domingo, 15 de abril de 2012

CURSO - GESTÃO DE COMPRAS E NEGOCIAÇÃO COM FORNECEDORES – TURMA 02



Objetivos
Geral
Apresentar aos participantes novos conceitos e adequações aos processos de Compras no mercado.

Específicos
Apresentar e discutir conceitos, métodos relacionados às atividades compras e suprimentos para profissionais interessados nesse campo da administração de negócios.
Transmitir, com base na experiência profissional do docente e dos próprios participantes, uma visão prática aplicada das técnicas e processos envolvidos.
Benchmarking entre os participantes.

Público Alvo
Todos os profissionais envolvidos com os processos de Compras e Suprimentos Logísticos; (Diretores, Gerentes, Supervisores, Coordenadores, Analistas, etc.), atuantes nas etapas da Cadeia de Suprimentos (compras, produção, vendas, marketing, financeiro, transportes, distribuição, administrativo), bem como aqueles profissionais que buscam iniciar atividades dentro da área.

Calendário
Período de inscrições: Até 17 de abril de 2012 ou enquanto houver vagas.
Período do curso: de 24 de abril a 10 de maio de 2012.

Horário
18h às 22h (3ª a 5ª)

Carga Horária
32h

Conteúdo Programático
DEFINIÇÃO DO PROCESSO COMPRAS
A FUNÇÃO COMPRAS E OBJETIVOS
O CICLO DE COMPRAS
FORMAS DE COMPRAR
ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE MATERIAIS
COMPRAS E DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDORES
NEGOCIAÇÃO COM FORNECEDORES (PREÇO E PRAZO)
SELEÇÃO DOS FORNECEDORES
PROGRAMAÇÃO DAS COMPRAS EDI (Eletronic Data Interchange)
PLANEJAMENTO DE COMPRAS DENTRO DO ORÇAMENTO
FATORES CONDICIONANTES DA ATIVIDADE DE COMPRAR
NÍVEL DE INFORMATIZAÇÃO: Nenhum, Automatizado, B2B
PODER DOS FORNECEDORES: Fonte Única, Múltipla ou Simples
PODER DE NEGOCIAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO COMPRADORA
SETOR DE ATUAÇÃO: Regulamentação Forte (ANFISA) ou Não
COMÉRCIO ELETRÔNICO (E-Commerce; E-Procurement)
DECISÃO DE FAZER OU COMPRAR
MANUAL DO COMPRADOR
ESTUDO DE CASO E EXEMPLOS PRÁTICOS  COM 
SIMULAÇÕES MODULARES DE COMPRAS EM SISTEMA - PLATAFORMA WEB.

INFORMAÇÕES

Fone: (85) 3477.3114 / 3174 / 3178
Fax: (85)3477.3215
E-mail: 
educacaocontinuada@unifor.br

sábado, 14 de abril de 2012

7 lições do Titanic para os investidores


Naufrágio do transatlântico faz 100 anos e tem muito a ensinar para quem navega no mercado financeiro

