domingo, 4 de março de 2012

Charlie Sheen está em prisão domiciliar em comercial da Fiat


Ator interpreta a si mesmo em comercial em que mostra como é boa sua vida de prisão domiciliar



São Paulo - O ator amercano Charlie Sheen continua lucrando com sua imagem de bad boy. Sua inclinação para colecionar polêmicas é o tema do novo comercial que a Fiat criou para promover o 500 Abarth, que começa a vender nos Estados Unidos em abril.
No vídeo de 60 segundos, Sheen interpreta a si mesmo - a peça, chamada 'House Arrest' (prisão domiciliar) mostra o 500 Aberth circulando por uma mansão luxuosa durante uma festa com mulheres bonitas. 
Enquanto o carro acelera por cenários cheios de glamour, detalhes do interior do veículo são mostrados. Por fim, quando o carro pára, dele sai Charlie Sheen, com um dispositivo de rastreamento preso ao tornozelo. 
Ao lado da modelo romena Catrinel Menghia, Sheen arremata: "Adoro ficar sob prisão domiciliar". Assista ao filme (este vídeo não será exibido em iPad e alguns tablets Android):



Exame

O livre-arbítrio não existe, dizem neurocientistas


Novas pesquisas sugerem que o que cremos ser escolhas conscientes são decisões automáticas do cérebro. O homem não seria, assim, mais do que um computador de carne

