sábado, 7 de janeiro de 2012

Conheça 5 profissões promissoras para 2012

A área de TI no Brasil está aquecida e as empresas deste ramo procuram profissionais qualificados para preencher as vagas abertas.
O Brasil é o 8º maior mercado de TI do mundo e deve crescer 7,5% em relação a 2010, de acordo com a IDC, consultoria especializada em TI. "Um mês atrás a empresa onde trabalho possuía 60 vagas e procuramos alucinadamente por profissionais com a qualificação exigida", diz Hamilton Berteli, CTO da Avanade Brasil,  empreendimento conjunto da Accenture e da Microsoft.
Segundo Berteli, a grande oferta de vagas em diversas áreas reflete como o mercado de TI está aquecido. O diretor, com base em pesquisas internas, tendências da tecnologia e estudos de consultorias, acredita que profissionais especializados em determinadas áreas irão se destacar em 2012.
Veja abaixo:
1 - Programador de aplicações móveis - A criação de apps para dispositivos móveis será destaque nos próximos meses, especialmente para os profissionais com conhecimento em linguagem multiplataforma, segundo Berteli. "Haverá grande procura pela tecnologia HTML 5 porque esta plataforma roda em mais de um sistema operacional, seja iOS, Android ou Windows Phone", diz.
2 - Engenheiro especializado em tecnologias colaborativas - De acordo com o CTO, a implementação de plataformas sociais dentro das empresas é uma forte tendência. "Esta cultura começa a penetrar nas companhias, que estão acostumadas a manter a comunicação apenas por e-mail. Para esta área, o profissional deverá ter conhecimentos em organizações de portais, especializações em Web 2.0 e até biblioteconomia por causa do modelo de busca", diz.
3 - Inteligência empresarial (BI) - Os profissionais desta área serão requisitados para coletar e organizar qualquer operação que envolva a corporação, inclusive estudos com base em divulgações dos usuários nas redes sociais. "A disparidade gigante de sistemas e dados não estruturados exige a demanda do profissional especializado em Big Data e, principalmente, saber integrar estes dados dentro da visão de inteligência de negócios", diz Berteli.
4 - Analistas de governança corporativa - Até o ano passado, o forte era a arquitetura orientada a serviços (SOA). Hoje, a atenção está voltada para a segurança dos dados e serviços que estão na nuvem, segundo o diretor. "Os analistas deverão orientar e assegurar a área de negócios, por exemplo, o controle das informações que não estão em casa", diz.
5 - Gerente de TI e gerente de projetos - Dificilmente estes cargos saem de moda, principalmente por causa das novidades, mas é necessário reciclar o conhecimento, diz Berteli. "A faculdade proporciona parte do conhecimento da área, mas é importante contar com uma boa infra-estrutura no local de trabalho, pois o profissional também aprende na prática", afirma. Além disso, é recomendável realizar treinamentos, participar de simpósios, trocar informações com outros profissionais e obter certificações para provar que domina o assunto, diz o diretor.
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7 grandes fracassos tecnológicos vergonhosos de 2011