São Paulo - O naufrágio mais famoso da história completa 100 anos na noite do dia 14 para o dia 15 de abril. Símbolo de megalomania, mas também de muita imprudência, o Titanic pode ensinar uma série de lições sobre investimentos. Formado em engenharia naval e fascinado pela história do transatlântico, o diretor técnico da Apogeo Investimentos Paulo Bittencourt, transformou 7 lições do mar em parábolas para investidores.
1. Não confie demais na tecnologia - ou em si mesmo
Os transatlânticos eram o que havia de mais moderno na virada no início do século XX. O Titanic era considerado um navio insubmersível. Seus dezesseis compartimentos no casco contavam com um sistema de portas à prova d?água, e acreditava-se que era possível manter a embarcação em curso com até quatro compartimentos inundados. Mas por artimanha do acaso, na hora da colisão o iceberg rasgou cinco desses compartimentos, levando o navio a pique.
A alta confiança na tecnologia levou o projetista e a tripulação do Titanic a atos de grande imprudência: havia 20 botes salva-vidas a bordo, suficientes apenas para metade dos passageiros. Por que tão poucos? Porque em caso de acidente, acreditava-se que o navio apenas ficaria abalado, mas incapaz de afundar. Os botes eram uma garantia, mas por meio de outro instrumento tecnológico - o telegrafo sem fio - seria possível acionar o resgate, dispensando seu uso.
Confiar excessivamente no próprio taco é arriscado - o investidor pode tomar riscos desconhecidos, concentrar demais seus investimentos ou agarrar-se a uma má decisão por pura teimosia. Informação, prudência e humildade para mudar de ideia contam muito mais para o sucesso.
Outra manobra arriscada é confiar demais na tecnologia. Hoje já existem operações de alta frequência para o investidor individual, home brokers e plataformas de negociação para celulares, mas não se torne excessivamente dependente desses produtos. "Às vezes você precisa se desfazer de uma posição naquele exato momento, como ocorre no mercado de opções ou com quem faz operações de day trade. Mas você pode perder a conexão do seu celular e com isso perder dinheiro", lembra Paulo Bittencourt.
2. Observe o contexto por trás dos acontecimentos
Quando o Titanic foi construído, Inglaterra e Alemanha viviam uma disputa econômica que envolvia indústria, tecnologia e a conquista de novos mercados - polarização que culminaria na Primeira Guerra Mundial em 1914. Tal concorrência contaminou o mercado de transporte de passageiros então em expansão, inclusive por meio de demonstrações de força. Exibir tecnologia, ser o mais veloz, fazer o trajeto entre a Europa e os Estados Unidos em menos tempo, tudo isso fazia parte da competição. "Não era só uma questão de ganho econômico, era também uma questão de sobrepujar o outro", diz o diretor técnico da Apogeo.
 Além disso, transatlânticos como o Titanic poderiam ser usados em um eventual conflito armado. "Inclusive seu irmão, o Olympic, foi utilizado na Primeira Guerra", diz Paulo Bittencourt. Finalmente, a legislação britânica da época permitia que um navio como o Titanic zarpasse sem botes salva-vidas suficientes para acomodar todos os seus mais de 2.000 passageiros.
Na ocasião da viagem inaugural do Titanic, mais de 1.500 pessoas caminharam desavisadamente para a própria morte. A queda-de-braço entre Inglaterra e Alemanha, a legislação permissiva e a excessiva confiança na tecnologia tiveram um enorme custo social. Quem sabe se, conscientes desses fatores, alguns passageiros não tivessem desistido de subir a bordo?
"Observe o contexto por trás dos seus investimentos", aconselha Paulo Bittencourt. Ao aplicar o seu dinheiro, procure compreender o máximo possível do contexto macro e microeconômico, e não apenas olhar o retorno passado. "Estamos vivendo um cenário de inflação alta, sem perspectivas de queda? Escolha produtos que tragam benefícios nesse cenário - fundos de dividendos, compostos por papéis de empresas dos setores de energia e serviços, e títulos atrelados à inflação", exemplifica.
3. Mude de rota quando necessário
Mesmo com sua vasta experiência, o capitão Edward Smith ignorou os avisos telegráficos que anunciavam icebergs em sua rota e permaneceu nela. "As pessoas às vezes ficam ancoradas em um investimento, mesmo que os sinais externos indiquem que ela deve mudar de aplicação", diz Paulo Bittencourt. É o caso do sujeito que continua comprando um tipo de ativo mesmo depois de uma enorme alta que poderia ser aproveitada para a realização do lucro. Ou então daquele indivíduo que não consegue se desfazer de um investimento perdedor.