São Paulo - Saber se os homens são capazes de fazer escolhas e eleger o seu caminho, ou se não passam de joguetes de alguma força misteriosa, tem sido há séculos um dos grandes temas da filosofia e da religião. De certa maneira, a primeira tese saiu vencedora no mundo moderno. Vivemos no mundo de Cássio, um dos personagens da tragédia Júlio César, de William Shakespeare.
No começo da peça, o nobre Brutus teme que o povo aceite César como rei, o que poria fim à República, o regime adotado por Roma desde tempos imemoriais. Ele hesita, não sabe o que fazer. É quando Cássio procura induzi-lo à ação. Seu discurso contém a mais célebre defesa do livre-arbítrio encontrada nos livros. "Há momentos", diz ele, "em que os homens são donos de seu fado. Não é dos astros, caro Brutus, a culpa, mas de nós mesmos, se nos rebaixamos ao papel de instrumentos."
Como nem sempre é o caso com os temas filosóficos, a crença no livre-arbítrio tem reflexos bastante concretos no "mundo real". A maneira como a lei atribui responsabilidade às pessoas ou pune criminosos, por exemplo, depende da ideia de que somos livres para tomar decisões, e portanto devemos responder por elas. Mas a vitória do livre-arbítrio nunca foi completa.
Nunca deixaram de existir aqueles que acreditam que o destino está escrito nas estrelas, é ditado por Deus, pelos instintos, ou pelos condicionamentos sociais. Recentemente, o exército dos deterministas - para usar uma palavra que os engloba - ganhou um reforço de peso: o dos neurocientistas. Eles são enfáticos: o livre-arbítrio não é mais que uma ilusão. E dizem isso munidos de um vasto arsenal de dados, colhidos por meio de testes que monitoram o cérebro em tempo real. O que muda se de fato for assim?
Mais rápido que o pensamento - Experimentos que vêm sendo realizados por cientistas há anos conseguiram mapear a existência de atividade cerebral antes que a pessoa tivesse consciência do que iria fazer. Ou seja, o cérebro já sabia o que seria feito, mas a pessoa ainda não. Seríamos como computadores de carne - e nossa consciência, não mais do que a tela do monitor.
Um dos primeiros trabalhos que ajudaram a colocar o livre-arbítrio em suspensão foi realizado em 2008. O psicólogo Benjamin Libet, em um experimento hoje considerado clássico, mostrou que uma região do cérebro envolvida em coordenar a atividade motora apresentava atividade elétrica uma fração de segundos antes dos voluntários tomarem uma decisão - no caso, apertar um botão. Estudos posteriores corroboraram a tese de Libet, de que a atividade cerebral precede e determina uma escolha consciente.
Um deles foi publicado no periódico científico PLoS ONE, em junho de 2011, com resultados impactantes. O pesquisador Stefan Bode e sua equipe realizaram exames de ressonância magnética em 12 voluntários, todos entre 22 e 29 anos de idade.
Assim como o experimento de Libet, a tarefa era apertar um botão, com a mão direita ou a esquerda. Resultado: os pesquisadores conseguiram prever qual seria a decisão tomada pelos voluntários sete segundos antes d eeles tomarem consciência do que faziam.
Nesses sete segundos entre o ato e a consciência dele, foi possível registrar atividade elétrica no córtex polo-frontal - área ainda pouco conhecida pela medicina, relacionada ao manejo de múltiplas tarefas. Em seguida, a atividade elétrica foi direcionada para o córtex parietal, uma região de integração sensorial. A pesquisa não foi a primeira a usar ressonância magnética para investigar o livre-arbítrio no cérebro. Nunca, no entanto, havia sido encontrada uma diferença tão grande entre a atividade cerebral e o ato consciente.
Patrick Haggard, pesquisador do Instituto de Neurociência Cognitiva e do Departamento de Psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, cita experimentos que comprovam, segundo ele, que o sentimento de querer algo acontece após (e não antes) de uma atividade elétrica no cérebro.
"Neurocirurgiões usaram um eletrodo para estimular um determinado local da área motora do cérebro. Como consequência, o paciente manifestou em seguida o desejo de levantar a mão", disse Haggard em entrevista ao site de VEJA. "Isso evidencia que já existe atividade cerebral antes de qualquer decisão que a gente tome, seja ela motora ou sentimental."
O psicólogo Jonathan Haidt, da Universidade da Vírginia, nos Estados Unidos, demonstrou que grande parte dos julgamentos morais também é feito de maneira automática, com influência direta de fortes sentimentos associados a certo e errado. Não há racionalização. Segundo o pesquisador, certas escolhas morais - como a de rejeitar o incesto - foram selecionadas pela evolução, porque funcionou em diversas situações para evitar descendentes menos saudáveis pela expressão de genes recessivos. É algo inato e, por isso, comum e universal a todas as culturas. Para a neurociência, é mais um dos exemplos de como o cérebro traz à tona algo que aprendeu para conservar a espécie.
