sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Três dicas para vencer desafios do ambiente de TI

Profissionais contam como resolveram problemas de virtualização de desktops, redes de comunicação sem fio e desempenho.
São três as estratégias usadas por um grupo profissionais para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Ou seja, avaliar o software em relação às vulnerabilidades antes de comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas e fazer mudanças de forma frugal.

1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.
“Faz parte do processo contratual”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.
Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.
A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.
Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.
Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.

2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.
Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast “não funcionavam bem juntos”, explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num “proxy” pode ter sido fator importante.
Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e “o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas”, conta.
O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.
A Columbia Grammar and Preparatory School, em  Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo  melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa “escola Mac”, não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa  aos servidores da Apple.
3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.
Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.
Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.
A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.
No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware,  Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.
Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.
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DONO DO MEGAUPLOAD É PRESO NA NOVA ZELÂNDIA

Alemão é preso com mais três diretores do site; ele chegou a se refugiar em casa com uma espingarda
SYDNEY – O fundador da Megaupload, Kim Schmitz, e três diretores do portal de downloads tiveram a prisão preventida decretada na Nova Zelândia nesta sexta, 20. Enquanto isso, os Estados Unidos tramitam suas extradições por pirataria na internet.
A Justiça americana afirma que a Megaupload faz parte de uma rede mundial de pirataria na internet, controlada por uma organização criminosa, e que causou danos aos direitos autorais no valor de pelo menos US$ 500 milhões.
Os quatro presos permanecerão sob custódia policial em Auckland até a próxima segunda-feira, quando será realizada uma nova audiência judicial para decidir o pedido de liberdade mediante o pagamento de fiança, segundo ditou o juiz David McNaughton, dos tribunais de North Shore.
O inspetor Grant Wormald, da unidade de Crime Financeiro e Organizado da Polícia neo-zelandesa, explicou à imprensa que o FBI (polícia federal americana) entrou em contato com eles em 2011 e que a operação foi complicada, porque entre outros acontecimentos, Schmitz não facilitou sua prisão ao se esconder na sua própria casa. Ele teria se refugiado com uma espingarda de cano curto em uma sala-cofre, segundo nota da France Presse.
Ao perceber que a polícia havia invadido a mansão, o criador do site se trancou em uma sala-cofre com uma espingarda de cano curto.
“Não foi algo tão fácil como chamar na porta”, afirmou o detetive. O grupo detido pelas autoridades zelandesas é formado pelos alemães Kim Schmitz, Mathias Ortmann e Finn Batato e o holandês Bram van der Kolk.
Wormald disse que Schmitz, de 37 anos, e Van der Kolk, de 29, têm permissão de residência na Nova Zelândia, enquanto Ortmann, de 39, e Batato, de 38, figuram na Imigração como “visitantes”.
Schmitz, também conhecido pelo apelido Kim Dotcom, e Ortmann fundaram a Megaupload, uma sociedade com sede em Hong Kong e que conta com 150 milhões de usuários registrados e volume de visitas diárias que ronda os 50 milhões.
Ortmann desempenhava o cargo de diretor, Batato dirigia a unidade de marketing e o holandês era supervisor de programação.
O alemão Sven Echternach, de 39 anos, chefe de desenvolvimento de negócios, o eslovaco Julius Bencko, de 35, desenhista, e o estoniano Andrus Nomm, de 32, responsável da divisão de software, estão em paradeiro desconhecido e procurados pelo FBI.
As prisões na Nova Zelândia fazem parte de uma operação internacional liderada pelos Estados Unidos contra este portal de downloads que incluiu o fechamento da Megaupload em território americano e batidas em nove nações, entre elas Holanda e Canadá.
Uma equipe de mais de 70 agentes neozelandeses inspecionou nesta sexta-feira a mansão de US$ 30 milhões onde Schmitz morava em Auckland com sua família e outros nove imóveis na mesma cidade.
A Polícia confiscou 18 carros de luxo, incluído um Rolls-Royce Phantom Drophead Coupé e um Cadillac 1959 rosa, além de vários automóveis Mercedes.
Os investigadores calcularam o confisco de bens avaliados em cerca de US$ 4,8 milhões, aos quais se somam outros US$ 8 milhões que foram depositados em contas abertas em diversos bancos da Nova Zelândia.
Schmitz, apaixonado por corridas de carros e mulheres, além dos computadores, gostava de alardear que era um dos dez homens mais ricos da Nova Zelândia, segundo a imprensa local.
A Polícia americana calcula que, com a Megaupload e outros portais associados, estes “piratas da internet” ganharam pelo menos US$ 175 milhões.
A Justiça na Nova Zelândia já antecipou que não deve apresentar acusações formais contra os detidos, embora tenha admitido que a Megaupload infringiu as leis de propriedade intelectual do país. Se fosse aberto um processo judicial na Nova Zelândia, a extradição que tramita nos Estados Unidos demoraria a acontecer.
Estadão

