quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

“Eu tive muita sorte”, diz presidente da Ferrari

Em rara entrevista a um jornal inglês, Luca di Montezemolo diz que a grande conquista da montadora italiana é fazer carros modernos e não ficar prisioneira do passado

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Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari: "Eu tive sorte"
O futuro da Ferrari é brilhante. Com uma equipe vencedora em Fórmula 1 e automóveis que são hoje a epítome do que um supercarro tem de ser, Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, espera a chegada de mais um ano de sucesso para a companhia que dirige há 20 anos. Com presença em 58 mercados, incluindo o Brasil, a Ferrari registra um lucro comercial de € 300 milhões. Pode parecer pouco diante de gigantes de telefonia e tecnologia. A diferença é que seus produtos, suas Ferrari, dão a seu proprietário o sentimento de valer um bilhão de dólares.
“Eu tive sorte”, disse Montezemolo em rara entrevista ao jornal britânico “The Telegraph”. Quando ele assumiu a direção da companhia foi por indicação direta de Enzo Ferrari, o lendário criador da montadora. Formado em Direito, ele herdou uma empresa cheia de dívidas e cujo bem mais precioso era um passado de glória. Ele transformou a Ferrari em um negócio lucrativo. De 1993 para cá, a Ferrari saltou de uma produção de 2.366 para 7 mil unidades, com um volume de negócios que veio de € 230 milhões para € 2 bilhões. O lucro comercial saltou de um prejuízo de a € 3,8 milhões para os tais € 300 milhões. E, em termos de Fórmula 1, não há disputa: 11 títulos no ranking dos Construtores e oito pilotos campeões. A Ferrari é um grande sucesso. E a carreira de Montezemolo também.
Considerado um dos executivos de maior sucesso na Itália, ele tem uma fortuna pessoal de mais de € 300 milhões. Ele comandou a Fiat após as mortes de Giovanni e de Umberto Agnelli em 2003 e 2004. A ele é creditado o papel de salvador da indústria automobilística italiana ao desenvolver o padrão que ainda é seguido pela companhia. Também salvou a Maserati, ao comprar 50% da companhia quando já estava no comando da Ferrari, em 1997, remodelou sua linha e depois a vendeu de volta para a Fiat, em 2005.
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Luca di Montezemolo junto à equipe de Fórmula 1 da Ferrari durante o Grande Prêmio de Abu Dhabi: conquista
O único “golpe de sorte” da carreira de Montezemolo talvez tenha sido mesmo o encontro cara a cara com Enzo Ferrari. Ele defendeu a montadora em uma entrevista, o que levou Ferrari a dizer “Eu quero encontrar este homem”. E quando se conheceram, ele foi contratado para tocar a equipe de F-1. Quando assumiu a companhia inteira, ele repaginou e redesenhou o modelo de trabalho em Maranello, sede da empresa. “Enzo Ferrari foi e é uma grande referência para mim”, afirmou. “Giovanni Agnelli também é importante. Jean Todt [que dirigiu a equipe de F-1 da Ferrari F1 e agora é o chefe da FIA], Michael Schumacher e Sergio e Andrea Pininfarini e, o mais importante nos meus 20 anos aqui, os homens e mulheres que trabalham para nós. Se você quer fazer produtos incríveis, você precisa de pessoas incríveis.”
Seu maior sucesso? “Tenho muita sorte de ter uma equipe fantástica trabalhando para mim, mas eu me sinto mais feliz por ter atingido meus três grandes objetivos”, disse. “O primeiro é que fomos capazes de olhar para frente e fazer Ferraris modernas sem ficarmos presos ao passado. Segundo, abrir novas páginas na organização do trabalho, em nossas relações com fornecedores, nossos parceiros e nossos designers. Terceiro, trazer a equipe de Fórmula 1 de volta ao pódio e isso eu posso dizer, foi muito, muito difícil”.
E seus erros? “Cometi muitos erros. Se fosse começar a falar deles, não pararia nunca. Houve mais erros na minha vida privada do que na pública, mas o importante é aprender com eles”, disse.
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Montezemolo na apresentação mundial da Ferrari 599 GTB Fiorano durante o Salão de Geneva
Como empresário, Montezemolo mantém atividades que não estão ligadas à indústria automobilística. Ele chegou a capitanear o comitê encarregado pela Copa do Mundo na Itália em 1990, por exemplo. Ele e o sócio Paolo Borgomanero compraram a colônia Acqua di Parma e venderam por um lucro considerável à LVMH. Juntamente com o filho Matteo, ele controla o fundo de private equity Charme, especializado em investimento de luxo.
Outro investimento é a companhia NTV, que deve inaugurar a primeira linha privada de trem rápido no próximo ano. Batizada de Italo, a empresa vai administrar trens no trajeto entre Milão e Roma.
Mas seu orgulho ainda é mesmo falar sobre a Ferrari. Ano passado foi inaugurado o Mundo da Ferrari, um parque temático de proporções gigantescas em Abu Dhabi. A Ferrari não é proprietária do negócio e nem opera o parque. Mas é ela que concede a licença para que seja usado o nome e a marca em todas as atrações, incluindo quiosques de alimentação e “experiências de consumo únicas”. “Nós já recebemos outras propostas de parques”, admitiu Montezemolo. Até agora ele preferiu recusar as ofertas.
E o futuro? A Ferrari está investindo no projeto de um carro híbrido com motor turbo que ainda está sendo desenvolvido. Mas Montezemolo diz que não pensa em uma Ferrari compacta. “Jamais faria uma Ferrari pequena”, disse. “Seria uma Ferrari com algo a menos. Teoricamente, poderíamos fazer um veículo mais urbano, mas eu jamais faria algo que prejudicasse a marca.”
“Cada dia dos últimos 20 anos foi intenso. Agora estamos no meio do processo de criar uma nova Enzo [modelo de Ferrari que se tornou um ícone da marca], um trabalho muito difícil, em parte porque não podemos voar. Além disso, como vamos chamá-lo? Eu espero que daqui a 100 anos, eles se lembrem de mim e o batizem de Luca!” 
Época NEGÓCIOS 