A mente como produto do cérebro - Como o cérebro já se encarregou de decidir o que fazer - e o ato está feito ?, é preciso contextualizar a situação. É aí que entra a nossa consciência. Ela também é um produto da atividade cerebral, que surge para dar coerência às nossas ações no mundo. O cérebro toma a decisão por conta própria e ainda convence seu 'dono' que o responsável foi ele.
Em outras palavras: quando você para, pensa e toma decisões pontuais, tem a sensação de que um eu consciente e racional, separado do cérebro, segura as rédeas de sua vida. Mas para cientistas como Michael Gazzaniga, coordenador do Centro para o Estudo da Mente da Universidade da Califórnia e um dos maiores expoentes da neurociência na atualidade, não existe essa diferenciação.
Segundo ele, somos um só: o que é cérebro também é mente. A sensação de que existe um eu, que habita e controla o corpo, é apenas o resultado da atividade cerebral que nos engana. "Não há nenhum fantasma na máquina, nenhum material secreto que é você", diz Gazzaniga, que, em seu mais recente livro, Who?s in Charge - Free Will and the Science of the Brain (Quem está no comando - livre-arbítrio e a ciência do cérebro, sem edição em português), esmiúça a mecânica cerebral das decisões. 
Segundo Gazzaniga, o cérebro humano fabula o tempo todo. A invenção de pequenas histórias para explicar nossas escolhas seria uma maneira sagaz de estruturar nossa experiência cotidiana. Essa estrutura narrativa, segundo Patrick Haggard, tem um significado importante na evolução humana.
"Criar histórias sobre as nossas ações pode ser útil para quando nos depararmos com situações similares no futuro. É assim que iremos decidir como agir, relembrando resultados anteriores", diz. Ou seja, funcionamos na base do acerto e do erro, e da cópia do comportamento de pessoas próximas - principalmente nossos familiares. "Por isso a educação das crianças é tão importante. É um momento em que o cérebro absorve uma grande carga de informações e está sendo moldado, criando parâmetros para saber como se portar, como viver em sociedade."
Dúvidas - Em artigo publicado no periódico Advances in Cognitive Psychology, o pesquisador W. R. Klemm coloca em xeque a metodologia usada em diversos dos experimentos recentes da neurociência. Segundo Klemm, que é professor na Universidade do Texas e autor do livro Atoms of Mind. The 'Ghost in the Machine' Materializes (Átomos da mente. O fantasma da máquina se materializa, sem edição no Brasil) alguns estudos sugerem que não é possível medir com precisão o tempo entre o estímulo cerebral e o ato em si. O que poderia colocar abaixo toda a tese da turma de Gazzaniga.
O argumento principal do pesquisador, no entanto, recai sobre a generalização dos testes. "Não é porque algumas escolhas são feitas antes da consciência em uma tarefa, que temos a prova de que toda a vida mental é governada desta maneira", escreve no artigo. Klemm defende ainda a tese de que atividades mais complexas do que apertar um botão ou reconhecer uma imagem devem ser feitas de maneiras muito mais complexas. "Os experimentos feitos são muito limitados."
Ainda que as pesquisas estejam corretas, os próprios neurocientistas reconhecem que a ideia de um mundo sem livre-arbítrio provoca estranhamento. Eles se esforçam, sobretudo, para conciliar sua teoria com o problema da responsabilidade pessoal. "Mesmo que a gente viva em um universo determinista, devemos todos ser responsáveis por nossas ações", afirma Gazzaniga. "A estrutura social entraria em caos se a partir de hoje qualquer um pudesse matar ou roubar, com base no argumento simplista de 'meu cérebro mandou fazer isso'."
Para o cientista cognitivo Steven Pinker, a solução talvez seja manter a ciência e moralidade como dois reinos separados. "Creio que ciência e ética são dois sistemas isolados de que as mesmas entidades fazem uso, assim como pôquer e bridge são dos jogos diferentes que usam o mesmo baralho", escreve ele no livro Como a Mente Funciona. "O livre-arbítrio é uma idealização que torna possível o jogo da ética."
Continuariamos, assim, a viver no mundo descrito por Cássio em Júlio César. "Há momentos em que os homens são donos de seu fado", diz ele. Neurocientistas como Pinker estão prontos a concordar com isso - desde que se entenda o livre-arbítrio como uma ilusão necessária para o jogo das leis e da ética - e desde que se ponha o cérebro o lugar dos astros, como o grande condutor de nossos atos.
Exame

