sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Blue Label monta pop up store em São Paulo e Brasília

Johnnie Walker faz ação para uísque superpremium no shopping Iguatemi

Garrafa de Johnnie Walker Blue Label azul
A empresa também oferecerá um serviço de personalização de garrafas para quem adquirir um produto na loja
São Paulo - A Johnnie Walker divulga seu uísque superpremium Blue Label com duas pop up stores nos shoppings Iguatemi de Brasília e de São Paulo. As lojas da marca da Diageo contam com garrafas personalizadas e edições limitadas e raras da bebida. 
Entre os produtos raros estão o Johnnie Walker Blue Label King George V e o The John Walker, esta com design assinado pela Porsche, que também é responsável pela criação de outros produtos da marca, como o Johnnie Walker Blue Label Limited Edition Cube, que pode se transformar em um mini bar, e o Johnnie Walker Blue Label Chiller, cuja caixa se transforma em um balde para gelo.
A empresa também oferecerá um serviço de personalização de garrafas para quem adquirir um produto na loja.
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12 previsões sobre tecnologia que não vão se relizar em 2012

Não faltam previsões furadas no mercado. Veja doze coisas que, apesar de ter sido divulgadas por muita gente, provavelmente não vão se realizar em 2012

Trecho do cartaz de divulgação do filme 2012
 A ABI Research divulgou uma lista de previsões inversas para 2012. São coisas que, apesar de ter sido previstas por muita gente, não vão acontecer no próximo ano na análise dos especialistas da empresa. Veja quais são as principais.
1 Filmes em 3D
Os filmes e outros programas em 3D não vão dominar a televisão em 2012. Há cada vez mais televisores capazes de exibir imagens em 3D e esse recurso é divulgado com insistência pelos fabricantes. Mas as pesquisas indicam que o consumidor não dá a menor importância a ele, diz Jason Blackwell, diretor da área de digital home da ABI. 
2 Xbox e PlayStation
Michael Inouye, analista sênior da ABI, prevê que a Microsoft não vai lançar uma nova geração do Xbox em 2012. E a Sony também não vai apresentar o PlayStation 4 nesse ano. A Microsoft e a Sony têm bastante espaço para melhorar seus respectivos sensores Kinect e PlayStation Move. É mais interessante, para as duas empresas, aperfeiçoar esses sensores do que lançar uma plataforma para jogos inteiramente nova. 
3 Nintendo Wii U
O Wii U, da Nintendo, não terá o mesmo encanto do Wii original. A Nintendo deve apresentar o novo console em junho. Com chips mais potentes, ele vai exibir gráficos melhores que os do Wii atual. Também terá um controle em forma de tablet, com tela sensível ao toque. Mas Michael Inouye observa que, até lá, a Sony já terá testado essa solução com seu videogame portátil PS Vita, que também terá tela sensível ao toque. E os gráficos do Wii U não serão, ao que parece, muito melhores que os do Xbox e do PlayStation 3.
4 Tablets e 3G
Apesar do veloz crescimento do mercado de tablets, eles ainda não serão a solução predominante para acesso à internet em 2012. Jeff Orr, diretor de dispositivos móveis da ABI, estima que metade dos tablets com 3G nunca foram usados com essa conexão ativa. “As pessoas compram o tablet com 3G como se fosse um seguro contra a falta de conexão Wi-Fi”, diz ele. Mas muitas dessas pessoas nunca chegam a contratar um serviço de 3G. Como os tablets não são plenamente funcionais sem acesso à internet, elas acabam deixando esses dispositivos em casa quando vão para o trabalho ou para a escola. Para Orr, essa situação só vai mudar daqui a dois ou três anos. Até lá, uma parcela maior dos tablets terá acesso permanente à internet, via 3G ou 4G LTE.
5 RIM e o BlackBerry Playbook