"Um bom comandante não segue uma rota às cegas. Ele reavalia o trajeto ao longo da viagem e se reúne com seus imediatos em situações de dúvida. Não seja turrão quando as informações que chegarem forem contrárias ao que você esperava. Reavalie a sua carteira e a proporção de cada ativo que a compõe", orienta o especialista.
4. Tenha botes salva-vidas suficientes
Desnecessário dizer que o erro do Titanic mais fácil de evitar foi a insuficiência do número de botes salva-vidas a bordo. Nada na vida é 100% seguro - especialmente o mar e o mercado financeiro. O investidor deve se proteger ou fazer hedge, no jargão do mercado. Não opere ou invista em fundos alavancados, tenha uma parte da sua carteira em investimentos de liquidez imediata - como fundos DI, fundos de renda fixa e CDBs -, diversifique e proteja seu poder de compra da inflação e das oscilações cambiais.
Para Paulo Bittencourt, operar alavancado é apenas para quem tem um grande patrimônio e pode destinar uma diminuta parte dele para este fim. "De um milhão de reais, usar 30.000 reais para tomar esse risco", exemplifica. Já para proteger o poder de compra, ele dá os exemplos dos títulos públicos atrelados ao IPCA - as NTN-B - e os fundos de dividendos, que investem em empresas que ajustam seus preços de acordo com a inflação.
 Para quem tem planos no exterior, aplicar em um fundo cambial a quantia de que você vai precisar no futuro e antecipar o máximo de despesas possível - como a compra da passagem, em caso de viagem - ajudam a proteger a moeda contra uma eventual alta do dólar.
5. O mercado é como o oceano: imprevisível
Mesmo avisada de que havia icebergs na rota, a tripulação do Titanic não conseguiu avistá-los até que estivessem próximos demais para um desvio. Saber o que ia acontecer não foi suficiente para que os tripulantes pudessem prever com exatidão os acontecimentos daquela madrugada. Existem dados históricos sobre os mares, e quem navega sabe que cada oceano tem um tipo de comportamento. Ainda assim, não é possível saber com precisão como o mar vai estar daqui a dois meses.
Um navegador ou mesmo um pescador experiente é capaz de prever razoavelmente bem como o mar vai se comportar de acordo com o vento e o clima no curto prazo. Mas não no médio e no longo prazo. O mercado é como o oceano: temos estimativas de especialistas - os navegadores - e probabilidades. Um bom navegante estuda sua rota, a época do ano e o comportamento histórico do oceano, mas deve estar preparado para as tempestades, icebergs e eventos imprevisíveis.
6. Leia a sua carta náutica: o prospecto
As cartas náuticas reúnem as experiências de todos os navegadores que estudaram as rotas por elas retratadas. Nesses mapas estão indicadas as regiões de correnteza, as montanhas submarinas e as diferentes profundidades. São como os prospectos dos fundos e das emissões de ativos. O bom navegador jamais dispensa a carta náutica da rota que pretende traçar, pois ela é sua guia. O prospecto diz ao investidor tudo que o fundo pode ou não fazer, ou ainda os objetivos de determinada captação, além de elencar e explicar os riscos.
7. Escolha um capitão experiente
Nos navios mais antigos, a cabine do capitão era repleta de instrumentos de navegação, como a bússola, o astrolábio e o sextante. Com o tempo, esses objetos deram lugar a monitores e telas que informam ao comandante sobre as condições do céu e do oceano, eventuais obstáculos, sua posição geográfica e o estado do navio.
A mesa de operações de um gestor até lembra a cabine do capitão. As informações nas telas ajudam o profissional a se ater ao que determina o prospecto do fundo que está sob sua responsabilidade. A experiência do comandante - o fato de ter navegado em águas calmas ou revoltas - faz com que ele aprenda a lidar com as situações que não estão nas cartas náuticas. Um gestor experiente, que já tenha enfrentado crises e aprendido a lidar com elas, não será imune a erros - como não o foi o veterano Edward Smith -, mas provavelmente saberá o que fazer para evitar um naufrágio.
Exame
Será que podemos associar essa matéria como recuperação de empresas? Não deixá-la naufragar? Gerindo bem a carta náutica do oceano  fluxo de caixa?
Deixe sua opinião!

