domingo, 5 de fevereiro de 2012

Veja os salários dos funcionários do Facebook

 Na prática, como o IPO da rede social Facebook vai influenciar a carreira dos funcionários da rede social? Segundo rumores, tornando alguns deles milionários. Especula-se que a abertura de capital da companhia de Mark Zuckerberg crie, da noite para o dia, cerca de mil milionários.
Exagero ou não, o fato é que, pelo menos em termos de benefícios e mimos para seus funcionários, o Facebook parece ter feito a lição de casa. Em ranking elaborado pelo site Glassdoor sobre as empresas que são aclamadas por causa da boa comida, a empresa de Zuckerberg arrematou a primeira posição.
Mas nem só de estratégias para conquistar o estômago dos colaboradores vivem os pacotes de benefícios da companhia. Confira quais os mimos e os salários oferecidos pelo Facebook para seus os profissionais que trabalham na sede da empresa em Palo Alto (e em outras unidades nos Estados Unidos).
Saúde
O plano de saúde engloba oferecido pela companhia engloba assistência médica, odontológica e seguro de vida. Além disso, o Facebook reembolsa 50% da mensalidade de academias frequentadas pelos funcionários.
Licença maternidade e ajuda de custo com a babá
Além de quatro meses de licença maternidade, o Facebook oferece 4 mil dólares para cobrir as despesas do processo de adoção para funcionários que adotam crianças.
Funcionários com filhos até cinco anos de idade podem receber até 3 mil dólares por ano para cobrir gastos com babás.
Descontos
A companhia mantém parcerias com empresas como Microsoft, Dell, Apple e AT&T para oferecer descontos e preços especiais para funcionários.
Férias
A companhia oferece 21 dias de férias remuneradas por ano.
Salários 
A lista foi feita com base em informações postadas por funcionários do Facebook na rede profissional Glassdoor. O valor é uma média feita pelo site com base nos dados fornecidos:
CargoSalário médio
Engenheiro de software sênior145.340 dólares/ano
Engenheiro de interface do usuário129.504 dólares/ano
Gerente de produtos124.200 dólares/ano
Gerente de desenvolvimento de negócios115 mil dólares/ano
Cientista pesquisador113 mil dólares/ano
INFONotícias

Carro Mini Cooper agora no Brasil

Modelo vai concorrer com o Smart, da Mercedes-Benz. 
Veículo já é sucesso de vendas em lojas de São Paulo e Curitiba.
Foto: Divulgação

A BMW anunciou em abril de 2009 o início das vendas do supercompacto Mini Cooper este mês no Brasil. O lançamento oficial do veículo foi no dia 13, em São Paulo. O Mini chega para disputar o novo segmento dos minicarros com o Smart, que foi apresentado à imprensa nesta quarta-feira (1º).

O Mini poderá será encontrado inicialmente em São Paulo e Curitiba nas concessionárias Caltabiano e Euro Import - ambas revendas oficiais e exclusivas da marca no país. O preço sugerido ainda não foi divulgado.

O Brasil é o mais novo mercado do Mini na América Latina. O veículo, que até então era comprado apenas por meio de importadoras independentes, já é vendido no México, Chile, Venezuela, Argentina e Colômbia.

O veículo será oferecido nos modelos Mini Cooper, Mini Cooper S e Mini Cooper S Clubman.

Foto: Toby Melville/Reuters

A BMW anunciou a chegada do carro Mini ao Brasil em abril (Foto: Toby Melville/Reuters)

G1

iPad 3 deve ser anunciado em março


A Apple planeja apresentar a terceira geração do tablet iPad durante um evento especial marcado para o mês de março.
Segundo o site MacRumors, o iPad 3 deve ser anunciado no início de março e começará a ser vendido ao final do mesmo mês. Se confirmado, a data será a mesma já utilizada pela Apple para lançar as outras versões do tablet.
A empresa também estaria planejando um outro evento para este mês de fevereiro, mas este não terá como foco o lançamento de produtos.
iPad 3 possivelmente será mais fino que o antecessor, possuirá uma tela de alta definição e um novo kit de bateria que dobrará a vida útil da mesma atualmente presente no iPad 2. 
Além disso, analistas especulam que o tablet venha com processador A6 de quatro núcleos e suporte a conexão móvel 4G (LTE).
INFONotícias