Diferentemente do que fez a HP, a RIM, fabricante do BlackBerry, não vai abandonar o mercado de tablets, apesar do fracasso do PlayBook. Para Dan Shey, diretor de serviços móveis da ABI, o tablet tende a complementar o negócio de smartphones da empresa. Por isso, ela vai mantê-lo mesmo que as vendas não sejam encorajadoras.
6 Internet via celular
Na visão da ABI, os celulares nunca serão a maneira principal de as pessoas se conectarem à internet. “A indústria de dispositivos móveis vive dizendo que, num ‘futuro próximo’, a maioria da população mundial terá sua primeira e única experiência na internet por meio dos celulares. Podemos assegurar que esse ‘futuro próximo’ não será em 2012. Na verdade, ele nunca vai acontecer”, diz Aapo Markkanen, analista sênior da ABI. Ele argumenta que dispositivos como tablets e notebooks tendem a ficar cada vez mais baratos. E eles são muito mais convenientes que os celulares para navegar na web e usar serviços da internet.
7 O LTE anda devagar
Esta é fácil de prever: a tecnologia 4G LTE não será predominante em 2012. Considerando o ritmo em que as redes celulares de quarta geração vem sendo instaladas, ainda deve demorar alguns anos até elas estarem amplamente disponíveis. No Brasil, há a intenção de colocar as primeiras redes em funcionamento até a Copa de 2014.
8 LTE x Wi-Fi
Em 2011, muitas operadoras de telecomunicações investiram na instalação de hotspots Wi-Fi. Isso aconteceu inclusive no Brasil. Aditya Kaul, diretor de redes móveis da ABI, prevê que esse movimento vai continuar. Mesmo nos países onde a telefonia celular de quarta geração está mais avançada, a expansão das redes LTE não vai reduzir o uso do Wi-Fi.
9 O celular inquebrável
Antes do aparecimento do iPhone, em 2007, os celulares tinham tela de plástico e resistiam razoavelmente bem às quedas. As telas de vidro tornaram os smartphones mais atraentes, mas também mais frágeis. O desenvolvimento de vidros reforçados  como o Gorilla Glass, da Corning, vai continuar. Mesmo assim, não haverá um smartphone a prova de quedas em 2012, diz Jake Saunders, vice-presidente de previsões da ABI.
10 O carro conectado
As tecnologias que permitem que um carro tenha acesso à internet, seja para entretenimento, navegação ou informação dos ocupantes, vão continuar avançando. Mas elas não vão provocar uma transformação radical na indústria automobilística em 2012. Dominique Bonte, diretor de telemática e navegação da ABI, diz que a mudança está acontecendo, especialmente por meio da integração entre carros e smartphones. Mas vai demorar um pouco mais para o impacto na indústria automobilística se tornar significativo.
11 Carros elétricos
Novos carros elétricos e híbridos serão lançados por todos os principais fabricantes em 2012. Mas eles não vão superar os carros a combustível nesse ano. David Alexander, analista principal de tecnologia automotiva da ABI, aponta dois motivos para isso. O primeiro é que os híbridos e elétricos vão continuar sendo mais caros. O segundo é que os carros a combustível também vão evoluir e se tornar mais econômicos. Recursos como o sistema que desliga o motor quando o carro para num semáforo devem se tornar cada vez mais comuns.
12 O GPS e a publicidade 
A publicidade baseada na localização não vai se tornar comum em 2012. Essa é uma afirmação que já estava na lista de coisas que não aconteceriam em 2011, divulgada pela ABI um ano atrás. Para Patrick Connolly, analista sênior de telemática e navegação, houve avanços neste ano, mas a situação não mudou muito. O mundo da publicidade está ocupado explorando as oportunidades multimídia nos dispositivos móveis. E ainda há a questão da privacidade, que deve atrasar a implantação de sistemas de anúncios com base na localização.
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12 tendências globais para 2012 e o papel do Brasil nesse contexto

Das características e demandas de consumo traçadas pelo trendwatching.com para o próximo ano, algumas já são vistas no país, enquanto outras estão longe de ser realidade

