físicos esperam encontrar a descoberta de Peter Higgs. No dia 7 de dezembro, o LHC será desligado para manutenção técnica e só voltará a funcionar em março de 2012.
Temos uma quantidade de dados cinco vezes maior do que esperávamos no começo do ano. O acelerador e os detectores funcionaram muito bem. Muitas vezes achamos que descobrimos uma partícula nova, mas isso ainda não foi concretizado. E em 2012, poderemos ter entre três e quatro vezes mais dados, comemorou María. 
Le Monde

Samsung vislumbra tablet flexível e transparente

 Um vídeo divulgado pela Samsung tenta chamar a atenção para o potencial das telas flexíveis e transparentes que a empresa vem desenvolvendo. No vídeo, um dispositivo similar a um tablet é usado para ler, fotografar, conversar usando vídeo e traduzir frases, além de exibir uma espécie de holografia de um prato num restaurante.
A Samsung já mostrou um tela flexível em pleno funcionamento no evento CES, em Las Vegas, no início deste ano. Essas telas são uma evolução da tecnologia conhecida como Amoled (sigla de “active-matrix organic light-emitting diode” ou matriz ativa de diodos orgânicos emissores de luz), que é usada em smartphones de marcas como HTC, Nokia e a própria Samsung. 
A tela flexível parece estar próxima de virar realidade. A Samsung diz que poderá usá-la em algum produto já em 2012. Mas o tablet flexível e transparente do vídeo é só um conceito em que a empresa vem trabalhando e não deverá ser fabricado num futuro próximo. No vídeo, a tela é manuseada solta, como uma folha de papel. Não há espaço para os circuitos eletrônicos nela.
Ainda assim, podemos imaginar que, se houvesse um pequeno transceptor sem fio numa das bordas, a tela poderia se comunicar com um smartphone, que ficaria encarregado do processamento das informações. Um par de câmeras montadas nesse receptor tornaria possíveis as fotos e a videoconferência. E ao menos uma parte da visão da Samsung se realizaria. Confira o vídeo a seguir.
Exame

17 previsões para 2012 em tecnologia

Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.
1 A TI não perde o ritmo
A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.
2 A China ultrapassa o Japão
Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.
3 Tablets conquistam as empresas
Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.
4 Os aplicativos saem do PC
O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.
5 O Kindle Fire ganha espaço
Para a IDC, o Kindle Fire vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.
6 O mundo móvel entra em guerra
Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.
7 A Microsoft pode comprar a Netflix
Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.
8 O dinheiro vai para a nuvem
Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.
9 Os aplicativos também vão à nuvem
A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.
10 A segurança preocupa
Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.
11 O crime cresce
Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.
12 A energia encarece os serviços
Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.
13 Carros e televisores entram na internet
O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.
14 A montanha de dados cresce
O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.
15 Big data é desafio
A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.
16 A Amazon chega à maioridade
A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.
17 A bolha estoura
Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.
Exame

É melhor ter um plano ou um modelo de negócio?

É melhor ter um plano ou um modelo de negócio? Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups
Empreendedores tradicionais costumam criar planos de negócio que apoiem sua decisão no início da operação de suas empresas. A premissa de uma startups, que por definição é a busca por um modelo repetível e escalável, é que um plano de negócios só deve vir após um modelo de negócios validado.
O modelo de negócios é a forma como uma empresa cria, entrega e captura valor. Em outras palavras, é a fórmula que transforma time, produto e gestão em receita, lucros e retorno para os acionistas. Raramente, uma startup conhece com precisão o problema e solução a serem tratados e, por isso, precisa trilhar um caminho de extrema incerteza.
Imagine um negócio tradicional como um restaurante. Apesar da gestão e a experiência do empreendedor serem cruciais para que ele dê certo, seu modelo de negócio é relativamente simples: custos com alimentos, pessoal e marketing. O cliente consome o produto através de um cardápio e o pagamento vem de cada prato consumido.
O segredo é vencer o desafio de manter o restaurante sempre cheio e diferenciar-se da concorrência. Para ser mais escalável, entre várias opções, ele pode criar um atendimento para delivery ou mesmo virar uma franquia. Nestes negócios, os modelos costumam ser intuitivos.
Em startups, validar um modelo de negócios significa encontrar evidências claras de que os clientes estão dispostos a pagar pela sua oferta e rapidamente saber como transformar seu produto e seus consumidores em valor e lucros.
Com um time eficiente, uma startup sabe que para cada 2 reais investidos em marketing consegue-se 5 reais de receita, que sua taxa de conversão é de cinco compradores para cada 100 visitantes e que um cliente fica em média nove meses consumindo seus produtos. O segredo é realizar ciclos curtos de validação e reorientação do modelo de negócios.
 Exame