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

5 companhias brasileiras que sabem formar bons líderes

 À medida que a economia brasileira cresce, muitas companhias pegam carona e expandem também. O efeito dominó é positivo, mas o desenvolvimento acelerado de algumas companhias no Brasil tem gerado um grande gargalo no mercado: a falta de profissionais gabaritados para assumirem cargos de liderança.
A dificuldade de encontrar pessoas preparadas tem forçado cada vez mais as companhias a investir na formação de seus futuros líderes. A Natura, por exemplo, figura como a 13ª maior formadora de líderes do mundo, segundo ranking da revista Fortune, publicado em novembro do ano passado, e desenvolve uma série de ações nesse sentindo. “Essa preocupação sempre existiu dentro da maioria das empresas brasileiras, mas de uns seis anos para cá, vem se intensificando. E o resultado é positivo, pois além de conseguir reter talentos, as companhias constroem um ambiente sólido e fértil”, afirmou Anderson Sant’Anna, da Fundação Dom Cabral. Para a professora do núcleo de gestão de pessoas da ESPM, Fátima Motta, é absolutamente fundamental que as empresas desenvolvam estratégias para formar seus líderes. “Pois são eles que conduzem as equipes a um resultado positivo e mantêm os valores de uma companhia”, afirmou a especialista. Especialistas ouvidos por EXAME.com indicaram cinco empresas que, na sua avaliação, sabem formar bons líderes. Veja, abaixo, como elas estão preparando seus futuros chefes:
Natura
Em um ranking global elaborado pela revista Fortune, em 2011, a Natura é apontada como a 13ª maior formadora de líderes do mundo. Desde 2007, foi criado dentro da empresa um programa de formação de líderes e a maior preocupação da ação é manter vivo o DNA da companhia.
“Com a ação, queremos reter talentos, manter profissionais engajados e principalmente que tenham valores pessoais alinhados com os valores da companhia”, afirmou Marcelo Madarász, responsável pela área de desenvolvimento de lideranças relações e times da empresa.
Segundo ele, desde que foi criado o programa, alguns projetos foram executados e resultados práticos, obtidos. “O mais recente, criado há um ano e denominado Cosmo, foi desenvolvido para 225 funcionários Natura, sendo 50% deles profissionais indicados para fazer parte do plano de sucessão da companhia”, disse Madarász. O processo é composto por quatro ciclos e tem como principal foco garantir o interesse dos funcionários em acelerar a carreira e o desenvolvimento de liderança. Os profissionais participam de diferentes aulas com os especialistas mais gabaritados do mercado, de assuntos diversos, como sustentabilidade a gestão de pessoas.
“Dez turmas foram formadas; seis delas já concluíram o  primeiro ciclo e já pudemos observar resultados concretos, como gestores mais engajados com suas equipes”, afirmou Madarász.
Vale
No ano passado, a Vale investiu 73,9 milhões de dólares em educação e cerca de 2200 líderes estiverem envolvidos em treinamentos com foco em gestão e liderança. Segundo Desiê Ribeiro, gerente geral de educação e desenvolvimento de pessoas da mineradora, a Vale sempre teve como foco o desenvolvimento de pessoas, mas o crescimento acelerado da companhia fez com que a demanda por formação de líderes aumentasse dentro da companhia.
“Não encontramos profissionais prontos no mercado. Precisamos de pessoas bem formadas em determinadas áreas, difíceis de encontrar no mercado”, afirmou Desiê.
Em 2011, 15 cursos foram destinados aos funcionários para desenvolver suas lideranças. Entre eles, um programa de gestão em negócios destinados a 31 gerentes que foram reconhecidos como possíveis sucessores da companhia.
A pós-graduação foi desenvolvida pela Valer, a área de Educação da Vale, e é realizado em parceria com a Universidade Federal de Ouro Preto e a Fundação Dom Cabral. O curso começou em abril de 2011 e tem duração de 16 meses.
De acordo com Desiê, é a partir de ações como essa, que a companhia consegue acelerar as carreiras dos empregados, reter os talentos e aumentar a produtividade.
Renner
Na Renner, o plano para formar futuros líderes da companhia a começa a partir do estágio de trainee. “Temos como premissa priorizar as pratas da casa, pois só assim conseguimos perpetuar a cultura e os valores da companhia”, afirmou Clarice Martins Costa, diretora de recursos humanos da varejista. “Queremos ter os melhores profissionais e, desde 1996, temos programas para o desenvolvimento de líderes. Hoje, mais de 80% dos cargos de lideranças da companhia são ocupados por profissionais formados dentro da casa”, afirmou a executiva.
A varejista mantém uma universidade para a formação de seus profissionais, além de parcerias com conceituadas instituições de ensino, como a Fundação Getúlio Vargas. Anualmente, 30 vagas são destinadas para profissionais com nível gerencial.
Além disso, na Universidade Renner, os professores são os atuais líderes da varejista. “Os diretores e até o presidente precisam cumprir uma determinada quantia de horas-aulas por ano. É nossa responsabilidade a formação dos nossos futuros líderes”, disse Clarice.
Dasa
Há pouco mais de um ano, a Dasa, dona dos laboratórios Delboni Auriemo e Lavousier, decidiu focar com mais empenho na formação de seus líderes e criou o programa de desenvolvimento de liderança (PDL). “A Dasa nasceu a partir da fusão de muitas empresas, com culturas e gestões diferentes. Por isso, sentimos a necessidade de criar a nossa própria cultura organizacional e o primeiro passo para se atingir isso consiste no desenvolvimento de talentos”, disse Marcelo Rucker, diretor de gente e gestão da Dasa.
Desde o início do ano passado, um programa piloto foi colocado em prática com o objetivo de ensinar aos selecionados o conceito de liderança. Nesse primeiro momento, pelo menos 600 pessoas foram envolvidas no treinamento.“Há muitos livros que defendem que líderes já nascem líderes. Na Dasa, temos a certeza de que é possível formar bons líderes”, afirmou Rucker.
Segundo ele, o treinamento, apesar de ter sido introduzido na companhia há pouco tempo, já surtiu efeitos práticos. “Havia uma rotatividade muito grande nos cargos gerenciais da companhia. Hoje, conseguimos reter esses talentos, pois o próprio funcionário percebe que existe uma preocupação com seu desenvolvimento”. afirmou o executivo.
A Dasa também vem diminuindo a necessidade de mesclar o seu corpo de executivos com profissionais do mercado. “Tínhamos muita reclamação nesse sentindo, mas nossos profissionais estão cada vez mais preparados e alinhados com a cultura da companhia para participar do plano de sucessão”, disse.
Petrobras
Os funcionários da Petrobras só ingressam na companhia por meio de concurso público, mas, mesmo assim, a maior companhia brasileira possui a preocupação de formar seus líderes e oferecer um programa de sucessão gerencial. Em 2011, a companhia envolveu 2.600 funcionários no treinamento de desenvolvimento gerencial, oferecido pela própria universidade da estatal. O programa visa formar as lideranças que a companhia vai precisar para 2020. Outro desafio da companhia é formar, até 2015, novos empregados para assumir cargos gerenciais. Atualmente, a Petrobras possui cerca de 6.000 gerentes, que estão envolvidos no programa de sucessão da companhia. Segundo a Petrobras, o objetivo estratégico do programa é ter sempre gestores preparados para sustentar a empresa. “O suporte ao papel gerencial, o alinhamento entre as expectativas e os interesses pessoais e os objetivos organizacionais, a disciplina de capital e foco em resultados e o desenvolvimento em gestão estão entre os principais benefícios da ação”, disse a companhia, em nota.
Exame