Se é verdade que os fracassos trazem boas lições a ser aprendidas, 2011 foi um ano bastante pedagógico. Google, Microsoft, Sony, Nokia, HP e RIM são algumas das empresas que devem estar digerindo os erros que cometeram e prometendo fazer melhor em 2012. Confira, a seguir, sete dos mais importantes fracassos tecnológicos do ano.
1 - O Chromebook não decolou
Já que a computação em nuvem é uma das tecnologias do momento, o Google resolveu radicalizar. Em maio, a empresa anunciou seus chromebooks, laptops baseados no sistema operacional Chrome OS. Eles rodam aplicativos que, em vez de ficar no próprio computador, residem em servidores da internet, ou seja, na nuvem. Os primeiros chromebooks começaram a ser vendidos em junho pela Samsung (foto ao lado) e pela Acer, nos Estados Unidos e na Europa.
A ideia até seria atraente se o acesso à internet estivesse sempre disponível. Mas, como sabemos, não é o que acontece. Na maioria dos aviões, por exemplo, um chromebook é quase inútil. Além disso, os aplicativos online ainda estão longe de oferecer todos os recursos dos programas instalados nos PCs. E para completar, os modelos apresentados têm preços nada atraentes. Em novembro, o noticiário Digitimes, de Taiwan, divulgou a previsão de que o ano terminaria com menos de 30 mil unidades vendidas. É um número insignificante.
2 - HP TouchPad acabou liquidado
O TouchPad, com que a HP pretendia superar a Apple no mercado de tablets, chegou às lojas nos Estados Unidos em julho, encalhou nos estoques e foi descontinuado apenas um mês e meio depois. Foi um fracasso espetacular, mas não por falta de preparação. A HP vinha desenvolvendo seu tablet desde 2005, o mesmo ano em que a Apple começou a trabalhar no iPad e no iPhone. A primeira tentativa fracassada foi o Slate, lançado em 2010, que rodava o Windows 7.
Persistente, a HP tentou novamente com o TouchPad, que usava tecnologia da Palm. O novo produto seguiu o modelo da Apple, com soluções exclusivas e controle rígido do hardware e do software. Mas o tablet era caro e faltavam aplicativos para ele. Quase ninguém se interessou. Depois de anunciar seu fim, a HP acabou liquidando o estoque por 99 dólares a unidade, um quinto do preço original.
3 - O Windows Phone encalhou
O sistema operacional Windows Phone, da Microsoft, já conta com mais de 50 mil aplicativos e recebe elogios por ser prático, elegante e fácil de usar. Mesmo assim, o Gartner Group estima que, entre o terceiro trimestre de 2010 e o mesmo período de 2011, a participação do sistema da Microsoft no mercado caiu de 2,7% para ridículos 1,5%.
Os principais motivos para o encalhe podem ser resumidos pela expressão inglesa "too little, too late" - muito pouco e tarde demais. O Windows Phone chegou atrasado e não trouxe vantagens significativas em relação aos concorrentes. Além disso, a Microsoft, diferentemente do Google, tentou ditar regras aos fabricantes de celulares e operadoras, definindo coisas como o hardware mínimo para rodar o Windows Phone e a maneira de atualizar o software. Isso acabou custando, a ela, o apoio de alguns desses parceiros.
Empresas de pesquisa de mercado preveem que o Windows Phone deve ganhar espaço nos próximos anos, principalmente por causa da parceria da Microsoft com a Nokia, que só agora começa a dar frutos. Mas ninguém espera que vá ameaçar a Apple e a turma do Android num futuro visível.