Como conseguir verba do governo para financiar meu negócio?

Como conseguir verba do governo para financiar meu negócio? Respondido por Dariane Reis Fraga Castanheira, especialista em crédito
Comparando com as linhas de crédito oferecidas pelos bancos privados, as linhas do governo são vantajosas pelo fato de cobrarem menores taxas de juros. Os governos federais e estaduais oferecem várias linhas de crédito para investimentos, tecnologia, exportação e capital de giro.
Uma das fontes governamentais mais conhecidas é o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que oferece crédito para empresas de todos os portes para investimentos em implantação, ampliação e modernização, aquisição de bens de capital, bens de produção e serviços, capital de giro isolado, exportação e inserção no mercado internacional.
Os financiamentos mais conhecidos são o BNDES Automático, cartão BNDES e Finame. Para conseguir o crédito, a empresa interessada deverá procurar uma das instituições financeiras credenciadas.
Os bancos privados são os responsáveis pelo crédito, portanto, a empresa deverá fazer o cadastro e cumprir os requisitos do banco. Além disso, deve estar em dia com o pagamento de impostos e contribuições.
Muitas vezes, as empresas não têm acesso a linhas de crédito do BNDES por falta de garantias reais, solicitadas pela instituição financeira. Para facilitar, foi criado o FGI (Fundo Garantidor de Investimento),que dá garantia ao BNDES de que os pagamentos serão efetuados. Esta operação tem um custo que deverá ser ponderado na decisão sobre a sua aquisição.
Outra fonte importante é a agência de fomento paulista Nossa Caixa Desenvolvimento, que atende pequenas e médias empresas paulistas com faturamento anual bruto entre 240 mil e 300 milhões de reais. Há linhas para financiamento de investimentos, máquinas e equipamentos, capital de giro e franquias. A agência também opera linhas do BNDES.
Se a empresa for solicitar crédito para investimento, tanto no BNDES como na Nossa Caixa Desenvolvimento, deverá elaborar um projeto de investimento.
Vale ressaltar que, para conseguir os créditos oferecidos pelos governos, é importante que a empresa apresente suas informações financeiras, como lista de faturamentos anteriores, demonstrativo do resultado, balanço patrimonial e projeção do fluxo de caixa. É importante que a empresa mantenha um processo de registros contábeis e financeiros organizado e simples.
Exame

O que é uma startup?

Afinal, o que é uma startup? Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups
 Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo "startup" começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, "startup" sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
O que os investidores chamam de startup? Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza. Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos: - Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo - ou ao menos se provarem sustentáveis. - O modelo de negócios é como a startup gera valor - ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca - e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador - e por isso aumenta suas chances de gerar lucro. - Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view - o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida. - Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.  
Os passos seguintes É justamente por esse ambiente de incerteza (até que o modelo seja encontrado) que tanto se fala em investimento para startups - sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca pelo modelo de negócios enquanto não existe receita. Após a comprovação de que ele existe e a receita começar a crescer, provavelmente será necessária uma nova leva de investimento para essa startup se tornar uma empresa sustentável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. Caso contrário, ela precisa se reinventar - ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.
Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente. Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata - além da venda ser repetível. Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup - desde que ela comprove um negócio repetível e escalável.
Exame

DELAM CONSULTORIA - RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS

Face à atual situação do País têm sido inúmeros casos de empresas que procuram fontes de saneamento financeiro que carecem de reestruturação para se viabilizarem.