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012


Maracanã deve se tornar usina de energia solar

As obras feitas no estádio para sediar a Copa do Mundo de 2014 incluem a colocação de placas fotovoltaicas em toda a superfície que cobre as arquibancadas

Vista aérea do Estádio do Maracanã
Placas serão capazes de gerar 670 mil kW/h por ano

Além de ser um marco para a história do futebol, o Maracanã está prestes a se tornar referência na produção de energia limpa. As obras feitas no estádio para sediar a Copa do Mundo de 2014 incluem a colocação de placas fotovoltaicas em toda a superfície que cobre as arquibancadas.
O projeto será financiado por duas empresas de energia, a Light, que coordena a produção e distribuição no Rio de Janeiro, e a EDF (Eletricité de France). Juntas elas instalarão placas sobre uma superfície de 2,5 mil metros quadrados, que serão capazes de gerar 670 mil kW/h por ano.
A produção seria suficiente para abastecer 25% da energia necessária para o funcionamento do Maracanã. No entanto, não é isso que irá acontecer, pelo menos, durante os cinco primeiros anos de funcionamento desta “usina solar”. O investimento é fruto de uma parceria entre as duas empresas e o Governo do Estado, por isso, elas terão direito a comercializar a energia produzida nos primeiros anos, para compensar os R$ 6 milhões gastos com a implantação da tecnologia.
A estimativa é de que a eletricidade produzida no Maracanã possa suprir a demanda de 240 residências. Mas, as empresas contam também com o apelo gerado por toda a tradição do Maracanã, para comercializar a energia limpa com valores mais altos.
Passados os cinco anos, a eletricidade vinda do Maracanã será propriedade do governo, mas mesmo assim pode não ser usada diretamente no estádio. “O maior consumo do estádio é durante a noite, em dias de jogos, e não no momento em que o sistema vai produzir mais energia, durante o dia. Por isso, ele vai gerar energia e injetá-la na rede e, à noite, ele a pega de volta”, explicou Evandro Vasconcelos, diretor de energia da Light.
Os projetos da concessionária não acabam no Maracanã. A Light ainda pretende gastar R$ 15 milhões para implantar células fotovoltaica em outros centros esportivos do RJ, como o Parque Aquático Júlio de Lamare, o Maracanãzinho e o Estádio de Atletismo Célio de Barros.
EXAME

7 pessoas acusadas de nova fraude em Wall Street


Os sete são acusados de usarem informações privilegiadas para ganharem mais de US$ 60 milhões; quatro já estão presos

Touro que simboliza o mercado em alta em Wall Street
Entre os sete indicados estão quatro analistas financeiros, o dono de um fundo de investimentos e dois encarregados de carteiras de investimentos

Sete pessoas foram acusadas pela Justiça americana, nesta quarta-feira, de uso ilegal de informação privilegiada em Wall Street, no âmbito de uma ampla operação anticorrupção centrada neste problema "endêmico" na bolsa de Nova York.
As sete pessoas, quatro das quais foram detidas pelo FBI durante a operação, são acusadas de participação em uma fraude que permitiu a elas "obter mais de 61,8 milhões de dólares de ganhos ilegais a partir da compra e venda de uma única ação", segundo a promotoria federal americana.
A ata de denúncia, baseada na informação fornecida por três dos acusados que se disseram culpados para conseguir uma redução da pena, descreve várias trocas de e-mails e ligações telefônicas.
As pessoas (quatro analistas financeiros, o dono de um fundo de investimentos e dois encarregados de carteiras de investimentos de fundos de derivativos) aproveitaram informações confidenciais sobre a gigante americana da informática Dell entre 2008 e 2009.
Um deles, Sandeep Goyal, havia trabalhado para a Dell antes de se empregar em um fundo de investimentos de Nova York, onde continuou recebendo informações privilegiadas de uma fonte interna da companhia de computadores, que lhe permitiu comprar e vender ações, antecipando-se aos fatos.
Os acusados trabalhavam em companhias sediadas em Nova York, Boston, Connecticut (nordeste dos EUA) e Califórnia (oeste). Um dos quatro detidos esta quarta-feira é Anthony Chiasson, co-fundador da empresa Level Global Investors. O FBI (polícia federal americana) investiga há meses o que o promotor federal Preet Bharara qualificou de problema "endêmico" de Wall Street.
Dezenas de pessoas foram detidas nos últimos anos por uso ilegal de informação privilegiada. O mais conhecido é Raj Rajaratnam, dono e fundador do fundo de investimentos Galleon, condenado em outubro passado a onze anos de prisão, a pena mais dura imposta nos Estados Unidos a alguém por este tipo de crime.
Seu amigo, Rajat Gupta, ex-administrador do banco de negócios Goldman Sachs e ex-diretor-geral da empresa McKinsey, foi acusado do mesmo crime em outubro passado e deve ser julgado este ano.
EXAME