4  - A Nokia afundou com o Symbian
No terceiro trimestre de 2010, o sistema operacional Symbian, da Nokia, liderava com folga o mercado de smartphones. Estava presente em 36% dos aparelhos vendidos no mundo, segundo o Gartner Group. Um ano depois, sua participação tinha caído para 17%, ainda em segundo lugar, mas com clara tendência a despencar para o fim da fila. A participação da Nokia no mercado caiu na mesma proporção. Foi a mais dramática queda registrada no ano.
Lançado em 1997 (com o nome de Epoc32), o Symbian contribuiu para que a Nokia se tornasse o maior fabricante mundial de smartphones. Mas o sistema envelheceu e se tornou incapaz de competir com Android e iOS. No início deste ano, a empresa finlandesa o jogou para escanteio e adotou o Windows Phone. A troca custou a ela a liderança do mercado, hoje ocupada pela Samsung. Mesmo que tenha sucesso com o Windows Phone, é improvável que a Nokia recupere a posição que tinha no passado. A manutenção do Symbian é, agora, feita pela Accenture. Mas os dias de glória do software ficaram para trás.
5 - A morte anunciada do Google Buzz
Em outubro, menos de dois anos depois de anunciar com estardalhaço o Google Buzz, o Google divulgou que iria encerrar o esse serviço de mensagens curtas. Ele ainda durou até novembro, quando sumiu definitivamente. O Buzz, que lembrava o Twitter e o painel de atualizações do Facebook, foi inaugurado em fevereiro de 2010. Funcionava integrado ao Gmail e a outros serviços do Google. Permitia compartilhar links, fotos, vídeos e mensagens pessoais. Foi a terceira tentativa do Google de criar uma rede social, depois do Orkut e do Friend Connect.
Quando apareceu, o Buzz foi criticado por criar automaticamente uma rede com os contatos que o usuário tinha no Gmail, algo que muita gente viu como violação de privacidade. O serviço nunca se livrou da má imagem inicial. Com o tempo, os usuários passaram a ignorá-lo. Foi o início do fim. Agora, a empresa investe numa quarta tentativa de se firmar no mundo das redes sociais com o Google+.
6 - O vexame da PlayStation Network
Em 19 de abril, a PlayStation Network, a rede que conecta os consoles de jogos da Sony, foi desativada depois de ser invadida. O ataque hacker comprometeu 130 servidores, 50 sistemas de software que rodavam nessas máquinas e 77 milhões de contas de usuários. Dados como nome, endereço e senha dos usuários caíram nas mãos dos criminosos. Numa etapa posterior, a empresa descobriu  que a rede Sony Online Entertainment também havia sido violada.
Só em 14 de maio, quase um mês depois de constatada a invasão, a Sony começou a reativar gradualmente suas redes. Em alguns países, a Sony ofereceu compensações aos usuários que tiveram suas informações roubadas. Nos Estados Unidos, ela chegou a contratar uma empresa especializada para ajudá-los a se proteger contra fraudes. Mas a Sony também se garantiu com um contrato de uso dos serviços que proíbe os usuários de processá-la em caso de invasão. Resta esperar que os engenheiros da Sony tenham reforçado a segurança da rede.
7 - O BlackBerry parou no tempo
Nos últimos três anos, o valor de mercado da Research in Motion (RIM), fabricante da linha BlackBerry, caiu de 83 bilhões de dólares para apenas 13,6 bilhões. A empresa que, durante anos, impulsionou o mercado entrou numa estagnação desanimadora. Sua participação ainda era de respeitáveis 11% no terceiro trimestre deste ano, segundo o Gartner Group. Mas vem caindo continuamente. Basta comparar um BlackBerry com o iPhone e com os smartphones que rodam Android para perceber o motivo. Se o BlackBerry parecia avançado em 2007, hoje ele parece pertencer ao passado. E a RIM não tem nenhum produto grandioso a caminho capaz de reverter esse quadro.
Um dos seus fracassos de 2011 é o tablet PlayBook. Caro para um tablet de 7 polegadas, o PlayBook ainda conta com poucos aplicativos. Além disso, tem limitações quase inacreditáveis, como não permitir o acesso direto aos serviços BlackBerry Mail e Messenger. Para usar esses recursos, é preciso ter também um smartphone BlackBerry, que age como intermediário. É difícil imaginar que algum usuário possa gostar dessa tortuosa solução.
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Veja o que esperar para a CES 2012


 
 Entre 10 e 13 de janeiro, Las Vegas recebe a feira de tecnologia Consumer Electronics Show (CES). Nela fabricantes e desenvolvedores apresentam seus conceitos e produtos que irão ditar as tendências tecnológicas para todo o ano.
Com sua primeira edição em junho de 1967, a CES mudou muito ao longo dos anos e se tornou uma espécie de "Fashion Week" para o mercado de tecnologia. Por ela já passaram as principais tendências tecnológicas, como os aparelhos de DVD, TVs HD, discos e players de Blu-ray e os primeiros aparelhos 3D. Além de apresentar o que será lançado ao longo do ano, os expositores fazem questão de demonstrar seus produtos conceito. Tudo o que pode se tornar tendência nos próximos 10 anos costuma dar as caras durante a CES.
Para a edição 2012 a INFO estará de olho nos principais lançamentos. Como de costume, fabricantes já dão informações sobre os principais produtos que serão apresentados.
LG, a Hipster
A LG tomou a dianteira e tratou de anunciar três grandes produtos que serão exibidos em detalhes durante a feira. O primeiro e mais inovador é a TV OLED de 55 polegadas, com somente 5 milímetros de espessura e uma gama de cores maior do que a das LCD convencionais. Outro produto já revelado é a linha de televisores de plasma sensíveis ao toque. A LG deve apresentar os modelos de 60 e 50 polegadas, que segundo a empresa chegam ao Brasil em Abril deste ano, por 5.999 e 2.699 reais respectivamente. Outra novidade será a linha de óculos 3D com tecnologia passiva. Mais leves e agora com cores, os óculos terão design para gostos diferenciados.
Apesar de ainda não apresentarem detalhes, outras fabricantes de televisores irão demonstrar todas as inovações possíveis. Uma batalha ainda não resolvida acontece no campo do 3D. De um lado há a LG com sua tecnologia passiva, que imita o cinema com óculos e ângulos de visão melhores, do outro há a tecnologia ativa, com promessas de melhora no efeito de profundidade e taxa de atualização.
O despertar do Windows 8
A edição deste ano é provavelmente a última da Microsoft. O anúncio mais esperado da empresa é uma versão mais sólida e com menos bugs do novo sistema operacional, o Windows 8. O principal rumor sobre a questão revela uma versão beta para usuários domésticos. Por conta da briga entre Microsoft e a organização da CES, os anúncios da empresa devem ser contidos e reservados para seus eventos próprios.
Os tablets e o sanduíche de sorvete