Tem-se obtido êxito centrado na metodologia seguida, associando ao desenvolvimento de um Plano de Ação e Reestruturação Financeira que apóia a sua implantação no nível operacional para sustentar e viabilizar a empresa e seus negócios, nos seus mais diferentes níveis. 

Processo de Recuperação de Empresas envolve normalmente quatro fases:

·        Análise dos Ambientes Externo e Interno; 
·        Diagnóstico e Desenvolvimento do Plano de Ações;  
·        Saneamento Financeiro;
·        Apoio à reorganização e reestruturação da empresa, através da afetação de Interim Management para efetuar o turn round.

Abordagem para a recuperação de empresas:

A DELAM Consultoria aplica uma metodologia, baseada na experiência Profissional, desenvolvidas na criação de novas empresas, na gestão de PME, e em recuperação de grandes empresas, para identificar as causas do insucesso da gestão, da situação econômica e financeira e proceder à implantação de um plano de ações, no nível operacional, para sustentar e viabilizar o negócio em todos os níveis. 

As vantagens em contratar especialistas para recuperações são:

·        Celeridade no diagnóstico do estado da empresa;
·        Rápida intervenção para manter viabilidade da empresa;
·        Interim Management;
·        Reestruturação Financeira;
·        Desenvolvimento e implantação de um portfólio de soluções para os problemas que geraram a crise.

Como especialistas em recuperação e gestão de empresas, é providenciado serviços especializados, de gestão da crise, reestruturação empresarial e financeira, de insolvência entre outros.

 É norma da DELAM Consultoria começar com uma análise diagnóstico para determinar as áreas que requerem uma intervenção imediata. O objetivo é identificar, definir o problema e desenvolver a estratégia para a recuperação da empresa.

Durante o período de análise diagnóstico, são identificadas as áreas problemáticas e passíveis de intervenção, serão trabalhadas essas áreas a fim de providenciar a viabilidade da empresa e seus negócios. Estas ações faz parte da prestação de serviços da DELAM Consultoria de Interim Management.

O Interim Management consiste na contratação temporária de gestores seniores, com funções executivas, tendo como objetivo desenvolver uma tarefa ou projeto previamente definido e trata-se de uma solução rápida, flexível e eficaz quando se pretendem atingir objetivo concreto, notadamente:

·         Para preencher necessidades inesperadas de gestão, seja para substituição temporária de quadros, seja para preencher um período de transição;
·        Programar um projeto específico, evitando a contratação definitiva de especialistas, a preço elevado, sem ter a certeza do retorno que poderá ser obtido;
·        Reestruturar e Reorganizar;

Os Interim Management são profissionais altamente especializados com grande experiência na resolução de problemas, formulação e execução de estratégias com sucesso. Os Gestores e Consultores, permanecem o tempo que for necessário, na empresa, para solucionar o problema inicialmente definido e para solucioná-lo, implantando novas estratégias, avaliando os riscos dos processos e ações visando o desenvolvimento de mecanismos de continuidade.

Na DELAM Consultoria disponibiliza-se Interim Management com competências específicas, aptos a desenvolver uma intervenção eficaz.

A DELAM Consultoria conta com a sua colaboração para melhorar cada vez mais!  O seu contacto é crucialmente importante e a DELAM Consultoria se interessa. A sua opinião mais ainda! 

DELAM – Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda.
Av. Visconde do Rio Branco, 1712 – 1º andar – Centro – Fortaleza-Ceará
85 3878-4150
85 9619-8872  e  85 8884-7662
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