segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Se nós fecharmos, YouTube e Dropbox serão os próximos, diz Rapidshare

 O Rapidshare não deve ceder a pressão das associações de estúdios de cinema e de gravadoras a fim de retirar conteúdo do ar, após o bloqueio do Megaupload.
Em entrevista à revista FastCompany, o porta-voz da empresa, Daniel Raimer, declarou que, caso o Rapidshare seja fechado, o YouTube, o iCloud, o Microsoft SkyDrive e o Dropbox também devem ser.
Raimer não classificou o Megaupload como culpado ou inocente, mas disse discordar da política do site de remunerar usuários que publicam conteúdo com alta procura para download.
Ele defendeu que a tecnologia por trás do Megaupload e do Rapidshare são semelhantes, assim como a do Microsoft Skydrive e do iCloud, da Apple, o que os difere é o ponto de vista ético.
"A principal diferença é o modelo de negócio. Você está ajudando a pirataria? É a sua intenção de ganhar dinheiro atraindo piratas e chamando a atenção das associações que protegem os direitos autorais? Ou você quer ter clientes grandes e manter relações longas com eles? Isso é exatamente o que fazemos", afirmou Raimer.
O porta-voz afirmou ainda que o Rapidshare possui um filtro que evita a republicação de conteúdos já removidos anteriormente. Ele afirmou também nunca ter falado com Kim Dotcom, o criador do Megaupload.
Na semana passada, a justiça neozelandesa concedeu liberdade condicional a dois executivos ligados ao Megaupload. Por outro lado, Kim Dotcom teve seu pedido negado. O juiz considerou que ele oferecia risco de fuga por ser milionário e possuir mais de um passaporte.
INFONotícias

Nova patente de bateria da Apple pode trazer aparelhos mais finos

Nova patente da Apple
Nova patente da Apple
Foi publicada a imagem de uma patente da Apple nos Estados Unidos, para um novo design de uma bateria. Segundo informações do desenho, o novo design é bem mais fino do que a bateria utilizada hoje, o que pode significar aparelhos ainda menores.
Cada vez mais o mercado de aparelhos móveis tenta reduzir a espessura de seus gadgets, e a Apple não está parada neste quesito. Prova disto é o registro de uma patente de bateria, com nova forma, que pode garantir que alguns aparelhos emagreçam ainda mais. A nova forma de disposição dos eletrodos na bateria permite que ela tome formas não retangulares, como um L ou um leque.
Como a disposição das células da bateria está organizada de outra forma, a Apple pode inserir mais células em locais menores do que os tradicionais retângulos. Isso significa a possibilidade de aparelhos menores e com design ainda mais distinto. Claro que uma patente não é sinônimo de produto novo, mas dá pra sonhar.

Nova patente de bateria da Apple pode trazer aparelhos mais finos
Foi publicada a imagem de uma patente da Apple nos Estados Unidos, para um novo design de uma bateria. Segundo informações do desenho, o novo design é bem mais fino do que a bateria utilizada hoje, o que pode significar aparelhos ainda menores.

Cada vez mais o mercado de aparelhos móveis tenta reduzir a espessura de seus gadgets, e a Apple não está parada neste quesito. Prova disto é o registro de uma patente de bateria, com nova forma, que pode garantir que alguns aparelhos emagreçam ainda mais.

iGNotícias

Nokia Belle pode ser disponibilizado a partir do dia 08 de fevereiro

Nokia Belle
Nokia Belle
O Nokia Belle, que chegará para suceder o Symbian Anna, poderá ser disponibilizado para uma série de aparelhos já a partir do dia 8 de fevereiro. Entre os aparelhos beneficiados estariam o Nokia N8X7C7,C6-01E6 e E7.
A informação foi revelada pelo site da própria Nokia no Vietnã, mas a página logo rapidamente removida (veja aqui em cache). É provável que a página não deveria ter ido ao ar, e acabou por revelar a data da atuaização antes do programado.
O Nokia Belle trará novidades como widgets redimensionáveis, barra de notificações semelhante ao do Android, suporte a NFC e seis telas iniciais personalizáveis, além de outras melhorias de performance. Devido ao tamanho do update, ele provavelmente será disponibilizado apenas via Nokia Suite - em outras palavras, esquecem a atualização via OTA.
A Nokia também já avisou que o Nokia N8 e C7 estão começando a serem vendidos já com o Nokia Belle em algumas regiões, assim como o Nokia 710 desde seu lançamento.
iGNotícias

A infraestrutura ainda é o calcanhar de Aquiles do Brasil

Para presidente do Bid, Luís Alberto Moreno, país precisa investir bem mais do que 2,5% do PIB para sanar sua carências