Os tablets se desenvolveram ao longo de 2011 e fecharam o ano na cabeça de praticamente todo consumidor voraz de tecnologia. Em 2012 essa tendência deve se manter. Durante a CES as empresas devem apresentar seus produtos com o novo Android 4, o Ice Cream Sandwich. O sistema é muito aguardado por conta das promessas do Google em relação às melhorias na interface, conversão de aplicativos de telas menores para as telonas dos tablets e novos recursos.
Menores, mais leves e potentes
Outra categoria que promete crescer durante a feira são os ultrabooks. Acer, Sony Vaio e Asus devem apresentar seus novos modelos com configurações de cair o queixo e carcaças magras e muito leves.
Na contramão da miniaturização estão os smartphones, que devem chegar com hardware ainda mais potente, telas de maior resolução e formatos de 4 ou mais polegadas para os modelos topo de linha.
A INFO fará uma cobertura completa da CES 2012 para que os boatos sejam confirmados ou desmentidos, e para que os leitores fiquem à par das principais novidades.
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iPad 3 pode custar menos de US$ 300

A Apple está considerando lançar mais modelos da terceira geração do iPad 3, e que devem contar com preços na casa dos U$300. De acordo com reportagem da CNET, os taiuaneses do Digitimes ouviram fontes ligadas a Apple e que confirmaram a intenção da empresa de ampliar a família do tablet.
Os modelos seriam equipados com processadores A6, a diferença, porém, estaria na resolução da tela do iPad 3. Uma versão mais avançada contaria com display 2048x1536 e seu preço estaria na mesma linha dos lançamentos anteriores da empresa, que começa em U$499 para os modelos mais básicos. Já a que seria a nova versão de entrada para a família do tablet teria o mesmo padrão de tela do iPad 2, 1024x768 e custaria bem menos que o modelo atual, cerca de $299.
As informações, entretanto, são vistas pela CNET com certo ceticismo. O repórter Josh Lowensohn lembra o quanto custa a fabricação do iPad 2, cerca de U$333, segundo números de uma das fornecedoras da Apple. E a tela de LCD é considerada a peça mais cara do tablet, valendo cerca U$127. Bom, se o boato de fato se confirmar é bem possível que as regras do jogo no disputado mercado de tablets também mudem, tanto quanto o preço do iPad, atual líder de vendas da categoria.
E vai afetar especialmente o Kindle Fire, da Amazon. O tablet foi lançado no ano passado por U$199, ou seja, menos da metade do valor atual atribuído pela Apple ao modelo de entrada do iPad. Tudo bem que o aparelho de Jeff Bezos não oferece exatamente as mesmas características do concorrente. Mas parece que o público não ligou para isso e ajudou o Fire a registrar um bom desempenho em 2011, tendo atingido a incrível marca de 1 milhão de unidades vendidas em apenas uma semana.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