COMO FAZER A GESTÃO FINANCEIRA DA SUA EMPRESA

Você fez seu plano de negócios com perfeição. Achou o ponto ideal. Demorou, mas conseguiu contratar os colaboradores ideais para dar o melhor atendimento possível aos seus clientes, cada vez mais satisfeitos. Você já tem um site, ume-commerce, já está com vários seguidores nas redes sociais e seu faturamento até podia ser melhor, mas você também não pode se queixar. Agora, é só segurar o leme e deixar o barco seguir o seu curso, quem sabe até tirar uma semaninha de férias, não é mesmo?
Que nada. Para você tirar as férias dos sonhos, é necessário saber com a precisão de um engenheiro como está o estado de saúde financeira da sua empresa. Sem isso, aquilo que parece lucro pode esconder uma bomba-relógio capaz de destruir seu negócio da noite para o dia. Como resolver isso? “Pode-se definir como planejamento estratégico como sendo a junção dos planejamentos operacionais e financeiros”, diz o superintendente Nacional de Micro e Pequena Empresa da Caixa Econômica Federal, Dário Araújo. “Depois do planejamento, vêm as fases de execução e controle do negócio com acompanhamento dos resultados versus os planejados.”
Na sexta e última reportagem da série Soluções de Sucesso, Dário Castro de Araújo aborda com exclusividade para o Empreendedores como o empreendedor deve se guiar na jornada empresarial se posicionando no mercado e conseguindo ter seus produtos e serviços reconhecidos pelos consumidores. “Para isso, pode-se, de forma simplificada, definir o funcionamento da empresa nos aspectos operacional e financeiro tratando como dois “departamentos técnicos”, ambos exercidos pelo empreendedor.” Ele acrescenta que, na prática, “gestão operacional e gestão financeira andam juntas e são fatores determinantes para o sucesso do empreendimento.”
Departamento Operacional
Esse departamento é responsável pela gestão do negócio em relação aos produtos. Aqui é necessário avaliar as oportunidades de mercado e clientes potenciais. Selecionar insumos, matérias-primas, fornecedores e empregados que atendam às condições para realizar a produção, vendas, entregas nas condições negociadas e manter relacionamento com os clientes para futuros negócios são tão importantes quanto cuidar do processo de compra, conservação – no caso de comida, processamento, e estocagem.
Operacional: perguntas que todo empreendedor deve se fazer
- Qual a demanda esperada e a capacidade/interesse da empresa em atender no curto, médio e longo prazo em quantidade de vendas (kg) – respectivamente no 1º ano, 2º e 3º em diante?
- Quais as metas de venda, produção e entrega por semana/mês para atingir os objetivos?
“Respostas a essas perguntas requerem estudos de mercado quanto a fornecedores, consumidores, matérias-primas, sazonalidades, domínio pelo empreendedor do processo produtivo e outras afins que vão compor o chamado planejamento operacional da empresa”, diz Araújo.
Departamento Financeiro
É o departamento responsável pelo dinheiro do empreendimento. Ele define a composição das fontes de financiamento entre recursos próprios, fornecedores e bancos. Alocar os recursos próprios, negociar com fornecedores e bancos condições, tais como volumes de crédito, prazos e formas de pagamento e orientar as condições de compra e venda, como volumes de contas a pagar e receber, prazos e formas de pagamento/recebimento.
Para qualquer empresa funcionar, é necessário avaliar os dois recursos financeiros:
capital de investimento, que significa montar a estrutura física com máquinas e equipamentos; e capital de giro, que é como o empreendedor garante o fluxo de caixa para manter as despesas de curto prazo enquanto aguarda as entradas de receitas.
Financeiro: perguntas que todo empreendedor deve ser fazer
- Considerando os custos e receitas esperadas em função dos objetivos de curto, médio e longo prazos em volumes financeiros – respectivamente no 1º ano, 2º e 3º em diante – o empreendimento é viável?
- A realização da metas de produção e venda por semana/mês gera receitas suficientes para saldar os compromissos com fornecedores/bancos nos prazos acordados e margem de lucro adequada ao negócio?
“Nesse caso, as respostas dependem de estudos financeiros que incluem definição de custos de produção, preços de venda, orçamentos de receitas e despesas, contas a pagar e a receber, necessidade de capital de giro, fluxo de caixa, remuneração do empreendedor e outros integrantes do planejamento financeiro da empresa”, explica Araújo.
ÉpocaNegócios