Quais habilidades um gestor de sucesso precisa ter?


Resiliência e conhecimento multidisciplinar estão entre os atributos essenciais para que o gestor estratégico de uma grande empresa possa aguentar o tranco

São Paulo - Comandar uma grande empresa requer habilidades para lidar com inúmeros desafios, que vão desde saber gerir equipes e mantê-las motivadas até traçar rotas de crescimento competitivas, mesmo com alguma alteração de regra do mercado.
Ainda assim, saber dar nó em pingo d´água não é o suficiente para ser um bom líder. Algumas habilidades são essenciais para executivos que conduzem cargos estratégicos das grandes companhias e querem fazer delas as melhores dentro de seus ramos de atividades. A seguir estão cinco delas apontadas por Fabio Marra, diretor de recrutamento executivo da Mariaca.
Adaptabilidade
Uma hora, ele trabalha numa empresa petroquímica nacional. Em outra, numa farmacêutica inglesa. Mais para frente em uma varejista familiar. Não importa onde, o bom líder sabe se adaptar às regras de qualquer companhia que saiba o que faz, para quem e onde quer chegar. Não importa se terá de se reportar a seis conselheiros de administração ou ao fundador de uma empresa tradicional, ele sabe exatamente o que em de ser feito. "As maneiras como os negócios são conduzidos nesses vários universos são muito diferentes, mas para ele é fácil se adaptar às várias formas de reportar os resultados, já que o mais importante é trazê-los", afirma Marra.
Resiliência
Sabe quando um executivo é colocado sob muita, muita pressão e, depois de entregar os resultados, passado o momento mais turbulento, ele se revolta por ter passado por aquilo? Pois então, resiliência é justamente o oposto disso. O executivo resiliente sabe que a pressão faz parte do jogo. E tem plena convicção de que assumiu o cargo na condição de jogar e jogar muito bem, diga-se de passagem.
Para ele, picos de trabalho não significa estresse acumulado, falta de respeito pelo seu trabalho ou excesso de carga. Picos de trabalho são apenas picos de trabalho... e eles passam. E são sem importância diante do desafio de comandar uma empresa. 
 Interatividade
É claro que líderes de cargos estratégicos precisam se cercar de pessoas confiáveis e competentes no que fazem. Mas seu maior diferencial é saber manter essas pessoas ao seu lado e fazer com que eles se inspirem no chefe que tem. O contrário a isso pode ser desastroso. "Você pode ter as melhores pessoas possíveis na sua equipe. Mas se não souber conduzi-las, não terá como extrair o potencial delas ao seu lado", afirma o headhunter.
O bom líder não cobra apenas resultados, ele também trabalha para alcança-los juntos a sua equipe. E por isso comemora cada pequeno avanço com eles. A proximidade com a equipe faz com que o líder também tenha uma visão melhor de quem trabalha com ele. "Há ótimos profissionais que não sabem fazer marketing pessoal", diz Marra. "Só com uma avaliação mais minuciosa o gestor saberá do talento que cada colaborador tem".
Polivalência
Da mesma maneira que o bom líder sabe se adaptar aos vários tipos de empresas, ele também consegue ter uma boa desenvoltura em vários departamentos. Os melhores gestores são aqueles que já passaram por áreas tão distintas quanto logística e marketing e souberam extrair o melhor de cada experiência. "A estratégia de uma companhia é feita em várias frentes e um líder que já tenha passado por várias áreas tem uma visão global de onde quer chegar e como", afirma o headhunter.
Ponderação
Demitir pessoas, reduzir custos, inovar serviços... decisões que mudam todo o rumo de companhia, e algumas vezes até o destino de pessoas fazem parte do cotidiano de gestores de grandes companhias. Ponderar as melhores alternativas para ele, a companhia e demais envolvidos é uma habilidade essencial para que o executivo tenha sucesso nisso. "Ele precisa avaliar quão benéfico será o impacto das mudanças para os resultados", diz Marra. 
Exame

O que é ser um Profissional resiliente?


Resiliência é a competência do momento. Um profissional resiliente é antenado no mercado, consegue entregar o que promete e é capaz de promover mudanças estratégicas e entender seu valor.
As pessoas escutam por aí que elas precisam ser resilientes, mas muitas vezes elas não sabem o que isso significa. Resiliência é um conceito oriundo da Física, que se refere à propriedade de acumular energia quando exigidos ou submetidos a extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. Bom, até aí tudo bem, mas o que isso significa para o mundo corporativo?
Fazendo uma junção de alguns conceitos sobre resiliência, pode-se concluir que é a capacidade de:
- Promover as mudanças necessárias para atingir seus objetivos e os da empresa;
- Vencer as dificuldades, os obstáculos, por mais fortes e traumáticos que elas sejam;
- Manter as competências e habilidades, mesmo diante das adversidades;
- Antecipar crises, prever adversidades e se preparar para elas;
- Ter firmeza de propósito e manter a integridade.
Hoje no mercado, as empresas vêm buscando esses profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Um profissional resiliente é capaz de administrar uma situação estressante, visualizando o problema como um todo. Ele terá forças para enfrentar a adversidade e ainda será capaz de apresentar soluções criativas e eficazes. Parece algo impossível, algo mágico, não é mesmo? Mas, a boa notícia é que todos nós podemos nos tornar resilientes. Abaixo seguem 10 dicas para quem quer ser um profissional resiliente e fazer a diferença:
• Mentalize seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;
• Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem-estar;
• Procure manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio” para recuperar-se;
• Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;
• Transforme-se em um otimista em potencial;
• Assuma riscos (tenha coragem);
• Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);
• Separe bem quem você é do que você faz;
• Use a criatividade para quebrar a rotina;
• Permita-se sentir dor, recuar e, às vezes, flexbilizar para em seguida retornar ao estado original.
A minha intenção não é trazer aqui apenas um manual perfeito que ao seguir você se tornará um resiliente nato. Acho que o importante é ler as dicas sim, mas pensar na maneira de tornar sua vida melhor e como você pode aplicar tais dicas para sua carreira. Você não se tornará um  profissional resiliente do dia para a noite, mas com determinação e força de vontade conseguirá mudar a sua vida profissional, pode ter certeza. Apenas, acredite em seus sonhos e siga suas metas. Aproveite esse ano para planejar o que deseja para 2013 e melhorar a sua vida. Uma boa carreira daqui prá frente!