Brasil não está preparado para ataques virtuais

 Um estudo sobre ataques cibernéticos aponta o Brasil como um dos países menos preparados para lidar com este tipo de ação.
O estudo Cyber Defense Report, produzido pelo centro de pesquisas belga Security Defense Agenda (SDA) e pela McAfee, analisou a preparação de 23 países em ataques virtuais. No entanto, nenhum obteve a nota máxima (5 pontos).
Brasil, Índia e Romênia receberam nota 2,5 e ficaram apenas à frente do México. Os melhores posicionados foram Israel, Finlândia e Suécia, que receberam nota 4,5.
As notas aplicadas pelo estudo consideram medidas básicas de segurança como firewalls e antivírus, além de proteções mais avançadas como educação e grau de informação do governo.
Segundo o estudo, países da América Latina tendem a possuir uma infraestrutura e tecnologia desatualizadas, além de não contarem com legislações específicas contra crimes cibernéticos.
Um exemplo de impunidade sobre crimes cibernéticos no Brasil pode ser acompanhado ao longo desta semana, quando sites de instituições financeiras viraram alvo de ataques, deixando os serviços indisponíveis. O estudo também aponta certa vantagem aos crackers que atacam sistemas com fins de espionagem ou para praticar roubos.
No próprio estudo, o diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações da Presidência da República, Raphael Mandarino, afirma que devido ao Brasil não estar envolvido em guerras, o país não enxerga o espaço cibernético como uma ameaça local e que a infraestrutura foi criada para proteger os sistemas internos do governo.
O estudo aponta como solução o compartilhamento de informações entre os países para criarem proteções mais avançadas para as ameaças virtuais.
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Apple contrata novo executivo para expandir varejo