"Sou só um bode expiatório", diz Dotcom, do Megaupload


Numa extensa entrevista à TV neozelandesa, Kim Dotcom, o fundador do Megaupload, diz que virou bode expiatório para os estúdios americanos

"Eles vieram atrás de mim porque sou um alvo fácil." Assim Kim Dotcom, fundador do Megaupload, define sua situação. Ao sair da cadeia, depois de cerca de um mês preso sob acusação de promover a pirataria e lucrar com ela, Dotcom deu uma longa entrevista ao canal de TV neozelandês 3 News. Nela, ele se descreve como um bode expiatório e diz que o Megaupload sempre andou dentro da lei.
Dotcom nasceu na Alemanha e tem cidadania finlandesa, além de alemã. Nascido Kim Schmitz, o programador adotou seu codinome de hacker como sobrenome oficial. Morou em Hong Kong e acabou se radicando na Nova Zelândia, onde foi preso em janeiro. Uma década antes, ele já havia sido condenado por fraude financeira na Alemanha. 
O Megaupload, fundado por Dotcom em 2005, chegou a ser o 13º site com maior tráfego na internet. O serviço de compartilhamento de arquivos o tornou rico e atraiu a fúria da indústria da música e dos estúdios de cinema. Com acontece em outros sites desse tipo, arquivos perfeitamente legais conviviam, no Megaupload, com cópias ilegais de filmes, músicas e software.
O documento do FBI que serviu de base para sua prisão contém 72 páginas. O texto afirma que o Megaupload causou prejuízo de 500 milhões de dólares à indústria da música em apenas duas semanas. Isso equivale a 13 bilhões de dólares em um ano. "Isso não faz sentido. A indústria da música inteira fatura 20 bilhões de dólares por ano", defende-se Dotcom na entrevista ao 3 News.
Dotcom lança mão do conhecido argumento de que o Megaupload fornecia apenas infraestrutura. "Não somos responsáveis pelo que os usuários fazem. É a mesma situação do YouTube e de outros serviços", diz. "Não podíamos examinar o conteúdo dos arquivos dos usuários. O volume de dados transmitido era grande demais e as leis de proteção à privacidade proíbem isso", acrescenta ele.
Ele diz que o Megaupload tinha mecanismos para que arquivos que infringissem direitos autorais fossem removidos. "180 parceiros nossos, incluindo todos os principais estúdios de Hollywood, tinham acesso direto aos servidores. Eles podiam remover links ilegais sem nos consultar", afirma ele.
O empreendedor diz que achar estranho que os estúdios, que nunca processaram o Megaupload antes, tenham articulado sua prisão e o fechamento do site. "Tivemos um único processo em nossa história, e ele não foi movido pelos estúdios. Por que, de repente, resolveram me perseguir?" Ele responde: "Não tenho o poder do Google e meu passado como hacker torna fácil me acusar. Mas não cometi nenhum crime". 
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Autoridades ajudam a abafar episódio da advogada infiltrada no governo


Procurador-geral da República e ministro da Justiça não fazem o que se espera deles: investigar por que a história não é devidamente esclarecida

Há duas semanas, VEJA revelou que os ministros Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, agiram em sintonia com a máfia que desviou mais de 1 bilhão de reais dos cofres públicos. Em depoimentos prestados ao Ministério Público e à Polícia Federal, a advogada Christiane Araújo de Oliveira contou que, durante anos, manteve relações estreitas com ambos e usou essa intimidade para conseguir levar à frente ações de interesse da quadrilha para a qual trabalhava.
Apesar da gravidade das acusações, registradas há mais de um ano em um arquivo de vídeo e outro de áudio, na ocasião nenhum procedimento de investigação formal foi aberto para apurar a denúncia. Pior que isso: uma parte do material -- o áudio original no qual a advogada narra aos policiais os detalhes de seus encontros com as autoridades do governo e as atividades paralelas derivadas desses encontros -- pode ter sido propositalmente escondida para evitar constrangimentos ao governo.
No áudio até agora desaparecido, Christiane conta detalhes, muitos deles sórdidos, a respeito do período em que conseguiu se infiltrar no governo a pedido da máfia. Entre muitas histórias impressionantes, a advogada confirma que, em 2009, entregou ao então advogado-geral da União, Dias Toffoli, material gravado clandestinamente que incriminava opositores do governo -- versão confirmada em depoimento prestado recentemente à Polícia Federal por Durval Barbosa, o chefe da quadrilha, que fez um acordo de delação premiada com a Justiça.
Dias Toffoli nega que tenha recebido qualquer documento das mãos da advogada. Em conversas com colegas do STF, o ministro relatou que está sendo vítima de calúnia e que teria recebido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a garantia de que não há nada nos depoimentos que o comprometa. Não é um comportamento apropriado para quem deveria zelar pelo interesse público: melhor seria se o procurador se empenhasse em descobrir por que as revelações da advogada ficaram escondidas por tanto tempo.
Na semana passada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou a afirmar que "a suposta gravação informal (áudio) não consta de nenhum procedimento instaurado pela PF". O ministro não esclarece coisa alguma. O áudio desaparecido tem seis horas de conversa e existem algumas cópias dele guardadas, inclusive com pessoas da própria polícia. O ministério daria uma boa contribuição à Justiça se ajudasse a esclarecer por que o depoimento da advogada foi -- e permanece -- escondido na Diretoria de Inteligência da Polícia Federal.
Mas, ao que parece, não é esse o objetivo. Na mesma nota, o ministro negou que tivesse recebido e visto o vídeo no qual a advogada explica suas relações com Gilberto Carvalho. Cardozo, inclusive, chegou a relatar o conteúdo do material a um assessor da presidente Dilma Rousseff, segundo fontes do Palácio do Planalto. Estranho o comportamento do procurador-geral da República. Estranho o comportamento do ministro da Justiça.
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Neutrinos mais rápidos que a luz resultaram de experiência falha