Portos brasileiros, como o do Rio, ainda são gargalo para as exportações
A infraestrutura do Brasil é vista como o ponto fraco do país a partir de seu modelo econômico de sucesso, que criou 14 milhões de empregos em menos de uma década. "A infraestrutura é ainda um dos principais desafios para o Brasil", disse o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, para quem toda a América Latina vive o mesmo problema.
O Brasil, disse, "provavelmente investe 2,5% do PIB no setor, mas isso não é suficiente", disse Moreno, lembrando que é mais caro transportar um contêiner da Colômbia para o Brasil do que para o Canadá.
O secretário-executivo do ministério brasileiro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixera, recordou que durante mais de duas décadas o Brasil vive um 'apagão' neste setor, tendo sido obrigado a reconstruir estradas, aeroportos e portos.
Outros desafios são a questão dos impostos cobrados no país e a reforma da Previdência Social, admitiu Teixeira. No entanto, a sexta economia mundial, apresenta uma folha memorável: um desemprego de 4% que poderá chegar ao final de 2012 em 3,5% (13% há dez anos), uma previsão de crescimento de 4% para este ano - superior ao do ano passado, apesar da crise na Europa, que se faz sentir em outras partes do mundo -, uma inflação abaixo de 5%, dívida reduzida e exportações de 256,041 bilhões de dólares no ano passado.
O país possui um sistema econômico que soube conjugar crescimento com inclusão social, elogiam os esecialistas. Muitos criticam o fato de ainda ser um exportador de commodities, mas não se pode esquecer, recordou Teixera, que é o terceiro produtor mundial, atrás da China, com quem mantém superávit comercial.
"A qualidade do comércio com a China não é a ideal, porque estamos exportando sobretudo commodities e importando produtos acabados", disse o chanceler Antonio Patriota. "Por isso estamos insistindo na agenda internacionalPatriotaaparceiros que nos possam trazer benefícios nos setores científico, tecnológico, além de novas oportunidades econômicas", disse Patriota.
O chanceler voltou a afirmar que o país não tem vocação para se transformar em potência militar, nem nuclear, advogando, ao contrário, a diplomacia e o diálogo. "Estamos num momento em que o Brasil se afirma como força no campo econômico mundial", disse Patriota, considerando que "talvez não haja tanta necessidade mais, como no passado, de tentar convencer os líderes mundiais" da solidez da economia brasileira e da importância que assumiu no panorama geopolítico mundial.
iGNotícias

Saiba avaliar quanto vale seu negócio

Evitar usar a intuição é uma das cinco dicas da avaliadora Hilco para que o microempresário não se perca na hora de atribuir valor