Londres - A Apple vai contratar John Browett, presidente-executivo da Dixons que fez uma recente reviravolta na varejista britânica de eletrônicos, para liderar o movimento de expansão da fabricante do iPad no varejo.
Browett, que liderou a Dixons desde 2007, foi também presidente-executivo do shopping online da Tesco.
Na Apple, Browett será responsável pela estratégia de varejo da companhia e a expansão de sua rede no mundo, atualmente em mais 300 lojas.
"Nossas lojas de varejo são baseadas em serviços ao consumidor, e John compartilha esse comprometimento como ninguém mais que encontramos", disse o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, que será chefe imediato de Browett.
Browett entra no lugar de Ron Johnson, que deixou a Apple em junho do ano passado para assumir como presidente-executivo da rede J.C. Penney.
Sob a orientação de Johnson, a Apple abriu sua primeira loja de varejo -em McLean, Estado norte-americano da Virgínia- em maio de 2011. Agora, a empresa tem uma rede de mais de 300 lojas, que geraram uma receita média de 34,1 milhões de dólares cada no ano fiscal de 2010, e representaram 15 por cento das vendas líquidas da companhia.
Wall Street vê as lojas próprias da Apple como uma vantagem importante na concorrência com rivais como o Google e Amazon.com, assim como tradicionais fabricantes de computadores.
O sucesso da Apple no varejo deve continuar a crescer nos próximos trimestres à medida que os grandes números de consumidores continuam a adquIrir os populares dispositivos móveis da companhia, como iPhones e iPads.
A Apple vendeu 37 milhões de iPhones e mais de 15 milhões de iPads durante o último trimestre, e seu caixa engordou para quase 100 bilhões de dólares no fim de 2011.
A indicação de Browett para o cargo levou a especulações de que a Apple possa estar tentando um novo esforço em suas operações na Europa.
Financial Times

IPO do Facebook pode fazer mil novos milionários

 Quando se fala de Facebook, todos os números são superlativos - da quantidade de usuários aos 5 bilhões de dólares que a empresa deve levantar com o seu IPO. Agora, outro começa a chamar a atenção: estima-se que cerca de 1.000 pessoas tornem-se milionárias com a abertura de capital.
Pelo menos, este é o número que ganha cada vez mais força na imprensa americana. A estimativa surgiu, pela primeira vez, em uma reportagem da agência de notícias Reuters de dezembro. Nesta quarta-feira, foi a vez do The Wall Street Journal voltar ao assunto.
À medida que o IPO do Facebook, fundado por Mark Zuckerberg, torna-se cada vez mais concreto, analistas e jornalistas americanos reforçam as comparações com outro fenômeno da internet: o Google, cuja abertura de capital, em 2004, teria criado mais de 1.000 milionários da noite para o dia.
Pé de meia
Se as especulações estiverem corretas, afirma o WSJ, o IPO do Facebook teria condições de enriquecer 700 funcionários com participação acionária, além de investidores que já participam do capital da empresa.
Tanto a Reuters, quanto o WSJ, admitem que não há dados precisos sobre a distribuição de capital do Facebook, mas lembram que, com o split (desmembramento de ações) ocorrido em 2010, onde cada papel original foi dividido em cinco, funcionários que haviam adquirido ações do Facebook por 6 dólares, há 5 anos, podem hoje estar virtualmente milionários - com os papéis valendo agora cerca de 40 dólares.
Desse jeito, o Facebook corre o risco de ver uma leva de funcionários se aposentarem cedo - e, de quebra, migrarem para o Eleqt, uma rede social focada apenas em milionários e cujo convite para integrá-la custa cerca de 5.000 dólares.
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