ANTES DE TER UM SÓCIO, RESPONDA A SETE PERGUNTAS

O empreendedor que trabalha sozinho conhece bem os desafios de desempenhar todos os papéis necessários para administrar o próprio negócio. Por isso, um sócio é uma solução que muitos donos de pequenas empresas encontram para dividir o ônus e os benefícios da vida de empreendedor. Antes de fechar a parceria, no entanto, é preciso tomar alguns cuidados para que a união seja positiva e não uma fonte de mais problemas. Por isso, se você já tem um possível sócio em mente, não feche a parceria antes de responder a estas sete perguntasque, segundo Darren Dahl, da revista norte-americana sobre empreendedorismo Inc, vão facilitar a escolha da pessoa certa para compartilhar com você a gestão da sua empresa.
1- Vocês são bons parceiros?
Em uma empresa nova, particularmente uma pequena empresa administrada por sócios, todos precisam assumir muitas tarefas ao mesmo tempo. Por isso, uma empresa precisa reunir um conjunto de diferentes talentos para cumprir uma grande gama de atividades: finanças, recursos humanos, vendas e marketing, entre outros. Você precisa encontrar alguém que esteja disposto a colocar na cabeça todos esses chapéus.
2- O que você vai trazer para esse relacionamento, e como você valoriza isso?
Uma sociedade não precisa ser um casamento de pessoas iguais. A chave para um bom relacionamento é que a contribuição de cada parte esteja clara para todos e que todos concordem com o seu valor. Alinhe as expectativas sobre o que cada sócio irá fazer.
3- Estão todos comprometidos?
Antes de começarem a trabalhar juntos, sócios precisam avaliar e discutir os compromissos paralelos que possam interferir na quantidade de tempo dedicado à empresa. É fundamental esclarecer o grau de comprometimento de cada uma das partes e, a partir daí, negocie ou adapte a rotina do negócio a esta realidade.
4- Existe algum ponto importante que ainda não foi discutido?
Qualquer relacionamento precisa de transparência e complementaridade.  É preciso estar totalmente aberto e ser o mais honesto possível quanto a questões pessoais e profissionaisem que estão envolvidos todos os sócios.
5- Vocês tem capital suficiente?Assim como em um casamento, os aspectos financeiros do relacionamento podem ser motivo de estresse. Os sócios devem elaborar um orçamento para ambas as despesas pessoais e a empresa. Esse orçamento deve identificar quanto será preciso para começar o negócio e de onde o investimento está vindo, além de quanto será preciso até que a empresa comece a gerar lucro.
6- Como vão tomar decisões?
Os sócios precisam decidir quem vai decidir. Em alguns casos, eles dividem o investimento e as responsabilidades igualmente e preferem tomar as decisões em conjunto. Em outros, o sócio fundador ou majoritário tem o controle decisório e poder de veto sobre as questões mais relevantes. Defina também esse aspecto do relacionamento.
7- O que vai acontecer em caso de término da sociedade?Nesta fase de definição de sociedade, a maior parte dos empresários prefere não pensar em rompimento, mas é importante considerar os motivos que podem levar ao fim da parceria. As causas mais comuns são disputas financeiras, falta de dedicação e incompatibilidade de ideias. É melhor prevenir e planejar o que pode ser feito para evitar que esses obstáculos coloquem a sociedade e o negócio em risco.
ÉpocaNegócios