A sua empresa pode ter um valor inestimável para você e sua família. Mas na hora de pedir um financiamento no banco ou de fazer um seguro, o sentimentalismo não vai contar a seu favor. Por isso, vale a pena deixar o coração e a intuição de lado e adotar certo distanciamento para atribuir valor ao seu negócio.
Sabendo da dificuldade dos empresários para avaliar diferentes aspectos de suas empresas, Antônio Lopez, diretor da avaliadora de companhias Hilco Appraisal Brasil, elaborou um pequeno guia com cinco pontos relevantes que podem ajudar na avaliação. Veja abaixo:
1) Lucro: A avaliação da empresa começa pelo conhecimento do lucro do negócio, diz Lopez. Mas a maior dificuldade dos empresários, segundo o especialista, é de ter uma contabilidade organizada. Muitos não têm balanços dos últimos anos, não sabem o que é Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e não têm perspectivas para lucros futuros condizentes com a realidade. Segundo ele, é imprescindível ter contabilizados os ganhos anteriores e as estimativas para o futuro, sendo que os lucros futuros devem ser trazidos a valor presente.
Muitas vezes os empresários afirmam que o contador é honesto, como se isso fosse justificativa para não ter todos os números de anos anteriores e projeções contabilizados, diz Lopez. "Mas não se trata apenas disso. Hoje já é necessário ter mais rigor com as demonstrações contábeis." Ele comenta que mesmo os negócios menores já estão sendo mais controlados pelo fisco. "Logo as leis para grandes empresas serão aplicadas a todas, então é bom já seguir padrões,” diz Lopez.
Ainda neste aspecto, os empresários devem avaliar a longevidade do negócio, que pode estar entre 5 e 30 anos, dependendo de sua dependência tecnológica, por exemplo. “Negócios mais tradicionais e menos dependentes de atualização tendem a ter maior longevidade, o que significa mais valor,” diz.
2) Ativos: Quanto mais independente dos ativos, mais valor tem o negócio. Essa avaliação costuma não receber a devida atenção dos empresários, segundo Lopez, uma vez que eles tendem apenas a considerar os valores dos ativos, principalmente aqueles cujas compras foram registradas.
A dica do especialista é que o empresário para acertar neste quesito é verificar o quão prejudicado seria com a falta de um dos ativos. “Por exemplo, uma fábrica de parafusos exige máquinas operatrizes que podem ser facilmente repostas no mercado. Neste caso, o empresário terá maior valor do negócio independente do ativo imobilizado,” diz.
O oposto acontece quando o valor do negócio é constituído basicamente pelo processo industrial e pelas marcas que constituem os produtos, algo comum na indústria alimentícia, por exemplo, onde as marcas são conhecidas pelo consumidor, que deposita confiança nas mesmas.
3) Passivo: Na hora de avaliar o valor de seu negócio, os empresários não podem esquecer das dívidas trabalhistas, fiscais e tributárias. “A correta apropriação dos passivos é fundamental na determinação do valor do seu negócio, pois os cálculos contábeis desses itens vão ajudar a determinar a saúde financeira da empresa,” diz o especialista da Hilco.
Segundo ele, é comum identificar um certo amadorismo em algumas das pequenas e médias empresas com relação à falta de rigor dos controles contábeis relacionados aos passivos. "Mas quanto mais fácil for para rastrear os acontecimentos da empresa, mais atrativo e confiável será o negócio," afirma.
4) Clientes: Uma maior base de clientes determina uma maior capilaridade e, por sua vez, uma maior atratividade do negócio, diz Lopez. Além disso, quanto maior influência e abrangência regional, mais valor terá uma empresa. Ele explica que a relação é assim pois, ao ter mais clientes, e em regiões diversas, a empresa reduz seus riscos. Se perde um cliente - ou se tem um problema em uma região -, poderá contar com os demais para manter a atividade.
5) Marca: O valor que se pode atribuir a uma marca depende de sua notoriedade. “Quando a marca não é notória, muitas vezes seu valor se confunde com outros valores do negócio, como o valor do fundo do comércio, que, em outras palavras, é o lucro futuro trazido a valor presente,” diz Lopez.
A complexidade para se obter o valor da marca é grande pois esse quesito envolve a análise de mercado, o fundo de comércio, a capacidade de alavancagem (de lançamento de novos produtos) e a amplitude geográfica da ação da marca. Em geral, quanto mais ligada ao consumidor, mais vale a marca.
Quanto menos notória pelos clientes, menos ela vale. “Por mais paixão que o dono tenha por sua marca, ele tem que saber que pode ser que ela não valha nada. Muitas vezes é o ponto que vale mais. Ou seja, se ele for substituído por outra empresa, o novo empreendimento vai dar certo. Mas o dono do negócio não percebe,” diz Lopez.
Para um cálculo preciso, o empresário deverá procurar um profissional experiente com conhecimentos específicos sobre o mercado de atuação da empresa.
Em todos os aspectos, o especialista sugere que o empresário evite ser intuitivo na hora da atribuição de valor. “A intuição pode levar a diversos erros. Um deles é a supervalorização de alguns bens, feita por uma leitura mais emocional do que técnica. ,” afirma.
Outro erro é a avaliação equivocada de aspectos econômicos. Para ilustrar esta situação, ele diz que um empresário pode ter pagado um valor X por uma máquina importada da Alemanha, por exemplo, a um dólar mais alto. Passados seis meses, a cotação do dólar pode ter baixado e, ao mesmo tempo, fornecedores chineses podem ter passado a vender a mesma máquina a um preço menor. O empresário não percebe que a máquina dele agora vale bem menos do que o X que ele pagou.
Além disso, Lopez lembra que o empresário deve estar sempre preparado para o valor que o banco atribuirá a seus bens quando for pedir um financiamento. Em geral, a instituição bancária aplica um fator de deságio de cerca de 30% sobre o valor de mercado. Se a máquina valia R$ 100 mil, eles podem avaliar como R$ 70 mil.
Por isso, um balanço mais completo e tranparente, um conhecimento técnico mais avançado de seus ativos e passivos e de sua marca podem ajudar bastante na hora das negociações.
Ig Negócios