Pagamento por celular Mastercard
Sites de recompra coletiva, telas espalhadas por todos os cantos, produtos e serviços que ofereçam conveniência acima de tudo. Essas são algumas das 12tendências de consumo globais para 2012 traçadas pelo trendwatching.com que já são vistas no Brasil. Foi-se o tempo em que o mercado brasileiro ficava para trás quando comparado ao de economias mais maduras como Estados Unidos e Europa.
Mais que isso: hoje, os países emergentes começam a ditar as regras e movimentar a dinâmica dos negócios mundiais. A primeira tendência destacada – Red Carpet – é uma prova disso. Os consumidores chineses, principalmente, são cada vez mais paparicados pelas empresas de todo o mundo, que buscam oferecer serviços e regalias feitos sob medida.
É o caso da Harrods, em Londres, que conta com 70 funcionários falando mandarim e instalou 75 caixas específicos para o sistema China UnionPay. Ou da rede Hilton Hotels Worldwide, que criou um serviço que tinha como alvo os viajantes chineses, disponível em 30 hotéis Hilton espalhados pelo mundo, e que oferece assistência personalizada aos hóspedes.
O interesse não é à toa. Residentes da China fizeram mais de 30 milhões de viagens para países estrangeiros apenas no primeiro semestre de 2011, 20% a mais em relação a 2010, de acordo com o Ministério de Segurança Pública da China. Na cola desta tendência, é provável que os indianos e brasileiros também ganhem um papel cada vez maior na estratégia das companhias.
“Há lojas no exterior que já contratam brasileiros para atender os próprios brasileiros, assim como a Harrods fez com os chineses”, destaca Luciana Stein, criadora do Trendroom, braço brasileiro do trendwatching.com no Brasil.
Saúde monitorada e produtos em oferta
A segunda tendência apontada pelo trendwatching.com também é vista por aqui, ainda que de maneira tímida. Diy Health – ou “Saúde: Faça você mesmo” – mostra que é crescente o número de aplicativos e aparelhos que permitem aos consumidores monitar a saúde, com discrição e autonomia.
“Os dispositivos pessoais para controlar sua saúde e das pessoas com quem se importa já são uma realidade dentro do mercado brasileiro. A indústria nacional vem se preparando para lançar esses produtos”, diz Luciana.
O terceiro ponto indicado como tendência global também é praticado no Brasil. Dealer-Chic mostra que, para os consumidores, garantir a melhor oferta está se tornando uma fonte de orgulho e status.
“No último fim de semana (dias 10 e 11), alguns clientes ganharam um bônus para comprar uma máquina na loja da Nespresso, no Jardins (em São Paulo), com 50% de desconto. Marcas de Luxo normalmente não fazem ações com cupom. No momento em que a Nespresso deixa pessoas durante quatro horas esperando na frente da loja, nota-se que existe uma mudança de cultura”, acredita a especialista.
Ano do mobile payment
O mesmo, no entanto, não pode ser dito sobre a quarta tendência: Eco-Cycology. A expectativa é que, em 2012, as marcas sejam cada vez mais responsáveis por recolher seus produtos e descartá-los da maneira mais adequada. No Brasil, isso ainda está distante de ser uma realidade. Diferente do Cash-Less, que indica um futuro próximo sem dinheiro vivo, graças a empresas como PayPal e a serviços como o Google Wallet.
Por aqui, a moda também deve pegar. “O Banco do Brasil foi muito ágil em instaurar o mobile payment e surpreendeu porque normalmente é um banco muito conservador. Acho que 2012 será o ano de estouro do mobile payment”, conta Luciana.
Com a expansão da base da pirâmide, outra tendência global perfeitamente aplicável ao Brasil é a Bottom of the Urban Pyramid (BOUP). Os consumidores emergentes estão nos espaços urbanos e é neles que têm experiências com as marcas. As empresas precisam criar inovações exclusivas para estes consumidores, que também têm desejos materialistas e estéticos, mas não contam com os salários da classe média.
Foi o que fez a NCR, que desenvolveu o caixa eletrônico Pillar com tecnologias biométricas para que seja adequado ao uso de populações analfabetas e semi-analfabetas. No terceiro trimestre de 2011, a empresa começou a testar cinco protótipos nos Estados Unidos, com a intenção de lançar o equipamento em mercados em desenvolvimento.
Sem stress
A busca por produtos e serviços que não exijam esforço e tragam uma sensação de conveniência é exemplificada pela sétima tendência, Idle Sourcing. No mercado nacional, o conceito já é traduzido por serviços como o “Sem Parar”, que dá passe livre nos estacionamentos e pedágios mediante o pagamento de uma mensalidade.
“Se eu pudesse traduzir para o português seria ‘sem stress’. Todo produto ou serviço criado sem barreiras. Não falamos mais de qualidade, mas de conveniência. Qualidade se tornou muito básico”, ressalta Luciana.
A oitava tendência, entretanto, ainda não faz parte da realidade dos brasileiros. Batizada de Flawsome, aponta que os consumidores querem marcas mais humanas, que mostrem suas falhas e saibam lidar com elas. Casos como o da Domino’s dos Estados Unidos, que incentivou os clientes a se manifestarem livremente, falando mal da marca, ainda são raros por aqui.
“Normalmente, as marcas brasileiras não têm estômago para lidar com esse confronto. Os diretores de marketing não suportam críticas negativas e isso é uma das coisas que mais poderia ajudar o mercado de consumo brasileiro: se abrir para que as marcas se mostrem como pessoas, e com condições de administrar tudo isso. No momento em que isso fosse adotado, os consumidores responderiam”, aponta a executiva.
Cultura das telas e recompra
Já as tendências seguintes fazem parte do dia a dia dos brasileiros. Screen Culture mostra um mundo onde os espaços urbanos estão tomados por telas e dão a oportunidade para que as marcas desenvolvam conteúdo relevante e específico para cada local. Por outro lado, o Recommerce projeta uma realidade em que as pessoas tendem a trocar produtos usados por descontos ou revender aquilo que já não querem mais.
Casos nacionais como o site Comprei e não vou!, que reúne anúncios de venda de ingressos de forma colaborativa, ou da HP, que oferece descontos em novos produtos na entrega de itens usados da marca, ilustram o Recommerce.
Entre as tendências de consumo para 2012, aparece ainda o Emerging Maturialism, indicando que as pessoas adotarão marcas que vão além dos limites convencionais, com produtos e serviços sinceros ou arriscados. “Hoje não encontramos exemplos no Brasil. A publicidade, por exemplo, passa a mão na cabeça dos consumidores, não confronta”, acredita Luciana.
A lista está completa com Point & Know, propondo que 2012 será um ano de recompensas instantâneas de informação visual, impulsionado por tecnologias como o QR code. Apesar de ter sido amplamente adotado pelas marcas brasileiras, o QR code ainda representa uma grande oportunidade para surpreender os consumidores, se usado de forma pertinente.
“Fico surpresa com a velocidade em que determinadas tendências tecnológicas são adotas, como os QR codes, que se disseminaram rapidamente no Brasil. Mas não acho que as pessoas façam uso deles. As marcas precisam criar ações relevantes, que atraim o interesse dos consumidores”, explica.
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O que pensa a analista mais pessimista (realista?) da bolsa sobre 2012