Brasileiros lideram gastos em Nova York e Flórida

Este ano, os brasileiros vão gastar 60% mais do que no ano passado

Reprodução Internet
Times Square em Nova York: é mais fácil achar um brasileiro aqui do que um britânico, por exemplo
Os turistas brasileiros ultrapassaram britânicos, alemães e franceses como os que mais gastam em viagem aos Estados Unidos. Na Flórida, os brasileiros jogaram os britânicos para segundo lugar, gastando mais do que o dobro em compras. E em Nova York, mesmo em número muito inferior a canadenses e italianos, por exemplo, os brasileiros se destacam pela voracidade de consumo, ficando acima de todos os outros em gastos de viagem. Com isso, as secretarias de turismo estão pedindo ao Congresso para diminuir a burocracia e até abolir a obrigatoriedade de vistos para o Brasil.
No ranking geral, os 1,2 milhão brasileiros que foram para os EUA em 2010 chegaram a terceira posição na lista de turistas que mais gastaram por lá, atrás de britânicos e japoneses, de acordo com o Departamento de Comércio americano. Porém, com o agravamento da crise na Europa e a catástrofe do terremoto e do tsunami no Japão, o ano pode fechar com os brasileiros em primeiro lugar. Considerando somente as compras feitas em Nova York e Flórida, já somos o número 1 da lista.
Reprodução Internet
O cruzamento diante da loja de departamentos Macy's, em Nova York: favorita dos turistas
Segundo dados da secretaria de turismo de Nova York, 700 mil brasileiros devem visitar a cidade até o final deste ano. No ano passado, esses turistas gastaram um total de US$ 1,63 bilhão em Nova York, acima dos US$ 1,42 bilhão gastos por visitantes do Reino Unido ou US$ 1,27 bilhão dos canadenses e US$ 1,1 bilhão dos italianos.
Na Flórida, o movimento é similar. Os brasileiros deixaram US$ 1 bilhão no primeiro semestre do ano, um aumento de 61% sobre o mesmo período do ano passado e mais do que o dobro dos britânicos, que aparecem em segundo lugar no ranking. Entre 2003 e 2010, o brasileiro passou de 7º turista que mais gasta no país para 3º colocado, ultrapassando alemães, franceses, sul-coreanos e australianos. Foi um crescimento de 250%. 
“Os turistas brasileiros agora estão no topo da lista dos varejistas. E se não estão, eles são o sonho de consumo deles”, disse Fred Dixon, vice-presidente do departamento de Turismo de Nova York, ao jornal “Wall Street Journal”. A organização está fazendo pressão junto ao Congresso para tornar mais simples e mais rápido o processo de visto para brasileiros, talvez até mesmo abolir os vistos, na expectativa que mais brasileiros decidam ir aos Estados Unidos – e deixar por lá muitos reais.
Mesmo com o aumento do câmbio, os brasileiros devem gastar 60% mais em compras no exterior do que no ano passado, estabelecendo um novo recorde. Cada brasileiro que vai aos Estados Unidos gasta, em média, US$ 5.918 - bem acima dos US$ 4.925 que eram gastos em 2010. Esse movimento se traduz também nas embaixadas que concedem visto para os Estados Unidos. O consulado de São Paulo é o que concentra o maior volume de pedidos em todo o mundo.
O Brasil não é o único país emergente que vem ajudando a movimentar a economia americana. O número de visitantes chineses quadruplicou desde 2003 para mais de 800 mil. E estudos já apontam que os chineses estão gastando mais do que muitos europeus. Resta saber quanto tempo vai demorar para que ultrapassem o entusiasmo dos brasileiros.
ÉpocaNegócios