domingo, 29 de janeiro de 2012

Conheça a verdade por trás das sacolas plásticas

 As leis aplicadas em diversas cidades brasileiras contra o uso das sacolas plásticas levantaram uma série de questionamentos por parte dos consumidores e abriram caminho para o mercado publicitário.
Os usuários, que há muitos anos reaproveitavam as sacolas plásticas distribuídas gratuitamente nos supermercados como sacos de lixo, se perguntam quais são as alternativas plausíveis para o descarte de resíduos, diante das constantes proibições.
Parte da indústria se aproveitou dessa dúvida para vender a ideia de que as sacolas oxibiodegradáveis ou biodegradáveis são opções mais ecológicas para substituir as sacolas plásticas tradicionais. No entanto, especialistas alertam que nem sempre a imagem vendida condiz com a realidade.
Sacolas Oxibiodegradáveis
As oxibiodegradáveis, por exemplo, ainda são alvos de estudos, pois sua eficiência é considerada “obscura”. Essa falta de comprovações motivou o ex-governador de São Paulo José Serra a vetar um projeto de lei que tornava o uso desse produto obrigatório, para substituir os modelos tradicionais. Além disso, diversos especialistas se mostram contra a utilização das sacolas oxibiodegradáveis.
O projeto “Fotodegradação e fotoestabilização de blendas e compostos poliméricos”, do professor Guilherme José Macedo Fechine (Universidade Mackenzie), mostra que apesar de se decompor em micropartículas, este tipo de plástico não é consumido por fungos, bactérias ou protozoários, uma das características essenciais para garantir que os resíduos realmente serão eliminados do ambiente.
 A mesma opinião é compartilhada pelo especialista norte-americano Joseph Greene, que realizou o estudo responsável por impedir que a Califórnia adotasse o plástico oxibiodegradável. A pesquisa mostra que esses resíduos não se desintegram, apenas se tornam invisíveis aos olhos.
Segundo Fechine, a única diferença entre o polímero oxibiodegradável e o comum é o tempo de fragmentação, menor no primeiro caso. Mas, em termos ambientais não existe benefício algum.
Sacolas Biodegradáveis
A palavra biodegradável também tem se tornado marca registrada nos carimbos das sacolas plásticas. Na maioria dos casos, ela exerce apenas uma função publicitária, para vender a imagem de que o item é ecológico.
Segundo o Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), os materiais realmente biodegradáveis são aqueles provenientes de fontes naturais, capazes de ser totalmente consumidos por microorganismos e que se degradam em até 180 dias.
O Instituto alerta também para os perigos dessas propagandas, que distorcem o impacto real dos materiais no meio ambiente e que dessa forma incentivam o consumidor a não buscar alternativas para os resíduos que produz.
Soluções
O uso das sacolas plásticas deve ser motivo de constante preocupação entre os consumidores, que precisam ser incentivados a criar essa consciência ecológica. As novas legislações, que seguem modelos já aplicados em outros países, são uma das maneiras de fazer o consumidor refletir, mesmo que forçadamente, sobre os impactos das sacolas plásticas no meio ambiente.
 As duas alternativas apresentadas, oxibiodegradáveis e biodegradáveis, já foram cogitadas como possíveis soluções, mas hoje se sabe que resolver esse problema não é uma tarefa simples.
Por isso, a melhor solução que pode existir é dizer não às sacolas plásticas. Nos casos em que o uso for inevitável e extremamente necessário, elas podem ser reutilizadas para originar outros produtos, através de técnicas artesanais, ou então, devem ser encaminhadas à reciclagem.
Mesmo assim, é preciso lembrar que a reciclagem dos sacos plásticos ainda é pouco atraente para o mercado devido aos altos custos do processo. Uma das alternativas é optar pelos saquinhos feitos de jornal para o lixo seco e utilizar composteiras caseiras no caso do lixo orgânico. Lembre sempre dos 3Rs: reduzir, reutilizar e reciclar.
Exame

Philips projeta uso de OLED em painéis solares

 Os painéis de OLED, usados na fabricação de telas de computador, podem ser a novidade usada nos tetos automotivos. Este é o projeto no qual a Philips e a Basf têm trabalhado, para captar a luz solar e transformá-la em energia.
A sugestão das empresas não é que essa energia seja usada para manter o carro em funcionamento. Trata-se de um projeto inovador, que permitiria a passagem da luminosidade durante o dia, e aproveitaria a energia armazenada para deixar o interior do carro iluminado durante a noite.
O sistema ofereceria ao condutor a sensação de estar dirigindo em um espaço aberto, conforme explicado por Feliz Gorth, líder do projeto. Além disso, os designers projetaram um sistema em que a claridade fosse suave e espalhada pelo automóvel, para não atrapalhar a visibilidade do condutor.
A tecnologia foi testada em um Smart, mas pode ser adaptado a qualquer automóvel e até mesmo em outros ambientes. Nos carros, o sistema funciona de maneira equivalente aos tradicionais, inclusive em seu acendimento automático assim que as portas são abertas.
Em declaração ao Daily Mail, o gerente geral de OLED da Philips, Dietrich Bertram, declarou-se feliz com o potencial do projeto, que apresenta a diversidade em possibilidades da utilização da tecnologia. A empresa aposta na eficiência energética da iluminação para adentrar ao setor automotivo.
Exame