Segundo o site da revista Science, uma má conexão entre um GPS e um computador foi a origem do erro

Washington - Os resultados da experiência Ópera - que sacudiu o mundo científico no final de setembro ao revelar neutrinos com velocidade superior a da luz - foram provocados por uma má conexão, afirma nesta quarta-feira o site da revista Science.
"Uma má conexão entre um GPS e um computador é, sem dúvida, a origem do erro", garante a revista americana, que cita "fontes ligadas à experiência".
No final de setembro, os especialistas da equipe Ópera anunciaram que neutrinos percorreram os 730 km entre o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN), em Genebra, e o laboratório subterrâneo de Gran Sasso, na Itália, em velocidade superior a da luz.
A maioria dos especialistas não acreditou que uma partícula elementar da matéria tivesse superado a velocidade da luz, considerada um "limite insuperável" na relatividade geral de Einstein.
Segundo a Science, os 60 nanosegundos de vantagem registrados pelos neutrinos sobre a velocidade da luz foram resultado de uma má conexão entre o GPS utilizado para corrigir o momento da chegada e um computador.
Novos estudos serão necessários para confirmar a origem do erro, destaca a Science.
The Washington Post

sábado, 3 de março de 2012

Carro Tesla Model X tem painel similar ao iPad


Modelo que chega ao mercado americano em 2014 tem painel de controle de 17 polegadas e portas com abertura vertical

O Tesla Model X foi anunciado na semana passada nos EUA para ser uma mistura entre uma SUV e minivan, modelos tipicamente familiares. Mas o automóvel também conta com características capazes de agradar condutores que tem gosto por carros high-tech.
Prova disso é o painel de controle do Model X. A tela de 17 polegadas é a responsável por reunir todo o sistema de entretenimento e navegação, como uma espécie de iPad gigante.
Outro destaque é o design do automóvel. As portas, no melhor estilo Delorian (o carro do filme "De Volta para o Futuro"), tem abertura vertical, adaptação antes reservada aos carros de perfil mais esportivo e de luxo. Também é espaçoso, com capacidade para sete pessoas, motorista inclusive.
A montadora americana Tesla é internacionalmente conhecida por fabricar carros elétricos e o X, que chega ao mercado em 2014, não foge à regra. Dependendo da bateria escolhida pelo proprietário, o automóvel é capaz de rodar pouco mais de 400 km, sem a necessidade de recarga. Estima-se que irá custar em torno de U$50,000.
Exame

Gol faz promoção neste fim de semana com passagens a R$ 1,00


A promoção contemplará todos os voos domésticos e internacionais operados pelas marcas Gol e Varig, exceto os da região do Caribe

 A Gol anunciou nesta sexta-feira que fará, a partir das 20h de hoje, uma campanha promocional para venda de passagens. Até as 8h de segunda-feira, clientes que comprarem simultaneamente os bilhetes de ida e volta pagarão R$ 1,00 pelos trechos de retorno. A promoção contemplará todos os voos domésticos e internacionais operados pelas marcas Gol e Varig, exceto os da região do Caribe.
Para participar do Super Feirão Gol, o consumidor precisa comprar a ida e a volta simultaneamente, permanecer, no mínimo, duas noites no destino e realizar a viagem até o dia 30 de abril. Os clientes que utilizarem a promoção terão, também, direito ao acúmulo de 30% de milhas nos seus cartões Smiles.
As tarifas promocionais estão sujeitas a disponibilidade de assentos nas aeronaves.
Exame