Alguns novos tesouros pouco para o iPhone

Para iPhone proprietários de 2011 trouxe uma enxurrada de novas aplicações, mas em muitos casos, eles lutaram para ofuscar ano passado melhor. Então ao invés de apresentar uma lista Top 10, que inclui nomes a partir de 2010, estou incluindo aplicativos só que tinha a sua estreia este ano. Se você realmente quer para turbinar o seu dispositivo, combiná-los com picaretas ano passado . (Note que esta lista não inclui jogos, que serão objecto de um post separado no blog Gadgetwise.) Like lista do ano passado, este inclui muitos picaretas livre.
Flipboard Para o ano passado, usuários do iPhone só podia assistir como iPad proprietários usados ​​Flipboard para entregar versões bonitas do Facebook, Twitter e outros graficamente desafiou serviços online. No início deste mês, no entanto, Flipboard entregou uma muito aguardada livre versão do iPhone , que tem quelled dúvidas de que ela viveria até o padrão da versão de tela grande. Flipboard é rápido, liso e inteligente. O recurso app do Twitter rolagem pode ser mais rápido, mas eu encontro-me clicar no obter mais informações sobre mensagens do Twitter quando eu vê-los no Flipboard, e é ótimo para virar rapidamente a outros alimentos no mesmo aplicativo.
BAND DO DIA Se você mora em um terreno baldio de rádio e você não quer pagar muito para Slacker e Pandora para ouvir música nova, sem anúncios, Banda do Dia(grátis) é uma ótima escolha. O app diária apresenta cinco canções de uma nova banda, juntamente com biografias de artistas, vídeos e comentários. Você pode ouvir cada música cinco vezes, e se você não ama a seleção um dia você pode fazer a varredura para trás através do calendário para encontrar outras pessoas que você perdeu ou entrar em sintonia com a fita do dia mix.
TIGER WOODS: MEU SWING Esta é a melhor entrada do ano para os tipos de atletas. Este aplicativo não é mesmo para os jogadores ávidos tanto quanto ele é adequado para iniciantes. Contanto que você sabe como pega um clube e você a entender os elementos básicos de uma tacada de golfe, meu balanço ($ 5) pode ajudar a evitar um hack-fest em sua próxima viagem em torno de um curso.Depois de usar o dispositivo para gravar o seu swing, o software sobreposições de gráficos sobre o vídeo para mostrar o quão bem o seu curso está em conformidade com as especificações do Sr. Woods. Seus tutoriais, embora breves, são muito úteis.
SkyView Este é o novo líder entre os aplicativos astronomia iPhone - pelo menos para o dinheiro. SkyView ($ 2) apresenta uma interface muito simples, com apenas o direito quantidade de recursos interessantes para manter stargazers casuais encantado. Ponto de seu telefone para o céu, eo app transforma a visão de câmera em um mapa marcado dos céus. Os gráficos são lindos, e você pode clicar para mais informações sobre vários planetas e as estrelas, ou, com a varredura de um dedo, saber quando eles estarão em um lugar especial no céu. A versão gratuita também é bom, mas oferece apenas um vislumbre de recursos estendidos a versão paga é.
Google Translate Google ofereceu um presente para a Apple proprietários deste ano quando lançou uma versão ligeiramente pared-down de seu app estelar Traduzir para oAndroid . Como essa versão, o Google Translate para o iPhone (gratuitamente) rapidamente traduz suas frases faladas em texto, e para 24 idiomas, o Google Translate falará a nova frase em uma língua estrangeira. As frases ditas-para-texto funciona para 17 línguas, de modo que você pode entregar o telefone e voltar para conversas mais extensa.Para economizar em tarifas de dados no exterior quando Wi-Fi não está disponível, você pode armazenar frases traduzidas, como os explicar aos outros como usar o app.
VIDRHYTHM Este é ridiculamente divertido, software infalível. VidRhythm (grátis) orienta o processo de gravação de um som de algumas amostras e vídeo, e então cai esses fragmentos em uma das cerca de 15 modelos de vídeo de música. A codificação aleatória de suas amostras, definida como ritmo, é um pouco de brilho musical e humor, e vai apelar para as pessoas capazes de rir de si mesmos. O aplicativo inclui campo de correção de tecnologia, de modo que o desafiou tonally não precisa temer o resultado. Você pode exportar vídeos para o Facebook ou YouTube, ou importar música original e deixe VidRhythm toque suas músicas.
DRAGON GO As pessoas que têm um iPod Touch ou iPhone mais velhos e estão cansados ​​de ouvir falar de Siri iPhone 4S proprietários podem encontrar alívio com este app pequeno gênio. Toque em um botão e dizer Dragão Go! (grátis) que você precisa, e ele verifica a Web para os resultados. Dizer "sushi grande" ou "canalizadores grande", e ele vai sugerir restaurantes nas proximidades e empreiteiros. Você pode classificar os resultados rapidamente, por isso, se você quer apenas uma entrada na Wikipedia ou um vídeo do YouTube, um movimento do polegar você vai chegar lá. Dragão Go! não falará bonito respostas às suas perguntas bonito, mas como uma ferramenta de produtividade, é um vencedor.
WUNDERLIST Nota impressionante é no Hall of Fame iPhone App por uma boa razão, mas oferece mais recursos do que muitas pessoas precisam, e custa US $ 4. Para um aplicativo simples, elegante e gratuita que vai ajudá-lo a construir listas de tarefas e enviar lembretes para todos os seus dispositivos, Wunderlist (grátis) é o ideal. O aplicativo faz com que seja fácil de configurar uma lista de tarefas e estabelecer prioridades e organizar os itens. O layout é limpo e atraente, eo aplicativo tem floresce inteligentes, incluindo um recurso que permite aos usuários adicionar tarefas por e-mail.
GarageBand versão desktop da Apple GarageBand tem sido uma longa espera para amadores e profissionais, mas a versão móvel ($ 5) é mais adequado para as massas. Em vez de clicar através de uma faixa de bateria ou uma linha de baixo, você pode bater no vidro do aparelho como se fosse o instrumento real. Faixas são facilmente construídos e ajustados, para que você possa debicam nas uma idéia musical por meses ou algo sketch em questão de minutos. Usando um dispositivo externo como o Jam ou o Apogee GuitarJack, os guitarristas pode ligar seu instrumento para o iPhone e adicionar camadas de stomp-caixa de som.
Photosynth Esta tecnologia panorama muito legal da Microsoft é altamente refinado e uma brisa de usar. Estar no lugar e ponto de a câmera do telefone para a frente, ePhotosynth (grátis) tira uma foto. Em seguida, pede-lhe à deriva em direções diferentes e para parar quando detecta a próxima foto na seqüência panorama. O app tem um ou dois minutos para processar a tiro, mas quando ele é feito, você tem uma foto incrível que você pode girar em qualquer direção, ampliar e compartilhar como faria com qualquer imagem de iPhone.
The New York Times