6 alimentos que barram o envelhecimento


Frutas vermelhas, maçã e couve são alguns exemplos de comidas que ajudam a prevenir e reverter os sinais da idade

São Paulo - Enquanto a ciência e a medicina buscam incessantemente novos artifícios e produtos para combater o envelhecimento, alguns dos ingredientes da fonte da juventude podem estar no prato. Uma alimentação mais natural, com quantidades significativas de frutas, legumes e verduras, aliada a hábitos de vida saudáveis, como prática de esportes, menos estresse e sono regular, pode adiar o aparecimento dos primeiros sinais do tempo na pele.
De acordo com a nutricionista Giovanna Arcuri, uma dieta rica em nutrientes que ajudam na prevenção do envelhecimento precoce não faz milagre. "Não é da noite para o dia que a pele melhora. Isso acontece no longo prazo, pelo menos três meses", diz. Para alcançar o resultado mais rapidamente, o ideal é consumir de cinco a seis porções de alimentos benéficos por dia.
Às pessoas que já têm a pele um pouco envelhecida, a nutricionista afirma que o resultado pode ser potencializado se os ingredientes forem tomados em forma de suco. "É importante aumentar as quantidades e colocar todas as frutas de uma vez, passando em um aparelho como o ?juicer?, para ficar com todas as vitaminas. E o melhor é tomar em jejum para que o organismo absorva melhor os nutrientes", diz.
A seguir, ela recomenda alguns dos melhores itens que podem ajudar no rejuvenescimento.
Maçã
Além de atuar no controle do colesterol e dificultar a absorção de gorduras, a maçã é indicada por sua ação anti-inflamatória, na prevenção de celulite, por melhorar a aparência da pele e eliminar toxinas. Rica em fibras, vitaminas do complexo B e sais minerais como fósforo e ferro, a maçã também purifica o sangue e ajuda a resolver problemas intestinais, que muitas vezes surtem efeitos negativos na pele.
Mamão
Por ter função laxativa, o mamão é responsável por melhorar o aparelho intestinal e, consequentemente, dar mais saúde à pele. Essa fruta ainda possui vitamina C, betacaroteno e licopeno, poderosos antioxidantes que combatem os radicais livres que causam o envelhecimento precoce da pele. Quando absorvidos pelo corpo, essas substâncias interrompem os danos causados às células, inclusive da pele.
 Tomate
Assim como o mamão, o tomate também é rico em licopeno em sua composição e ainda leva vitaminas dos complexos A e B, fósforo, potássio, ácido fólico e cálcio. Esse grupo de nutrientes dá ao fruto a propriedade de combater o envelhecimento, devido às substâncias antioxidantes que carrega.
Couve
O potencial da couve para ajudar na batalha contra o envelhecimento não está apenas no fato de ela ser rica em fibras e ajudar na desintoxicação e no trato intestinal. Essa verdura é também rica em vitaminas C e do complexo B, e, além de agir contra o estresse (muito prejudicial à pele), combate os radicais livres e contribui para uma pele mais vistosa e brilhante.
Frutas vermelhas
Morango, amora, uva, açaí e outras frutas vermelhas são ricas em vitamina C e cianidina, uma substância que dá o pigmento avermelhado e serve para proteger as plantas dos raios ultravioleta. Esses nutrientes conferem a essas frutas a propriedade de proteger o organismo contra toxinas e melhorar a condição dos vasos sanguíneos e a circulação do sangue. Além, claro, do grande efeito antioxidante que elimina os radicais livres e melhora a pele.
Própolis
Por ser um medicamento natural e ajudar na prevenção e tratamento de diversas doenças, como gripes e resfriados, essa substância obtida pelas abelhas fortalece o sistema imunológico. Para a nutricionista Giovanna Arcuri, um corpo saudável se reflete numa pele melhor.
Como se isso não bastasse, o própolis tem grande quantidade de aminoácidos, vitaminas dos complexos A e B e bioflavonoides. Por isso, entre outros benefícios, ele ajuda a tratar queimaduras, tem ação antioxidante, cicatrizante e regeneradora.
Exame