Lika Takahashi avalia que o mundo mudou e os investidores precisam repensar a análise do que é caro ou barato

Operadores da NYSE no dia 5 de agosto de 2011
 Não adianta mais olhar ao passado para avaliar se o atual nível da bolsa comparado com o lucro das empresas está alto ou baixo. Isso acontece porque os mercados financeiros estão em um novo ciclo, onde os investidores estão mais cautelosos e não querem mais operar alavancados. Essa é a visão da estrategista da Fator Corretora, Lika Takahashi, considerada uma das analistas mais pessimistas, ou realistas, do mercado.
“Investidores tendem a olhar para os múltiplos de avaliação e se sentirem confortáveis. Mas, cautela: estatísticas com base nos múltiplos históricos ou atuais não são boas referências para prever onde as ações podem chegar, pois o crescimento das margens e dos lucros é um fenômeno cíclico”, ressalta. E isso pode não se repetir em 2012. Ela explica que o super ciclo de alavancagem acabou este ano e, assim, o modelo anterior não serve mais.
Cautela
“Isso significa que no novo ciclo que começa, onde crescimento será escasso, não mais abundante, haverá contração de múltiplos”, diz Lika. Para ela, o mercado de títulos tem se provado como melhores indicadores para uma comparação com o passado. “As divergências entre os mercados de créditos/bonds e ações tem sido característica desta crise”, explica. Nas últimas semanas, não foram raros os dias com valorização das ações e forte alta nos juros dos países europeus, como Itália e Espanha.
Para baixo
Em um relatório anual no qual expõe as suas projeções para o Ibovespa no ano seguinte, desta vez em 60 mil pontos, Lika explica que o ambiente para as bolsas tem sido caracterizado por múltiplos “mais do que justos”. Ou seja, poucos estão dispostos agora a incorporar as estimativas no preço e a pagar várias vezes o lucro esperado para as empresas. “Este ambiente reforça a tese de que as bolsas podem cair novamente em 2012”, diz.
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10 notícias para lidar com os mercados nesta sexta-feira