2012 será ano de economia “paranormal”, adverte Bill Gross

 Bill Gross, gestor da maior empresa de investimento em títulos do mundo, a Pimco (Pacific Investment Management Company), divulgou hoje uma carta com suas previsões para a economia mundial em 2012. Em resumo: muitas dívidas, pouca confiança e um cenário muito pouco animador.
Gross categorizou o instável momento da economia como “paranormal” e alertou que o ano será de aversão a risco e poucos incentivos para a oferta de crédito.
"É como se a Terra tivesse agora duas luas em vez de uma e ambas estivessem crescendo em tamanho, como um tumor canceroso que pode ameaçar as marés e oceanos financeiros e a vida econômica como a conhecemos na última metade de século", disse Gross em uma carta carregada de metáforas aos investidores.
Segundo Gross, o termo “novo normal”, cunhado no passado por seu parceiro no comando da Pimco, Mohamed El-Erian, para definir uma economia com pouco crescimento e altas taxas de desemprego já não é suficiente para descrever a situação atual – apenas o “paranormal” descreve o cenário, que deve piorar ainda mais este ano, segundo ele.
“O que resta são rendimentos perto de zero e credores que não confiam em ninguém e em muito poucos países. Os mercados financeiros estão implodindo lentamente – desalavancando – porque há muito papel e muito pouca confiança", disse ele.
Diante deste cenário, o investidor prevê dois caminhos, ambos pouco animadores: desalavancagem ou aumento da inflação via Banco Central. Ele alertou ainda que os investidores devem reduzir suas expectativas, projetando retorno entre 2% e 5% para investimentos em ações, títulos e commodities neste ano.
Exame

Confiança no setor de serviços cai pelo quinto mês seguido

À espera de demanda menor nos próximos meses, os empresários do setor de serviços voltaram a mostrar sinais de humor negativo. É o que informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ao anunciar recuo de 0,7% para o Índice de Confiança de Serviços (ICS) em dezembro de 2011. Além ser a quinta queda consecutiva para o indicador, foi mais forte do que a de novembro (-0,6%) e a mais intensa desde agosto (-1,3%).
Em uma escala de até 200 pontos, o ICS desacelerou de 128,9 pontos para 128,0 pontos de novembro para dezembro do ano passado, o mais baixo nível desde outubro de 2009 (126,0 pontos). De julho a dezembro de 2011, o ICS acumulou perda de 3 5%, e se posicionou, no último mês do ano passado, em patamar 3 2% inferior ao de dezembro de 2010.
Assim como nos quatro meses anteriores, a queda do ICS em dezembro voltou a ser mais intensa que a magnitude da elevação do Índice da Situação Atual - S (ISA-S), um dos dois sub-indicadores do ICS e que repetiu alta de 1,4% entre novembro e dezembro. Isso, na prática, confirma quadro de desaceleração da atividade no setor.
Já o Índice de Expectativas - S (IE-S) caiu 2,5%, ao passar de 138,4 para 134,9 pontos, de novembro para dezembro, o menor desde junho de 2009 (130,2), e 0,5% inferior ao de dezembro de 2010. Isso porque a fatia de empresas consultadas que preveem aumento da demanda caiu de 44,5% para 40,9% de novembro a dezembro. No mesmo período, o porcentual das que esperam queda aumentou de 8,6% para 9,8%.
A pesquisa para o ICS ocorreu entre os dias 1 e 28 de dezembro. O total de 2.809 empresas consultadas era responsável por mais de 754 mil pessoas ocupadas no mercado de trabalho ao final de 2008, segundo informações apuradas pela FGV.
Exame

Inflação oficial registra maior taxa desde 2004

 A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 com uma taxa acumulada de 6,5%, o maior resultado desde 2004, quando o índice subiu 7,6%.
O indicador também superou o resultado de 2010, quando a taxa ficou em 5,91%, e atingiu o teto da meta estipulada pelo Banco Central (BC) para 2011, de 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para baixo ou para cima.
No resultado mensal, o IPCA subiu 0,5% em dezembro de 2011, após aumentar 0,52% em novembro. Em dezembro de 2010, a taxa havia ficado em 0,63%. O IPCA é o índice oficial utilizado pelo governo para definir o regime de metas de inflação no país.
Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Exame