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Aparelho solar flutuante gera energia no meio do oceano

 O projeto nomeado Liquid Solar Array (LSA), criado pela empresa australiana Sunengy, consiste em colocar um concentrador de energia solar no meio do oceano.
O sistema inteiro é feito de células de silício fotovoltaico à prova d’água e durável o suficiente para resistir a condições climáticas desfavoráveis, ​​que funciona como uma lente que concentra a luz nas células solares com uma eficiência ideal.
O concentrador foca a radiação incidente sobre o fotodiodo colocado em um ponto, que de acordo com a física, será o foco fundamental. Toda a planta solar será na forma de uma enorme balsa que irá flutuar sobre a água.
O projeto visa o desenvolvimento de uma fazenda solar em locais como oceanos, represas, lagos entre outros. Considerando as limitações tecnológicas do momento, a fazenda flutuante será desenvolvida em conjunto com usinas hidrelétricas, para complementar a sua produção de energética.
Uma vez que os corpos d’água, como oceanos, lagos e represas recebem luz solar direta, sem problemas causados pelo sombreamento, as células solares seriam mais ativas e capazes de produzir mais eletricidade.
Durante as condições de tempo favoráveis, este concentrador converte toda a radiação incidente em força eletromotiva (EMF). Quando o tempo estiver muito ruim, ela simplesmente submerge e depois surge novamente na superfície da água, como uma boia,quando o tempo tornar-se favorável. Por isso, é um sistema altamente econômico, que requer manutenção técnica mínima.
 Décadas de experimentação tem sido feitas neste sentido. Esta é uma nova abordagem na geração de energia não convencional, que não só culmina na economia de combustível, mas ainda conserva a área cultivada de terra usada para configurar uma fazenda solar funcional.
Para o mundo de hoje, que tem sede de maior quantidade de recursos energéticos, o novo conceito de usinas de energia solar flutuante pode ser uma fonte de contentamento.
O projeto australiano está sendo implementado em todo o mundo, até mesmo na Índia. O custo de instalação inicial é de cerca de $ 1 milhão. Eles alegam que o sistema pode suportar todas as manifestações severas da natureza.
Muitos testes estão sendo realizados em centros de pesquisa de todo o mundo para conhecer a capacidade e eficiência desta matriz energética. O sucesso do primeiro protótipo inspirou muitos outros países a desenvolver uma planta solar flutuante. Entre eles estão a Índia, França, Israel e Estados Unidos. A pesquisa está sendo feita na Índia pela Tata Power, em colaboração com Sunenergy.
O EDF Group, da França, e a Synergy Solaris, de Israel, se associaram para testar esta planta solar flutuante em Cadarache, França. Os engenheiros ainda estão verificando o impacto ambiental deste projeto, sobre como que a presença do LSA poderia afetar a penetração do oxigênio para manutenção do ecossistema aquático.
Exame