unidade da vale
Vale considera inconstitucional criação de nova taxa

 Aqui está o que você precisa saber:
1 - Kroton compra Unopar por R$1,3 bi. Aquisiçãovai expandir o ramo de ensino à distância da empresa no Brasil. Informação foi adiantada em EXAME.com no blog Faria Lima. A empresa pretende captar até R$ 600 milhões com a venda de até 240 milhões de novas ações por R$ 2,50 cada, de acordo com comunicado enviado hoje à Comissão de Valores Mobiliários.
2 - Vale considera inconstitucional criação de nova taxa. A Assembleia Legislativa do Pará, onde está a principal mina de minério de ferro da Vale, Carajás, aprovou uma nova taxa sobre todos os minérios produzidos no Estado.
3 - Dívida pública da Espanha sobe a 66% do PIB.A dívida pública espanhola representava no terceiro trimestre deste ano 66% de seu PIB, em alta de 7,3 pontos percentuais em relação aos 58,7% do mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Banco da Espanha.
4 - França terá recessão no último trimestre de 2011. A atividade econômica será fragilmente retomada no segundo trimestre, mas o crescimento acumulado no primeiro semestre será de zero por cento no fim de junho de 2012.
5 - Fitch rebaixa ratings de seis grandes bancos globais. Goldman Sachs, Deutsche Bank, Crédit Suisse, Barclays, BNP Paribas, Bank of America e Citigroup tiveram suas notas cortadas.
6 - Produção nacional de aço bruto cresce 6,5% no acumulado do ano. A produção brasileira de aço bruto cresceu 3,7% em novembro em relação ao mesmo mês de 2010, somando 2,7 milhões de toneladas. Anunciou ontem o Instituto Aço Brasil (IABr). No acumulado do ano, a produção nacional de aço aumentou 6,5% (32,5 milhões de toneladas).
7 - HRT cobra da ANP novos leilões de áreas. A petroleira brasileira HRT já está analisando áreas de exploração de petróleo no País, de olho em uma possível retomada das rodadas de leilões pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2012, afirmou ontem o presidente da companhia, Marcio Rocha Mello.
8 - Receita líquida da Randon cai para R$322 mi em novembro. No acumulado do ano, a receita líquida consolidada da empresa somou R$ 3,798 bilhões.
9 - Ação contra Chevron revela risco de se investir no país. O processo de 20 bilhões de reais do Ministério Público Federal contra a petroleira norte-americana Chevron e a operadora de plataformas Transocean pode piorar o clima já pouco favorável para investimentos no setor de recursos naturais no Brasil.
10 - Zona do euro tem superávit comercial em outubro. A agência de estatísticas Eurostat informou que o superávit dos 17 países do euro foi de 1,1 bilhão de euros no mês.
Bônus - Inflação pelo IPC-S acelera a 0,72% na segunda quadrissemana do mês. O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou a alta a 0,72 por cento na segunda quadrissemana de dezembro, após acréscimo de 0,63 por cento na primeira leitura deste mês, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. Foi a maior taxa desde a primeira semana de setembro, quando o índice subiu 0,74 por cento.
Bônus 2 - Investir em dividendos ainda vale a pena? Empresas com boa distribuição de lucros devem continuar a se destacar na bolsa a não ser que haja uma representativa melhora na economia mundial.
Bônus 3 - O que pensa a analista mais pessimista (realista?) da bolsa sobre 2012.Lika Takahashi avalia que o mundo mudou e os investidores precisam repensar a análise do que é caro ou barato.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Dudalina planeja expansão e internacionalização para 2012