Ecorodovias vence leilão de rodovia no Espírito Santo/Bahia

Tarifa de pedágio proposta foi de 0,03391 reais

Planner indica compra de Ecorodovias
Ecorodovias: o consórcio vencedor é formada pelas empresas EcoRodovias e pela SBS Engenharia e Construções
 A Ecorodovias (ECOR3) participa do consórcio que venceu o leilão de trecho da rodovia BR-101/ES/BA promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).A tarifa de pedágio proposta foi de 0,03391 reais, com deságio de 45,63% sobre a tarifa teto estabelecida pela ANTT.
Essa concessão consiste na recuperação, conservação, manutenção, operação, implantação de melhorias e ampliação da capacidade da rodovia BR-101/ES/BA, no trecho entre o entroncamento com a BA-698, no acesso ao município de Mucuri-BA e a divisa dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (excluindo a ponte).
O consórcio vencedor, chamado “Consórcio Rodovia da Vitória” é formada pelas empresas EcoRodovias e pela SBS Engenharia e Construções.
EXAME

Planejamento estratégico: como evitar o choque do futuro

O que há de errado com a forma como a maioria das empresas cria uma estratégia de negócios?
Planos de negócio consomem muito tempo na execução. O problema é que eles não podem ser executados sem uma estratégia completa. Muitas vezes, um plano estratégico é um documento estático. Fazemos uma reunião e o escrevemos, incluindo objetivos, metas, prazos e responsabilidade. E assim permanece até a próxima reunião de planejamento estratégico, onde é revisto e quase sempre, alterado.
Precisamos fazer o plano estratégico vivo nas mentes das respectivas equipes.
Se você perguntar a alguém, "qual é o seu plano estratégico?" não vai gostar nada de ouvir: "só um minuto. Eu vou encontrá-lo no meu computador". Isso significa que sua equipe não está executando claramente o planejamento estratégico definido pela empresa.
A estratégia tradicional centra-se em planejamento de cenários. "Se isso acontecer, faremos isso. Se não acontecer, faremos aquilo." Mas as pessoas não conseguem perceber que existem dois tipos de tendências: as mais rígidas e as mais flexíveis. Tendências rígidas são aquelas que acontecerão independente da nossa vontade, quer queiramos ou não. Já as tendências flexíveis podem acontecer ou não, dependendo da nossa ação.
O que é uma tendência rígida?
Há três principais impulsionadores das tendências rígidas: tecnologia, demografia e regulamentação governamental. Quando há uma lei aprovada, preste atenção. Ela é uma tendência rígida que pode abrir oportunidades incríveis.
O que é uma tendência flexível?
Os setenta e oito milhões de baby boomers estão ficando mais velhos e suas necessidades de saúde vão aumentar. Enquanto isso, nos últimos dez anos, os Estados Unidos registrou uma diminuição do número de pessoas que se tornaram médicos e enfermeiros. Essa situação você pode mudar.
Como líder empresarial, você pode ver uma rota de colisão caso nada seja feito para aumentar a quantidade de médicos e enfermeiros. E a partir daí, traçar cenários de mudança. Isso é planejamento estratégico.
O que acontece se você não conseguir distinguir entre tendências rígidas e flexíveis?
No ano 2000, o governo federal americano previa um superávit orçamentário de trilhões de dólares. Como eles puderam errar tanto? Fácil. Eles estavam olhando só para os números bons. Ou seja, olhando uma tendência flexível como se fosse uma tendência rígida. Como se fosse acontecer com certeza, ignorando outras tendências.
No caso de uma empresa, esse erro pode ser fatal. Por que a Motorola, que foi dominante nos anos 1980 com telefones celulares, perdeu? Trataram digital como uma tendência flexível, apesar de a migração para o digital estar acontecendo, gostassem eles ou não. Ficaram com o analógico por um longo tempo. Longo demais. Polaroid e Kodak também olharam o digital como moda. O mesmo aconteceu com a Blockbuster em relação à Netflix. Todas essas companhias não separaram corretamente as tendências flexíveis das tendências rígidas. Até porque a maioria das pessoas protege e defende o status quo.
Outro erro muito comum é ter uma estratégia centrada em vendas e lucros.
Muitos planos estratégicos não passam de planos financeiros disfarçados. O dinheiro não é a bola do jogo, mas a maioria das pessoas o trata como se fosse. Em 2011, 70% do lucro da Apple eram provenientes de produtos que eram impossíveis de serem produzidos quatro anos antes. Considere quatro anos a partir de agora. Pelo menos metade dos seus lucros vêm de coisas que você não está nem fazendo hoje?
Para chegar lá, você precisa de mais do que um plano financeiro. Você precisa de um plano que abranja as tendências corretamente identificadas, que você possa redirecionar a seu favor.
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