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

4 fatos curiosos que fazem da educação na Finlândia um exemplo

 A Finlândia tem um dos sistemas educacionais mais admirados do mundo. O país garante acesso universal e gratuito a escolas de qualidade e está em primeiro lugar no índice de educação global publicado pela ONU em 2008.
Como parte de uma reforma no ensino feita na década de 1970, o país paga melhores salários aos professores, limita o número de alunos em sala de aula, garante liberdade às escolas para trabalhar o próprio currículo e dá pouca atenção a avaliações e dever de casa.
O resultado pode ser medido em números: segundo dados de um levantamento feito pelo instituto Legatum, 94% dos finlandeses aptos concluem o ensino secundário e ingressam no ensino superior. A mesma pesquisa mostra que 82% dos finlandeses estão satisfeitos com a qualidade da educação no país.
Confira, a seguir, quatro fatores pouco familiares à realidade do ensino brasileiro que contribuem para estes resultados:
A escola só começa aos 7 anos de idade e, lição de casa, só na adolescência
Segundo a OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), as crianças finlandesas são as que passam menos horas dentro de sala de aula entre os países desenvolvidos. Embora existam creches e pré-escolas, a educação formal só começa aos 7 anos de idade – a ideia é que antes desta idade elas aprendem melhor brincando que em sala de aula – e os graus primário e secundário são integrados para que a criança não tenha que trocar de escola no meio do processo. Os “intervalos” podem, durar até 75 minutos e a lição de casa não é uma prática incentivada antes que os alunos cheguem ao meio da adolescência, por volta dos 16 anos de idade.
Os alunos não são avaliados por notas
Uma das características marcantes do sistema educacional finlandês é o alto grau de autonomia concedido a escolas e professores. Não há nenhuma avaliação padrão obrigatória para os alunos a não ser por um único teste de língua, matemática e ciências naturais ao final do ensino secundário (quando os alunos têm entre 17 e 19 anos de idade). No dia a dia, os professores não avaliam os alunos por notas e sim por critérios descritivos, evitando comparações entre eles. Assim, o foco não é no desempenho dos alunos e sim do aprendizado de fato.
 Todos os professores têm mestrado
Os professores fazem parte de uma categoria altamente prestigiada na Finlândia. Para poder ingressar no sistema de ensino – inclusive na educação básica – é necessário ter um mestrado. A seleção não é fácil: apenas 10% dos 5 mil candidatos que participam das provas todos os anos são aceitos pelas faculdades. E mesmo depois de pós-graduados, os professores continuam a se reciclar. Um professor passa, em média, 4 horas por dia em sala de aula e reserva duas horas semanais para se dedicar ao “desenvolvimento profissional”.
30% das crianças recebem reforço fora de sala de aula
Se no Brasil reforço é visto como coisa de aluno preguiçoso ou atrasado em relação à turma, na Finlândia a ajuda extra classe é uma prática comum. Cerca de 30% dos alunos recebem algum tipo de atenção especial fora do horário de aula durante seus nove primeiros anos de educação formal. Muitas escolas são pequenas o suficiente para que os professores conheçam cada aluno pelo nome. Enquanto no Brasil a média é de 23 alunos por professor em sala de aula, na educação primária, na Finlândia a média é de 14 alunos por professor.
Exame