 Dudalina inaugura na próxima sexta-feira, dia 16, a 30ª loja da marca em território nacional, no bairro de Moema, zona sul de São Paulo.
A unidade fará parte do projeto Dudalina Double, que oferece todas as linhas de camisas femininas e masculinas. Com o crescimento de 55% em 2011, a companhia catarinense conseguiu superar a expectativa do começo do ano de abrir 20 lojas.
Durante o ano, a empresa investiu cerca de R$ 10 milhões para estabelecer sua entrada no varejo, com ações de Marketing e até a produção de uma linha infantil.
Com capacidade de fabricação de 3,5 milhões de peças por ano e 1.710 colaboradores, a Dudalina prevê encerrar o ano com um faturamento de R$ 270 milhões, superando o resultado de R$ 170 milhões em 2010.
O aumento expressivo deve-se ao fato da marca ter entrado no mercado de moda feminina em 2010. A companhia pretende também ampliar o segmento para as mulheres em 30% no próximo ano e abrir mais 40 unidades, terminando 2012 com 70 pontos de venda.
A internacionalização também está nos planos de expansão da Dudalina, presente no varejo dos Estados Unidos e da Europa.
Para isto, a marca enviou executivos a Miami com o objetivo de analisar o mercado externo e abrir uma loja própria lá fora. A companhia possui ainda um projeto ambicioso de atingir em 2016 um faturamento de R$ 1 bilhão.
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3 fatos sobre o bóson de Higgs, a partícula de Deus

 Pesquisadores do CERN, o maior laboratório científico do mundo, divulgaram, ontem, que estão mais perto de comprovar a existência do bóson de Higgs, uma das partículas fundamentais que compõem a matéria. Pelo seu papel na constituição do universo, o bóson de Higgs vem sendo chamado de partícula de Deus.
Dois grupos realizam experimentos com esse objetivo no Grande Colisor de Hádrons (LHC), o gigantesco acelerador de partículas instalado na fronteira entre Suíça e França ao custo de 8 bilhões de dólares. Eles são identificados pelos nomes dos respectivos detectores de partículas – Atlas e CMS.
Ontem, esses dois times divulgaram resultados muito parecidos, obtidos de forma independente. Eles determinaram a faixa de energia em que os detectores passarão a concentrar a busca, descartando outras em que não foram encontrados sinais da existência do bóson. Confira quatro fatos sobre a partícula divina.
1 O ano é 2012
Há poucas dúvidas de que os cientistas que trabalham no LHC vão chegar a alguma conclusão sobre o bóson de Higgs em 2012. Isso não aconteceu ainda porque é preciso acumular grande volume de dados dos detectores. O volume vai permitir ter certeza de que os sinais captados não são resultado de simples flutuação estatística.
“Se o acelerador de partículas continuar funcionando bem como funcionou neste ano, teremos um resultado até o final de 2012. Não há muitas dúvidas sobre isso”, diz Sérgio Novaes, professor da Unesp e membro da colaboração brasileira com o detector CMS – um dos experimentos que buscam o bóson no LHC.
2 É tão importante quanto o DNA
Cientistas do CERN vêm dizendo que a comprovação da existência do bóson de Higgs é tão importante quanto a descoberta do DNA, 60 anos atrás. Essa afirmação pode parecer exagerada, mas o fato é que a incerteza sobre a existência da partícula cria um impasse. Resolvê-lo é fundamental para que a ciência continue avançando.
O bóson de Higgs foi previsto teoricamente há quase 50 anos. Com ele, foi possível completar o chamado Modelo Geral, teoria que explica os componentes fundamentais do universo. Todas as outras partículas subatômicas que haviam sido previstas teoricamente já foram detectadas em experimentos. Só falta o bóson de Higgs.
Se os experimentos comprovarem que a teoria está correta, outros estudos científicos poderão se apoiar nela, prosseguindo com a busca de conhecimento sobre o universo. Se, ao contrário, nenhuma evidência conclusiva da existência do bóson de Higgs for encontrada, os físicos terão de repensar a teoria e os estudos tomarão outro rumo.
3 Peter Higgs não foi o único a prevê-lo
O inglês Peter Higgs levou a fama. E de fato, ele foi um dos principais responsáveis pela inclusão da partícula que leva seu nome no Modelo Geral. Mas, além dele, dois outros grupos de cientistas chegaram a conclusões parecidas. Os três times publicaram seus trabalhos quase ao mesmo tempo, em 1964.
Os outros “pais” da partícula divina são os belgas François Englert e Robert Brout; e o trio Gerald Guralnik, C. R. Hagen (ambos americanos) e Tom Kibble (um inglês nascido na Índia). Além disso, Higgs apoiou-se no trabalho do físico americano Philip Anderson. “Se a comprovação vier, ela será uma prova da genialidade das pessoas que criaram a teoria”, diz Sérgio Novaes.
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